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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Parada LGBT da cidade de Kampala é adiada após ameaça de ministro ugandês.


País é notoriamente homofóbico


Eventos em torno da Parada do Orgulho LGBT de Kampala, marcados para este sábado e domingo, incluindo a própria marcha, foram adiados pelo governo do país.

“Enquanto comitê, decidimos adiar os eventos restantes”, disseram os organizadores, que se mostraram otimistas sobre as atuais negociações com “altos responsáveis do governo”, segundo a Agência France-Presse. “Comunicaremos as novas datas quando forem concluídas as negociações”, acrescentaram.

A decisão foi adotada depois de uma reunião do advogado dos organizadores, Nicholas Opiyo, com o ministro da Ética, Simon Lokodo, e um representante da polícia.

Opiyo disse à AFP que o ministro ordenou a anulação das atividades e advertiu que, se essas fossem realizadas, a polícia iria deter todos os participantes, e cidadãos seriam mobilizados para “defender os valores morais de Uganda”.

A homofobia está muito estendida em Uganda. Assédios e intimidações aos homossexuais são comuns neste país onde se desenvolve um cristianismo evangélico muito beligerante contra o movimento LGBT.

Homem gay é atacado a facadas no metrô de Nova Iorque.




Na noite do último sábado, 5, no trem 1 da estação Morningside Heights de Nova Iorque, um homem foi atacado e esfaqueado por um passageiro, que o chamou de “bicha”. A polícia investiga o caso como suposto crime de violência homofóbica. A vítima estava no metrô com seu namorado e irmã, por volta das 7hrs da noite, quando entrou em uma discussão com outro passageiro.

Na estação seguinte, quando saia do trem, o suspeito do crime atacou a vítima no peito com um objeto afiado e, logo em seguida, ambos entraram em uma briga corporal. A vítima da facada foi levada ao hospital St. Lukes, onde foi atendido pela equipe de médicos presente e ouvido pelos policiais pelo registro do caso.

Um retrato falado do homem aponta para um hispânico de 30 anos e moreno. A última vez que foi visto, os suspeito usava camisa branca e shorts. Até o momento, ele encontra-se foragido. O nome da vítima e outras informações não foram divulgadas para respeitar a privacidade do caso.

Prefeitura de Orlando quer transformar Boate Pulse em memorial à tragédia.




Dois meses atrás, no dia 12 de junho, a casa noturna LGBT Pulse, em Orlando, foi invadida por um terrorista que matou 49 pessoas, feriu mais de 50 e depois foi morto pela ação da polícia. O local da tragédia virou um memorial às vitimas, com diversas homenagens, flores e velas. O prefeito da cidade de Orlando, Buddy Dyer, afirmou em entrevista à rádio WMFE que pretende tornar o local em um memorial público para a comunidade LGBT.

“As pessoas estão vindo de todo o país, na verdade, de todo o mundo para visitar o espaço. Eu tenho ficado, honestamente, um pouco surpreso com o volume de visitas que a Pulse está recebendo”, falou o prefeito na entrevista. Dessa forma, há certo interesse da Prefeitura de Orlando em comprar o local para que ele permaneça como está por algum tempo, para que as pessoas possam visitá-lo como um memorial, mas, futuramente, ele seja transformado em um memorial específico à comunidade LGBT.

Os donos do local sinalizaram ter interesse em reabrir o espaço, fazendo festas de rua e formando uma Organização não Governamental em homenagem às vitimas. Logo depois do atentado, os donos organizaram a Fundação OnePulse para arrecadar dinheiro para as vítimas do atentado. Nesta semana, na página do Instagram da OnePulse, anunciou que o espaço vai reabrir oficialmente como um memorial às 49 pessoas mortas. Entretanto, a mensagem não informou que tipo de memorial seria construído e, segundo o jornal Orlando Sentinel, a Fundação nem chegou a ser registrada ainda.

Jovem diz que PSC 'sempre soube' de denúncia de estupro de Feliciano.




A universitária Patrícia Lélis, de 22 anos, ex-integrante da juventude do PSC, afirmou que o partido “sempre soube” que o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) tentou estuprá-la e que pediu para que ela “ficasse calada”.

Em relato publicado em seu perfil no Facebook no fim de semana, Patrícia conta que procurou a legenda assim que o parlamentar tentou violentá-la e que o PSC disse que não tomaria qualquer providência:

"Entreguei um pendrive com todas as provas em uma reunião, incluindo áudios e conversas, vídeos no próprio partido, onde a liderança teve acesso a tudo isso. Ou seja, SEMPRE souberam do caso. Apenas depois da polícia ter que entrar no meio, o partido resolveu tomar alguma providência? Ou seja, passaram a mão na cabeça do Feliciano?!"

Ela agradeceu aos que perceberam que havia "algo de errado" nos vídeos em que ela nega o crime e encorajou outras mulheres a denunciarem abusos cometidos por parlamentares. "A 'direita' e principalmente pessoas do PSC sempre disseram que odeiam o crime, mas quando o criminoso é do próprio partido, o caso é diferente."



Na sexta-feira, o partido informou que a Direção Nacional do PSC determinou a criação de uma comissão interna para apurar o caso. O grupo será composto pelo vice-presidente da Executiva Nacional, Marcondes Gadelha, um membro do PSC Mulher e outro do PSC Jovem.
A estudante registrou boletim de ocorrência na noite deste domingo (7) na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, em Brasília, contra o deputado por tentativa de estupro, assédio sexual e agressão.

A investigação da denúncia contra o parlamentar fica a cargo da Procuradoria-Geral da República (PGR). Patrícia deve prestar outro depoimento até esta terça (9) à subprocuradora-geral da República, Déborah Duprat.

Rio 2016 já tem grito homofóbico da torcida brasileira.


Goleiras são alvo dos xingamentos.


A Olimpíada do Rio mal começou e a homofobia já apareceu. E, claro, em um dos esportes mais homofóbicos do mundo, o futebol.

Em três partidas do futebol feminino, no momento em que as goleiras pegavam na bola, vários torcedores - brasileiros, possivelmente - gritaram "bicha".

O ato foi considerado "ofensivo" pelo jornal australiano The Sidney Morning Herald, ao tratar os xingamentos recebidos pela arqueira de seu país, Lydia Williams, e pela canadense Stephanie Labbé , na partida Austrália x Canadá na Arena Corinthians, em São Paulo, na quarta-feira 3.

O técnico australiano, Alen Stajcic, disse à publicação que nem ele nem atletas entenderam no momento do que se tratava, mas sabiam que era algo ofensivo. "Não sei a história por trás disso, mas não soa agradável".

Na quarta-feira (4), a prática homofóbica continuou no estádio paulistano, desta vez no jogo entre Canadá e Zimbábue. No Mineirão, em BH, na partida entre Estados Unidos e Nova Zelândia, os gritos de "bicha" se misturaram aos de "zika", para provocar a goleira norte-americana Hope Solo, que fez piada sobre o vírus antes de embarcar para o Brasil.

A meio-campista norte -americana Megan Rapinoe, que é abertamente lésbica, afirmou ser "pessoalmente doloroso" ao jornal Los Angeles Times. "Creio que seja algo do comportamento coletivo que toma conta das pessoas um pouco", disse.

A ação de cunho homofóbico de tentar diminuir o goleiro do time adversário teria começado com o México, com gritos de "puto" (o mesmo que "bicha" para eles) e levou o país, na Copa do Mundo de 2014, a ser alvo de um processo pela Fifa. O México acabou sendo absolvido. Times brasileiros "copiaram" a ideia.

A prática é tão ilógica que agora a torcida ofende goleiros (ou goleiras, no caso) até quando sua seleção não está em campo e ainda usam uma palavra que é específica para homens para xingar mulheres.

A lei n. 13.284, chamada Lei Geral da Olimpíada, é clara no veto a expressões discriminatórias e determina a retirada de torcedores que infringirem a norma. O Comitê Olímpico Internacional (COI) ainda não se pronunciou sobre o caso.

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. O que incomoda na politica e´ a ``imunidade parlamentar``.
    Pessoas comuns da sociedade, por um minimo de crime que cometa, ja sao presas. Os politicos, nao. Os membros de partidos geralmente ``protegem`` seus afiliados e tentam a todo custo encobrir seus crimes cometidos, ou suponho eu , sao uma mafia. Foram apresentados assinaturas para a moralidade politica, quanto a corrupçao, mas ate agora, os politicos, nao estao nem ai, e nem entram em pauta. Se falar de aumento de salarios deles, e´rapidinho: em menos de uma hora , ja sao aprovados, e pior, na silenciosa madrugada. Os que beneficiam os trabalhadores que sustentam o pais sao demorados e ``causam`` a inflaçao e desequilibrio economico. Kd o panelaço?

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  2. Certa vez, um presidente ugandense disse: ``Eles nos trouxeram a sua biblia e a sua cultura, e levaram de nos, as nossas terras.``

    Bem tipico aqui no Brasil e no ocidente, nao?

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