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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Roma inaugura abrigo para gays vítimas de violência homofóbica.




Nesta quarta-feira (13), a cidade de Roma inaugurou a primeira casa de proteção LGBT para abrigar pessoas vítimas de violência familiar e discriminação sexual. “Esta casa para nós é um refúgio porque Roma é vulnerável, as pessoas são encontradas nas ruas por causa de violência doméstica. É como se fosse uma vitória, retomar a vida”, disse Flavio Ronzi, da Cruz Vermelha.

O “Refúgio LGBT” é um projeto realizado pela Cruz Vermelha de Roma, a ONG Gay Center da região de Lazio, da Prefeitura de Roma e da Igreja Valdense, que contribuiu com 8 mil euros para subsediar a estrutura.

Inaugurada pelo presidente da região do Lazio, Nicola Zingaretti, junto com o porta voz do Gay Center, Fabrizio Marrazzo, e o diretor da Cruz Vermelha Flavio Ronzi, a casa firmou parceria de mídia com o site gay.it.

O refúgio, baseado no modelo francês (que hospeda mais de 2 mil pessoas por ano), pode abrigar oito pessoas, até 12 em caso de emergência. No entanto, é preciso que a vítima entre em contato com o Gay Help Line (800-713713) ou com o pronto socorro da Cruz Vermelha.

Na estrutura trabalham 24 voluntários que apoiam os hóspedes no ponto de vista psicológico, legal, profissional e acadêmico. A estadia dura entre 6 e 12 meses e os jovens poderão trabalhar para obter uma renda.

“Aqui nós damos aos jovens uma oportunidade na vida. Eu vivi uma situação semelhante aos 18 anos, quando não pude mais retornar para casa. Mesmo se você for maior de idade, você pode acabar vivendo debaixo da ponte. Aqui você pode ajudar muitas pessoas”, afirmou Marrazzo.

Nas redes sociais também foram criadas páginas contra a homofobia, onde os jovens vão poder se comunicar com os funcionários da casa.

Pastor evangélico prega contra homossexuais e fiéis abandonam culto.



Cheio de certezas de que seu ódio é justificável, o pastor Terry L. Bates, dirigente de uma igreja ligada às Assembleias de Deus em Oklahoma, nos Estados Unidos, decidiu pregar contra a homossexualidade e enfrentou uma debandada de membros de sua igreja. Simples assim!

Terry estava pregando sobre o que ele chama de “incendiadores”, personagens bíblicos que avivaram suas gerações, e associando isso a defesa da homossexualidade feita pela mídia americana. “Eu costumava usar Elias como um exemplo de ‘incendiador’, e nossa necessidade de levantar uma nova geração de ‘incendiadores’, que não teriam medo de enfrentar falsas religiões (como o islamismo) e cultura a corrupta”, disse o pastor ao Charisma News, explicando o motivo de os fiéis terem reagido negativamente à sua pregação.

“Qualquer um (comediantes, a comunidade LGBT, a mídia) pode dizer coisas negativas sobre o cristianismo e não existem repercussões para suas ações ou suas palavras. Mas assim que um cristão prega ou fala contra a falsa religião do islamismo ou contra a agenda da comunidade LGBT, ou do movimento transgênero e suas demandas para que nós façamos acomodações para e aceitar o seu estilo de vida e agenda, então estamos diante de perseguição. Somos chamados intolerantes e avisados de que não estamos sendo politicamente corretos”, contextualizou o pastor.

Quem é Rodrigo Maia e o que ele pensa sobre a pauta LGBT no Congresso?



Na madrugada desta quinta-feira (12), o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito, com 285 votos, presidente da Câmara dos Deputados. Ele venceu no segundo turno o deputado Rogério Rosso (PSD-DF), apoiado por Eduardo Cunha, que teve 170 votos. Outros cinco deputados votaram em branco.

Portanto, Maia entra no lugar do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que renunciou à posição na semana passada após ter o seu mandato suspenso em maio pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Agora, você sabia que a frente evangélica fez campanha para derrotar o deputado Rodrigo no segundo turno da eleição para a presidência da Câmara?

O motivo alegado pela bancada religiosa, que tem cerca de 200 votos, é que Maia foi o autor do requerimento para votação em regime de urgência do projeto de lei que criminaliza a homofobia – aprovado pela Câmara em 2006 e parado no Senado por influência dos religiosos.

Na tentativa de favorecer Rogério Rosso (PSD-DF), que também integra o grupo evangélico, a bancada convenceu o deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP) a retirar sua candidatura durante o processo eleitoral na Casa. O deputado Marcos Feliciano (PSC-SP) foi o mais empenhado em derrotar Maia.

Quem vai pagar o pato? Com dívida de R$ 6,9 bilhões, maior 'caloteiro' do Brasil é diretor da Fiesp.



Um dos diretores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) é o maior devedor da União entre as pessoas físicas.

E mais: segundo o jornal o Estado de S. Paulo, o empresário Laodse de Abreu Duarte deve individualmente R$ 6,9 bilhões, valor que supera as dívidas dos governos da Bahia, de Pernambuco e outros 16 estados brasileiros.

Segundo o levantamento do jornal, o rombo criado por pessoas e empresas com o governo federal já ultrapassa R$ 1 trilhão. E a grande parte desse montante - R$ 812 bilhões - são frutos de devedores grandes, com dívidas superiores a R$ 15 milhões. Ou seja: o débito dos maiores devedores brasileiros representa cinco vezes o buraco total no Orçamento federal previsto para este ano.

Procurado pelo Estadão, o diretor da Fiesp disse que sua condenação por crime contra a ordem tributária ainda não foi julgada em segunda instância, "o que torna precipitado qualquer conclusão ou juízo" e negou qualquer tipo de ligação com os casos do mensalão e do Banestado. A Fiesp não se pronunciou.

Projeto de lei que criava 'Dia de Combate à Cristofobia' é vetado em SP.




O prefeito Fernando Haddad (PT) decidiu vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal no começo do mês que pretendia instituir o "Dia de Combate à Cristofobia" na capital. A data seria no dia 25 de dezembro, em que é celebrado o nascimento de Jesus Cristo.

O projeto, do vereador Eduardo Tuma (PSDB) foi aprovado com a justificativa de que os cristão não teriam liberdade de proferir suas ressalvas à união homoafetiva, e assim seriam alvo de discriminação. Por isso, precisariam de uma data para defender seus direitos de "liberdade religiosa".

Ao justificar o veto, em despacho programado para sair nesta quinta-feira no Diário Oficial, Haddad argumentou que a instituição da data estimularia "a separação entre religiões cristãs e outras religiões, além da população LGBT, prestando desserviço aos esforços que o conjunto do Município de São Paulo tem feito em prol da convivência pacífica com a pluralidade democrática".

"Com efeito, ao pretender vitimizar e conferir uma espécie de deferência especial a grupo que, na realidade, é majoritário na sociedade brasileira, o projeto demonstra a intenção de provocar os defensores dos direitos das minorias", continua Haddad em suas razões para o veto. "Além disso, ao escolher o dia de Natal para tanto, a iniciativa beira a blasfêmia", diz o prefeito, no texto.

"Por tudo isso, a proposta revela-se oposta ao interesse público e aos princípios constitucionais basilares, vale dizer, a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, a redução das desigualdades sociais, a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, e a prevalência dos direitos humanos", conclui o prefeito de São Paulo.

Autor do projeto, Tuma diz que vai reapresentar o texto à Câmara. "Não é um projeto que apregoa qualquer religião. Ele foi apresentado para garantir a liberdade de expressão dos cristãos falarem sobre qualquer tema, e fatalmente isso leva à questão da opção sexual", disse o vereador.

No entendimento de Tuma, "na verdade, com essa medida, ele (Haddad) mostra que não prestigia (a todos) de forma igualitária", concluiu.

'Não estou arrependido': Jovem confessa ter matado homem gay. O motivo? Suposto assédio.



Outro caso de violência contra homossexuais reforça o fato de que cada vez mais a intolerância persiste no país. E se existia alguma dúvida, este caso comprova que a homofobia mata. Desta vez, um jovem de Manaus confessou ter atacado com violência outro homem até a morte. O motivo? Um suposto assédio. A vítima era gay.

De acordo com o G1, os irmãos Daniel da Silva Brandão, de 18 anos, e Valdo da Silva Brandão, 24 anos, são os suspeitos de agredir até a morte João Isac Ismael da Silva, de 26 anos. Os dois foram indiciados por homicídio qualificado.

A vítima foi assassinada em um bairro de Manaus em junho deste ano. Questionado sobre o crime, Daniel confessou a violência.

"Fui eu que matei. Só eu dei paulada. Não estou arrependido e dei várias pauladas mesmo."

De acordo com o relato da Polícia, a motivação principal do crime foi a homofobia. O delegado Luiz Rocha, em entrevista ao site, contou que os suspeitos argumentaram um suposto assédio.

"O Daniel disse que estava em um pagode próximo à sua residência e disse que a vítima estava o assediando e o tocando. Ele disse que não gostou da situação e se retirou do local. Daniel disse que, quando estava próximo de casa, notou que era seguido e chamou o irmão Valdo. Foi então que eles passaram a correr atrás da vítima."

Ao G1, a família da vítima negou a possibilidade de assédio dos suspeitos. A irmã de Ismael da Silva disse que ele era uma pessoa tranquila e dedicada ao trabalho.

"Meu irmão nunca faria isso, não iria assediá-lo. Isso é uma mentira. Mataram um inocente e que não fazia mal a ninguém. Só quero justiça."

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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