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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Idoso gay é agredido por eleitor de Trump: “Podemos matar as bichas agora!”




Chuck Redding, um idoso gay de 75 anos foi perseguido até sua casa, no município de Sarasota na Flórida, por um eleitor de Donald Trump, que o atacou fisicamente simplesmente porque ele é gay.



Chuck foi deixado com machucados no braço e a mão sofreu um corte e está muito inchada. Aos 75 anos, ele disse que nunca sofreu um ataque homofóbico e está horrorizado: “Se eu pudesse agora, só sairia armado”.

A polícia da cidade de Sarasota atualmente está investigando o casoa procura do culpado.

Sexo anal será permitido para maiores de 16 anos no Canadá.




A Lei do Canadá deverá mudar afim de permitir que pessoas maiores de 16 anos que tenham praticado sexo anal em comum acordo, deixem de ser consideradas criminosas.

Acontece que a seção 159 do Código Criminal do país dizia que qualquer ato sexual anal com menor de 18 anos – com ou sem consentimento do praticante – era crime. Enquanto isso, para o sexo oral e vaginal, a lei funcionava diferente. Apenas era considerado crime se a relação – consensual ou não – fosse com alguém menor de 16 anos. A nova medida visa simplesmente equiparar todas as modalidades sexuais de acordo com a lei.


Primeiro Ministro do Canadá, Justin Trudeau, na Parada LGBT de Toronto


Diversos representantes LGBTs do país já criticavam a lei dizendo que era discriminatória e inconstitucional: “Só entre 2008 e 2014, 22 pessoas foram condenadas criminalmente por terem simplesmente praticado relação sexual anal. Muitos policiais e juízes usavam essa seção 159 pra justificar o próprio preconceito, acusavar gratuitamente e condenar a prisão pessoas maiores de 16 anos – especialmente homossexuais – em relações consensuais que houvesse sexo anal”, revelou um representante da Egale, um dos grupos LGBTs do país.

LONDRES: Assassino que matou três gays através do Grindr é condenado.


Stephen Port, condenado pelo assassinato de três jovens gays


O britânico Stephen Port, um serial killer acusado pelo assassinato de três homens – Gabriel Kovari, Daniel Whitworth e Jack Taylor – acaba de ser condenado. O assassino de 41 anos combinava encontros e atraía as vítimas para seu flat em Barking, bairro da zona oeste de Londres. Depois disso, ele drogava o drink das visitas com GHB sem avisá-los, abusava sexualmente e em seguida matava.

O corpo de Gabriel, de 22 anos, foi encontrado perto de um cemitério no bairro de Barking, em Londres, no dia 28 de Agosto de 2014. No dia 20 de Setembro foi encontrado o corpo de Daniel, de 21 anos. Já o corpo de Jack, de 25 anos, foi encontrado próximo a Barking Abbey quase um ano depois, 14 de Setembro de 2015.

Condenado pro estes três assassinatos, Stephen ainda é acusado e investigado pelo assassinato de outro gay jovem, Anthony Walgate, cujo corpo foi encontrado dia 19 de junho de 2014 na Cooke Street em Barking.

Professores poderão ser obrigados a contar aos pais quando aluno for LGBT.




A Senadora Konni Burton, do Texas, está propondo uma nova lei que pode colocar em risco a vida de muitos estudantes LGBT, ainda que ela diga que é “para o bem”. A proposta apresentada por ela pode tornar obrigatório que professores de escolas públicas contem aos pais de seus alunos LGBT sobre a orientação sexual de seus filhos.

A Senadora defende que professores e outros empregados das escolas que eventualmente descubram algo que diga respeito a sexualidade ou identidade de gênero dos alunos e se recusem a contar aos pais, sejam punidos, ainda que os estudantes peçam segredo.

Essa proposta veio logo após a divulgação de um “Guia para alunos transgêneros”, que foi elaborado, apresentado e acabou sendo adotado por algumas escolas, como a For Worth no começo deste ano. No material, é sugerido o respeito total à vontade do aluno quanto aos pais saberem ou não de sua identidade de gênero ou orientação sexual.

Konni é contra a medida e tentou justificar sua proposta afirmando: “Um pai tem o direito de ter total informação sobre seus filhos, seu desempenho acadêmico e seu estado mental, físico e emocional. Minha ideia é contra a proposta de que pais possam não saber de seus filhos. Nenhum pai no Texas deve ter que lutar pelo direito básico de saber da vida do seu filho”.

Mais de 70% dos estudantes LGBT já foram agredidos na escola.




Um levantamento constatou que 73% dos jovens entre 13 e 21 anos que são lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros, já foram agredidos na escola. Isso só no ano de 2015. O Brasil lidera o ranking de homofobia nas escolas entre outros cinco países da América Latina onde foi realizada essa mesma pesquisa pela ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

No ranking, atrás do Brasil vem Argentina (72,1%) e Peru (71,9%). Entre os jovens brasileiros que afirmaram já terem sofrido agressões verbais, 22,8% afirmaram que isso ocorre frequentemente ou quase sempre. Já o país da América Latina com menor índice de agressão a estudantes LGBT foi o Uruguai com 49%, ainda assim um número alarmante. Além das agressões verbais, agressões físicas também foram relatadas por aproximadamente 25% dos jovens pesquisados.

Ainda de acordo com o estudo, 60% destes estudantes não consideram a escola não é um lugar seguro, bem diferente dos alunos heterossexuais. Dentro da escola, o ambiente onde se tem mais medo é o banheiro (37,4%) e as aulas de educação física (36,1%) onde ocorre maior parte das agressões verbais e físicas de cunho homofóbico.

Os resultados da pesquisa deverão ser usados para ajudar a AGLBT para pressionar o governo em propostas que combatam a LGBTfobia em sala de aula. Enquanto isso, na política, estratégias para combater a homofobia nas escolas foram sempre evitadas para o governo não se indispor com bancadas conservadoras e religiosas, como a exemplo do ocorrido em 2014, quando a ex-presidente Dilma Rousseff mandou vetar o kit anti-homofobia já pronto e planejado pelo então Ministro da Educação, Fernando Haddad. Na ocasião, Dilma afirmou à imprensa que “o governo não faria propaganda de (sic) “opção sexual” aos alunos, cancelando assim o projeto. Como se existisse propaganda e sexualidade fosse algo influenciável, quando a intenção era apenas se educar alunos contra a homofobia e acabar com o preconceito. Todos sabemos que o propósito real de Dilma foi apenas não desagradar a bancada conservadora do Congresso afim de continuar obtendo apoio político (o que não funcionou da mesma forma).

Mesmo sem qualquer incentivo por parte do governo para acabar com a violência homofóbica em sala de aula, é bom lembrar que felizmente existem exemplos de alunos e professores pelo Brasil que buscam abordar esse tema.

Suspeito de espancar travesti é agredido pela população.


Pessoas gritavam 'aqui a gente não aceita homofobia'


Um homem identificado como William e suspeito de agredir uma travesti em Ilhéus (BA) foi espancado por um grupo de pessoas na semana passada.

De acordo com o site Bahia Política, o vídeo mostra que enquanto o homem leva socos e pontapés algumas pessoas gritam “aqui a gente não aceita homofobia”.

Segundo internautas que compartilharam as imagens, o ataque foi em retaliação ao espancamento da travesti Kayalla Ayalla, no bairro do Malhado, no início do mês.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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