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MINHA VIDA GAY

Concurso de Miss EUA tem a primeira candidata lésbica ativista LGBT.


Erin O'Flaherty foi a escolhida para representar o Estado do Missouri


Erin O'Flaherty contou à família sobre sua orientação sexual há cinco anos e foi escolhida para representar o Estado do Missouri.

Uma americana abertamente lésbica vai concorrer pela primeira vez ao título de Miss Estados Unidos.

Erin O'Flaherty foi a escolhida para representar o Estado do Missouri em junho na disputa pela coroa, nesta semana.

O'Flaherty foi criada em uma fazenda perto de St. Louis e contou para a família que é lésbica há cinco anos, quando tinha 18.




Ela também foi a primeira lésbica a ser coroada Miss no Missouri depois de revelar sua orientação sexual - até então, algumas candidatas haviam revelado serem lésbicas após vencerem a coroa em seus Estados.

O concurso julga a beleza das concorrentes, seu talento em apresentações ao vivo e suas "plataformas" - uma causa social que a concorrente acha importante e se dispõe a defender.

Nas redes sociais, O'Flaherty explicou que sua plataforma será a prevenção de suicídios entre jovens LGBT.

"Eu sabia que teria a oportunidade de fazer história. Agora eu serei mais visível para a comunidade e conhecerei mais pessoas", disse O'Flaherty à agência de notícias Associated Press.

Nas contas em redes sociais ela também contou que sua performance ao vivo no dia da escolha da Miss Estados Unidos, neste domingo, será a música Mad Hatter do musical Wonderland.

Djuan Trent concorreu ao título representando o Estado de Kentucky em 2011 mas, na época, ainda não tinha tornado pública sua sexualidade.

Patricia Yurena, Miss Espanha em 2013, também anunciou nas redes sociais que é lésbica um ano depois de ficar em segundo lugar no concurso de Miss Universo.

Homofobia: Theo Chen arrasa os homofóbicos.




Homofobia juvenil


Theo Chen é um jovem de 12 anos, que vive em Cingapura, produz vídeos para o Youtube e de tempos para cá sua sexualidade foi colocada em questão, tendo sofrido bullying por parte de amigos, conhecidos e até de centenas de desconhecidos, que falam a respeito do menino no Ask, Facebook e tantos outras redes sociais.

Se você pensa que Theo Chen ficaria calado sofrendo bullying e homofobia se enganou! O menino de apenas 12 anos resolveu gravar um vídeo e colocar em seu canal do Youtube e descascar o verbo para esse povo que o julga se é gay ou não.

No vídeo Theo fala sobre homofobia, sexualidade e tantas outras coisas que o incomodam nesses julgamentos e desabafa que ainda não sabe se é gay ou não.

Quem se importa se eu sou gay? Eu achei que esse fosse um mundo livre! Vocês não deviam julgar as pessoas por sua sexualidade, deveriam julgar pela personalidade! E daí se eu andar pela escola efeminado? Não interessa!

Sabe o que é pior de tudo isso? Theo Chen tem apenas 12 anos! Apesar de acreditar que a homossexualidade é inata [nascemos gays, héteros, bissexuais ou trans] um menino dessa idade pode até ter noção da atração que sente nos outros, sejam eles homens ou mulheres, mas a sexualidade só estará mais aflorada alguns anos mais tarde mas mesmo assim as pessoas teimam em chamar alguns pré adolescentes assim.

Theo Chen tem uma mente bem esclarecida, mas quantos meninos e meninas que sofrem bullying homofóbico acabam por se interiorizar demais, sofrer de depressão e, em último caso se suicidarem? Estatísticas mostram que jovens gays cometem mais suicídio do que jovens héteros e causa na maioria das vezes é bullying e não aceitação por parte dos pais. E são esses mesmos pais que sofrem com a morte do filho.

Chamar alguém de gay não faz de você mais hétero, diz Theo. E realmente não faz! Aliás, de acordo com algumas pesquisas: homofóbicos sentem atração por pessoas do mesmo sexo. Tal comportamento agressivo nada mais é do que repressão ao desejo interiorizado pela pessoa e, por diversos motivos, sejam eles religiosos, criação ou políticos acham errado.

Triste ver ataques assim a uma criança mas o que me deixa feliz é que Theo Chen sabe muito bem como combater a homofobia.

Rei da Noruega faz discurso emocionante em apoio a comunidade LGBT.




Aposto que você não conhecia muito bem o rei da Noruega, mas tenho certeza que, a partir de agora, vai guardá-lo no coração. É que o rei Harald V fez um discurso super favorável aos direitos da comunidade LGBT e dos refugiados em seu país e foi reconhecido por dezenas de milhares de internautas pelo mundo.

Na página oficial da Família Real norueguesa no Facebook, o vídeo de seu discurso teve mais de 79.000 curtidas, 32.000 compartilhamentos e 3,2 milhões de visualizações.

Falando para os 1.000 convidados que compareceram a uma festa no jardim do Palácio Real de Oslo na última quinta-feira, o rei Harald V convidou os cidadãos noruegueses a abraçar a “confiança, solidariedade e generosidade”. “Os noruegueses são também imigrantes do Afeganistão, Paquistão, Polônia, Suécia, Somália e Síria”, afirmou o rei.

“Noruegueses são meninas que amam meninas, meninos que amam meninos e rapazes e moças que se amam”, disse. “Os noruegueses acreditam em Deus, Alá, em tudo e em nada”, completou o monarca, que afirmou ser difícil definir as pessoas por sua nacionalidade e que seu “lar é onde o coração está”.

“Minha maior esperança para a Noruega é que consigamos cuidar uns dos outros, que consigamos construir este país ainda mais baseado na confiança, solidariedade e generosidade”, concluiu.

Desde que a coalizão de centro-direita ascendeu ao poder em 2013 na Noruega e terminou com os oito anos de dominação do Partido Trabalhista local, ideais anti-imigração têm se espalhado pelo país. A Noruega é uma monarquia constitucional e o rei não tem poderes efetivos, mas representa o país com um papel cerimonial.




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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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