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CONTOS DO LEITOR


A VIAGEM DO PRAZER





Foi uma longa viagem. Longa e muito deliciosa!

Essa é a história de uma grande safadeza sexual que eu cometi já faz um tempinho. Só de me lembrar eu já fico de pau duro! Nossa, quando vocês souberem das coisas que eu fiz dentro de um ônibus de viagem vocês nem vão acreditar... Pois bem, deixem-me contar esta aventura sensacional desde o início.

Há algum tempo atrás eu resolvi ir viajar à minha terra natal. Arrumei uma única mala com uma meia dúzia de roupas e uma mochila nas costas com algumas coisas pra eu comer na viagem. Eu ficaria apenas por uma semana em Porto Alegre na casa dos meus tios, ia visitar os meus parentes e alguns bons e velhos amigos de infância. Uma viagem de ônibus desde Florianópolis até Porto Alegre em geral demora umas seis ou sete horas, dependendo do trânsito. Peguei o ônibus às 18 horas, e o previsto então seria que eu chegasse ao meu destino no mais tardar lá pela meia-noite.

Por sorte eu consegui um assento à janela, pois eu gosto de ir observando a estrada, a paisagem, aquela coisa toda do litoral pela BR-101 que é a estrada por onde o ônibus sempre vai. Larguei a minha pequena mala no chão, próximo ao meu assento, tirei a minha mochila das costas, sentei-me no meu lugar e abri um refrigerante pra tomar, apesar do frio que fazia pois era pleno inverno e eu estava todo encolhido, de calça comprida, blusão e jaqueta.

Não demorou muito, eu ali todo encolhido no meu canto tomando refrigerante, chegou um cara e sentou do meu lado. Que tiozão gostoso! Era ele o meu companheiro de viagem. Pela aparência ele devia ter os seus 30 e poucos anos. Usava uma calça comprida e estava todo agasalhado, de blusão e jaqueta que nem eu, pois como falei fazia bastante frio. Quando ele foi sentar ele me olhou e ainda me cumprimentou, só disse "E aí, tudo bom?" e eu respondi friamente: "Tudo bom". Eu não queria que ele percebesse que eu tinha me interessado nele, então nem puxei papo, só continuei encolhido no meu canto e ele ficou guardando a mala e se ajeitando na poltrona dele.

Logo, o ônibus começou a encher, o pessoal foi se sentando nas poltronas, todo mundo foi se acomodando, guardando a bagagem, aquela coisa toda. Em alguns minutos, o ônibus já iria partir, e eu estava ansioso para chegar. O dia ainda estava claro, e eu fiquei olhando pela janela, vendo as pessoas se despedindo. De repente, assim do nada, o cara veio puxando papo comigo:

- "Que frio, né?"
- "Ah, pois é, tô aqui todo encolhido de frio..."
- "Bah, mas pelo visto tu estás bem agasalhado."
- "Sim é que eu sou muito friolento, hehe..."
- "Hmm, entendi... Qual o teu nome?"
- "... Leonardo."
- "O meu é Fábio. Prazer." - Ele me disse, estendendo uma mão enorme e cabeluda.
- "Prazer..." - Respondi, apertando fracamente a mão dele.

Ele tinha uma voz rouca, grossa, voz de homem maduro, sabem como é? Confesso que me deu um arrepio quando ouvi aquela voz no pé do meu ouvido. Durante aquele aperto de mão eu vi que ele me olhou esquisito, parecia que tava me comendo com os olhos... Mas enfim, o ônibus finalmente partiu.

Estava eu bem distraído, admirando a paisagem pela janela, e pensando naquela voz grossa, naquele homem que estava sentado bem ao meu lado. Ele era bem bonitão, charmoso, todo grandalhão, nossa... De repente ele veio puxando mais papo:
- "Tá indo ou tá voltando?"
- "Eu to indo... Vou visitar meus parentes em Porto Alegre."
- "Hmm, legal. Moras sozinho aqui em Florianópolis?"
- "Não, eu moro com minha mãe aqui."
- "Entendi..."
- "... E tu estás indo ou voltando?"
- "Eu estou voltando. Eu sou da serra, moro em Gramado, eu estava passando um tempo com minha mãe que mora em Floripa e estava adoentada. Agora que ela está melhor eu preciso voltar por causa do trabalho."
- "Hmm, entendi..."


Ele tirou a jaqueta e o blusão, pois deve ter ficado com calor. Voltei a observar a paisagem pela janela, mas já estava bem escuro, afinal já era quase 19 horas. Passaram-se alguns minutos e fiquei com fome. Resolvi que iria comer um biscoito, então abri minha mochila, peguei o pacote e sem querer eu deixei cair no chão. Rapidamente eu me abaixei e estiquei a mão para pegar mas no mesmo exato instante o Fábio também se abaixou pra pegar pra mim, e quando eu botei a mão no pacote que estava no chão ele já estava com a mão nele. Hehehe, parece até coisa de filme, que coincidência, peguei sem querer naquela mão grande e cabeluda. Na hora fiquei meio envergonhado, mas logo esqueci, peguei a bolacha e agradeci por ele ter se abaixado pra pegar pra mim.

Mais alguns minutos se passaram e já estava tudo escuro, não tinha mais nem graça ficar olhando pela janela pois não se enxergava nada, somente as fracas luzes do ônibus mal iluminando a beira da estrada. Resolvi então ler um livro. Pra isso eu teria que acender aquela lâmpada fraca que fica bem por cima da poltrona. Perguntei pro Fábio se ele se importava, e ele respondeu com aquela voz grossa: "Claro que não, sem problema, pode acender, fica à vontade". Acendi a lâmpada, e por curiosidade, dei uma olhadinha de novo no Fábio, pensei que ele tava dormindo na poltrona, mas não, o cara tava só me observando, calado, pensando não sei no quê. Ignorei ele, e comecei a ler o meu livro. Mas no fundo, eu continuava imaginando por que ele ficava me olhando daquele jeito. Comecei a desconfiar...

Depois de ler alguns capítulos, meus olhos ficaram cansados de tanto ler com aquela pouca iluminação, então simplesmente guardei o livro e apaguei a pequena lâmpada do ônibus. Decidi tirar um cochilo pois ainda faltava um bom tempo até chegar em Porto Alegre. Tirei a minha jaqueta e o blusão pois com as janelas todas fechadas acabou ficando calor dentro do ônibus. Recostei a cabeça e repousei o meu braço no braço da poltrona, o que ficava bem entre a minha poltrona e a poltrona do Fábio. Fechei os olhos e relaxei só ouvindo aquele suave ruído do motor do ônibus.

Pois vejam só a ousadia: de repente, senti uma coisa peluda roçando no meu braço que estava repousado no braço da poltrona, do lado do Fábio. Mas disfarcei, continuei de olhos fechados, e logo lá vinha aquela coisa peluda roçando no meu braço de novo. Era o braço do Fábio. Abri os olhos e fiquei tentando observar naquela escuridão. Não enxerguei, mas eu sabia que era o braço dele. De repente veio a mão, acariciando o meu braço. O cara na maior cara de pau tava me fazendo um carinho no braço. Na real eu tava gostando, por isso eu nem reclamei, fiquei em silêncio, com o braço parado, sentindo ele pegar na minha mão, no meu braço... Como estava tudo escuro, ninguém via nada. Por isso eu nem me preocupei, nem esquentei. Só deixei ele me acariciando.

Senti que ele era bem carinhoso então como ficar com a cabeça recostada na poltrona não era muito confortável, deitei a minha cabeça no ombro dele. Ele veio com a mão e começou a me acariciar de novo, passando a mão no meu rosto, no meu cabelo, me fazendo um cafuné... Nossa, que homem carinhoso e quente, eu sentia o calor dele, era muito bom. Ele começou a passar os dedos na superfície dos meus lábios, e eu só deitado no ombro dele em silêncio, e ele também sem falar nenhuma palavra.




De repente, ele veio com o rosto bem próximo do meu, senti aquela barba roçando no meu rosto, senti a respiração dele, senti o perfume dele, e então senti os lábios molhados dele tocando nos meus. Virei o rosto na direção dele, e ele veio me beijando devagar e carinhosamente, me fazendo cafuné. Nossa, o que estava acontecendo?! Eu e aquele desconhecido num ônibus de viagem estávamos ali, um sentado do lado do outro, nos beijando sem parar, carinhosamente, discretamente, sem que ninguém percebesse.

Eu estava indo a loucura com aqueles beijos molhados e quentes, sem língua, somente aqueles lábios carnudos sobre os meus, às vezes mordia levemente os meus lábios, às vezes ele me beijava no rosto, no pescoço, ficava roçando a barba no meu rosto de propósito, meu deus do céu, eu fiquei louco, fiquei todo arrepiado sentindo aquela barba áspera. Aquele rapaz maduro parecia que já me conhecia há séculos.

Ficamos por vários, vários minutos só naquelas carícias totalmente silenciosas, na escuridão do ônibus, com beijos e chupadas no pescoço. Foi então que ele veio metendo aquela língua quente e molhada na minha boca, nossa senhora! Aqueles beijos estavam cada vez mais calorosos e eu já estava ficando com o pau bem duro. Pois não é que de repente o rapaz enquanto me beijava veio e começou a passar a mão na minha coxa? Começou também a me abraçar, a me apertar, me apalpar...

Meu pau endureceu totalmente, eu já estava ficando com o maior tesão por causa daqueles amassos. Eu também retribuía as carícias dele, passava a mão naquelas coxas grossas, abraçava ele, chupava o pescoço dele, olha, ficamos quase uma meia-hora só naqueles amassos quentes, e eu já ficando louco de tesão.





Pois pra completar o tesão, o safado de repente pega a minha mão e coloca sobre o pau dele por cima da calça, me induzindo a apertar aquela rola que eu senti já estava muito, mas muito dura. Na hora eu fiquei apreensivo, pois eu imaginei que estávamos sendo observados, então dei uma olhada em volta e percebi que todos estavam dormindo, tinha gente até roncando! Estávamos praticamente invisíveis naquela escuridão. O melhor de tudo é que os que estavam sentados do outro lado do ônibus era um casal de velhos usando óculos e dormindo pesadamente, ou seja, eles nunca iriam notar o nosso movimento na poltrona, contanto que não fizéssemos barulho.





Ali estava eu, apalpando a rola do safado por cima da calça e ele continuava me beijando e passando a mão nas minhas coxas. Então ele resolveu abrir o zíper da calça dele e tirar a piroca pra fora. Peguei firme naquela manjureba. Nossa, que pauzão gostoso, eu não conseguia enxergar mas comecei a apalpar o membro e a sentir a dureza dele, a textura dele, o tamanho, a grossura, o calor dele... Aquele pau tava bem empinado, e eu fiquei só o acariciando e tocando uma leve punheta pra ele. Então coloquei a mão mais dentro da calça dele e peguei nas bolas do Fabão. Acariciei aquele saco cabeludo enquanto ele ofegava e acariciava o meu rosto.





(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)


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Postado por Mac Del Rey | (3) Comente aqui!

3 comentários:

  1. AAAAAAh! Continua? Mas aí tem que continuar mesmo, heim!

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  2. Nossa que sortudo
    Eu ja viajei muito o trajeto Araçatuba - Campinas e não tive essa sorte!!!
    Hj, estava no coletivo, e meu vizinho a direita era um gostoso desse jeito me deu uma vontade de agarrar o cara ali mesmo,mas.......

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