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MINHA VIDA GAY

Zachary Quinto: 'Saí do armário para  aumentar a visibilidade'.


Para ator, ainda faltam conquistas aos LGBT

Aos 39 anos, o bonitão Zachary Quinto diz que se assumiu homossexual para que isso servisse de motivação aos mais jovens.

“Decidi sair do armário, em 2011, para aumentar a visibilidade de pessoas como eu diante dos mais jovens. Cada um lida de maneira diferente com essa questão, para mim, me abrir foi muito importante”, contou o ator à revista Estilo. 

“Progredimos tanto nos últimos anos, mas ainda temos muito a alcançar. Uma forma de progredir ainda mais é por meio da transparência e da autenticidade. Eu não estava nem um pouco interessado em cultivar qualquer história sobre mim que não fosse verdadeira.”

Inclusão: Soldado transgênero se torna 1ª mulher a servir na linha de frente do Exército britânico.



Natural de Cúmbria, no nordeste da Inglaterra, Chloe Allen entrou para as Guardas Escocesas como homem em 2012, mas iniciou um tratamento de terapia hormonal no mês passado, e mudou oficialmente seu nome. O Exército disse que estava "muito feliz" de ter a primeira mulher em uma função de combate corpo a corpo.

Em julho deste ano, o então primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron autorizou, a partir de uma orientação do comando do Exército, que mulheres pudessem servir na linha de frente. O recrutamento deve começar no final deste ano.

Mas Chloe, cuja identidade foi alterada, foi informada de que poderia permanecer na infantaria, como mulher.

Em entrevista ao jornal britânico The Sun, ela disse ter ficado "aliviada" ao poder falar abertamente sobre sua situação.

Chloe afirmou que inicialmente acreditava que seria obrigada a deixar o posto, mas disse ter falado com o departamento de RH do Exército, ao que foi informada que poderia continuar no cargo de fuzileiro e motorista de blindado.



Aceitação

"Toda a minha documentação com o Exército, dentro do batalhão, foi mudada e resolvida. Meu passaporte também será alterado em breve", disse ela.

"É fenomenal, é magnífico...dizer tudo o que eu sempre quis dizer e ainda servir na infantaria", acrescentou.

O Exército britânico mantém uma política específica para homens e mulheres militares transgêneros desde 1999.

Ano passado, a capitã Hannah Winterbourne, que se tornou a militar transgênero com a mais alta patente no Exército britânico, falou de sua transição e também como se tornou modelo para outros militares transgêneros. 

James Everard, comandante da unidade de Exército de campanha do Reino Unido, afirmou: "Estamos muito felizes em ter nossa primeira mulher servindo em uma unidade de combate corpo a corpo".

"As Forças Armadas estão provando ser uma organização inclusiva onde todo mundo é bem vindo e pode crescer (na carreira)", acrescentou.

Muito amor: Mãe brasileira gera o próprio neto para o filho gay.




Legalmente, no Brasil, apenas pessoas com algum grau de parentesco podem servir de “barriga de aluguel”. Se você e seu marido, ou você e sua esposa, fossem ter um filho, já pensaram para qual parente pedir? Escolha difícil. Pois para o casal Jefferson de Souza Albuquerque, 26, e seu marido francês Julien Lamindin, 30, não foi tão complicado. A mãe de Jefferson, que vive no Rio de Janeiro, se ofereceu para gerir o próprio neto.

Concebido através da fertilização in vitro, com o óvulo de uma doadora desconhecida e o esperma dos pais, o pequeno Ezra, como se chama o garotinho, nasceu no início do mês de junho e já saiu do hospital com a certidão de nascimento contendo o nome dos pais, como foi decretado judicialmente. 

O casal se conheceu em um hospital na França, onde trabalham, em 2012. Os dois vieram para o Brasil, onde se casaram no final do ano passado. Em busca de realizar o sonho de ter um filho, encontraram na mãe Quitéria de Souza Cintra Albuquerque, 44, um berço de amor que permitiu gerir uma das crianças mais amadas. A família mora na França há mais de 10 anos, mas estavam no Brasil para fazer a Gestação com Útero Assistido, conhecida por “Barriga de Aluguel”. Lá, o procedimento é ilegal. 

Os quatro não pretendem voltar a morar no Brasil por medo do preconceito que o casal, a vó e a criança podem sofrer. Jefferson e Julien já foram vítimas de homofobia na praia de Copacabana. 


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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