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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Avanço! Escolas australianas terão aula  sobre orientação sexual.


Alunos aprenderão conceitos como 'cisgênero' e 'transexual'

A partir de 2017, todas as escolas do Estado australiano de Victoria terão aulas sobre estereótipos de gênero. A disciplina, intitulada Relações Respeitosas, visa discutir violência de gênero, orientação sexual, privilégio masculino e desigualdade salarial.

Segundo a BBC, no ensino fundamental, o foco da disciplina é mostrar aos alunos que tanto meninas quanto meninos podem ser o que quiserem. Por isso, haverá frases como meninas podem jogar futebol, ser médicas e fortes e meninos podem chorar, ser gentis, enfermeiros e cuidar de bebês nos materiais.

Já no ensino médio, os estudantes vão aprender alguns termos como pansexual, cisgênero e transexual e os conceitos do privilégio masculino. Num dos materiais da disciplina, está escrito: Tendo nascido homem, você tem vantagens – como ser mais representado na esfera pública.

Além disso, os alunos também serão introduzidos ao conceito da hegemonia masculina , que pressiona meninos a serem heterossexuais, com habilidades esportivas e a não demonstrarem emoções, o que encoraja o controle e o domínio de homens sobre as mulheres, segundo diz outro ponto do material do curso.

Homofóbicos: Franceses voltam às ruas  contra o casamento gay.


Intolerantes voltaram às ruas da capital francesa


Milhares de franceses foram às ruas de Paris no domingo, 16, para pedir a revogação da lei que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país, aprovada em 2013. Segundo a polícia, a manifestação reuniu 24 mil manifestantes, já para os organizadores foram 200 mil. 

Uma faixa com a frase “Em 2017 eu voto pela família” abriu o desfile formado por famílias e idosos. Com bandeiras azuis e rosas, as cores do movimento e associadas a um menino e a uma menina, os manifestantes desfilaram por várias ruas com cartazes em defesa da família tradicional.

A manifestação foi convocada pelo movimento de inspiração católica Manif pour tous (Manifestação para todos, em tradução livre). O nome é uma referência à lei em defesa do Mariage pour tous (Casamento para todos), que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Casal gay é detido por publicação no Facebook de foto se beijando.


Um casal de rapazes foi detido na Indonésia depois de publicar uma foto no Facebook em que os dois homens aparecem durante um beijo, anunciou a polícia, no mais recente caso de homofobia no país.

Os dois homens, um estudante universitário de 22 anos e um trabalhador de 24 anos, foram detidos na terça-feira em Manado, cidade da ilha Sulawesi, depois das queixas de internautas pela foto publicada em 9 de outubro.

"O casal admitiu que são eles na foto e que postaram a foto para provar o seu amor", disse à AFP o porta-voz da polícia, Marzuki, que como muitos indonésios tem apenas um nome.

Depois de um interrogatório, os dois foram liberados, mas podem ser condenados por infração à lei sobre pornografia nas redes sociais, uma legislação extremamente restritiva no país.

A homossexualidade não é ilegal na Indonésia, o país muçulmano de maior população no mundo, mas a comunidade LGBT é alvo de ataques verbais de ministros, religiosos conservadores e de influentes organizações muçulmanas, de acordo com um relatório recente da ONG Human Rights Watch (HRW). 

Sorocaba (SP): Homofobia? Três jovens alegam  agressão por guardas municipais.


Jovens vão fazer boletim de ocorrência nesta segunda


Três jovens alegam ter sido agredidos por guardas municipais dentro do Terminal Santo Antônio em Sorocaba, interior de São Paulo, no sábado 15.

Segundo o G1, os três rapazes, todos com 21 anos, contaram que estavam no local quando, por volta das 5h, um deles começou uma discussão com o namorado. Neste momento, quatro guardas se aproximaram e começaram a agredir as vítimas. “Eu segurei a jaqueta para que ele [o namorado] não entrasse no ônibus, quando os guardas abordaram a gente”, afirma.

Um dos jovens, que trabalha como vendedor, afirma que perdeu a consciência durante as agressões e, quando acordou, percebeu que tinha sido levado para uma sala, onde a violência continuou. O rapaz admite que mordeu a mão de um dos guardas para tentar impedir as agressões. “Foram muitos murros e eu gritei por socorro”, diz.

O namorado dele, que é estudante, lembra que estava na área pública do terminal e viu quando os outros amigos também sofreram agressões verbais e físicas por parte dos guardas. Outro rapaz que também apanhou chamou a PM, mas teria sido impedido de falar com eles. “Dois guardas não me deixaram chegar perto dos policiais e ameaçaram a minha integridade física”, diz a vítima, que prefere ter a identidade preservada.

Em nota, a Guarda Civil Municipal (GCM) esclarece que interveio numa briga entre quatro pessoas de modo a conter a situação, e alega que foi necessária uma ação pontual por conta da exaltação dos envolvidos. A GCM nega qualquer agressão intencional às pessoas e reforça o atendimento prestado a um dos envolvidos na UPH Zona Norte que teria alegado estar ferido.

O grupo deverá passar por exame de corpo de delito nesta segunda-feira, pra depois registrar um boletim de ocorrência contra os guardas civis.

'Covardia pura': Homossexual é agredido  no interior de SP.


Rapaz foi agredido a pauladas em praça da cidade 


Um jovem homossexual denuncia ter sido agredido covardemente em Araraquara, interior de São Paulo, na sexta-feira, 07.

Wagner Pietras Firmo de Lima, de 24 anos, contou ao G1 que levou uma paulada na cabeça na Praça Pedro de Toledo e disse não se lembrar de mais nada depois disso. Os exames e as marcas do corpo mostram que o rapaz também teve o nariz e duas costelas quebrados, corte no braço e rosto inchado.

“Covardia pura”, disse o estudante, à reportagem, que acredita ter apanhado por ser homossexual. Ele fez o primeiro registro da agressão com a Polícia Militar e fará o boletim de ocorrência na Polícia Civil nesta sexta-feira, 14, para que o caso seja investigado. 

O gestor de Políticas para Diversidade Sexual da Prefeitura de Araraquara, Paulo Tetti, informou que está prestando apoio ao rapaz e tomando medidas para ajudar na localização dos agressores.

Ele conta que chegou à praça por volta das 22h de sexta-feira, 07, para esperar alguns amigos e, quando passou por um grupo que estava sentado na calçada, passou a ouvir ofensas. “Começaram a me xingar e, quando virei, começaram a me agredir”.

Ex-boxeador da cidade e frequentador da praça ao lado do namorado, ele acredita que os rapazes já o conheciam e por isso optaram por usar um pedaço de pau para agredi-lo. Depois do golpe, ele desmaiou e não sabe quanto tempo permaneceu desacordado.

“Comecei a me defender, fui para cima deles e tomei uma paulada na parte de trás da cabeça, aí apaguei”, relatou.

Lima afirma que ninguém o ajudou quando ele acordou, “ninguém fez nada”, e ele foi sozinho até a viatura policial que estava estacionada na Rua 2. “Desci andando todo machucado. Falei com os policiais e eles me deram apoio”.

Esfaqueada, travesti apanha e é humilhada ao implorar por socorro em hospital.



Neste último final de semana, a internet se deparou com mais um ataque à comunidade LGBT. Nátyla, uma travesti, acabou sendo esfaqueada durante uma comemoração política na cidade de Maiquinique , na Bahia, na semana passada.

A notícia só ganhou força depois que um vídeo onde aparece no chão sangrado foi postado na rede. Nele, a travesti aparece jogada enquanto é humilhada ao pedir por socorro. Nenhum funcionário do hospital parou para ajudá-la.

Também é possível ver que ela é agredida com um tapa no rosto. O rapaz que grava tudo ainda pede para que ela fique quieta, enquanto grita por ajuda com a mão em sua barriga.

Apesar do estado da vítima ser considerado estável, vários internautas não pouparam dedos para comentar o ódio que sentiram ao ver as imagens fortes: “Acima de tudo, é um ser humano! Um ser humano pedindo ajuda!”.

CRIMINALIZAÇAO DA HOMOFOBIA




O Senado Federal quer saber a sua opinião sobre a criminalização da homofobia. A ideia que foi arquivada no fim de 2014 pode voltar a ser defendida na Casa. 

Opine aqui: http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=125495

O relator da sugestão (SUG 05/2016), senador Paulo Paim (PR-RS), já se posicionou a favor do texto. A proposta será defendida na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que decidirá se a matéria pode se tornar um projeto de lei.

A sugestão popular quer igualar a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero ao crime de racismo. 


"Ao longo desses anos de vida parlamentar, e, principalmente, no decorrer do exercício da presidência da CDH, venho dialogando com inúmeras pessoas sobre o tema dessa sugestão. Ouvimos histórias e nos emocionamos com elas. Contaram-nos a respeito de inúmeras discriminações sofridas, muitas vezes uma única pessoa sofre por ser negra, pobre e ter a sua orientação sexual questionada e reprimida violentamente todos os dias”, afirmou o senador ao Portal do Senado. 

A ideia foi apresentada em março e, em pouco mais de um mês, teve mais de 20 mil apoiamentos. Na problematização, o autor da proposta destaca o índice de violência contra a população LGBT. 

"De acordo com o Relatório de Violências Homofóbicas do Governo Federal, são registradas 5 denúncias de violências por dia contra pessoas LGBT, o número de denúncias em 2013 referentes a violações contra a população LGBT aumentou 166% em relação ao ano anterior”, diz trecho da sugestão de lei. 

A proposta pede a inclusão da homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia na Lei Federal 7.716/89 que protege as pessoas vítimas de discriminação e preconceito em razão de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. A pena para quem comete o crime de racismo é de até cinco anos de prisão. 


Opine aqui: http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=125495


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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