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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Católicos LGBT pedem aceitação na  Jornada Mundial da Juventude.


Jornada Mundial da Juventude 2016 encerrou-se neste fim de semana na Polônia


Durante a última edição da Jornada Mundial da Juventude, realizada na Cracóvia, Polônia, cristãos homossexuais, bissexuais e transexuais pediram maior aceitação da Igreja Católica aos LGBT.

“Preparamos este lugar para que os jovens LGBT possam se encontrar e se sentir aceitos, falar de sua fé, de sua visão de mundo, de sua orientação sexual e rezar”, disse Artur Kapturkiewicz, um dos responsáveis pela associação cristã polonesa Fé e Arco-Íris, sobre a cafeteria que virou ponto de encontro dos LGBT no evento, à Agência France-Presse.

“É preciso acabar com estes preconceitos, cada igreja deve abrir suas portas e dar boas-vindas a todo mundo”, afirmou o ativista gay católico Brendan Fay.

Marinha americana vai nomear navio em homenagem ao ativista gay Harvey Milk.




O Congresso Americano divulgou uma notificação assinada pelo Secretário da Marinha Americana, Ray Mabus, que dá indícios da nomeação de um navia da frota de comando da Marinha como o nome de USNS Harvey Milk, em homenagem ao político e ativista gay de São Francisco. A notícia foi divulgada pelo USNI News e bastante comemorada pela comunidade LGBT norte americana, uma vez que Milk é um grande ícone gay no país.
 
Assassinado em 1978, quando era político e uma das principais vozes do movimento queer dos Estados Unidos, Milk tinha certa relação com a Marinha Americana. Criado em uma família que fez carreira dentro da Marinha, o jovem Milk era um mergulhador em São Diego durante a Guerra das Coreias. Logo depois, foi dispensado como um Tenente Júnior e seguiu a sua carreira de político.

O neto de Milk, Stuart Milk, disse que a notícia é uma sinalização do caráter positivo que se perpetua dentro do Exército Americano. “Ainda vai enviar um sinal verde para todos os homens e mulheres corajosos que servem a nossa nação, mostrando que honestidade, aceitação e autenticidade está entre os maiores ideais do nosso serviço militar”, opinou. A informação ainda aguarda confirmação oficial.

Campanha Voto contra a LGBTfobia pede adesão de candidatos a vereadores e prefeitos.




O Grupo Dignidade lançou a campanha ”Voto contra a LGBTfobia, defendendo a cidadania”, onde a proposta é garantir que candidatos à vereadores e prefeitos assinem um termo de compromisso se responsabilizando em atuar em prol da cidadania plena de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis. Junto ao termo, os candidatos recebem uma carta com propostas para a promoção da cidadania da comunidade.
 
Na Câmara Municipal, os objetivos são unir esforços para promover Frentes Parlamentares, com a pela Cidadania LGBT, a de HIV/Aids, além das de Políticas Sociais e Direitos Humanos. Outros focos importantes dizem respeito ao combate da LGBTfobia dentro das instituições públicas, através da utilização oficial do nome social de travestis e transexuais em todos os órgãos de administração pública em nível municipal. Outro ponto levantado é a necessidade de um projeto de lei que penalize e proíba a discriminação contra orientação sexual por agentes públicos ou privados.
 
Há ainda um apelo pela defesa do Estado Laico e do cumprimento de políticas públicas que defendam uma educação pública de qualidade e pautada no respeito à diversidade.
 
Já as propostas para a Prefeitura são mais abrangentes, mas de importância igual. A primeira reivindicação é um Plano de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT que respeite as decisões das Conferências Municipais e Regionais de 2015. O ponto alto é a criação da Coordenadoria Municipal da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, que estaria dentro do Executivo e teria orçamento próprio. Ou seja, a principal luta é em destinar verbas para a execução de projetos que promovam a cidadania LGBT. Outro carro chefe é a aprovação de leis que combatam a LGBTfobia, além de promover igualdade e justiça.
 
Por um Brasil igualitário, justo, laico, solidário e sem discriminação e violência.
 

Absurdo: Professora é agredida por ser "amiga de veados".




O bairro de Itaim Bibi, na zona Sul de São Paulo, registrou no último domingo, 24, mais um caso de violência homofóbica. A vítima foi a professora Bruna Torres, 20, que descia de um Uber junto a um casal de amigos. Os três estavam na avenida São Gabriel, por volta das 5h da manhã, tentando chegar em casa quando um homem encostou um veículo (HB20 ou um Punto, segundo eles) e questionou o vínculo da jovem com os dois e os perseguiu com uma ripa de madeira, chegando a desferir golpes em Bruna.
 
A investigação está sendo realizada pelo 15º Distrito Policial. O casal foi ouvido nesta quinta-feira, 28. Segundo os relatos, um carro escuro parou perto deles logo depois que desceram de um Uber. O motorista perguntou se a professora era “uma vagabunda amiga de veados”. Ela respondeu: “Moço, eu sou amiga deles sim, moramos aqui do lado, para de mexer com a gente”. Então, o homem os ameaçou, dizendo que “já que você é amiga de veado eu vou te mostrar o que é bom”.
 
Os jovens contaram que nesse momento começaram a correr, mas o agressor pegou um objeto no porta-malas do carro, depois identificado como um pedaço de madeira, e perseguiu os três, chegando a acertar a cabeça da professora. Ela contou em um relato na sua página pessoal do Facebook que só percebeu a ferida quando viu muito sangue no chão da casa de um dos seus amigos. Ela precisou levar quatro pontos na cabeça para fechar o corte.

Ela foi levada ao hospital, levou quatro pontos e precisou ser medicada após desmaiar por conta da dor e do nervosismo. A Polícia Civil liberou informações sobre a aparência do sujeito baseadas nos depoimentos: alto e possui cabelos lisos penteados para trás. A investigação está em busca de câmeras na região para identificar o sujeito e dar prosseguimento ao inquérito.

TRF nega pedido de arquivamento de processo de homofobia contra Pastor Malafaia.




Em 2011, o Pastor Silas Malafaia fez declarações homofóbicas em seu programa de TV “Vitória em Cristo” ao criticar a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) denunciou o caso ao Ministério Público, que entrou com uma ação civil contra ele e a rede Bandeirantes. Desde então, o pastor já entrou com dois recursos mas, na última semana, a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal negou o arquivamento mais uma vez.
 
A decisão segue a recomendação da Procuradoria Regional da República da 3ª Região, que pede uma retratação do pastor, em rede nacional, de no mínimo o dobro do tempo usado para proferir as ofensas. “Os caras na parada gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada. É pra Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender (sic). É uma vergonha.”, disse Malafaia na ocasião.

Agora, a ação civil será retomada ao invés de arquivada. Em um novo vídeo, Malafaia falou que o Procurador está a serviço da causa gay, uma vez que ele estaria apenas usando uma figura de linguagem no seu programa e que sabe que vai ganhar porque estava falando em nome de Deus.

Adolescente morto por homofobia vira nome de rua em município do Rio de Janeiro.


Angélica Ivo foi até a rua que receberá o nome de Menino Alexandre Thomé Ivo Rajão no Laranjal


Depois de ver o filho Alexandre Thomé Ivo Rajão virar um símbolo da luta contra a homofobia, a mãe do jovem, assassinado há seis anos em São Gonçalo por um grupo de homofóbicos, viveu ontem, um momento de emoção, que tenta minimizar a grande dor que viveu com a perda de seu filho, na época com 14 anos.

Angélica Ivo visitou a rua que ganhará o nome de seu filho no Laranjal. O projeto de lei 213/2015, do vereador Jorge Mariola, foi sancionado e publicado em Diário Oficial no dia 26, que dispõe sobre a mudança de nome da via. A Rua Três passa ser chamada de Rua Menino Alexandre Thomé Ivo Rajão.

Angélica disse, há algum tempo, que teve ciência da possibilidade de receber essa homenagem, mas foi pega de surpresa com a decisão publicada no Diário Oficial. “Não tenho vaidades em relação a isto. Mas, pela memória dele, eu fico feliz com a homenagem. De certa forma, podemos levantar questionamentos de tudo o que aconteceu com ele. Há seis anos, eu não tinha conhecimento do que era a homofobia e a complexidade deste tema. Queríamos mais que um nome de rua e ficamos na expectativa de que o poder público municipal trabalhe mais as carências dos jovens no município. Me foi dado, pelo menos, um nome de uma rua para me lembrar da história do meu filho e o que estamos pedindo está chegando de alguma forma”, disse.

O caso
Alexandre Ivo foi morto no dia 21 de junho de 2010. O jovem foi torturado até a morte por três homens, acusados de pertencerem a um grupo de skinhead, que pregava o ódio em São Gonçalo.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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