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CONTOS DO LEITOR



Estranho em férias

 

Eu estava com 14 anos, tipo físico magro, branco, sem muita musculatura e em consequência sem muita força.

Nas férias de verão daquele ano, um vizinho recebeu a visita de um sobrinho que morava em Porto Alegre, o Filipe, para passar algumas semanas de férias naquela localidade do interior. Era um rapaz muito simpático, corpo definido por jogar futebol regularmente, pele mais morena, comunicativo e sedutor. Estava com 17 anos.

Logo fez amizade comigo e passamos a fazer muitas atividades juntos, eu apresentava ele aos amigos, jogávamos futebol (e ele era ótimo nesse esporte), inventávamos outros passa-tempos, e logo ele sugeriu que eu e ele fôssemos pescar no rio. Como eram dias muito quentes ele sugeriu que eu achasse um local com bastante sombra e areia, a partir de onde poderíamos pescar, tomar banho e descansar. Passar o dia. Combinamos com nossos pais/tio. Levamos lanche para passar o dia e lá fomos para o rio.
Escolhi um lugar muito bom, seguindo a recomendação do Filipe, que insistia também que o ideal fosse um local onde ninguém iria encher nosso saco. Onde poderíamos ficar sozinhos.

Ao chegar, nos instalamos no melhor lugar, sobre a areia, numa sombra fechada, cujos galhos quase nos deixavam invisíveis para qualquer pessoa.
Logo tratou de ficar só de traje de banho, deixando à mostra um considerável volume sob a sunga vermelha, mesmo flácido.

Começamos a pescar e ele sempre solicitava para eu colocar as minhocas no anzol dele, porque "parece que tu tem mais jeito de lidar com minhocas", e ria quando dizia isso. Pescamos por um bom tempo, pegamos vários peixes. Ele conversava muito. Perguntava sobre as gurias de lá, como eram, se eu conhecia alguém que gostava de " dar" , e ele emendava:
- Porque eu já tô a uma semana sem dar uma trepada e meu pau tá quase estourando. E aí caia na gargalhada.

Rapaz do interior, como eu, não tinha aquela liberdade de se expressar como ele, porque aprendíamos a não falar bobagem, naquela educação germânica que tivemos.
Eu não falava muito, só dava risada, e falei que tinha uma amiga, a Lise, que diziam que gostava disso.
- E tu já comeu ela? Filipe perguntou.
- Não, eu não, respondi, deixando quase explícito na minha forma de falar que nunca havia feito sexo ainda.
- E tu já comeu alguém? Ele perguntou de forma direta.
- Ainda não, respondi.
- Cara, tu só vive de punheta? Então é por isso que é tão magro. E dava risada novamente.

 


Depois de um tempo, enjoamos de pescar. Tomamos um banho e fomos descansar num pano grande que eu tinha levado, onde os dois cabiam. Estávamos deitados um do lado do outro, e ele sempre tagarelando algum assunto.

Uma hora ele começou um assunto diferente, mais direto, endereçado para mim. Começou a falar sobre como eu colocava bem as minhocas no anzol, etc. Como eu era muito ingênuo na época, eu respondia todas as perguntas sem maldade.
- Eu percebi que tu gosta de pegar nas minhocas grandes. Tu gosta de minhoca grande?
- Gosto, respondi, sem malícia.
- Tu lavou bem tuas mãos? perguntou?
- Sim, por quê?
Aí ele pegou minha mão e colocou sobre sua ferramenta que naquele momento já estava totalmente dura.

 

Claro que eu me assustei e tentei tirar minha mão. Porém ele segurou firme e fazia movimentos para cima e para baixo, ora passando a mão no saco e apertando minha mão para eu agarrar e apertar seu pau. E ele muito tranquilo e sádico dizia:
- Aproveita e pega com vontade nesse minhocão, porque um desse tamanho tenho certeza que tu nunca segurou, e se deliciava com minha insistência em tentar me desvencilhar.
- Calma, fica tranquilo. Tu não bate punheta no te pau todo dia? Aproveita um bate uma pra mim agora...
- Isso eu não faço, retruquei.
- Cara, fica tranquilo. Ninguém nunca vai saber. Eu jamais vou falar pra alguém. Aqui ninguém vai nos descobrir. E não tem mal nenhum em um homem fazer carinho no outro. Eu tenho amigos lá onde moro que batem punheta para mim e fazem até " algumas coisas a mais". Posso te ensinar isso tudo...

Nisso, ele colocou sua mão no meu pau, que logicamente estava pulando de duro. Agarrou e apertou bastante, me elogiando muito. Dizendo que eu tinha um pau enorme pra minha idade e bláblábla´. Anos mais tarde descobri que isso era só uma tática de acalmar a presa.

De repente ele começa a tirar sua sunga, dizendo que teve uma ideia. Já que estávamos num lugar deserto, nós iríamos ficar sem roupa. Nisso ele já estava peladão ajoelhado abaixo de mim, começando a baixar meu calção. Tentei resistir, mas minha pouca força teve que ceder, até que ele conseguiu tirar e pendurar atrás de si, num galho.

Fiquei sem jeito, peladão na frente daquele cara estranho, me olhando e agora elogiando meus dotes com mais ênfase do que antes.
Eu vendo seu pauzão que era enorme perto do meu, com um saco que dava três do meu, e com uma pentelhama preta que eu nem imaginava que existia naquela fartura, eu estava sem saber o que fazer.

Ele foi chegando mais perto, pegou nas minha pernas, afastou elas, deixando meu pau bem perto de seu mastro. Com carinho pegou no meu cacete e perguntou se alguém alguma vez já tinha me agarrado assim. Respondi que não. E isso já fizeram?

 

Nisso ele foi se abaixando até abocanhar meu cabeção, que fica bem grandão quando estou excitado. Eu olhava aquela cena incrédulo e quase explodindo de prazer, que nunca imaginei que poderia existir naquela intensidade. Ele segurava no talo, chupava, passava a língua e me olhava sorrindo.
-Tá gostoso?
- Eu sem saber o que dizer, só dizia:
-Ahnnn!
- Assim ele me deu várias chupadas até parar e pedir para eu não gozar ainda.

Em seguida ele começou a esfregar seu pauzão no meu e ia subindo cada vez mais, até estar se esfregando na minha barriga, no meu peito, até se ajoelhar sobre meu peito e mandar eu chupar.
- Chupa agora como eu te chupei, mas cuida pra não me machucar com teus dentes.

Ensaiei uma tentativa de resistência, mas ele apertou meu maxilar com a mão direita até eu ceder. Daí em diante ele pedia como eu deveria fazer. Não demorou e ele estava fodendo minha boca até eu engasgar. Ai ele tirava e mandava eu passar a língua, até que ele perguntou naturalmente e eu me assustei muito:
- Tu quer engolir minha porra ou tu prefere largar todo leitinho com a boca e babar meu pau?

Como me assustei com a pergunta, e ele não esperou minha reação, consegui me desvencilhar dele e sair debaixo de seu corpo.
Quando me virei para sair correndo, ele me agarrou, puxou para trás e deitou sobre meu corpo, agora com seu ferro pulsando entre minhas nádegas.
Protestei e comecei a choramingar pedindo para ele me largar. E ele só repetia:
- Calma Henrique. Nós estamos só nos divertindo. Tenho muito para te ensinar ainda e eu sei que tu vai gostar.

Enquanto ele me coxava, ele colocava saliva no meu rego e ficava somente esfregando seu pau na minha bunda, eu protestava e dizia que eu não era viado, e ele bem na calma:
- Henrique, todos meus amigos que eu comi pela primeira vez não eram viados, e ria debochado.
Passou mais uma mão de saliva agora segurando seu ferro, posicionando-o e começou a forçar sem dó.
- Assim, ahhhhh, que cuzinho gostoso, ahhhhh, adoro cuzinho virgem, ahhhhh. Tu nem sabe como eu esperei pra meter meu cacete no teu cú, desde que te vi na semana passada.Ahhhh


Claro, que durante a fala dele, eu chorava e urrava de dor no início.
- Eu adoro comer viadinhos que ficam chorando, me dá mais tesão ainda. E bombava cada vez mais forte e sem dó.
- Não sou viado, retruquei choramingando...
- Mas agora é, ele dizia, e metia até o talo e perguntava:
- Ou tu acha que tem um pau desse tamanho enfiado no cú, é o que?

E foi bombando sem parar, cada vez mais louco, e minhas pernas aflojaram e senti uma sensação indiscritível tomando conta do meu corpo. Percebi que eu estava gozando, sem encostar no meu pau, de uma forma como nunca tinha acontecido antes.
Percebei que Filipe deu mais umas estocadas bem firmes abraçado em mim, até começar a gemer bem alto:

- Ahhhh cara, tá indo, ahhhh, que foda, cara! Ahhhh, e tirava e enfiava, me deixando todo esporreado, até desfalecer caído em cima do meu corpo, com meu cuzinho desvirginado ainda recheado com o minhocão que acabara de perder a potência.

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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Não entendo, quando eu tinha 14 anos, nunca que eu resistiria a uma oportunidade dessas...
    Acho q foi pq eu perdi a virgindade mais novo...

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