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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Anderson Cooper será o primeiro gay a mediar um debate entre presidentes.


Anderson Cooper

A comissão independente que organiza debates presidenciais das eleições nos EUA anunciou na última sexta-feira (2) os nomes dos mediadores dos três encontros. Tendo em vista que nunca antes na história do mundo uma pessoa da comunidade LGBT mediou um debate presidencial nas eleições, Anderson Cooper acaba de mudar isso – ou melhor, mudará em 9 de outubro, quando apresentará o segundo debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos, pela CNN.

Sim, ele virá em boa hora: nos Estados Unidos, a disputa ocorre entre Hillary Clinton e Donald Trump. Torna-se o primeiro gay com condição aberta a mediar um debate, e pelo momento político de seu País, isso é, sim, notícia.

Tradicional jornal LGBT sofre atentado nos EUA.




Um vídeo de segurança de um prédio registrou o momento em que um grupo de sete pessoas de preto instalou explosivos dentro de uma caixa de um jornal LGBT da cidade de Salem, no Massachussets, Estados Unidos. O crime  aconteceu no dia 23 de agosto e a polícia investiga o caso como um crime de ódio e lgbtfobia. Moradores da cidade estão pendurando bandeiras do orgulho LGBT em sinal de apoio à publicação mensal fundada em 2006. 

O nome do jornal é The Rainbow Times, considerada uma das maiores impressões do estado, tem seu público alvo de lésbicas, gays, travestis e transexuais. As filmagens mostram pessoas de preto instalando a bomba na caixa do jornal e saindo correndo. Nos Estados Unidos, é bastante comum que os jornais tenham caixas instaladas nas ruas para facilitar a distribuição das suas edições. 

A polícia está investigando o caso como se fosse um crime premeditado e planejado. Segundo o responsável pela investigação, o estrondo pôde ser ouvido por toda a região central. Ele afirmou também que a caixa já havia sido vandalizada, mas nunca destruída, e que depois do ataque, outras caixas da mesma publicação foram danificadas em outros pontos da cidade.  Uma nova caixa foi colocada no local na semana passada, com direito a cerimônia de inauguração, dando mais visibilidade ainda à comunidade na cidade.

Homem processa polícia de  Nova York por agressão.


James Rolkiewicz diz que tem medo de voltar ao Greenwich Village

Um homem está processando a polícia de Nova York e pede indenização de US$ 6 milhões por agressão durante uma crise de asma.

James Rolkiewicz, de 53 anos, estava caminhando no bairro gay do West Village quando começou a ter um ataque de asma. Ele, então, tentou entrar no Greenwich House Music para procurar seu inalador quando policiais o detiveram com violência.

Segundo o jornal New York Daily News, a vítima mal conseguia respirar por causa da crise enquanto os policiais se jogaram em cima dele, o agredindo e gritando frases homofóbicas como “viado de merda”.

Rolkiewicz diz que perdeu a consciência depois de ser algemado, sem ter seus direitos lidos pelos policiais. A vítima, que mora em Staten Island, diz que tem medo de voltar ao Village e dar de cara com os policiais que o agrediram e sofrer represálias.

Preso por suspeita de terrorismo no  Brasil defende morte de gays.



Alisson Luan de Oliveira, um dos presos na Operação Hashtag defendeu em depoimento a morte de homossexuais.

A homofobia do suspeito foi divulgada pela TV Globo que teve acesso aos depoimentos dos acusados, presos em 21 de julho pela Polícia Federal (PF).

Ao todo 14 pessoas foram presas suspeitas de ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico. Um dos objetivos dos detidos era promover extermínio em massa envenenando estação de águas no Rio de Janeiro durante a Olimpíada 2016.

Transexual consegue mudar  nome sem cirurgia.


'Medida se revela em consonância com o princípio constitucional da dignidade humana', declarou juíza


A 2ª Vara de Formosa (GO) autorizou a mudança de nome de uma transexual que ainda não passou pelo processo de transgenitalização, ou seja, não fez a cirurgia de redesignação sexual.

Segundo o site Consultor Jurídico, a transexual, chamada Renata, relatou que sofria preconceito todas as vezes em que precisava apresentar documento de identidade. Renata está na fila para passar pelo procedimento cirúrgico no Hospital Universitário de Brasília (Hub).

“O reconhecimento judicial do direito dos transexuais à alteração de seu prenome conforme o sentimento que eles têm de si mesmos, ainda que não tenham se submetido à cirurgia de transgenitalização, é medida que se revela em consonância com o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, declarou a juíza Marina Cardoso Buchdid em seu parecer.

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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

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