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SEXO

Saiba como ter melhor qualidade no sexo e não broxar na hora H.




Provavelmente você já deve ter ouvido: “se a cabeça de cima está cheia a de baixo não funciona”, isso todo homem sabe. A ereção somente acontece se o homem estiver relaxado. A ereção noturna não está ligada diretamente a vontade de fazer xixi, ou por sonhos eróticos, pelo fato da bexiga encher durante as horas de sono, erroneamente achamos que a ereção matinal se dá pela vontade de ir ao banheiro.

Ficar de pau duro repentinamente durante o dia é algo comum devido ao relaxamento do corpo e principalmente mental. O principal fator de broxar é consideravelmente psicológico. Já no caso do xixi de manhã, no pênis existem 2 canais diferentes, um para urina e outro para ejaculação, para qualidade do esperma e fertilização masculina um canal se fecha para que outro funcione, logo, se estiver afim de gozar não conseguira mijar ao mesmo tempo.

Se está tendo problemas de ereção nas investidas sexuais, a forma mais rápida de saber se o problema é físico e psicológico é observar se tem ereções noturnas ou matinais. Procure um urologista.


Número de americanos que fazem sexo com pessoas do mesmo gênero mais que dobrou, desde os anos 90.




De acordo com um estudo feito por cientistas dos Estados Unidos, a porcentagem dos americanos que fizeram sexo com pessoas do mesmo gênero cresceu mais que o dobro em comparação a 1990. A aceitação da prática também aumentou nesse período em todas as gerações, mas em especial na geração que tem hoje entre 24 e 35 anos – os chamados “millennials” – segundo os autores.

Para chegar nesse resultado, os pesquisadores analisaram os dados de levantamentos realizados pelo governo americano desde 1972, envolvendo mais de 30 mil adultos. As questões sobre aceitação do sexo com parceiros do mesmo gênero foram incluídas desde 1973 e as questões sobre parceiros sexuais foram introduzidas a partir de 1989.

Segundo o estudo, entre 1990 e 2014, o número de pessoas que fez sexo com alguém do mesmo gênero aumentou, em média, de 3,1% para 7,7%. Entre os homens, o número passou de 4,5% para 8,2%. Entre as mulheres, subiu de 3,6% para 8,7%.

A pesquisa mostrou que, entre 1973 e 1990, a porcentagem de adultos que acreditam que “não há nada de errado em relações sexuais entre dois adultos do mesmo sexo” passou de 11% para 13%. Entre 1990 e 2014, no entanto, o porcentual aumentou de 13% para 49%. Entre os “millenials” o aumento é ainda mais expressivo: 63%.

Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego (Estados Unidos) e uma das autoras do estudo, diz que os resultados mostram uma rápida transformação social em curso nos Estados Unidos, favorecida por vários fatores sociais e midiáticos. Para ela, de forma geral, os americanos estão se importando menos com normas sociais e mais com suas próprias vontades.

“Essas mudanças amplas tanto nas atitudes como no comportamento ocorreram em apenas 25 anos, sugerindo uma rápida transformação cultural. Essas tendências são mais uma prova de que a cultura americana se tornou mais individualista e mais focada no ego e na igualdade. Sem as estritas regras sociais que eram comuns no passado, os americanos se sentem mais livres para ter as experiências sexuais que bem entenderem”, disse Jean.

Bissexuais

O estudo, publicado na revista científica Archives of Sexual Behavior, também revelou que os adultos que tiveram parceiros de ambos os sexos – comportamento classificado como bissexual – aumentou de 3,1% para 7,7% entre 1990 e 2014.

Entre os “millenials”, 7,5% dos homens e 12,2% das mulheres já tiveram relação sexual com alguém do mesmo sexo. As experiências entre mulheres, segundo a pesquisa, tendem a ocorrer em maior número durante a juventude. Entre os homens não há essa tendência.

“A experiência sexual lésbica é mais frequente quando as mulheres são jovens, sugerindo que há alguma verdade na ideia de que algumas mulheres são ‘bissexuais até faculdade’, pelo menos entre as gerações mais jovens, como os ‘millennials’. Esse padrão não aparecem nas experiências de sexo entre homens gays”, disse Ryne Sherman, coautor do estudo e professor de psicologia na Universidade Florida Atlantic.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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