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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Campeonato inglês tem rodada com as cores do arco-íris contra a homofobia.




No último final de semana, os 20 times da liga principal inglesa, a Premier League, foram convocados para colocar mensagens de apoio e as cores do arco-íris em seus jogos e redes sociais, em apoio à campanha Rainbow Laces do grupo Stonewall. Cadarços coloridos, flâmulas e declarações contra a homofobia fizeram parte desta rodada em todos os 10 jogos do final de semana. Mas muitos times e jogadores não aderiram.
 
A Premier League é considerada a competição nacional de futebol mais rica e popular do planeta. Os times Arsenal e Manchester City deram exemplo e puxaram o tema antes da rodada em suas redes sociais. A ideia é promover a inclusão e o combate a todas as formas de preconceito. Liverpool e Manchester United não aderiram oficialmente.
 
“O futebol tem o poder de unir as pessoas de uma forma única e nós acreditamos que não deve haver barreiras para um sentimento de pertencimento ao Arsenal Football Club. Nós sempre insistiremos em criar uma atmosfera inclusiva para os nossos torcedores, funcionários e jogadores – de onde e quem quer que eles sejam”, afirmou Ivan Gazidis, presidente do time londrino. A hashtag #TeamPride (Equipe do Orgulho) mobilizou as redes sociais.
 
A campanha foi considerada positiva, apesar de virar motivo de piada entre os homofóbicos.

Berinjela wins.




A 6ª Câmara do Conselho de Ética do Conar, Conselho de Autorregulamentação Publicitária, decidiu neste dia 29, em São Paulo, pelo arquivamento por unanimidade, da Representação Nº 250/16,contra o comercial “Eu Odeio berinjela, do Grupo Dignidade e Opusmultipla Comunicação Integrada.


O comercial polêmico que mostra um rapaz que detesta Berijela e faz alusão à homofobia foi veiculado pela Rede Globo como parte do apoio institucional da emissora às causas sociais. A denúncia feita por uma telespectadora argumentava que o comercial não era compatível com a publicidade por incentivar a homossexualidade, por conter beijos gays.

Assista o comercial:



Sobrevivente conta como agia serial killer de gays preso em Minas Gerais.




Ao menos duas pessoas foram mortas por Thiago de Matos Ferreira (à esq.), 28 anos, assassino confesso do dentista Helton Ivo Botelho da Cunha (à dir.), 36 anos, e do operador de telemarketing Guilherme Duarte Pagotto (meio), 23 anos. O homem preso com dois comparsas na semana passada pela polícia de Uberlândia, Minas Gerais, atuava em redes sociais e aplicativos de encontros gays. 

Ele foi indiciado pelos crimes de assassinato e latrocínio e afirmou que pretendia fugir com o veículo e dinheiro do dentista. A polícia afirmou que o acusado, apesar de fazer programas sexuais com homens, tinha repulsa por homossexuais. O homem tem passagem na polícia do Paraná por roubo e tráfico de drogas, e estava foragido da Justiça. Ele teria morado em mais de 10 estados, o que pode aumentar o número de vítimas. A polícia chegou aos homens depois de uma denúncia anônima.

Segundo o testemunho do assassino, Pagotto teria reagido quando levou um tapa depois de discussão por desacordo sobre o valor do programa, no final de Outubro, por isso foi morto. Já o dentista foi assassinado no dia 10 deste mês e teria se negado a pagar o programa, mas primeiro o acusado teria dito que a vítima teria tentado ser o ativo durante a relação sexual, o que causou um desentendimento entre eles. Os dois morreram por asfixia por enforcamento.

Para a polícia, a homofobia e a sexualidade das vítimas não interferem na matéria dos crimes, as mortes e o latrocínio. Thiago só fazia sexo com outros homens e tinha perfil calmo, o que surpreendeu os investigadores que afirmaram que ele não mostrou arrependimento ou remorso. David Tiago Antônio Pereira, 27, e Ronayk Hoksoell de Oliveira Figueiredo, de 18 anos, também presos, eram vizinhos e foram cúmplices de Thiago ao ajudarem na ocultação do cadáver do dentista. Os corpos foram localizados na mesma região, à margem de uma rodovia.

Depois da prisão do falso garoto de programa, uma vítima procurou a polícia para relatar o que passou semanas antes. Para uma tevê local, ele afirmou que marcou um encontro com o acusado que ostentava um perfil com fotos antigas em um aplicativo de paquera. Ele chegou a ir ao local, se despiu a convite do assassino e foi para o quarto quando foi informado que seria cobrado pelo sexo. Ao voltar à sala, onde estavam seus pertences, após desistir do programa, percebeu a falta da chave de seu carro e de seu celular. O homem então percebeu que a situação estava fora de controle e ao “encontrar” sua chave, jogada pela janela, deixou o local.

Segundo o homem, que não quis ser identificado, Thiago passou a ligar para seus contatos e a chantagear seus amigos, cobrando 150 reais para que recuperassem o seu celular. O homem afirmou que não prestou queixar por medo de represálias. Talvez ele pudesse ter ajudado a impedir as duas mortes acima. 

Outro caso da morte de um cabeleireiro em sua casa ainda não foi elucidado pela polícia de Uberlândia.

Mister Rondônia Teen matou amante para roubar carro.




João Victor Doenha, 18 anos, Mister Universo Teen Rondônia no ano de 2015, confessou o assassinato do gerente do banco Sicoob de Ouro Preto do Oeste, Gleysson Batista Campos, de 33 anos. Os suspeitos pretendiam vender veículo da vítima, um Honda Corolla, por R$ 50 mil, na Bolívia, por isso resolveram matar o homem depois que ele resistiu ao roubo. Doenha foi preso nesta segunda-feira (28), o crime ocorreu no domingo (27) no morro Chico Mendes, em Ouro Preto do Oeste. 

Doenha e um dos comparsas foram presos pela Polícia Militar em uma avenida de Nova Mamoré, a 600 km do local do crime, próximo à fronteira da Bolívia, depois que o carro da vítima apresentou problemas mecânicos. Na delegacia eles apontaram a participação de outras três pessoas, uma delas menor de idade. Todos foram capturadas pela polícia de Ouro Preto do Oeste. Antes de espancar e quase degolar o amante com a ajuda de outros quatro suspeitos, o atraiu para uma região erma onde fez sexo com a vítima.

Em depoimento, Doenha afirmou que a intenção era dar uma surra em Gleysson. Os dois não eram homossexuais assumidos e o aspirante a modelo chegou a dizer para a polícia que o bancário havia se relacionado com uma ex namorada e por isso queria se vingar, o que não condiz com o fato de terem mantido relação sexual com a vítima.

No Instagram, o mister gostava de ostentar fotos de seu corpo e de carros caros. O crime revoltou a pequena cidade do leste de Rondônia, de pouco mais de 40 mil habitantes, a 300 km de Porto Velho.

Rapazes são flagrados em banheiro público e filmados por seguranças.




Dois homens que faziam sexo em um banheiro da Fundação Espaço Cultural – Funesc, de João Pessoa, na Paraíba, foram expostos por um vídeo feito por seguranças do local, depois de flagrados. Segundo os seguranças, um pai alertou a eles do uso indevido do espaço e no vídeo os seguranças afirmam várias vezes que não são homofóbico e que estão apenas fazendo o trabalho deles.

A pergunta é se gravariam e colocariam na internet um vídeo se fosse um casal heterossexual. Provavelmente não.

O ex-presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB-PB, José Neto, comentou para a imprensa local a abordagem “Eles agiram de maneira correta ao impedir que se use o banheiro de um órgão público para um ato sexual. Mas, a filmagem dos rapazes foi uma violação da privacidade e uso desautorizado da imagem, com a finalidade clara de execração pública. Os dois rapazes tiveram uma conduta socialmente inapropriada, mas o que fizeram não foi crime, não é atentado ao pudor. Ao serem expostos nas redes sociais, eles ficam vulneráveis a um constrangimento muito grande”, afirmou o advogado.

O vídeo polêmico viralizou nas redes sociais sem tarja, dando para identificar os rapazes. Sob ameaças de chamar a polícia por “atentado ao pudor”, os seguranças ouvem os pedidos de desculpas dos homens.

Veja o vídeo que viralizou na cidade:



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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