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SEXO

"Ninguém deveria se preocupar se o parceiro transa com outra pessoa", diz psicanalista.


Você conseguiria ter um relacionamento sabendo seu parceiro ou parceira tem relações sexuais com outra pessoa? Comente.


Você sente calafrios só de pensar que não tem domínio sobre a vida sexual do seu parceiro ou parceira? Segundo a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, acreditar que é possível controlar o desejo de alguém é apenas uma das mentiras do amor romântico.

"É comum alimentar a fantasia de que só controlando o outro há a garantia de não ser abandonado", afirma ela, que lançou recentemente "O Livro do amor" (Ed. Best Seller). Dividida em dois volumes ("Da Pré-História à Renascença" e "Do Iluminismo à Atualidade"), a obra traz a trajetória do amor e do sexo no Ocidente da Pré-História ao século 21 e exigiu cinco anos de pesquisas.

Regina, que é consultora do programa "Amor & Sexo", apresentado por Fernanda Lima na Rede Globo, acredita que, na segunda metade deste século, muita coisa ainda vai mudar: "Ter vários parceiros será visto como natural. Penso que não haverá modelos para as pessoas se enquadrarem", diz a psicanalista em entrevista.

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Sexo uma vez por semana é suficiente para casais héteros, diz pesquisa.




Fazer sexo apenas uma vez por semana é o suficiente para ter um nível ótimo de felicidade entre os casamentos heterossexuais ou as relações de casal de longo prazo, segundo um recente estudo publicado na revista especializada Social Psychological and Personality Science.

Os pesquisadores tomaram como base mais de 30.000 norte-americanos durante quatro décadas. “Embora sexo mais frequente esteja associado a maior felicidade, esta relação já não é significante numa frequência maior do que uma vez por semana”, disse a pesquisadora Amy Muise, psicóloga social da Universidade de Toronto-Mississauga.

“Nossas descobertas sugerem que é importante manter uma conexão íntima com o parceiro, mas não é necessário fazer sexo todos os dias para isso”, acrescentou.

Os pesquisadores observaram que a intenção do estudo não é mostrar uma relação de causa e efeito, pois ainda falta determinar se a felicidade leva a ter uma relação sexual por semana ou ocorre em sentido contrário.

O estudo também foi limitado a pessoas com parceiros fixos. “De fato, não existe associação entre a frequência do sexo e o bem-estar das pessoas solteiras”, disse Muise.

Os resultados do estudo também foram consistentes entre grupos etários, gênero e duração da relação – quer fosse meses ou décadas. Muise informou que os casais deve debater se suas necessidades sexuais são satisfeitas, em vez de simplesmente pressionar para fazer mais sexo.

“O importante é manter uma conexão íntima com o parceiro sem colocar muita pressão em manter relações sexuais com a maior frequência possível”, afirmou.

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Você conseguiria ter um relacionamento sabendo seu parceiro ou parceira tem relações sexuais com outra pessoa?

    Eu iria ainda mais além dessa pergunta, ao invés de indagar sobre relações sexuais, eu perguntaria sobre relações afetivas. Explico: relação sexual não pressupõe necessariamente envolvimento afetivo. Aquela velha expressão usada "não significou nada pra mim" expressa esse tipo de discernimento. Obviamente falo aqui em termos gerais. Acho que as questões mais pertinentes seriam: é possível amar (amor romântico) mais de uma pessoa concomitantemente? É possível amar o amado do seu amor? Porque se for para resumir tudo a sexo, as indicações realmente estão a favor de uma maior "liberação". Já quando se fala em "poliamor" eu sinceramente tenho minha dúvidas. Uma relação a dois já tem seus desafios e percalços, e não é simples. Imagino quando falamos de relações com mais pessoas. Convivência e cotidiano desgastam. Respeito, equidade e responsabilidades não surgem espontaneamente, é preciso entrega, é preciso renuncia, é preciso maturidade. Construir uma relação de amor entre duas pessoa é difícil, multiplicamos essa dificuldade quando falamos de poliamor. No fim, concordo que não devemos viver preocupados com o sexo do parceiro, mas já a ideia de poliamor me intriga.

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  2. Sim, e´um ponto de vista relevante, amigo. Muitas pessoas , senao a maioria, relacionam o sexo ao amor, ou seja o sexo seria o resultado desse amor. Se for vista desse ponto, a pessoa em questao esta ´´apegada`` ao parceiro. Eu creio que uma boa conversa a respeito com o parceiro e limitar alguns pontos do relacionamento resolveria grande parte. Cabe ao casal resolver a questao , se porventura, o sexo esteja estragando o relacionamento, digo no sentido da monotonia (melhor resolver entre os dois do que a `traiçao`` que poderia definitivamente, acabar de vez com o relacionamento). Bem, e´um ponto de vista, e depende de pensamento e personalidade de cada individuo.

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