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MINHA VIDA GAY

Casal de namorados pede ajuda após um deles ser expulso de casa.




Quem não consegue ver as dificuldades enfrentadas por jovens homossexuais, precisa ler essa história. Fabrício Almeida (esq.) e Alexandre Ventilari, 18 anos, se conheceram pelo Instagram e namoram há quase um ano. Ambos são populares nas redes sociais e da classe média carioca. Os rapazes viviam o primeiro grande amor quando o mundo aparentemente desmoronou. O pai de Alexandre descobriu, por alguém que mostrou as postagens na internet, que o filho era gay e o expulsou de casa.

“Sempre frequentei a casa dele como se fossemos amigos, os pais dele me adoravam, saíamos juntos, estava tudo perfeito mas ele não podia expor que eu era namorado dele pra família pois eles são extremamente preconceituosos. Acontece que nesses últimos dias eles descobriram que namoramos, juntaram todas as coisas do Alexandre e jogaram no corredor, pediram pra ele não voltar lá”, contou Fabrício para a Lado A.

Ele e o namorado são estudantes e não tem condições de se manterem, por isso, Fabrício criou uma vaquinha no valor de R$2 mil para pagar as despesas até que eles encontrem uma solução. Por enquanto, Alexandre está na casa de amigos. Chamada de “Vaquinha do Amor”, a campanha arrecadou pouco mais de 300 reais nas primeiras 48h. Os dois procuram emprego no Rio para se manterem.

“Minha família também não é uma das mais liberais, então, sem chances dele ficar na minha casa, nós dois somos estudantes e como isso tudo aconteceu de uma hora pra outra, não tivemos chances de nos programar, fizemos uma vaquinha online pra sobrevivermos esse primeiro mês enquanto estamos na busca de um emprego, uma casa e etc”, completou Fabrício.

“Meu namorado foi expulso de casa e infelizmente eu tenho um padrasto homofóbico e não tenho condições de coloca-lo dentro da minha casa, vivo uma situação muito complicada na qual eu praticamente estou sendo expulso também com toda essa situação. Infelizmente, no momento estamos sem saída, sem ter pra onde ir, o nosso dinheiro esta se esgotando e me vi na situação de ter que pedir ajuda pra vcs”, desabafa o rapaz no pedido de ajuda. Segundo o jovem, homofóbicos estão boicotando a campanha, emitindo boletos falsos de valores altos e ainda enchendo a publicação com comentários maldosos. 

Para quem quiser ajudar, a vaquinha está rolando aqui. Vamos ajudar?

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/vaquinha-do-amor-abb59df8-939f-4c31-85e5-b62cf1c0ace3

Você pode ajudar a criar um centro de acolhida para LGBTs expulsos de casa.




Tenho pra mim que todo LGBT conhece alguma pessoa que foi expulsa de casa após sair do armário. Muitas vezes, o baque de se assumir gay para os familiares é tão grande, que provoca rompimento das relações, agressões físicas e até mortes.

Depois disso, temos inúmeros cidadãos desamparados, sem saber pra onde ir, sem ter pra quem pedir socorro. Mas isso pode mudar e você pode ajudar.

Conheça o jornalista Iran Giusti, que abre as portas de seu apartamento desde 2015 para receber LGBTs que foram expulsos de casa. O acolhimento caloroso foi se espalhando boca a boca e a demanda aumentou demais. Por conta disso, Iran resolveu expandir a ideia e criou o projeto Casa 1, um espaço de cultura e acolhimento que será localizado no centro de São Paulo.

O objetivo do local é funcionar como um centro de abrigo que vai proporcionar oportunidades de socialização para a vida dos abrigados, com palestras, cursos e workshops abertas ao público em geral. A Casa 1 também contará com o trabalho de voluntários para atender demandas específicas.

No entanto, para ser colocada em prática, a iniciativa precisa da colaboração do público. E para conseguir financiar essa empreitada, o jornalista lançou uma campanha coletiva para arrecadar fundos e, assim, pagar o aluguel do imóvel pelo período de um ano. Caso essa primeira meta seja alcançada, o intuito é garantir o atendimento de oito moradores, em média.

De acordo com Iran, a casa terá uma gestão autossustentável, e as próprias atividades deverão custear a manutenção do imóvel.



Atriz de 'Supermax' fala sobre preconceito: 'Me obrigou a abandonar a faculdade'.




Em entrevista ao Ego, a atriz também falou em explorar suas capacidades artísticas e escapar um pouco dos papeis que representam transgêneros. “Me prejudica muito. Nunca tive um papel que não fosse um transgênero. Quero fazer outra coisa. Acho que se me colocassem como uma religiosa preconceituosa, iria ser transgressor.”

Como em Supermax, Maria Clara também enfrentou preconceito para se assumir mulher. “Meu primeiro curso foi Processamento de Dados e o preconceito que sofri me obrigou a abandonar a faculdade. Hoje aprendi a me defender." 

Nascida em Assis, no interior de São Paulo, a atriz só contou para a mãe, Lydia, que faria a readequação de sexo aos 20 anos de idade. Segundo Maria Clara, apesar do espanto num primeiro momento, sua mãe a apoiou. 

“Minha mãe é o exemplo de mulher e ser humano que eu sonho um dia ser parecida. Ela me teve aos 47 anos e me criou sozinha. Quando lhe dei a notícia, seu grande medo era como o mundo iria reagir e me tratar. Ela também se perguntou: 'Onde eu errei?'. Minha mãe temia que eu sofresse”.

Além de buscar papéis diferentes, a atriz diz que rejeita o rótulo de transexual. "Um dia um amigo meu fotógrafo me convidou para fazer um ensaio transex. Disse para ele que ‘transex’ é feio, é nome de panela. Sou uma atriz”.

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Deveriam fazer a vaquinha do trabalho, inserindo eles no mercado de trabalho

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  2. Ro Fers, eles estao a procura de trabalho, como diz no texto. Mas, como o Brasil esta em crise, e muito desemprego, so por sorte mesmo!! O duro de ser expulso e´ ser imediato, e nao um aviso previo. Espero que a campanha do centro de acolhida de certo e se extenda a outras cidades do Brasil todo.

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