Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Ex-presidente da Irlanda ressalta à Igreja que há padres gays e que isso não é um problema.




A Irlanda está enfrentando grandes polêmicas envolvendo padres homossexuais. Primeiro foi o caso do padre que se assumiu gay e apresentou seu companheiro para todos, depois, a pesquisa que revelou a cultura de sacerdotes frequentarem bares gays do país e, por fim, no último mês a instituição começou a investigar o cenário gay e o uso de aplicativos de pegação dentro do Seminário St. Patrick, em Maynooth. A ex-presidente da Irlanda, Mary McAleese, mandou uma mensagem para que a Igreja Católica passe a entender essa nova conjuntura e trabalhe para se adequar. 

Em uma entrevista ao jornal Irish Times, a advogada e jornalista falou sobre a questão no país e disse acreditar que a Igreja está dando passos no caminho errado. Ela fez um panorama afirmando que há tanto padres heterossexuais quanto homossexuais, mas que o escândalo só acontece quando a descoberta é para o lado dos homossexuais porque, nas palavras do Papa Benedito, ela se constitui em um desvio do mal.

“Um seminário deveria ser um espaço onde as pessoas se sentem bem-vindas, não um lugar onde elas se sentem vigiadas e reprimidas. Além do mais, há jovens lá que ainda não fizeram o voto celibatário”, opinou sobre o caso em St. Patrick. A opinião da ex-presidente, que foi eleita em 1997 e comandou o país até 2011, é importante por partir de uma católica praticante e entendedora dos dogmas da Igreja. 

As investigações no seminários estão acontecendo com bastante rigor, monitorando o uso dos celulares no horário das refeições, transferindo alguns seminaristas e até mesmo expulsando outros. Em 2011, o Cardinal norte americano Bernard Francis Law disse que era uma pena para a Igreja Católica da Irlanda ter que aturar McAleese como presidente do país..

Portugal: Romance lésbico pode ter motivado  assassinato de brasileiras.


Michele, Lidiana e Thayana estavam desaparecidas desde janeiro


O romance entre duas das três vítimas brasileiras de um crime em Portugal pode ter sido o motivo do assassinato.

Segundo o jornal Extra, Lidiana Neves Santana, de 16 anos, e Thayanne Milla Mendes, de 21 anos, se conheceram em Campanário, Minas Gerais, e desde janeiro moravam juntas em Portugal.

Lidiana havia ido se juntar à irmã, Michele Santana Ferreira, de 28 anos, que morava há nove anos no país europeu.

Todas estavam desaparecidas desde janeiro e seus corpos foram encontrados no domingo, 21, em um hotel para cães e gatos onde o também brasileiro Dinai Gomes, o principal suspeito do crime, trabalhava, em Cascais.

O irmão de Michele e Lidiana, Vinícius Santana Ferreira, contou à publicação que sabia da homossexualidade de Lidiana mas que não acredita que essa tenha sido a motivação do triplo assassinato. “Não sei o que passou pela cabeça desse homem, que só pode estar louco”, disse.

Segundo a publicação, a polícia local considera a hipótese após ter descoberto é “extremamente conservador”. Outra hipótese é de que Dinai matou as moças para esconder seu relacionamento com Michele, que estava grávida. Ele teria deixado esposa no Brasil, que estava prestes a viajar para Portugal.

Homem é preso por colocar ácido em pote de lubrificante em clube gay.


A fachada do clube Aarows, em Sidney, na Austrália


Um homem de 62 anos foi preso sob acusação de ter enchido um pote de lubrificante com ácido clorídrico no clube Aarows, voltado para o público gay e bissexual em Sidney, na Austrália. Não há registro de feridos, já que os potes possuíam alarmes contra adulteração, por causa de casos semelhantes no passado.

O homem, que não teve a identidade revelada, foi acusado de crimes que incluem a administração de substância tóxica com a intenção de ferir ou causar dor, informou a BBC.

Um porta-voz da polícia disse ao jornal australiano “Daily Telegraph” que os investigadores não estabeleceram uma motivação, mas não existem indícios de crime de ódio até o momento. O suspeito foi liberado sob fiança, mas deve comparecer perante à Justiça no próximo dia 20.

O Aarows se apresenta ao público como o “primeiro centro social, recreativo e saudável, onde o sexo seguro é permitido, independentemente do gênero”. À emissora Australian Broadcasting, um frequentador classificou o ato como “doentio”.

"Ácido clorídrico não é o melhor tipo de coisa para se brincar" afirmou o frequentador, que preferiu não se identificar. 

Visibilidade: Milhares participam da 13ª Parada  do Orgulho LGBT de São Luís.


Marcha coroou a Semana da Diversidade de São Luís 2016


Milhares se reuniram na Avenida Litorânea para a 13ª Parada do Orgulho LGBT de São Luís, no domingo, 28. Sob o tema “Lei de Identidade de Gênero”, os participantes seguiram os trios elétricos, que contaram com DJs e go-go boys, com muita animação e fantasias.

Durante a semana passada, a capital maranhense realizou a Semana da Diversidade São Luís 2016. “A parada cresce a cada ano por causa da visibilidade. Estamos invadindo espaços públicos, mas ainda falta muita coisa e esse governo interino é um retrocesso para o movimento”, disse Andressa Sheron Santana, presidente da Associação Maranhense de Travestis e Transexuais (Amatra), ao site Imirante.com.

16ª Parada LGBT de Macapá  defenderá voto consciente.


São aguardadas 15 mil pessoas para a marcha


Marcada para 25 de setembro, a 16ª Parada do Orgulho LGBT de Macapá levantará a bandeira pelo voto consciente nas eleições de 2016.

O lançamento oficial da marcha foi realizado na Assembleia Legislativa do Amapá (Alap), na quarta-feira, 22. O lema desta edição é “Cidadabia e voto contra a LGBTfobia”.

“É necessário ampliar este debate com a sociedade e conscientizar a comunidade LGBT sobre a importância do voto consciente”, disse o coordenador da parada, Ivon Cardoso, ao G1.

A organização espera levar 15 mil pessoas às ruas da capital amapaense. A concentração do evento será a partir de 15h no Complexo do Araxá, no bairro de mesmo nome, na Zona Sul da cidade. Ela percorrerá a orla da cidade e terá apoio de órgãos de segurança pública.

Pelo segundo ano consecutivo, Parada LGBT de Aracajú tem morte registrada e ausência policial.




Pelo segundo ano seguido, a falta de segurança na Parada de Diversidade de Sergipe deixa vítima fatal. Maxs Rai de Andrade, 22 anos, levou quatro tiros durante o evento na noite do último domingo, 28, perto da Orla do Atalaia, em Aracaju. Ele participava da 15ª edição da festividade, quando foi abordado e assassinado. A falta de presença policial aconteceu por falta de gratificação. A polícia fala em acerto de contas.

Morador do bairro Santa Maria, Maxs pode ter sido vítimas de um acerto de contas por causa de uma briga que teria se envolvido. Segundo o Coronel Paiva, da assessoria da Polícia Militar do estado, o jovem levou quatro tiros, três deles no rosto, o que pode ter configurado um crime de execução. Ele revelou, também, que os organizadores do evento haviam sido notificados sobre a impossibilidade de haver policiamento na data, uma vez que não tinha sido repassado qualquer gratificação. O corpo foi sepultado na Nossa Senhora das Dores.

Na 14º Parada LGBT em Aracaju, no ano passado, um jovem também havia sido morto a facadas depois de uma tentativa de assalto. Tayrone Rodiney (o da foto), 26 anos, teria reagido a uma tentativa de roubarem sua corrente de prata. Os assaltantes o atingiram com facadas durante a realização do evento. 

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...