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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Buenos Aires tem beijaço  após homofobia em bar.


Protesto ocorreu no bar que foi palco de homofobia na Recoleta, área nobre da capital argentina


O bar La Biela foi palco de um beijaço no início dessa semana em Buenos Aires. A manifestação foi convocada após duas mulheres terem sido convidadas a se retirar do local, uma semana antes. 

Belén Arena, de 25 anos, publicou em suas redes sociais, que foi interpelada por um funcionário do bar quando acariciava o rosto e o ombro de sua companheira, que chorava por um problema pessoal.

“O moço nos disse: ‘fiquem tranquilas, mas não podem fazer isto aqui”, revelou Arena, que pediu para falar com o gerente, que confirmou a repreensão.

O gerente do La Biela, Carlos Gutiérrez, justificou sua decisão em entrevista a uma rádio afirmando que “faria o mesmo com um casal normal, com um homem e uma mulher”, o que indignou Arena ainda mais.

2º na região: Emirados Árabes legaliza cirurgia  de redesignação sexual.


País é 2º no Oriente Médio a legalizar cirurgias de redesignação sexual


Recentemente publicado, o Decreto Federal Nº 4 autorizou que médicos realizem cirurgias de redesignação sexual nos Emirados Árabes Unidos.

No artigo 7 do decreto ficou determinado que os médicos podem realizar as operações desde que haja sinais “psicológicos” e “fisiológicos” de disparidade de gênero e sexual.

Pela nova lei, também é exigido que os pacientes recebam cuidados de saúde mental que os preparem “psicologicamente” para a transição.

Os Emirados Árabes se juntam agora ao Irã como os dois países do Oriente Médio que legalizaram essas cirurgias.

Jovens LGBTs tem quatro vezes mais chances de sofrer abuso sexual ou tentar o suicídio.




Em uma ação que deveria ser repetida por todos os países da América Latina, o Governo dos Estados Unidos levantou dados quantitativos e qualitativos sobre a violência contra os jovens LGBTs nas escolas e no âmbito emocional, fazendo um comparativo com a população heterossexual. A pesquisa, realizada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças e lançada esta semana, mostra que alunos gays, lésbicas, bissexuais e transexuais sofrem mais agressões do que heteros, assim como os casos de estupros são maiores e as reflexões sobre suicídio. 

O estudo entrevistou cerca de 15.600 jovens de todo o território do país, incluindo áreas rurais e estados mais conservadores, e foi realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças, o CDC. As entrevistas foram realizadas de forma anônima para proteger a identidade dos jovens. Os resultados foram parecidos com os apresentados em estudos anteriores, mas de menor abrangência, e se parecem muito com o da pesquisa realizada por ONGs no Brasil, lançado em agosto, a “Pesquisa Nacional Sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016”.

Os estudantes LGBTs norte-americanos relataram sofrer bem mais com o preconceito do que estudantes heterossexuais. A taxa de estupro entre gays, lésbicas e bissexuais é quatro vezes maior do que entre heterossexuais, assim como as tentativas de suicídio nos 12 meses anteriores à pesquisa. Os depoimentos relatam que é bastante frequente que colegas do colégio tentem violentar sexualmente ou usem de violência física contra estudantes LGBTs. Por esse motivo, um dos dados levantados é que mais de um estudante, a cada dez LGBTs, tinham faltado aula no último mês por conta da falta de segurança.

Outro dado preocupante é que um, em cada cinco estudantes gays, já sofreu algum tipo de agressão em um encontro romântico, mais do que o dobro relatado por jovens heteros. Esses números estão preocupando as organizações não governamentais que atuam diretamente oferecendo suporte à população. Alguns problemas enfrentados são a falta de trabalho realizado nas áreas rurais e, também, a dificuldade em alcançar os jovens que, por diversos motivos, são forçados a viver no anonimato. 

Jovem gay se joga de passarela após sofrer homofobia dentro de casa.




Aconteceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul e está provocando grande comoção nas redes sociais o caso do jovem de apenas 16 anos que se jogou de uma passarela de 6 metros de altura na Av. Ernesto Geisel, no bairro Cabreúva.

O garoto caiu no gramado e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros da cidade com ferimentos leves. Aos paramédicos, ele disse que tentou se matar após uma discussão com a família, que, segundo o próprio jovem, não aceita o fato de ele ser gay.

Ele relatou que teve uma briga com os pais e saiu de casa caminhando, quando viu a passarela, resolveu pular, depois de ameaçar por alguns minutos.

Pessoas que passavam pela região viram a cena e acionaram os policiais, que disseram que a grama amorteceu o impacto. Felizmente, esse caso terminou sem consequências mais graves, mas a gente sabe que casos parecidos terminam em tragédia. Há algum tempo, nós relatamos aqui o escabroso vídeo de um jovem gay, rejeitado por família evangélica, que se joga de torre de telefonia em Rondônia.

Ativistas LGBT participam de atos contra Temer em 15 estados e no DF.


Ativistas LGBT percorrem Esplanada dos Ministérios em protesto contra Michel Temer após o fim do desfile de 7 de Setembro


Ativistas LGBT e representantes de movimentos sociais realizam atos contra o presidente Michel Temer em Brasília na Esplanada dos Ministérios e mais 15 estados durante o desfiles da Independência nesta quarta-feira (7).


Manifestantes começam a se concentrar na Praça da Sé, em São Paulo

Em São Paulo, há ao menos três atos contra o governo de Michel Temer na praça da Sé e na praça Oswaldo Cruz, ambas no centro, e novamente na Sé às 14h. Em Brasília, o ato foi pela manhã na Esplanada dos Ministérios. No Rio, a manifestação acontece na rua Uruguaiana com a avenida Presidente Vargas. Outros protestos são realizados ao longo do dia nas demais capitais. 

“Movimento LGBT tem mais força para formar oposição a Temer que o PT”, diz Wyllys.




Em entrevista ao Jornal do Brasil, o deputado federal do PSOL, Jean Wyllys, compartilhou a sua visão sobre as causas da queda de Dilma e formação da oposição contra o novo governo brasileiro e as perspectivas para a população LGBT com o governo Temer. Como você sabe, Jean é o único parlamentar assumidamente gay no Congresso, enfrenta praticamente sozinho as bancadas conservadoras da casa e sempre deixou claro ser contra o impeachment da petista.

Ao ser questionado sobre as perspectivas da esquerda no Brasil, Jean foi enfático ao dizer que ela é plural e tem divergências de pensamento. “De maneira geral eu diria que a perspectiva é enfrentar o governo Temer, não reconhecer, não dar legitimidade e fazer uma oposição ferrenha ao governo ilegítimo. Nós não temos que aceitar esse governo, ele não foi eleito, o programa que ele está implementado no Brasil não foi debatido com a sociedade e não passou pelo crivo das urnas.”

Esquerda brasileira

Provocado pelo repórter, Jean também falou sobre a possibilidade da esquerda brasileira deixar “velhos ranços” de lado (como o que o PSOL tem com o PT) e formar uma grande aliança para conter o avanço da direita. “Se tem uma responsabilidade na desunião das esquerdas é do PT, que ao invés de fazer um governo inclinado à esquerda, fez um governo inclinado à direta. Foi o PT que cedeu às pressões das forças conservadoras, reacionárias e de direita que compunham os seus governos. Então não responsabilize o PSOL por isso, não diga que o PSOL tem ranço com o PT. Eu acho que muita gente do PT tem ranço com o PSOL porque o PSOL conserva características e um programa que parte do PT não conserva mais. A despeito dessa ressalva, demonstrando que o problema da desunião das esquerdas está muito mais no PT do que no restante das esquerdas, eu acho que é importante esse diálogo e essa convergência.”

PSOL ajudou a derrubar Dilma?

Wyllys também defendeu o PSOL em relação as críticas dos defensores de Dilma, que dizem que o partido fez oposição ferrenha ao governo da petista, colaborando com a queda da ex-presidente.

“Quem errou a mão foi a presidenta Dilma ao confiar demais nas forças reacionárias e conservadoras que compunham o governo dela. O PMDB é um partido de corruptos, todos sabíamos disso, entretanto o PT fez coligação com o PMDB em todos os seus governos. Se há um erro aí, foi do PT, que foi, no mínimo, ingênuo em relação ao PMDB.”

“Culpar o PSOL, achar que o PSOL tem responsabilidade na queda da Dilma é uma piada porque o PSOL fez uma oposição coerente, responsável com seu programa, com sua história, com as políticas que propõe para o país. Isso não é ajudar a derrubar o governo, isso é fazer uma oposição responsável. Qualquer pessoa que pegue o histórico das votações do governo Dilma verá que nós votamos com o governo todas as vezes que foram apresentados projetos e políticas públicas favoráveis à população. Não por acaso nós fomos chamados de petralhas e de linha auxiliar do PT. Eu, por exemplo, sou tratado como petralha, sou visto como petista, justamente porque sempre fiz uma oposição responsável, crítica e honesta intelectualmente em relação ao PT.”

Direitos LGBT

Sobre a população LGBT, o deputado afirmou que retrocessos estão por vir. “O Temer, para derrubar a Dilma, precisava de maioria na Câmara e no Senado e para conseguir essa maioria, fez promessas a essas forças reacionárias e conservadoras. Ele fez promessas e vai ter que cumprir. Ele vai ter que pagar por esse apoio. E uma delas são as forças fundamentalistas cristãs, os deputados da chamada Bancada Evangélica, que são inimigos ferrenhos da comunidade LGBT. Então, certamente haverá um retrocesso.”

“O retrocesso já se apresentava no governo Dilma. É sempre bom lembrar que cedendo a essas forças conservadoras a Dilma suspendeu o projeto Escola Sem Homofobia, que era um projeto muito bacana de erradicação do bullying homofóbico na escola. E ela cedeu justamente por isso. Então, eu creio que vai haver um retrocesso.

Homofobia? Colégio reprime beijo gay na  Asa Norte, denunciam alunos.


Colégio nega que motivo da repreensão tenha sido por beijo entre duas pessoas do mesmo sexo


Alunos e ex-alunos do Centro Educacional Sigma da 910 Norte, em Brasília, denunciaram por meio das redes sociais um suposto ato homofóbico da direção da instituição.

Segundo os estudantes, um aluno foi repreendido por beijar outro garoto na quinta-feira, 08. A coordenação nega.

De acordo com o G1, a direção confirmou que o aluno estava na área externa do colégio, em frente ao portão, acompanhado de outro garoto. Segundo a instituição, eles não foram repreendidos em razão da sexualidade.

“Beijo não é proibido na escola, mas um comportamento que tem exageros, que possa constranger outros alunos [,sim]“, afirmou a instituição. Questionado pelo G1, o Sigma não soube dizer que tipo de exageros foram cometidos. A coordenação afirma que o ato foi denunciado por “pessoas que passavam na rua”, mas preferiu não identificá-las.

A postagem divulgada em redes sociais é acompanhada de uma tela do WhatsApp, em que o autor da denúncia diz que os pais do aluno foram comunicados do fato, e que ele foi ameaçado de expulsão. A escola nega as duas informações.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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