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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Pastor que diz que Deus pune gays com desastres naturais tem casa destruída por inundação.




Tem um pastor americano que ficou muito famoso por afirmar que desastres naturais são enviados por Deus para punir gays. Sabe da última? Ele teve sua casa inundada por uma enchente bizarra, na Louisiana.

Tony Perkins contou que foi obrigado a deixar sua residência em uma canoa com sua família. Ele compartilhou fotos no Facebook e falou sobre o caso em um podcast.

“Isso é uma enchente de proporções quase bíblicas”, disse Perkins ao grupo cristão Family Research Council, polêmico por sua agenda anti-LGBT.

“Tivemos de escapar da nossa casa no sábado de canoa. Havia cerca de 3 metros de água na saída da garagem. Nossa casa encheu, nossos carros encheram”, disse.

Em 2015, ele entrevistou o pastor extremista messiânico judeu Jonathan Cahn, que lhe disse que o furacão Joaquin, em sua passagem pelo Havaí no ano passado, era um “sinal da ira de Deus”.

Na entrevista, Cahn disse que a tempestade era um sinal de que Deus estava bravo com a legalização do casamento gay e aborto e com a relação entre os Estados Unidos e Israel.

Perkins concordou, acrescentando que “Deus está tentando nos mandar uma mensagem”. O pastor, que chegou a concorrer ao Senado americano, também já chamou a pedofilia de “um problema homossexual”

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Enchentes

A Cruz Vermelha descreveu a enchente em Louisiana como o pior desastre natural nos EUA desde o furacão Sandy, em 2012. Treze pessoas morreram nos EUA e milhares ficaram presas em suas casas e carros.

A cantora Taylor Swift doou US$ 1 milhão para as vítimas. “O fato de tantas pessoas serem obrigadas a deixar suas casas nesta semana em Louisiana é que partir o coração”, disse ela.

Parada de Toronto processa em R$ 340 milhões grupo cristão que se infiltrou no evento.




A Parada do Orgulho LGBT de Toronto, no Canadá, aconteceu no início do mês de julho e contou com a participação de personalidades importantes, incluindo o Primeiro Ministro do país, Justin Trudeau. Entretanto, é justamente a presença de um grupo “pró-vida” cristão, vestidos de zumbis gay, que causou polêmica no evento. A organização da marcha está processando o grupo em R$ 340 milhões (US$100 milhões) por se infiltrar no evento e distribuir panfletos com mensagens anti-gays.

Auto intitulados de Gay Zombies Cannabis Consumers Association e vestidos com algum tecido verde que cola ao corpo, um grupo desfilou pela Parada como um suposto grupo apoiador do movimento. Entretanto, uma matéria publicada no site LifeSite News, intitulada “Cristãos se vestem de zumbis para se infiltrar na Parada de Toronto e transmitir uma mensagem gospel”, revelava o esquema do grupo para abordar participantes da marcha de forma lgbtfóbica. O texto ainda contava com um link para o blog de Bill Whatcott, um dos participantes do grupo, que tinha uma amostra do panfleto.

O panfleto continha mensagens de ódio e informações sobre doenças sexualmente transmissíveis atreladas ao sexo anal e homossexual.

Os organizadores descobriram o texto, datado de 4 de Julho, e acionaram os seus advogados, que entraram com uma ação legal para que tanto o site com a matéria postasse uma mensagem de respeito aos Direitos Humanos, quanto o grupo pagasse uma indenização no valor de 300 milhões de reais. A mensagem desrespeita a constituição canadense ao propagar o discurso de ódio contra homossexuais. Os organizadores alegam também que o texto contava com informações difamatórias sobre o evento.

Em resposta, os donos do site afirmaram apenas lamentar que a liberdade de expressão no país esteja comprometida de tal forma.

A vaia a um atleta no pódio é um dos momentos mais constrangedores da História da Olimpíada.




Vice na Rio 2016 e dono de declarações para lá de infelizes ao sair derrotado, depois perseguido por brasileiros nas redes sociais, o atleta se desculpou publicamente pelas besteiras que falou. Nem por isso foi poupado de um dos momentos mais tristes e constrangedores da História olímpica: já no dia seguinte, ser vaiado por todo um estádio, no pódio, ao receber uma medalha de prata.

Renaud, campeão olímpico e mundial, recebeu a medalha... chorando.

Algo tão inexplicável que o campeão do salto em vara na Rio 2016, Thiago Braz, teve de mostrar gestualmente aos brasileiros que não estava entendendo nada.
Nosso Thiago foi além: sentou-se junto ao mito dos saltos Sergei Bubka para consolar o francês, que agradeceu publicamente a postura de Thiago em suas redes sociais. Ambos não se falavam havia mais de um ano. Isso é esporte, isso é superação, isso é Fair Play.

Medalha de lata pros nossos selvagens de plantão.

As vaias a um campeão no pódio e durante os saltos são cenas que serão lembradas para sempre por todos aqueles que amam o esporte, mas que deveriam ser esquecidas.

Ou melhor: nem deveriam ter existido.

Camisinhas usadas quase entopem sistema de esgoto da Vila das Atletas.




Sexo! De dia, de tarde, de noite, antes e depois das competições. É essa a imagem que a galera tem na cabeça quando pensa nas famosas vilas olímpicas. Atletas de várias partes do mundo, em plena forma física, vivendo num ambiente de pressão e confinamento. É natural que, em algum momento, eles precisem extravasar.

Nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 não poderia ser diferente. Segundo reportagem do jornal O Globo, foram tantas as camisinhas jogadas nos vasos sanitários da Vila dos Atletas que o sistema de esgotamento sanitário do Eixo Olímpico, inaugurado no mês passado, ameaçou entrar em colapso.

Os preservativos ficaram enganchados na grade do coletor que segura resíduos sólidos — como sacos plásticos e absorventes — e por pouco não entupiram todo o sistema. Situação semelhante aconteceu nos Jogos Panamericanos de 2007, quando as camisinhas jogadas no vaso chegaram a entupir a rede de esgoto do prédio da Argentina, na Vila do Pan.

João Doria quer acabar com secretarias voltadas para mulheres, negros e deficientes.



O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, João Doria, prometeu cortar secretarias ligadas a direitos humanos, caso seja eleito.

O tucano citou pastas voltadas a mulheres, negros, pessoas com deficiência, juventude e LGBT, porém as duas últimas não existem na atual gestão. A intenção é reduzir de 27 para 20 secretarias.

"As políticas públicas serão mantidas integralmente, mas não os penduricalhos", afirmou. "Tudo isso é custo. Para quê? Gerar status? Prefiro gerar política pública", completou.

De acordo com ele, as políticas públicas de cada pasta seriam agrupadas em coordenações e ligadas diretamente ao gabinete da Prefeitura.

A promessa foi feita na manhã desta quinta-feira (18), em uma feira livre no Jardins, no terceiro dia de campanha do tucano. Durante a visita, ele ouviu que "político não sabe a diferença entre alface e rúcula" e que "nunca tinha pisado em uma feira antes".

Candidata do PSOL, Luiza Erundina afirmou que a proposta de Doria vai contra anos de luta. "Isso mostra o caráter do governo dele se ele chegar lá. Excluir mulheres, deficientes, jovens... Ele vai governar pra quem? Pra minoria que ele representa", disse.

Patrícia Lélis será indiciada por tentativa de extorsão e falsa comunicação de crime, diz polícia.




A estudante Patrícia Lelis, de 22 anos, será investigada por calúnia nesta quarta-feira (10) após denunciar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por assédio sexual e o chefe de gabinete do parlamentar, Talma Bauer por tentar acobertar o caso.

Um vídeo sob análise da Polícia Civil de São Paulo, onde a denúncia contra Bauer foi registrada, mostra os dois conversando sobre um pagamento de R$ 50 mil à jovem.

Lélis acusa Bauer de mantê-la em cárcere privado e de forçá-la a gravar vídeos negando que Feliciano tenha tentado violentá-la.

Na interpretação da polícia, partiu da estudante pedir o dinheiro. "Tem interesse dos dois, mas na gravação ela pede dinheiro", afirmou o delegado Luís Roberto Hellmeister, do 3º DP (Campos Elíseos).

Lélis será indiciada por tentativa de extorsão e falsa comunicação de crime.

No diálogo, Bauer diz ter entregue R$ 50 mil a Artur Mangabeira, que seria namorado de uma amiga que Lélis conheceu pela internet. Mangabeira teria dito ser agente da Abin.

O intermediário, contudo, teria pago apenas R$ 10 mil à estudante. "Bauer, eu vou enfiar a cara dele no chão. [...] Me promete que você vai fazer alguma coisa com ele", reage Lélis.

O chefe de gabinete então responde "eu não vou matar ele, mas eu dou um nó nele, alguma coisa eu faço".

Bauer chegou a ser detido na última sexta-feira, mas foi liberado no dia seguinte. Ele segue sendo investigado.

Além de assédio sexual, Lélis acusa Feliciano de agressão e diz que o presidente do PSC, Pastor Everaldo, ofereceu dinheiro para que ela não fizesse denúncias contra o deputado.

O autor da gravação, feita de forma escondida, é Emerson Biazon, assessor do PRB que também participou da conversa. Em depoimento à polícia, ele contou que a jovem teria recebido R$ 20 mil de Bauer.

O advogado de Patrícia Lélis, José Carlos Carvalho, afirmou que a jovem não recebeu valores de Bauer e que os vídeos em que nega os crimes de Feliciano foram gravados sob ameaça e em cárcere privado.

Na última segunda-feira, Lélis esteve na Procuradoria Especial da Mulher no Senado para fazer denúncias de abuso sexual contra o deputado. O parlamentar nega as acusações.
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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Justo a reclamaçao do atleta frances. Mas infeliz nas declaraçoes. O torcedor brasileiro, acostumado a vaias em situaçoes erradas, mostra a falta de esportividade e EDUCAÇAO, que destoa com as torcidas atuais. Este esporte necessita de CONCENTRAÇAO e esporte e´superaçao a si mesmo e o atleta foi privado desse direito. Mas mesmo assim, injusto para quem ja foi campeao uma vez. Mesmo em jogos de volley, as vaias ao time oponente para desconcentrar e´muito frequente. Dos esportes de jogos que vi de outros paises, ha a torcida de incentivo a seus atletas, mas vaias ao time oponente, nao observei uma so vez. So do Brasil.

    Como seria saborosa se o frances Renaud superasse ou nao o adversario!! Se conseguisse, um marco na historia da olimpiada, se nao, muito maior merito para Thiago.

    Infelizmente, Thiago ganhou a medalha de ouro sem clima e misturado com o sabor amargo de constrangimento.

    Apesar de brasilero ser um povo alegre, amoroso e receptivo o outro lado e´ vergonhoso.

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