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NOTICIAS DO MUNDO GAY

'Racista, sexista e sonegador': Hillary fala verdades sobre Trump em debate.




Um pouco perdida no começo do primeiro debate eleitoral na corrida pela presidência dos EUA, Hillary Clinton parece só ter acordado após 20 minutos de discussão.

Mas, quando a democrata resolveu atacar, ela não poupou o republicano Donald Trump de ouvir muitas verdades. Ela acusou seu adversário de ser racista, sexista e de sonegar impostos em um debate que durou 95 minutos, foi visto por mais de 100 milhões de pessoas e foi marcado pela troca de acusações, por ironias e por um Trump que tentava interromper Hillary repetida e exaustivamente. 

Em uma das discussões mais acaloradas, Hillary acusou Trump de iniciar sua carreira política - embora nunca tenha ocupado nenhum cargo público - baseado em uma "mentira racista" ao insinuar que Barack Obama, o primeiro presidente afro-americano do país, não nasceu nos Estados Unidos.

Obama, que nasceu no Havaí, divulgou uma certidão de nascimento detalhada em 2011 para encerrar o assunto, mas só neste mês Trump disse publicamente que acredita que o mandatário nasceu em solo norte-americano.

Trump repetiu sua acusação falsa de que a pré-campanha presidencial fracassada de Hillary
em 2008 contra Obama deu início à polêmica sobre a nacionalidade de Obama.

Hillary também questionou o temperamento do magnata e a forma com que ele trata as mulheres e as minorias. Em outro momento tenso, ela insinuou que Trump vem se recusando a divulgar sua declaração de imposto de renda para evitar mostrar a seus conterrâneos que não pagou quase nada em impostos federais ou que não é tão rico quanto diz ser.

"Deve ser algo realmente importante, até terrível, que ele está tentando esconder", disse ela.

Trump, que sempre que falava que gostava de uma cidade completava com "tenho imóveis e/ou investimentos lá" reagiu, dizendo que, como empresário, pagar impostos baixos é importante.

"Isso faz de mim uma pessoa esperta", disse. "Tenho uma renda enorme", afirmou ele em certo momento, acrescentando que está na hora de alguém que entende algo sobre dinheiro administrar o país.

Trump fungou alto em alguns momentos --um assistente de campanha disse que o candidato não está resfriado-- mas de forma geral se conteve. Ele disse que irá divulgar a documentação sobre seu imposto de renda quando Hillary publicar os 33 mil e-mails que foram deletados. 

O candidato republicano estava se referindo ao escândalo provocado pelo uso de mensagens oficiais em seu computador particular, quando ocupava o cargo de secretária de Estado norte-americano. Hillary admitiu, durante o debate, que cometeu um erro nesse episódio e que assume a responsabilidade "pelo equívoco".

Touché

Uma das melhores respostas da republicana veio quando Trump disse que ela não teria "energia" para ser presidente. 

Parece que o fato de não ter dedicado muito tempo à prática de debates custou caro a Trump: Muitas vezes, durante o debate, ele ficava com a respiração ofegante, aparentando estar nervoso, e uma pesquisa CNN/ORC feita logo após o evento mostrou que 62% dos entrevistados sentiram que Hillary venceu e que 27% acreditaram que o republicano foi o vencedor.

"Vocês estão bem hoje?", indagou Hillary a seus apoiadores após o evento. "Eu com certeza estou. Tivemos um ótimo debate".

Trump se declarou vencedor a repórteres presentes ao local do enfrentamento, e depois preferiu não comparecer a uma festa local na qual o debate foi assistido, que sua equipe havia deixado em aberto como uma possibilidade.

O fato é que até o dia 8 de novembro, muita coisa pode acontecer. 

'Sarah foi uma das minhas salvadoras',  diz ex-jogadora dos EUA.


Ex-atleta agradece apoio da esposa em biografia

Maior artilheira dos Estados Unidos no futebol (ela fez 184 gols pela seleção de seu país), Abby Wambach lançou sua biografia, “Forward”, que ela divide em quatro partes: “Maria-macho”, “Capitã”, “Lésbica” e “Viciada”.

Em abril, a ex-atacante foi presa por dirigir alcoolizada. Hoje, livre do álcool, a Abby luta pelos direitos LGBT. “Sarah [Hoffman, sua esposa, desde 2015] foi umas das minhas salvadoras, porque foi uma das primeiras pessoas que me colocou diante dos meus problemas”, afirma.

Depois de enfrentar o conservadorismo de sua família ao se assumir lésbica, Abby hoje luta pela igualdade entre gêneros. Trocou a mistura de vodka e remédios pela bandeira contra a homofobia.

A emocionante carta de um garotinho que pediu a Obama para ajudar menino sírio.


O mundo se comoveu com as imagens que circularam no mês passado do pequeno Omran Daqneesh, um menino de apenas seis anos que aparece ferido e atordoado após a casa onde morava, em Aleppo, na Síria, ter sido bombardeada. 

Não foi diferente com Alex, um garotinho americano de apenas seis anos. Ele ficou tão tocado com a cruel situação a qual Omran foi submetido que decidiu escrever uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. 

Na carta, Alex pedia ao presidente que fosse a Síria buscar Omran e o levasse para viver com ele e sua família. "Ele será nosso irmão. Catherine, minha irmã mais nova, vai colecionar borboletas e vagalumes para ele", diz o garotinho na carta que foi lida por Obama no encontro das Nações Unidas para os refugiados. 

"Eu vou dividir minha bicicleta com ele e ensiná-lo a pedalar", escreveu Alex. "Ele nos ensina muito", disse o presidente sobre o garotinho. 

A guerra que assola a Síria já matou pelo menos 400 mil pessoas. Em 2015, cerca de 45% das crianças refugiadas sob a proteção da Acnur haviam chegado da Síria e do Afeganistão.

Um estudo divulgado recentemente pela Unicef aponta que 28 milhões de crianças foram expulsas de suas casas e fogem de guerras, perseguições e violência.

Medicamento dolutegravir é nova opção do SUS para pacientes com HIV .


Ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante coletiva para anunciar nova opção de tratamento para HIV

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (28) que novos pacientes em tratamento contra HIV e Aids receberão um medicamentos diferente do que os que estão disponíveis hoje. A pasta calcula que cerca de 100 mil pacientes iniciem tratamento contra a doença usando o novo medicamento a partir de 2017.

De acordo com o ministério, foi possível conseguir desconto de 70,5% na compra do dolutegravir, um antirretroviral. Os preços caíram de US$ 5,10 para US$ 1,50, declarou a pasta. “Estamos oferecendo esse tratamento sem impacto orçamentário”, disse a diretora do ministério Adele Benzaken. O orçamento para aquisição de remédios do tipo é de R$ 1,1 bilhão.

Além de pacientes que ainda não fazem tratamento contra o HIV, pacientes que apresentam resistência aos medicamentos atuais, o que corresponde a 17 mil pessoas, também serão beneficiados com o remédio.

Como é X como será
Hoje, pacientes com Aids e HIV usam três remédios disponíveis no SUS -- tenofovir, lamivudina e efavirenz -- combinação conhecida como "três em um".

A partir de 2017, a indicação será de dolutegravir associado ao "dois em um" (tenofovir + lamivudina). Ou seja, o dolutegravir substituirá o efavirenz. Segundo o ministério, o dolutegravir é considerado “o melhor tratamento” para esses casos.

“O tratamento atual é o três em um, que traz alguns efeitos colaterais extremamente incômodos para um certo percentual de pessoas. Esse efeito se dá no começo de tratamento”, afirmou Adele, referindo-se a casos de alucinações ou depressão. “Já as pessoas que tomam o três em um e que não têm efeito colateral e estão muito bem, não tem por que fazer essa modificação.”

Segundo Adele, o fato de que o dolutegravir não será indicado para todos os pacientes, apenas para os que ainda não iniciaram o tratamento e os que apresentam resistência ao esquema anterior - deve-se a uma limitação da própria empresa em produzir o medicamento. "Estamos comprando 40 milhões de comprimidos. A entrega não vai ser imediata. É a partir de janeiro e é gradativa. Por isso que a gente não pode incorporar todas as pessoas em tratamento”, continuou a diretora.

Segundo dados do ministério, entre 2005 e 2016, o total de brasileiros em tratamento passou de 165 mil para 483 mil. Desde o começo do ano até agosto, 48 mil pacientes iniciaram tratamento.

Entre 1980 e junho de 2015, o Brasil registrou 798.366 casos de pessoas com HIV. No período entre 2010 e 2014, foram confirmados 40,6 mil casos em média. A taxa mortalidade apresentou queda de 10,9% nos últimos anos, passando de 6,4 por 100 mil habitantes em 2003 para 5,7 por 100 mil habitantes em 2014. 

Criança transgênera é adotada por família com mulher trans, porque o amor não tem barreiras.




Uma menina "fora dos padrões" ganhou neste mês o que toda criança merece: uma família. O que torna esta história de adoção de criança especial é o fato de Alice, 9, ser transgênera – assim como sua nova mãe, Alexya.

O Diário de Pernambuco contou a história em reportagem de Marcionila Teixeira.

Alexya Lucas Evangelista, 35, e Roberto Salvador Júnior, 27, casal de professores de Mairiporã (SP), adotaram Alice na última sexta-feira (23).

A mãe, consciente das necessidades de uma pessoa trans, disse:

"Vou fazer por ela o que a sociedade geralmente não faz pelas trans. É preciso entender que não se trata de uma escolha e sim de uma condição."

Um menino de 11 anos já faz parte da família – mas ainda havia o sonho de trazer uma criança trans para casa. Alexya e Roberto, agora, têm planos para uma terceira filha ou filho.

Alice viveu por um ano e meio no abrigo Lar de Maria, em Jaboatão dos Guararapes (PE). Ela foi encontrada pelo casal por meio dos serviços da Coordenadoria da Infância e Juventude do Estado (CIJ) e da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), ambas de Pernambuco.

A garota vestiu-se como menino durante todo tempo que passou no Lar de Maria, mas sempre foi ciente de que é, na verdade, uma menina. Em seu histórico, segundo o Diário de Pernambuco, já foi registrada uma devolução por uma família adotiva.

O programa da CIJ e da Ceja ajuda crianças com mais de sete anos que buscam famílias e não fazem parte dos padrões tradicionais pedidos por quem quer adotar. São meninos e meninas com doenças graves ou deficiências físicas ou mentais, por exemplo.

Atualmente, são 65 crianças e adolescentes na lista do programa. As Varas da Infância e Juventude do Brasil trocam informações entre si para viabilizar o encontro delas com possíveis novas famílias.

Alexya – que também é militante dos direitos LGBT, costureira e pastora da Igreja da Comunidade Metropolitana, que aceita pessoas trans – e Roberto afirmaram ao jornal pernambucano que Alice vai estudar com o irmão, na mesma turma do 3º ano do Ensino Fundamental.

Pastor candidato à prefeitura de Salvador afirma ser ex-gay: “Era o demônio”.




Há poucos dias para irmos às urnas votar nas Eleições Municipais 2016, ainda temos tempo para reverberar alguns casos curiosos que acontecem pelo Brasil. Voltemos nossos olhares para Salvador, capital da nossa amada Bahia.
Lá, existe um cidadão conhecido como Pastor Sargento Isidorio (PEDT), também conhecido como Doido, e que está na terceiro colocação das pesquisas de boca de urna.

O cara já é conhecido aqui e fez ”fama ao se declarar como um “ex-gay”. O argumento pegou e deu a oportunidade de Isidorio se eleger deputado por três vezes, sendo o segundo mais votado na Bahia em 2014.

Sobre a época em que mantinha relações sexuais com pessoas do mesmo sexo, o líder evangélico atribui a fase a um episódio de abuso sexual de sofrerá quando criança e, depois, ao uso de álcool e drogas em excesso. Em entrevista ao jornal O Globo, ele explica ter se livrado dos “vícios” — termo que usa inclusive para classificar sua orientação sexual na época — há 23 anos.

“Eu estava gay, sim. Já queimei rodinha e rosquinha, queimei tudo, mas o que interessa é que Jesus mudou a minha vida”, conta o deputado, hoje pastor evangélico: “Agora eu sou pastor, mas eu era um demônio”.

Apesar de se declarar ex-gay, Manoel Isidorio Santana Junior diz não ter preconceito contra homossexuais:

“Moro no meio de vários meninos alegres e entre meninas que gostam de botar aranha com aranha. Sem homofobia, sem violência, porque a Constituição garante direito a todo mundo”.

Evangélico convertido, Isidorio conta que já foi do Candomblé e incorporou cantos e danças em seus eventos de campanha. Sem atos performáticos, diz, não consegue votos na capital baiana. “Fiz e faço teatro até hoje, senão não ganho voto. E danço batendo uma perna na outra. Quem não tem dinheiro conta história”, conclui.

Vale lembrar que o Isidorio tem como vice na chapa outro pastor, igualmente polêmico. Estamos falando do ex-deputado federal Luiz Bassuma, um dos autores do Estatuto do Nascituro e militante contra o aborto. Bassuma também ficou conhecido nacionalmente por incorporar um espírito no meio do plenário da Câmara, em 2004, quando presidia uma sessão em homenagem ao bicentenário do nascimento de Allan Kardec.

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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Vai ser feliz, pastor! Quanto ao Renan, ele ficou bonito pra caramba com o novo visual, aliás, já era bonito e ficou magnífico.

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