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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Juíz indicado por Trump à Suprema Corte acha que casamento gay deveria ser ilegal.




Muito do progresso conquistado na história recente dos Estados Unidos durante o governo Obama se deveu à Suprema Corte do país. Assim como aconteceu no Brasil, o casamento gay equiparado ao casamento hétero em todo território nacional, garantido e amparado pela lei, só aconteceu pela intervenção do STF.  Acontece que alguns destes juízes progressistas devem deixar o cargo em breve e a indicação dos próximos a sentarem nessas cadeiras depende também do presidente do país, no caso, o eleito Donald Trump.

1º NA ÁSIA: Milhares vão às ruas por causa do casamento gay em Taiwan.


Muitos manifestantes levaram cartazes em frente ao Congresso do país

Milhares de pessoas protestaram, na quinta-feira, 17, em frente ao Congresso de Taiwan contra e a favor de um projeto que pode fazer do país o primeiro na Ásia a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Segundo or organizadores, mais de 20 mil pessoas foram às ruas, muitas com cartazes, bandeiras e slogans cantados, enquanto parlamentares deliberavam sobre o projeto dentro do Congresso.

Segundo a Agência Associated Press, tanto o partido da situação quanto os de oposição apoiam a medida, como a maioria da população e a presidente Tsai Ing-Wen, a primeira chefe de Estado mulher do país.

Oponentes ao casamentos igualitário incluem grupos religiosos e políticos conservadores.

Igreja Batista passa a aceitar casamento homoafetivo.




A Igreja Batista Wishire de Dallas, nos Estados Unidos, decidiu votar para decidir sobre os direitos de seus fiéis homossexuais. Por 61% dos 577 votos, ficou decidido que a partir de agora, fiéis gays e lésbicas, assim como héteros, tem total direito ao casamento e posições de liderança dentro da congregação.

Após o resultado, o Pastor da igreja, George Mason, afirmou: “Queremos que a vida de fiéis LGBT seja tão normal quanto dos outros. Somos uma igreja e a mensagem que queremos passar é de que estamos abertos a todos. Há um ano, um fiel foi impedido de ser nominado diácono apenas por ser gay. Também percebemos que existem fiéis muito jovens que já se assumem gays e lésbicas, isso sem falar na lei federal do casamento igualitário que já vale de maneira civil em todo país. Nossa congregação estudou essa questão por 14 meses e esta é nossa conclusão.”

Desde que foi fundada, 65 anos atrás, Wilshire é considerada uma das igrejas mais progressistas dos Estados Unidos. Em 1991, foi a primeira igreja da história a ordenar uma mulher. Mas vale lembrar que cada igreja Batista tem suas próprias regras e muitas – mesmo dentro da mesma religião – não concordam com essa decisão. Sobre elas, o pastor Manson disse: “São boas pessoas. Valorizamos a amizade deles, mas discordamos neste ponto. Não é uma atitude fácil mudar a crença de tantos, mas já passa da hora disso ser discutido. Esperamos que nossa decisão seja só o começo de um processo pelo qual toda igreja deverá passar. Na nossa igreja, a comunidade LGBT é bem vinda, em Cristo.”, e ainda lembrou: “Quem discordar de nós, apenas pedimos: não odeie as pessoas gays. Vir à igreja é acima de tudo exercitar o amor e aceitação ao próximo independente de quem ele seja.”

Cardeais desafiam Papa Francisco por causa de respeito aos gays.




Quatro cardeais escreveram uma carta ao Papa Francisco há dois meses acusando-o de provocar confusão entre os fiéis.

Na missiva, que só agora foi divulgada, eles dizem que o pontífice provoca “incerteza, confusão e desorientação”. A polêmica gira em torno do oitavo capítulo da exortação apostólica Amoris laetitia (“A alegria do amor”, em latim). No documento de 250 páginas, publicado em 8 de abril, Francisco defende a abertura da Igreja aos divorciados que voltam a se casar e o respeito aos homossexuais.

Os cardeais argumentam que teólogos e estudiosos têm proposto interpretações que não são apenas divergentes, mas também conflituosas, sobretudo em relação ao Capítulo VI. A carta é assinada por pelos alemães Walter Brandmüller e Joachim Meisner, o norte-americano Raymond Burke e o italiano Carlo Caffarra.

Como Francisco não respondeu à carta, os cardeais resolveram torná-la pública.

Polícia não descarta homofobia em morte de estudante em Curitiba.




Desde o dia 2 de Novembro, um crime brutal e misterioso no bairro do Bigorrilho intriga a polícia. O estudante universitário Jeferson Farias Alves, de 24 anos, natural de Arapoti, foi encontrado morto com perfurações por arma branca, uma faca sem indícios de sangue foi encontrada do outro lado da rua. 

Todos os pertences do jovem, incluindo a carteira, um relógio Fossil e um iphone, estavam junto ao corpo já em óbito quando a polícia chegou ao local.

Bem vestido e arrumado, Jeferson foi morto por volta das 23h, com três golpes, um frontal e dois pelas costas, vindo a cair em frente à garagem de um edifício residencial no início da Rua Padre Anchieta. O crime chocou os amigos, a Universidade Tuiuti do Paraná lamentou a morte do aluno de Logística.

A investigação está em andamento e conta com vídeos do local e está entrevistando testemunhas. Para a Lado A, a delegada titular da 1ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Curitiba, Sabrina Alexandrino, afirmou que nenhuma hipótese está descartada. O laudo da perícia técnica deve sair ainda este mês e ajudar a elucidar o caso.

Aluno acusa escola de homofobia no Rio.


Aluno diz que não pode chegar perto de outro do mesmo sexo que é chamado na diretoria

Um aluno da unidade Campo Grande II do Colégio Elite, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, acusou a instituição de homofobia em post no Facebook.

Segundo o jornal O Globo, Bruno Oliveira, de 15 anos, disse que a coordenação do colégio pediu que ele mantivesse uma “distância segura” de um amigo homossexual.

O estudante conta que começou a ser repreendido pela instituição no ano passado, após dar um selinho em um colega. Na época, ambos os alunos foram levados para coordenação.

“Era fim do ano letivo, estava todo mundo já mais tranquilo com o término das atividades escolares. Nós sentamos no meio da sala de estudos. Tinha mais gente por lá, inclusive um casal hétero logo atrás de nós se beijando. Eu e esse meu amigo demos um selinho. Um selinho, repito. Pois bem: apareceu uma funcionária da escola lá e levou a gente para a coordenação. Disse que a gente não podia fazer aquilo”, escreveu.

Ele disse que desde então passou a ser vigiado e quando qualquer aluno do mesmo sexo se aproximava dele ambos eram levados à diretoria. “Mês passado eu estava na porta da escola com uma amiga e outro amigo chegou. Nos cumprimentamos com um abraço, sentamos em roda e ficamos conversando. Pois uma funcionária da coordenação foi lá na roda chamar eu e esse amigo para dar uma passada na sala dela.”

A mãe de Bruno e de outro aluno pretendem entrar na Justiça contra a instituição. Em nota, o Sistema Elite de Ensino afirmou que o caso do estudante está sendo investigado internamente. A instituição afirma ainda que entrará em contato com o aluno e que “é inadmissível que o rapaz se sinta discriminado por conta de questões de gênero dentro do colégio, ambiente que deveria servir para acolher e informar”. O Sistema Elite afirma que ao final da investigação tomará as medidas cabíveis e que “fará de tudo para que essa situação seja resolvida e que o Bruno possa se sentir feliz e respeitado dentro de nossas dependências”.

GOIÂNIA: Casal gay diz que foi demitido após oficializar união.


Casal vai entrar na Justiça contra a empresa

Um casal gay afirma que foi demitido do trabalho depois de oficializar a união, em Goiânia.

Segundo o G1, os auxiliares de estoque Geferson Ribeiro de Souza, de 21 anos, e Daniemerson Brito da Silva, de 26, foram desligados da WB Componentes no dia em que voltaram da licença-casamento, no último dia 07, com a alegação que faltaram dois dias indevidamente, o que, segundo eles, não ocorreu. A empresa nega que a demissão esteja relacionada à orientação sexual dos jovens.

“Atribuo a nossa demissão ao preconceito. Não tinha outro motivo para sermos demitidos”, afirmou Daniemerson ao G1. Geferson contou que durante meses o casal ouvia piadinhas do chefe direito e dos colegas de trabalho.

“Chamavam a gente de boneca, viado, bichinha. A gente só ouvia isso, ninguém chamava pelo nome. Se iam apresentar um colaborador novo, diziam: ‘Cuidado, ele vai dar em cima de você. É homem que pega homem”, revelou.

O advogado da empresa, Tabajara Póvoa, disse ao site que o desligamento do casal “não teve nada a ver com qualquer tipo de discriminação porque a empresa não tem essa conduta”. Ele disse que, para preservar os jovens, não vai expor os fatores que levaram à demissão.

Além disso, segundo Póvoa, desde a contratação de Daniemerson a empresa sabia que ele tinha um relacionamento com Geferson e isso não impediu o procedimento. “Se isso não foi problema para a contratação, o mesmo não seria motivo para a demissão. O fato de formalizar um papel não faz diferença”, declarou o advogado.

A defesa da WB Componentes também afirma que a empresa “nunca tomou conhecimento” da situação e que “foi tomada de surpresa por essas alegações” de chacota no trabalho.

O casal entrará na Justiça com uma ação de reparação pelos danos morais sofridos pelos clientes.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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