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MINHA VIDA GAY

Após descobrir que filho é gay, este pastor evangélico mudou seu discurso e de igreja.




O Reverendo Danny Cortez, da New Heart Community Church, da Igreja Batista do Sudoeste da Calífórnia, passou por um grande processo de mudança no seu discurso após descobrir que seu filho era gay, em 2014. Antes da revelação, o religioso era conhecido por seus discursos que desencorajavam a diversidade. Agora, o pastor já pensa em acolhimento, apoio e aceitação. Ele chegou a dizer que se sua igreja apoiasse os gays ele deixaria de servir a ela.

Cortez revelou no mês passado para uma rádio local como a saída do armário de um dos seus filhos mudou a sua perspectiva sobre a homossexualidade. Ele conta que estava levando o filho, Drew, para escola em um dia comum quando ele virou e falou “Pai, sou gay”. Na hora, o pai só pensou em abraçá-lo e dizer que o amava. Quando refletiu e decidiu compartilhar sua experiência de abertura como todo o Ministério, ele conta que se sentiu empoderado e amado por Deus de uma forma que nunca tinha acontecido. 

A mudança de discurso foi perceptível. Tanto é que ele conta que diversos jovens foram ao seu encontro para revelar a sua orientação sexual e pedir conselhos dentro da graça de Deus. Por muito tempo, ele aconselhava os jovens a viver no celibato, para não cometer nenhum tipo de pecado. Mas, ao abrir seus olhos e tentar mudar o rumo dos seus seguidores, encontrou problemas com a Igreja. Cortez fundou, então, um templo que segue uma vertente não nominal mas é inclusiva com a população LGBT, a Esperanza. Se você quiser ouvir os depoimentos por completo em inglês, clique aqui (see in English here): 

http://www.npr.org/2016/08/28/490631244/when-his-son-came-out-as-gay-this-pastor-delivered-a-sermon-of-support

Nintendo rompe barreiras e declara apoio total a comunidade LGBT.




Eu sei que você já ama a Nintendo por causa dos seus consoles, games e até o Pokémon Go. Mas agora, você terá mais um bom motivo para guardar a empresa no coração uma das maiores e mais memoráveis empresas de eletrônicos do universo.

Sem rodeios, a Nintendo mandou avisar que é contra o preconceito à comunidade LGBT, na edição 2016 de sua relatório anual, chamado Corporate Social Responsibility Report (CSR). Na papelada, ela especifica os princípios da empresa e algumas metas. A Nintendo diz que no ano de 2015, revisou sua política de direitos humanos “para articular com clareza nossa atitude de não discriminação contra membros da comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênera (LGBT)”.

“Além disso, atos ilegais em violação dos direitos humanos, como trabalho infantil e trabalho forçados, são questões de importância global. Nós temos existentes mecanismos estabelecidos para erradicar tais atos de nossas atividades, mas nós temos esclarecido ainda mais a postura da companhia discutindo explicitamente eles em nossa política de direitos humanos”, escreveu.

Na versão de 2015 do relatório, a Nintendo dizia que não discriminava ou incitava a discriminação baseada em raça, etnia, nacionalidade, ideias, religião, crenças, posição social, status, profissão, gênero, idade ou deficiência. Desta vez, foram acrescentados “papel de gênero” e “identidade de gênero”.

Nike apresenta atleta transgênero Chris Mosier em novo comercial.




A Nike está com uma série de propagandas da campanha “Unlimited Courage” - coragem sem limites, cujo objetivo é falar sobre a superação dos limites pessoais. Em um dos seus vídeos, ela traz um freira de 86 anos que é triatleta. Mas um dos maiores destaques é o atleta transgênero Chris Mosier, da equipe de duathlon e triathlon dos Estados Unidos. A propaganda conta um pouco sobre a história do atleta e fala sobre a inclusão no esporte. 

Mosier é o primeiro atleta trans dos Estados Unidos a fazer parte de uma equipe nacional. Antes de passar pela transição, competia na modalidade feminina e não se sentia confortável com isso. Passou pelo processo de hormônios e mudança corporal e decidiu que tentaria seguir no esporte. A cada mês, uma barreira era superada, até que chegou ao mais alto nível do esporte e foi convidado para integrar a equipe do seu país. 

“Ser o primeiro homem trans em um time nacional dos Estados Unidos foi um sonho que se realizou. Eu sempre queria meu nome em uma camisa. Representar nosso país no nível mais alto, no meu esporte, é maravilhoso. É uma oportunidade maravilhosa – e uma oportunidade maravilhosa para outras pessoas se verem refletidas em alguém que esta tendo sucesso no esporte como homem trans”, contou em entrevista. 



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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