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MINHA VIDA GAY

Menino de 12 anos tenta parar marcha contra o casamento gay no México.




A imagem do fotojornalista Manuel Rodríguez apresenta um menino de 12 anos bloqueando a passagem da marcha realizada pela “Frente Nacional pela Família” na cidade de Celaya, na região central do México, no sábado, 10. Apenas um menino lutando contra a homofobia de centenas de religiosos que protestavam contra a proposta de legalização do casamento gay do Presidente Enrique Peña Neto.

No país latino, menos da metade dos 31 estados contam com legislações que legalizam a união entre pessoas do mesmo sexo. Por isso, o presidente enviou uma proposta, com apoio do Conselho Nacional de Prevenção à Discriminação, que determina a legalização em todo o território mexicano. A marcha surgiu em contrapartida ao plano.

O menino conversou rapidamente com o jornalista depois de ser retirado do meio da rua pelos policiais que faziam a segurança do protesto - ele não conseguiu parar o protesto. Ele contou que fez aquilo porque tinha um tio gay e não gostava da ideia de ver alguém odiando ele. Ele revelou que seu nome era Cesar pouco antes de sua mãe retirá-lo do espaço e proibí-lo de conversar com os jornalistas do local. 

A imagem só foi compartilhada no perfil pessoal do fotógrafo, com a legenda: “Me dá náuseas ver tanta homofobia reunida, mas fico com a imagem de um menino tentando deter os manifestantes”. A imagem marca pela semelhança com a histórica fotografia do rebelde desconhecido que parou os tanques de guerra na Praça Celestial, em Pequim. 



Menina recebe apoio da família após se descobrir transexual aos 10 anos.


Com o apoio da família, Danielle realizou a transição de gênero


Apesar do apoio da família, Danielle não ficou livre de sofrer bullying na escola, mas se sente uma garota de sorte por ter pais tão compreensivos.


Foi assistindo ao documentário “My Transsexual Summer” (meu verão transexual, em tradução livre do inglês) na TV que na época o garoto Laine Gratton percebeu que era, na verdade, uma menina, quando tinha apenas dez anos e cursava o quinto ano do ensino fundamental em Uxbridge, norte de Londres. As informações são do jornal britânico “Daily Mail”.

Insegura com a descoberta, ela manteve o segredo por três anos e, aos 13, decidiu falar para a mãe, Priscilla, 46, que, para sua surpresa, não só aceitou, como disse que já sabia e só estava esperando que ela percebesse sua transexualidade.

Seu pai, Paul, 49, também mostrou-se compreensivo e apoiou a filha, levando-a ao shopping para que pudesse comprar roupas e maquiagem para se arrumar de acordo com a nova identidade de gênero. E hoje é Danielle Lloyd com tem 16 anos.

À reportagem, Danielle afirmou ter ficado surpresa com o apoio recebido dos pais. “Estava com medo de contar a eles, mas saber que me aceitam como sou de verdade tornou a transição muito mais fácil.”

Danielle conta que, quando criança, nunca entendeu a diferença entre meninos e meninas e gostava de brincar tanto com bonecas quanto com carrinhos.

Mas, na escola, aos dez anos, quando viu a turma ser separada por sexo ficou confusa. Ela sabia que não era apenas um menino afeminado e que seu sentimento de inadequação não era somente uma fase. “Eu me sentia presa no meu próprio corpo.”

Após descobrir-se transexual, ela conta ter sentido alívio por finalmente entender seus sentimentos.

Assim que conseguiu mudar de nome, Danielle começou sua transição na clínica de identidade de gênero da Fundação Tavistock e Portman, órgão ligado ao sistema público de saúde britânico.

Seu guarda-roupa ganhou peças mais coloridas, entre as quais vestidos e saias.

Apesar do apoio da família, ela não ficou livre de sofrer bullying na escola.

Mesmo assim, ela afirma que nunca foi tão feliz e que hoje se sente uma garota de sorte por ter pais tão compreensivos. 

Homofobia em campo: Árbitro que assumiu ser gay volta a apitar e recebe ameaça de morte.




Jesús Tomillero tem só 21 anos, mas já está abandonando o futebol pela segunda vez na carreira. E o motivo se repete: o preconceito, agora com ameaça de morte. Árbitro espanhol, ele virou manchete no primeiro semestre deste ano depois de assumir ser homossexual. Semanas depois, foi insultado por torcedores e decidiu se afastar dos campos.

Foram quase quatro meses longe do futebol, até que ele decidiu voltar a apitar para não se render às críticas de seus agressores. No entanto, logo em sua primeira partida, mais insultos homofóbicos, desta vez de outro árbitro de uma liga local da Andaluzia, durante jogo entre times sub-14.

A primeira agressão verbal aconteceu quando Tomillero marcou um pênalti. Ao ser ofendido, ele avisou as autoridades, que retiraram o agressor. Assim que o pênalti foi batido e desperdiçado, o mesmo homem voltou a atacar Jesús, que suspendeu a partida.

No vestiário, não bastassem as ofensas homofóbicas, o árbitro foi ameaçado profissionalmente. "Um homem se apresentou dizendo ser da federação e exigindo que eu continuasse o jogo, ameaçando que se não fizesse isso eu seria suspenso", relatou ao El Confidencial.

Jesús, então, publicou o ocorrido nas redes sociais para mostrar ao público o que estava acontecendo. Em entrevista a uma rádio, afirmou que estava apresentando denúncia à polícia. Resultado: passou a receber ameaças de morte.

"Fiz a denúncia e começaram a chegar ameaças de morte pelo Twitter, dizendo que se eu continuar apitando vão cortar minha perna ou me matar", revelou o árbitro. "Não paro de chorar. Sinto uma pontada no meu peito e não sei o que fazer".

A primeira decisão de Jesús foi se afastar do futebol mais uma vez, temporariamente. E tudo isso aos 21 anos.

Jovem gay é ameaçado dentro de casa por vizinhos: “Tacaremos fogo em você!”




Mais uma vez a história do “se bater e gritar adiantasse, porco não morria” se repete. Hugo Antônio Coelho, de 24 anos, teve que procurar a polícia após ser ameaçado de morte dentro de sua própria casa por alguns de seus vizinhos, que prometeram até em tacar fogo no rapaz e em seus amigos.

De acordo com o bilhete que Hugo recebeu na manhã seguinte, caso o barulho não diminuísse, eles iriam invadir sua casa e “matá-lo” queimado.



Hugo explicou que tudo começou depois que ele recebeu alguns amigos em seu condomínio para jogar baralho. Depois das 22 horas, alguns foram embora e os demais subiram para o apartamento do rapaz.

Sobre o bilhete, ele respondeu: “Eu me senti horrível porque eu estou na minha casa, recebendo os meus amigos como qualquer outro condômino e recebo algo assim. Se alguém se incomodou pelo barulho que não houve e se fosse só por esse motivo, acho que deveriam ter vindo falar comigo, ou com o síndico. Por isso acho que essa ameaça é homofóbica, pelo ódio com que a pessoa escreve. Fiquei com medo de acontecer algo comigo.”

O rapaz, que abriu um boletim de ocorrência, teve que sair de sua própria casa e agora aguarda o fim da investigação.

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