Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Os Pistolas Rosas: Grupos armados gays contra a homofobia.




Um grupo gay de atiradores dos Estados Unidos fundou um grupo de tiro com o objetivo de difundir a ideologia de que a comunidade LGBT precisa portar armas para se defender da homofobia. Nos Estados Unidos, o porte de arma é legal, contanto que seja feito com licença. Os “Pink Pistols”, ou Pistolas Rosas, são inclusivos e permitem que qualquer gay, lésbica, travesti, trans, bissexual ou até heterossexual participe do grupo contanto que tenha por objetivo a defesa dos Direitos Humanos.

Fundado em 2000, o grupo funciona quase como um clube social que reúne 45 membros de diferentes estados do país. A força do grupo está crescendo e, todos os dias, novos membros procuram Os Pistolas Rosas para se filiar. Os membros se encontram pelo menos uma vez ao mês, em algum lugar do país para praticar tiro, socializar e instrumentalizar os novos membros. Além disso, eles funcionam por meio de alguns princípios e ações:

* Firmando parcerias com instrutores de tiros para ensinar novos membros.
* Oferecendo suporte aos LGBTs que desejam obter o porte de arma.
* Apoiando gays que estão sofrendo processos judiciais pelo uso de arma em defesa própria.
* Promovendo campanhas em defesa do porte de arma pela população LGBT em geral.

O movimento ganhou notoriedade depois do ataque em Orlando, na boate Pulse, tendo a página do grupo nas redes sociais triplicado de tamanho, chegando a mais de mil membros. Não é preciso saber atirar e nem ter arma para entrar no clube, basta ter vontade de aprender e acreditar no direito de auto-defesa. Segundo o site oficial, essa prática promete colocar medo nos homofóbicos, uma vez que quanto mais LGBTs armados, menos crimes contra a comunidade acontecerão. Já imaginou se a moda pega ao redor do mundo?

Padre gay é demitido após apoiar  mulher que sofreu homofobia.


Padre assumiu-se gay no ano passado


O reverendo Warren Hall foi demitido pela Arquidiocese de Newark, Estados Unidos, após prestar solidariedade a uma técnica de basquete que foi demitida de um colégio por ser lésbica.

Hall recebeu um telefonema do arcebispo John Myers dizendo que ele “confundia os fiéis”. Hall declarou: “O problema é que temos um arcebispo que não acredita que você pode ser gay e católico.”

Hall não poderá mais celebrar missa em público, apresentar-se como sacerdote ou trabalhar em qualquer paróquia do Estado norte-americano de Nova Jersey.

Kate Drumgoole, de 33 anos, está processando a Paramus Catholic High School, no mesmo Estado, alegando que foi dispensada por causa de sua orientação sexual. A escola diz que a demitiu porque ela se casou com outra mulher.

O reverendo assumiu-se gay em 2015 e já havia tido rusgas com o arcebispo que agora o demitiu. Em maio do ano passado, Hall mostrou apoio a uma campanha que promove o casamento entre pessoas do mesmo sexo e por causa disso foi transferido para uma paróquia do Norte do Estado, onde, aliás, ele havia sido muito bem recebido pela comunidade local e de onde foi demitido agora.

Bispo anglicano  declara-se gay.


Religioso disse que jornal ameaçou revelar sua orientação sexual


O bispo Nicholas Chamberlain, da Igreja Anglicana de Grantham, no Reino Unido, assumiu sua homossexualidade.

“Não foi minha decisão tornar uma grande história esta saída do armário”, declarou o religioso ao jornal The Guardian. “As pessoas sabem que sou gay, mas não é a primeira coisa que eu digo às pessoas. Minha sexualidade forma parte de mim, mas é em meu ministério que quero me concentrar.”

Chamberlain disse que fez a declaração ao jornal britânico porque uma outra publicação, a qual não revelou o nome, ameaçou divulgar a informação.

O religioso contou que a Igreja sabia de sua orientação sexual quando o designou para o cargo, em novembro do ano passado. “Eu era eu mesmo. Os que me nomearam sabiam da minha identidade sexual”, disse.

“Estou perfeitamente ciente da relação que o bispo Nick mantém há muitos anos”, afirmou o arcebispo da Igreja de Canterbury e líder espiritual dos anglicanos em todo o mundo, Justin Welby. “Sua indicação como bispo de Grantham foi decidida com base em suas qualidades e sua capacidade de servir à Igreja.”

Após sua destituição, Dilma diz que 'golpe é misógino, homofóbico e racista'.


Dilma discursa no Palácio da Alvorada logo após o impeachment


No início de sua fala, a ex-presidenta disse que seu governo, “inclusivo e democrático”, está sendo interrompido por outro “conservador”.

A presidenta deposta Dilma Rousseff fez um pronunciamento na tarde desta quarta-feira 31 no Palácio da Alvorada para falar sobre seu afastamento definitivo da Presidência República, confirmado em votação do Senado.

Em seu discurso, Dilma disse que vai “recorrer em todas as instâncias possíveis” contra o que chamou de “fraude”, “farsa jurídica” e “golpe de Estado” e afirmou que este não é um momento para dizer adeus, mas “até daqui a pouco”, e convocou os brasileiros à luta.

“Esta história não acaba assim. [...] Não voltaremos apenas para satisfazer nossos desejos ou vaidades, nós voltaremos para continuar a nossa jornada rumo a um Brasil onde o povo é soberano”, continuou a petista. “Proponho que lutemos todos juntos contra o retrocesso, contra a agenda conservadora”, disse Dilma.

No início de sua fala, Dilma disse que seu governo, “inclusivo e democrático”, está sendo interrompido por outro “conservador”, que representa “o mais radical liberalismo econômico”.

“O golpe é contra o povo e contra a Nação. O golpe é misógino, o golpe é homofóbico, o golpe é racista. É a imposição da cultura da intolerância, do preconceito, da violência", afirmou a petista, que se julga vítima de "machismo e misoginia".

STF rejeita queixa de Eduardo Cunha contra Jean Wyllys.




Enquanto o país acompanhava o processo de julgamento de impeachment de Dilma Rousseff, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu rejeitar queixa-crime apresentada pelo deputado federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) pelos crimes de difamação, injúria e calúnia.

Cunha recorreu ao Supremo após declarações consideradas difamatórias, proferidas na votação na qual a Câmara dos Deputados aceitou dar prosseguimento ao processo de impeachment da ex-presidente.

No dia 17 de abril, ao ser chamado por Cunha para proferir seu voto, Wyllys disse: “Em primeiro lugar, quero dizer que estou constrangido de participar dessa farsa sexista, dessa eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor, conspirador, apoiada por torturadores, covardes, analfabetos políticos”.

Por unanimidade, o colegiado seguiu voto proferido pelo relator da ação, ministro Gilmar Mendes. O ministro entendeu que as declarações de Jean Wyllys estão abrangidas pela imunidade parlamentar, prevista na Constituição. A regra impede a punição de um parlamentar por declarações relacionadas ao mandato.

“Por mais desairosas que tenham sido as palavras do querelado [Jean], foram proferidas por um parlamentar contra outro no curso de ato parlamentar. Ambos os envolvidos estavam sujeitos ao mesmo regime jurídico, respondendo por seus atos apenas na esfera política”, disse Mendes.

O voto foi acompanhado pelo ministro Dias Toffoli e Teori Zavascki e ponto final.

Passado lésbico: 'Ela desgraçou a minha vida', diz  ex de Suzane von Richthofen.


Suzane cumpre pena em presídio no interior de São Paulo


Sandra Ruiz, conhecida como Sandrão, disse à revista Veja que tem dúvidas sobre os motivos que fizeram Suzane von Richthofen se aproximar dela e também porque Suzane a deixou.

“A Su é um enigma. Nunca se sabe o que está sentindo de verdade. Digo só que ela desgraçou a minha vida”, afirmou Sandrão, que hoje está em regime aberto.

À reportagem, uma detenta contou que Suzane envolveu-se amorosamente com Sandrão por pragmatismo. “Suzane nunca gostou de mulher. Ela jogou charme para o Sandrão para virar a primeira-dama da cadeia e ser protegida e respeitada.”

Suzane, que cumpre pena na Penitenciária de Tremembé (interior de São Paulo), está noiva do marceneiro Rogério Olberg, e deve se casar com ele em abril de 2017.

Supermercado é condenado a pagar R$15 mil a funcionário por homofobia.




Casos de homofobia em uma rede de supermercados de Juazeiro do Norte, no Ceará, foram parar no Tribunal Regional do Trabalho. Um funcionário que trabalhava no setor de pesagem de frutas, verduras e carnes, alega ter sido verbalmente insultado de forma homofóbica diversas vezes por colegas de trabalho. Por determinação da Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT-CE), a rede terá de pagar uma indenização de R$ 15 mil por danos morais.
 
A 1ª Vara do Trabalho de Cariri informou que a condenação se deve ao fato de a supervisão do funcionário estar ciente das agressões e não ter feito nada para acabar com a prática. A alegação do Supermercado Assaí é de que a rede conta com uma política interna contra descriminação, que foi negada pelas testemunhas que também trabalhavam no local, informando que essa informação não havia sido repassada. 
 
Segundo o trabalhador, expressões como "mulherzinha", "bichinha", "alma sebosa" e "gay safado incubado" foram usadas para ofendê-lo na frente de clientes e outros colegas de trabalho. Para comprovar, ele trouxe diversas testemunhas. Após a condenação em primeira instância, o mercado recorreu e conseguiu que o valor da indenização fosse reduzido de R$ 20 mil para R$ 15 mil na condenação em segunda instância. Entretanto, a determinação ainda é passível de contestação.
 
A juíza Fernanda Monteiro Lima Verde, da 1ª Vara, teve respaldo em diversos tratados, acordos e leis nacionais e internacionais do trabalho para deferir a pena. Para ela, o acontecido representa uma afronta à dignidade e imagem do funcionário, ofendendo sua honra e lhe causando danos psicológicos. Em nota, a rede Assaí se desculpou e afirmou que o acontecido é isolado e não faz parte da política interna do mercado.

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...