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NOTICIAS DO MUNDO GAY

80 mil participam da Parada do Orgulho LGBT de Taiwan.


Manifestantes coloriram as ruas do centro de Taipei


Cerca de 80 mil pessoas foram às ruas para celebrar a 14ª Parada do Orgulho LGBT de Taiwan, na capital do país, Taipei, na sexta-feira, 29.

O pedido principal da marcha foi pela legalização da união entre pessoas do mesmo sexo. Nesta semana, uma emenda foi anunciada pelo Partido Democrata Progressista para autorizar o casamento gay.

Mais de 100 entidades de direitos humanos estiveram presentes no centro da cidade, incluindo militantes LGBT de diversos países.

82% dos torcedores britânicos  aceitariam jogador gay em seu time.


Para 71%, clubes deveriam tomar mais atitudes contra homofobia


Uma pesquisa revelou que 82% dos torcedores britânicos de esportes variados não veriam problema se um atleta do time que torcem anunciasse ser gay. Apenas 8% afirmaram que parariam de acompanhar a equipe se isso ocorresse.

Segundo a BBC, o levantamento revelou também que 71% dos fãs de futebol disseram que os clubes deveriam trabalhar mais para educar seus apoiadores sobre homofobia. A metade dos torcedores ouvidos disse já ter escutado ofensas homofóbicas durante partidas.

Mais de 4 mil pessoas responderam à pesquisa, realizada por meio de um questionário on-line pelo instituto ComRes, sob a encomenda da BBC Radio 5 – do total de participantes, 2.896 eram torcedores.

Diminui rejeição ao casamento  homo em Fortaleza.


Mais jovens são mais tolerantes a união homossexual dentre fortalezenses


Uma pesquisa divulgada na sexta-feira, 29, mostra que a rejeição ao casamento entre pessoas do mesmo sexo diminuiu em Fortaleza (CE).

Ao estudo, 41% dos entrevistados responderam serem favoráveis a essas uniões, enquanto 40% disseram ser contra. Pesquisa similar de 2010 mostrava que 35% era a favor e 51% eram contra.

A porcentagem dos que se dizem indiferentes à questão aumentou de 12% para 17% e os que não sabem subiram de 1% para 2%. 

O índice de aprovação é maior dentre os mais jovens (55% dos que têm entre 16 e 24 anos em comparação aos 16% dos maiores de 60 anos).

A pesquisa feita pelo jornal O Povo junto ao instituto Datafolha ouviu 864 pessoas com mais de 16 anos nos dias 20 e 21 de outubro.

Mulheres trans serão revistadas por  policiais femininas no Espírito Santo.


Nome social também deve ser respeitado nas delegacias


As mulheres transexuais de Espírito Santo agora têm direito de serem tratadas pelo nome social em procedimentos e ocorrências das polícias Civil e Militar. 

Caso haja necessidade de ser revistada, a recomendação é para que isso seja feito, preferencialmente, por uma mulher.

Segundo o site A Gazeta, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) publicou portaria com orientações sobre os procedimentos a serem adotados no atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. E alguns dos procedimentos padronizados referem-se às trans.

“A mulher transexual ou transgênero deverá ser tratada por seu nome”, estabelece um dos parágrafos da Portaria n°26-R, publicada na quarta-feira, 26. “A revista pessoal da mulher transexual ou transgênero será realizada, preferencialmente, por policial feminino.”

A portaria aponta que, para isso, devem ser observados os procedimentos de segurança, o grau de risco que a pessoa abordada oferece e as diferenças entre o porte físico da policial e da pessoa abordada.

Belém (PA): Policiais vão depor sobre  espancamento de travesti.


Agressão ocorreu no bairro Umarizal na capital paraense


Os dois policiais militares que assistiram ao espancamento de uma travesti de 16 anos por um grupo de taxistas da Cooperdoca, na madrugada do dia 20, na avenida Visconde de Souza Franco, no bairro do Umarizal, em Belém, foram notificados para comparecer à Delegacia de Combate aos Crimes Discriminatórios e Homofóbicos (DCCDH), da Polícia Civil. 

Segundo o Amazônia Jornal, ambos estão afastados do trabalho nas ruas e devem prestar esclarecimentos até sexta-feira, 28. A corregedoria da Polícia Militar também abriu inquérito para investigar a conduta dos PMs, que é apurada ainda pelo Ministério Público Militar. O crime foi registrado por uma moradora de um dos prédios da avenida, que acordou com os gritos da vítima.

Nas imagens é possível ver vários táxis parados no local. A vítima não tem chance de se defender dos chutes e socos que recebe dos taxistas, que se revezam nas agressões. Dois policiais militares, que não tiveram os nomes revelados, se aproximam da vítima, mas não a socorrem nem afastam os taxistas. As agressões continuam e a travesti chega a ser arrastada pelos cabelos até o canteiro da via. Ela teve o braço esquerdo fraturado.

Os taxistas alegaram que a travesti foi espancada porque havia furtado um motorista. A justificativa foi reforçada pela assessoria de comunicação da Cooperdoca, que afirmou que a vítima “não era do sexo feminino” e “tampouco é um caso de agressão gratuita”, o que gerou ainda mais revolta entre a população. Na internet, os usuários iniciaram uma campanha de boicote contra a cooperativa.

Piracicaba (SP): Em pichação, diretor de escola é  chamado de gay e ele vai à polícia.


Para vítima, que fez B.O. na delegacia, foi homofobia


Após o muro da Escola Estadual Pedro de Mello, em Piracicaba, interior de São Paulo, aparecer pichado, o diretor da instituição foi à polícia.

O boletim de ocorrência foi registrado como injúria na quinta-feira, 27. No muro, havia desenhos obscenos e as palavras “Thiago” e “gay”.

Para a vítima, que prefere não ser identificada, foi homofobia. “Merece atenção o fato de a Legislação Brasileira não prever crime de homofobia. Sem falar das imagens inapropriadas, desenhadas na parede de uma escola que recebe alunos de oito anos”, afirmou ao G1.

“A injúria foi apagada com tinta, mas minha moral e emocional continuam abalados. E se fosse um diretor negro, o que estaria escrito no muro? Há que se pensar nisso. O suspeito não deveria responder por injúria apenas, mas por um crime de homofobia”, questionou.

O diretor acredita que a ofensa pode ter sido uma retaliação decorrente de problema pessoal entre docentes, mas esclareceu que o caso já tinha sido resolvido internamente na instituição, que fica no distrito de Tupi, na área rural da cidade.

O muro foi pintado e a polícia iniciou investigação.

Selvageria: Homossexual é xingado e espancado  em Porto Velho (RO).


Vítima esperou 1h30 pela polícia, que não apareceu no local


Um jovem homossexual foi vítima de agressão motivada por homofobia esta semana em Porto Velho, Rondônia.

De acordo com o site Rondônia Agora, Willian Santos Silva, de 25 anos, se dirigia ao salão de beleza onde trabalha junto com um colega quando foram surpreendidos pelos criminosos, na segunda-feira, 24.

“Nossa moto estava com problema, então resolvemos vir caminhando até o nosso salão. Isso foi por volta de 9h30. Quando andávamos na Rua Mário Andreazza, dois homens e uma mulher passaram em Ford Ka de cor prata, placa NED 4501, e me xingaram com palavras direcionadas ao fato de eu ser gay. Nunca os vi na vida, e não respondi nada”, contou o jovem, conhecido como Natasha Santos, à reportagem.

Os agressores pararam o carro alguns metros depois, e bem próximo à vítima o homem que estava no banco do carona puxou e rasgou sua camisa. “Eu gritei ‘Você é louco?’, mas a agressão continuou. O motorista desceu do carro e começou a me bater, até aí ainda consegui revidar, mas o outro também veio pra cima, e a mulher só gritava de dentro do carro para os dois pararem”, lembra.

Segundo Natasha, a surra chamou a atenção de várias pessoas que passavam pelo local, mas ninguém fez nada para ajudar. O companheiro da vítima conseguiu correr e se esconder dentro de um comércio próximo. Quando os agressores fugiram, a vítima acionou a Polícia Militar, mas depois de uma hora e meia de espera sem ser atendido e muito ferido, Natasha foi para o salão.

“Com a ajuda de um amigo, eu fui até a Unisp da região para registrar a ocorrência, mas não havia viatura para sequer me levar até o IML para fazer o exame de corpo delito, fui novamente auxiliado pelo meu amigo para fazer o exame. Com as informações sobre o carro, iríamos até a casa da proprietária para tentar encontrar os responsáveis, mas a falta de viatura novamente nos impediu”, lamenta a vítima.

Discriminação: Estudante gay é impedido  de doar sangue no Rio.


Homossexual tentava doar sangue para amigo com leucemia


Um ator com relacionamento estável há cinco anos com seu marido foi impedido de doar sangue. O caso ocorreu no Hemonúcleo do Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro.

Segundo o jornal O Dia, Felipe Valle, de 23 anos, foi até lá para doar sangue para um amigo que está internado na unidade com leucemia mieloide aguda. “Fiz o procedimento de praxe. Respondi o questionamento e coloquei que eu era homossexual”, contou.

Depois, uma enfermeira o questionou se ele gostaria de se cadastrar para doar a medula óssea e Felipe aceitou. No entanto, em certo momento, ele foi chamado à sala por uma médica que assim que leu no questionário preenchido que o rapaz é gay, disse que não poderia receber sua doação.

“Fiquei perplexo com aquela atitude do hospital. Não estou triste com ela (a médica), pois acredito que ela foi treinada para fazer isso. Fico triste pelo hospital. Acham mais importante discriminar cidadãos do que salvar as vidas que estão se perdendo por causa dos bancos de sangue vazios”, contou o jovem, que estuda processar o hospital.

A portaria 1.353 do Ministério da Saúde, que regula os procedimentos hemoterápicos, diz no Artigo 1º, Parágrafo 5º, que “a orientação sexual —  heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade —  não deve ser usada como critério para seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria”.

Já o Artigo 34, que determina a seleção de doadores, considera candidatos “inaptos temporários por 12 meses” os “homens que tiveram relações sexuais com outros homens e/ou as parceiras sexuais destes”.

Zona Oeste do Rio: Gay atacado a pauladas e com  orelha arrancada tem alta.


Vítima levou mais de 30 pontos no rosto 


Teve alta no Rio de Janeiro um homem de 32 anos que foi atacado por cinco jovens na madrugada de segunda-feira, 24, em Curicica, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

José Francisco Costa Vieira, de 32 anos, saía de um bar e voltava para casa quando cinco homens – quatro deles menores de idade – o atacaram.

“Quebraram o braço dele, deram um golpe na cabeça dele com uma madeira que afundou o crânio dele. É um absurdo, não se pode imaginar que uma coisa dessa esteja acontecendo hoje no ano de 2016?, disse o cunhado da vítima, ao G1.

José Francisco também teve uma orelha arrancada e só foi deixado estirado no chão porque os criminosos acharam que ele estava morto.

Quatro deles foram encontrados e confessaram o crime. Eles já eram suspeitos por furtos a comerciantes da região.

“Vão responder inicialmente por tentativa de homicídio, foi um ato covarde, provavelmente pela vítima apresentar um comportamento homossexual, banalmente foi perseguida e atacada, agredida, e os mesmos só cessaram agressão quando acreditaram que ela estava ao chão ferida fatalmente”, disse o delegado.

José Francisco levou mais de 30 pontos no rosto e deixou o Hospital Municipal Miguel Couto na quarta-feira, 26.

Gay espancado no Rio reconhece  agressores na delegacia.

José Francisco Costa Vieira, de 32 anos, compareceu à 32ª DP (Taquara), na quinta-feira, 27, e reconheceu quatro suspeitos de espancá-lo na madrugada de segunda-feira, 24, no Rio de Janeiro.

Presos por policiais civis da delegacia, os agressores foram reconhecidos por fotos, para evitar o confronto visual com a vítima. Os acusados são um jovem de 18 anos, já preso, e outros quatro menores, de 13, 14 e 17 anos, apreendidos na quarta-feira. Outro adolescente acusado de participação no crime é procurado pela polícia. A Justiça decretou a prisão e apreensão dos cinco na madrugada de quinta-feira.

Segundo a família, José Francisco foi vítima de homofobia. Homossexual assumido, ele voltava para casa por volta das 4h de segunda-feira quando foi atacado pelo grupo. Ele teve a orelha cortada, unhas arrancadas e o braço quebrado, além de sofrer escoriações por todo o corpo e traumatismo craniano. O jovem recebeu alta quarta-feira do Hospital Miguel Couto e ontem fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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