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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Na Parada Gay de novo: Justin Trudeau manda beijos de luz aos homofóbicos.




O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau marcou presença na Parada do Orgulho Gay de Vancouver, neste final de semana.

Foi a primeira vez que Trudeau participou da festa como premiê do país, mas mesmo antes de se tornar líder da nação norte-americana, ele já marcava presença no evento.

Junto com a família, o premiê acenou para a multidão, cumprimentou espectadores da parada, posou para selifes e falou sobre a importância do evento.

"Nós celebramos a grande diversidade que é também uma força do nosso país. Nós celebramos a comunidade. Nós celebramos a família. E todas essas coisas juntas significam que nós teremos uma grande parada", contou ele à agência The Canadian Press antes de participar do evento.

No começo de Julho, Trudeau também foi pioneiro ao participar da Parada do Orgulho Gay de Toronto.

Cidades alemãs criam abrigos para refugiados homossexuais.


Sede da ONG Schwulenberatung, que defende direitos LGBT em Berlim

Se a vida dos refugiados na Europa não é simples, para os que são LGBT, pior ainda. Por conta disso, cidades da Alemanha abriram albergues exclusivos para este público.

Segundo a ONG arco-íris local Schwulenberatung, cerca de 3.500 refugiados gays e lésbicas chegaram a Berlim em 2015. "A convivência nos abrigos é difícil", contou Stephan Jäkel, diretor da entidade. "Principalmente os refugiados que não ocultam sua identidade sexual são vítimas de agressões." Gays e lésbicas vindos da Síria e de outros países do Oriente Médio são vítimas de violência verbal e física pelos próprios refugiados.

Por meio de doações de filiados, a ONG investe cerca de 20 mil euros (em torno de R$72 mil) por mês no abrigo da capital alemã, a cidade do país que mais recebe refugiados gays. Ainda assim, Jäkel revelou que há necessidade de mais albergues para os LGBT. Munique, Nuremberg e Dreden são outros municípios alemães que criaram espaços específicos para a comunidade.

Em várias cidades, os governos não permitem a divisão de pessoas por orientação sexual. O Partido Verde, então, deu início a um projeto que prevê criação de espaços arco-íris dentro dos próprios abrigos.

Assassinos de transexual pegam prisão perpétua na Argentina pela lei do feminicídio.




Na última quinta-feira, 28, a justiça argentina determinou que dois assassinos, responsáveis pela morte da trans Gimena Alvarez, 31, fossem condenados à prisão perpétua, na província de Salta. O crime, que aconteceu no dia 24 de dezembro de 2014, foi julgado pela lei de feminicídio e marcou o primeiro caso de punição pela lei contra uma mulher trans.

A lei de 2012, que contou com amplo apoio da ex-presidente Cristina Kirchner, pune com a prisão perpétua qualquer homem que mate ou assassine uma mulher ou pessoa que se perceba com a identidade de gênero feminino. O país também conta com a Lei de Identidade de Gênero, aprovada em 2011, que facilita a mudança para o nome social nos documentos. Direito que Gimena portava com orgulho. Carlos Plaza, 20, e Juan José del Valle, 37, teriam, segundo a investigação, solicitado os serviços de Gimena, que era prostituta, e ao se encontrarem com ela, roubaram seus bens e a espancaram, jogando-a em um canal próximo.

Ela foi socorrida e encaminhada ao hospital, mas acabou vindo à óbito na mesma noite por conta dos seus ferimentos. A principal testemunha do caso é um jovem de 15 anos que estava no local na hora do crime e afirma ter visto a cena de espancamento.

A Argentina é um dos países latinos pioneiros em direitos LGBTs, sendo o primeiro a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo na América Latina.

Marco Feliciano é acusado por jovem por suposta tentativa de estupro.




Uma jovem militante do PSC, de apenas 22 anos, está acusando o deputado federal Marco Feliciano, de agressão, assédio sexual e tentativa de estupro.

A moça frequenta a mesma igreja que o pastor, que se ofereceu para ser seu novo guia espiritual. Segundo a jovem, tudo aconteceu no dia 15 de Junho, no apartamento funcional do parlamentar, em Brasília.

De acordo com seus relatos à imprensa, Marco fez a proposta para que ela fosse sua amante. Com isso, além de um grande cargo comissionado no PSC, a garota receberia um bom salário. Ao receber o famoso “NÃO”, o pastor acabou se descontrolando e a agrediu. Após a agressão, o mesmo tentou puxá-la pelo braço para dentro de sua suíte.

Desesperada, a jovem começou a gritar, até que uma vizinha apareceu na porta, tocando a campainha para saber o que estava acontecendo.

Após todo esse episódio, Feliciano acabou apagando à força todas as conversas que os dois tiveram. A jovem, muito esperta, conseguiu recuperar tudo através do iCloud de seu computador. As conversas foram disponibilizadas na rede e irritaram os internautas.

Após o jornalista Leandro Mazzini publicar a reportagem, recheada de prints de conversas entre a jovem e um celular atribuído a Feliciano, a jovem Patrícia Lélis, que havia sido identificada pelas iniciais PL, gravou dois vídeos para desmentir a coluna:

"Blogs e sites que não são confiáveis colocaram a nossa foto juntos... A todos esses jornalistas que me ameaçaram dizendo que eu tinha que contar a verdade, tô aqui falando a verdade. A verdade é que vocês estão mentindo, tá em época de eleição... O pastor Marco Feliciano é uma pessoa íntegra com a qual eu tenho um contato muito bom, sempre muito bom respeitoso, muito amigável. Então, não propaguem mentiras."

Entretanto, a coluna Esplanada divulgou no fim da tarde desta quarta-feira (3) um áudio que mostra que Patrícia tinha uma opinião diferente sobre Feliciano há pouco tempo.

Segundo a coluna, a gravação é de uma conversa entre ela e um homem que seria o chefe de gabinete de Feliciano, Talma Bauer.

No áudio, fica claro que Patrícia (o nome dela é citado no minuto 12:17 da gravação abaixo) diz ser vítima de violência cometida pelo pastor:

"Com todas as letras, ele deu em cima de mim mesmo de uma forma assim descarada. Me levou a fazer coisas à força, que eu tenho prova disso. Dentro da casa dele, falou que tava tendo reunião na UNE. Pra eu ir pra lá. Cheguei lá, e não tava tendo. Ele não me deixou sair, fez coisas à força. Eu tenho a mensagem para ele: 'Feliciano, a minha boca ficou roxa'. Ele ri e diz: 'Passa um batom por cima'. Eu tenho todas essas provas."

O suposto chefe de gabinete tenta contemporizar o assédio de Feliciano, mas Patrícia ameaça fazer a denúncia à Polícia Civil:

"Sabe por que eu não levei pra delegacia ainda? Não foi por conta do Feliciano. Ainda não levei pra delecia porque eu sou cristã. Amo minha igreja... Isso vai prejudicar não só a igreja, mas todos os evangélicos... Eu não posso sair prejudicada [do partido] porque, se eu ver (sic) que eu vou sair prejudicada, aí eu vou na delegacia."


 

 


Aluno receberá R$ 20 mil por ser chamado de “Félix” por professora e sofrer bullying.




Uma decisão do Tribunal de Justiça condenou o Estado de São Paulo a pagar R$ 20 mil a um aluno da rede pública de Piracicaba que foi chamado de “Félix” por uma professora em sala de aula, em 2013. A atitude fez com que o jovem fosse perseguido e sofresse bullying pelos colegas até que mudou de colégio. A decisão unânime partiu de três desembargadores que julgaram, em segunda instância, correta a indenização por danos morais.

O caso aconteceu em 2013, quando o jovem foi comparado ao personagem gay “Félix”, da novela “Amor à Vida”. Aos 11 anos, ele estudava na escola Escola Estadual Professora Juracy Neves de Mello Ferracciú e, ao retornar das férias usando óculos, uma professora de Geografia fez uma comparação do garoto com o personagem. Diversos comentários surgiram, e ele precisou mudar de escola para fugir do bullying.
 
A mãe do aluno conta que registrou um boletim de ocorrência e abriu um processo contra o Governo Estadual, responsável pela escola. A sentença ainda confere tratamento psicológico ao jovem, hoje com 14, pago pelo estado. Sobre a sexualidade do jovem, a sua mãe afirmou que não teria problema em aceitar o filho, mas afirmou que ele dá sinais de sair com “namoradinha”.

Ridículo.




Um bispo de uma igreja inclusiva (*INCLUSIVA!!-Pasmem!) postou uma foto com o deputado Jean Wyllys e causou esta semana nas redes sociais pelo motivo errado. Tão fundamentalista quanto os homofóbicos, o pastor escreveu o seguinte cometário ridículo: “Acho que ele pensou que meu sorriso era pela foto conseguida… Mas eu só queria colocar minhas mãos sobre ele pra profetizar ‘ou se converte, ou morre. O Brasil é de Jesus!!!’”. Bispo Marcos Klein é da Comunidade Bíblica da Graça.
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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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