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NOTICIAS DO MUNDON GAY

País retrógrado, Paraguai  teve parada LGBT no sábado.


Legislativo recusou-se a punir a discriminação contra LGBT

Como é marchar pelos direitos LGBT em um dos países mais retrógrados para o segmento na América do Sul? Os paraguaios sabem o que é isso.

No sábado 9, o movimento arco-íris do país fizeram parada do orgulho. O Poder Legislativo da nação não quis aprovar lei que puniria a discriminação contra LGBT sob o argumento de que tal norma abriria caminho para o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O governo Temer já é pior que o governo Dilma.




Se a presidente afastada Dilma Rousseff foi um desastre no gerenciamento da economia, na prática desta coisa nefasta que é o presidencialismo de coalizão e no tratamento com as minorias, o vice-presidente Michel Temer consegue ser ainda pior, mesmo estando no poder há apenas dois meses.

As ações que o "governo Temer" vem tomando não poderiam ser mais contraditórias. Diante da pressão das ruas, que protestou contra Dilma, o PT e a corrupção, Temer afirmou que iria montar um ministério de "notáveis", mas fez justamente o contrário: convidou, para liderar ministérios, diversos citados e/ou investigados em escândalos.

Além disso, nomeou aliados do deputado afastado Eduardo Cunha, talvez o político mais corrupto da história do Brasil, para diversos postos-chave no governo, inclusive colocando o deputado André Moura, acusado de tentativa de homicídio - entre outras coisas - na liderança do governo na Câmara dos Deputados.

Na área econômica, Temer decidiu aumentar os salários dos servidores do Judiciário. Em alguns casos, os aumentos chegam a mais de 40%. Uma medida descabida diante da grave crise econômica que o país enfrenta.

Ao falar sobre a reforma da previdência, Michel Temer, que se aposentou aos 55 anos, chegou a estipular uma nova idade mínima para a aposentadoria: 70 anos. Isso num país onde a expectativa de vida em alguns estados não chega a 70 anos de idade.

Na última sexta-feira (08), duas novas assombrações ganharam o noticiário. Primeiro, uma declaração de Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), em evento que contou com a presença de Temer, afirmando que "A França, que tem 36, passou para a possibilidade de até 80 horas de trabalho semanal e até 12 horas diárias de trabalho (...) temos de estar abertos para fazer essas mudanças".

(Nota: na França, a mudança foi para que a carga horária semanal possa ser de até 60 horas; o presidente da CNI colocou mais 20 por conta própria. A mudança nas leis trabalhistas no país de Baudelaire causou grandes e constantes protestos no país, gerando uma enorme instabilidade social e derrubando a já baixa popularidade do presidente francês, François Hollande.)

A outra assombração apareceu nesse mesmo evento, quando o vice-presidente Michel Temer declarou, para os empresários presentes, o seguinte: "Nas suas empresas e empresas outras que forem conectadas com os senhores, se puderem dar preferência muitas vezes àqueles que se formaram no exterior, porque, queremos ou não, talvez venham bem formados com informações tecnológicas que auferiram no exterior".

No momento em que pipocam notícias sobre o aumento do desemprego, recomendar que empresários deem preferência a pessoas que se formaram no exterior é de uma irresponsabilidade gigantesca. Principalmente porque quem se forma no exterior, no mais das vezes, são pessoas com melhores condições financeiras.

O "governo Temer" tem sido marcado cada vez mais por uma palavra: retrocesso. Seus aliados são o que há de mais retrógrado na política brasileira. Com Michel Temer, as bancadas da Bíblia e da Bala ganharam ainda mais vez e voz. A situação é tão esdrúxula que por pouco um general que enaltece o golpe de 1964 não foi nomeado presidente da FUNAI (Fundação Nacional do Índio).

Mas aparentemente o vice-presidente não se importa com essas e outras péssimas notícias, afinal, não bastasse tudo isso, ele tem atuado para evitar a cassação do mandato de Eduardo Cunha, de quem é amigo há décadas. E o mais inacreditável é que, mesmo com todas essas notícias, aqueles que bateram panelas e foram às ruas contra a corrupção simplesmente desapareceram.

É verdade que Dilma Rousseff e o PT cometeram erros imperdoáveis e contribuíram para o agravamento da crise política que estamos enfrentando. No entanto, a presidente afastada não cometeu crime que mereça ser punido com seu afastamento e provável cassação do mandato. E a melhor saída para o Brasil, neste momento, passa pelo retorno da presidente Dilma, ainda que seja para negociar com Temer a renúncia de ambos e a convocação de novas eleições.

Cassar o mandato de Dilma Rousseff e manter Michel Temer na presidência significa colocar, no caminho do nosso país, os piores tipos de retrocessos que podem existir. Neste momento, setores da sociedade olham com nostalgia para autoritarismos do passado, e veem no "governo Temer" uma chance de retomar o espaço que perderam após décadas de lutas e conquistas sociais e culturais progressistas.

Portanto, é compreensível que muitos críticos do governo Dilma gritem "Fora, Temer".

E parece que falta muito pouco para eles começarem a gritar "Volta, querida".


Temer promete analisar ações anti-LGBT.




O presidente em exercício, Michel Temer, se reuniu com 33 líderes evangélicos na última sexta-feira, conforme noticiou o jornal O Globo. O encontro, liderado pelo bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, tinha como objetivo, apresentar a Termer um conjunto de propostas voltadas principalmente para a área educação, que incluem o combate ao ensino de questões que envolvam diversidade e gênero nas salas de aula, além é claro, de defender a família tradicional como único formato de família. Após o encontro, Temer prometeu ao grupo analisar as propostas.

Por outro lado, enquanto não mediu esforços para se encontrar e ouvir o apelo de evangélicos, Temer se esquivou e sequer respondeu até hoje pedido de movimentos LGBT, feito desde maio, de um encontro para discutir a importância de iniciativas que defendam a cidadania e dignidade dessa minoria, que como já foi noticiado, vive em um país classificado pelo New York Times como um dos mais homofóbicos e onde mais se mata transexuais no mundo.

Brasileiro do Estado Islâmico planejava atentado na Olimpíada.



Um membro brasileiro do grupo extremista Estado Islâmico (EI) planejou realizar um atentado contra a delegação da França durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, revelou o jornal francês Libération.

A informação consta de um relatório de oficiais de inteligência do governo francês, publicado nesta quarta-feira (13). A ameaça foi relatada pelo chefe da Direção de Inteligência Militar (DRM) francesa, o general Christophe Gomart, durante uma sessão no dia 26 de maio da comissão parlamentar antiterrorismo – que investiga os atentados de 2015 no país –, cujo teor só foi divulgado hoje no site da Assembleia Nacional.

Em declarações aos parlamentares, Gomart falou ao deputado Georges Fenech de um membro brasileiro do EI que estaria prestes a “cometer atentados contra a delegação francesa nos Jogos”.

De acordo com o jornal Libération, esta parte do diálogo não deveria ter sido incluída no documento publicado hoje e só aparece por um erro de transcrição. Isso porque o relatório, assim como Gomart, não fornecem informações sobre a identidade do brasileiro, nem sua localização. Provavelmente, ele estaria fora do Brasil e pode ser que já tenha até sido preso.

Diversos analistas alertam para o risco de atentados terroristas nos Jogos Olímpicos, que serão disputados de 5 a 21. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) elevou em abril o risco de um ataque do EI durante as Olimpíadas, alegando que tem aumentado o número de cidadãos do país que se aliam ao grupo extremista.

O ministro da Defesa do governo interino de Michel Temer, Raul Jungmann, também admitiu que o EI é uma preocupação. Em 13 de novembro de 2015, o grupo terrorista cometeu uma série de atentados em Paris, que provocaram a morte de 130 pessoas. O episódio é considerado um dos mais sangrentos da história recente da França.

Enfim: Globo exibe 1ª cena de sexo gay da televisão brasileira.



Se o beijo gay foi durante décadas um tabu na TV Globo, que dirá uma cena de sexo de um casal LGBT?

A audiência mais conservadora nunca quis assistir a uma demonstração de carinho de homossexuais na TV aberta. E encontrava eco em atores, autores de novelas e, claro, nos executivos manda-chuva da emissora, que chegaram a censurar aquele que seria o primeiro beijo gay na tevê, na novela América (2005).

Foram necessários quase dez anos até que a Globo se tornasse mais permeável à ideia e aceitasse o beijo de Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) no último capítulo de Amor à Vida (2014).

Ao contrário das projeções negativas e quadradas, o Brasil comemorou.

Nesta terça-feira (12), foi a vez de a Globo exibir a primeira relação sexual entre dois homens — em Liberdade, Liberdade.

Após um desabafo sobre amizade verdadeira, Tolentino (Ricardo Pereira) e André (Caio Blat) se arrancam beijos de desejo reprimido.

Eles tiram a roupa e se entregam à paixão que nutrem um pelo outro há tempos.
A troca de carícias e abraços marca a descoberta de corpos que ainda não se conheciam nus e livres.

*(Houve varios comentarios positivos nas redes sociais e nao postei devido a falta de espaço).

'Vergonha, baixaria, lixo': A cena de sexo gay de 'Liberdade, Liberdade' incomodou muitos espectadores.



Demorou, mas aconteceu. A tão aguardada cena de sexo entre dois homens exibida em uma novela brasileira foi ao ar nesta terça-feira (12).

Finalmente os personagens André (Caio Blat) e Tolentino (Ricardo Pereira), de Liberdade, Liberdade, se entregaram à paixão em uma cena que deixou as redes sociais pra lá de movimentadas.

Na sequência, após um desabafo de Tolentino sobre amizade verdadeira, os dois trocam carícias e beijos reprimidos. E consumam o desejo um pelo outro - existente há tempos - ali na cama do coronel.

Delicada, com direito a beijos e carícias, a cena inédita na história da TV aberta no Brasil foi muito elogiada no Twitter, uma vez que tenta colocar em pé de igualdade o amor entre heterossexuais e entre pessoas do mesmo sexo.

No entanto, a cena não recebeu apenas elogios. Muita gente no microblog ficou inconformada com uma relação sexual entre dois homens sendo exibida em uma novela – sinal claro de que precisamos, sim, de mais diversidade na TV.

Exemplo:

Por isso cada dia eu menos vejo as programações da Rede Globo. Uma vergonha! Audiência lixo. #LiberdadeLiberdade
— COUTINHO (@iCoutinho94) 13 de julho de 2016

Para o ator Ricardo Pereira, a relação entre André e Tolentino vai muito além do beijo ou do sexo gay:

"O que eles sentem um pelo outro pode ser visto ao longo da trama, um sentimento que vem sendo explorado dentro do que se podia viver perante a sociedade naquela época, dentro do que ensinaram para eles que é certo ou errado. Esse crescente da relação é visível. O amor que existe ali é lindo e traz muito do que a novela defende: a luta contra o preconceito, contra a intolerância e pela igualdade entre todas as pessoas."

Já Caio Blat comemorou a oportunidade de dar vida à história de André:

"Contribui num sentimento geral da novela de tratar de diversas formas de preconceito, de discriminação. Eu acho que esta é uma novela madura, as pessoas percebem que são temas contemporâneos que estão sendo tratados com um pano de fundo histórico. Tenho muito orgulho de estar representando esse personagem que é comovente.”

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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