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CONTOS DO LEITOR



O Carinha da rua

 

Meu nome é Yure, tenho 18 anos, sou negro, gordinho com uma bunda grande que chama a atenção por onde passo, cabelo cortado à máquina e o corpo totalmente liso. Moro com minha avó e nos mudamos recentemente para outra casa.
Na rua onde passei a morar tinha um grupo de rapazes que já não eram crianças, mas que não trabalhavam, ficavam o dia todo conversando na porta da casa de um deles, andavam de bicicleta ou empinavam pipa.
Entre esses rapazes, um me chamou a atenção. Sempre andando sem camisa, com jeito de quem se acha o gostosão. Tinha pele morena, cabelos cortados à máquina cobertos por seu boné fluorescente, sobrancelhas com traços raspados, um piercing na língua, alguns fios de barba no queixo, magro e com uma estradinha pra felicidade que sumia em seu calção, que geralmente deixava a mostra sua cueca. O cara realmente mexia comigo, mas minha avó me alertava para não me enturmar com eles, que eu deveria terminar meus estudos para conseguir um bom trabalho e não ficar de molecagem na rua.
Certo dia, minha avó saiu para ir ao mercado. Eu estava ajuntando as folhas das árvores que tinham na parte da frente da casa quando, de repente, o rapaz que eu ficava olhando, e que eu já tinha o pegado olhando algumas vezes para minha bunda, me chama na cerca.
Meu coração dispara, mas tento transparecer natural e me aproximo. O rapaz se apresenta dizendo se chamar Wenderson. Pergunta meu nome, dizendo que já fazia algum tempo que eu tinha me mudado e ainda não havíamos conversado. Digo meu nome e ele pergunta se eu poderia pegar a sua pipa que tinha caído no fundo da minha casa. Então, o convido para entrar. Ele pergunta se não tem cachorro e se tem alguém na casa. Digo que não.  Enquanto vamos até o fundo, descubro que ele tem 19 e ainda está atrasado na escola.
 Chegando nos fundos, percebemos que a pipa havia se esgarranchado no alto da mangueira. Wenderson feito um macaco, subiu sem dificuldades. Porém na descida, rasgou seu calção o que deixava a mostra seu volume querendo escapulir da cueca branca que estava.
_ E agora como eu vou embora?
_ Se for correndo ninguém vai perceber.
_ Só os caras do lado de baixo ou as velhascam da esquina né?
_ Velhascam?
_ Sim aquelas velhas que ficam o dia inteiro sentadas nas cadeiras na esquina como se fossem câmeras, falando da vida de todo mundo. Elas já não são minhas fãs, se me virem assim é perigoso chamar a policia.

 
_ Te empresto um calção, tenho uns de amarrar que dá certo. Depois me devolve.
_ Valeu cara!
Vou buscar o calção e percebo que Wenderson me segue. Fico sem jeito de pedir para ele esperar lá fora e o deixo entrar em meu quarto. Abro uma gaveta e enquanto procuro um calção que sirva, percebo que o cara não para de olhar a minha bunda, que está empinada por eu estar um pouco inclinado. Chegou a dar uma pegada no pau. Pego o calção, me viro e entrego para ele, que sem cerimonia abaixa o que está vestindo. Mas não só o calção, como a cueca junto ficando totalmente pelado em minha frente, deixando seu cacete duro, adornado de pelos negros e um cheiro forte de cacete suado tomar conta do quarto.
_ Ops!
Diz Wenderson, com uma cara de safado enquanto eu não consigo parar de olhar para sua pica.
_ Gostou?
Pergunta ele alisando seu instrumento.
_ Qual é cara tá me estranhando?
_ Qual é, você? Acha que já não te peguei várias vezes me sacando na rua? Vem, pode pegar, sei que tá morrendo de vontade. Vai ficar só entre você e eu, nosso segredinho.

Disse Wenderson, já colocando minha mão sobre sua rola quente e dura. Aos poucos fui fazendo movimentos lentos masturbatórios. Ele se aproximou, colocou a mão em meu ombro e fez um pouco de força. Fui agachando, até ficar de cara para aquela pica dura. Então ele disse:
_ Chupa vai!
Não me movi, então Wenderson com a mão em minha cabeça foi levando até sua caceta me forçar a abrir a boca. E ele foi me enterrando sua rola goela a baixo. Tive algumas ânsias de vômitos, mas o cara nem ligou e continuou a socar em minha boca como se tivesse fodendo a boca.
_ Isso putinha, eu sabia que você curtia. Agora chupa o rolão do papai aqui, vai chupa, chupa!

 
Dizia ele dando uns tapinhas em meu rosto. Parou de socar, deitou na minha cama com as pernas arreganhadas e mandou eu mamar seu cacete e chupar seus ovos. Fiz como ordenado e continuei chupando. Depois ele ficou sentado na cama e me colocou para chupar seus dedos e depois voltar a mamar seu cacete. Com os dedos molhados enfiou em meu cu e ficou brincando com ele enquanto eu chupava seu cacete.
_ Minha avó está para chegar, acho melhor você já ir.
_ Sem comer esse rabão? Nem pensar, vire ai!
Me virei e Wenderson quis enfiar seu cacete em meu cu, mas não conseguiu pois eu era virgem. Então ele pediu para eu trazer um creme de minha avó. O que fiz. Só assim ele conseguiu me penetrar. Mesmo assim, doeu e muito. Quase desisti, mas ele segurou firme em minha cintura e socou tudo de uma vez. Com uma das mãos tapou minha boca. Soltei um grito abafado por sua mão e ele fez um barulho com os lábios.
_ shiiiiiiiiiii! Calma relaxa que vai parar de doer.


_ Quando percebeu que eu cedi, voltou a socar. Aos poucos a dor foi diminuindo e o tesão tomando conta. Isso junto com a adrenalina de sermos pegos a qualquer momento pela minha avó. E foi bem no instante que ouvimos o barulho do portão, que Wenderson inundou meu cu de porra quente. Desgrudou de mim, vestiu o calção que havia lhe emprestado e saiu pelo outro lado da casa. Eu corri para o banheiro, sentei no vaso e toda a porra de Wenderson saiu com meu rabo ardendo.
Essa foi minha primeira vez, e já estou louco de vontade de dar o rabo de novo. Bati várias punhetas a noite com um dedo no cu pensando em Wenderson.
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Autor: Mrpr2

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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

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