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NOTICIAS DO MUNDO GAY


CANADÁ - Forças Armadas são alvo de ação coletiva por discriminar homossexuais.


Segundo processo, durante 40 anos, forças armadas assediavam e expulsavam militares homossexuais


Um antigo soldado das forças armadas canadenses apresentou uma ação coletiva no valor de US$ 115 milhões contra o Ministério da Defesa do Canadá por suposta discriminação contra militares homossexuais.

Segundo a Agência Efe, o processo coletivo, que foi apresentado na quarta-feira, 07, é impulsionado por Alida Satalic, que teve que deixar as forças armadas canadenses no final do anos 1980 por ser lésbica.

O advogado de Satalic afirmou à emissora de radiotelevisão pública canadense “CBC” que estima que, só no leste do Canadá, 1.000 pessoas podem se juntar à ação coletiva.

O processo ressalta que, entre os anos 1950 e os anos 1990, as forças armadas canadenses se esforçaram em identificar, assediar e expulsar os homossexuais de suas fileiras.

“Houve uma aura de constante intimidação e medo nas forças para qualquer um que era gay ou lésbica. Porque sabiam que, se sua orientação sexual se tornasse pública, corriam o risco de serem expulsos”, frisa o processo.

Criança de 5 anos é autorizada a fazer transição de gênero na Austrália.


Decisão saiu em janeiro, mas só agora chegou ao público


Uma criança australiana de cinco anos, ganhou autorização na Justiça para fazer a cirurgia de redesignação sexual.

Conhecida como Carla, a criança foi tratada como menino após o nascimento, mas se identifica como menina. A Vara da Família do país aprovou um pedido dos pais para remover cirurgicamente os testículos da criança.

Segundo a BBC, um atestado de médicos especializados foi apresentado no processo informando que a cirurgia acabaria com o risco de Carla desenvolver tumores no futuro e que sua fertilidade era incerta. Segundo eles, o procedimento deveria ser feito antes da puberdade.

O tribunal decidiu que os pais não precisavam de permissão para agendar a cirurgia. De acordo com o jornal “The Australian”, a sentença foi dada em janeiro deste ano, mas só agora tornou-se de conhecimento público.

Vaticano ressalta que homossexual não pode ser padre.


Em novo documento, Vaticano relembra da proibição da homossexualidade e da obrigação do celibato


Um decreto sobre a formação de sacerdotes publicado na quarta-feira, 07, pelo Vaticano lembra da exigência de abstinência sexual e a proibição de homossexuais no exercício do sacerdócio.

“A Igreja, respeitando as pessoas envolvidas, não pode admitir no seminário e nem nas ordens sagradas os que praticam a homossexualidade, apresentem tendências homossexuais profundamente enraizadas ou apoiem o que se conhece como cultura gay”, destaca o documento, publicado nesta quinta-feira pelo Osservatore Romano, diário oficial do Vaticano.

Este novo guia completo, aprovado pelo Papa, atualiza uma versão emitida há 46 anos, mas a não admissão de padres com tendências homossexuais foi tratada pela Igreja Católica em 2005. O documento faz exceção para as tendências homossexuais que sejam unicamente a expressão de um problema transitório como, por exemplo, uma adolescência ainda não terminada.

O documento recorda a necessidade de uma imposição voluntária da continência. Seria gravemente imprudente admitir o sacramento a um seminarista que não haja atingido uma afetividade madura, serena e livre, casta e fiel ao celibato, determina o decreto, acrescentando que os futuros padre também necessitam compreender a realidade feminina .

“Tal conhecimento e aquisição de familiaridade com a realidade feminina, tão presente nas paróquias e em muitos contextos eclesiais, é conveniente e essencial para a formação humana e espiritual do seminarista”, diz o documento.

Igreja Mundial condenada a indenizar pastor ex gay.




A Igreja Mundial do Poder de Deus de Cuiabá foi condenada a pagar R$50 mil reais para o ex pastor Rafael Alves Ferreira por danos morais, em decisão confirmada pela turma recursal da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). 

Após ser expulso da congregação e passado por tratamento vexatório, o ex pastor, que teve seu passado gay descoberto, chegou a pedir R$ 1 milhão em sua ação. Após a abertura do processo, a vítima chegou a ser ridicularizada por outros pastores na TV: “Estamos sendo perseguidos... até o Ibama veio atrás de nós porque bateram em um veado”, consta no processo. Para os desembargadores, o desligamento sumário e violências sofridas merecem reparação.

O processo foi aberto em 2010 e Rafael Alves Ferreira, na época com 35 anos, pediu indenização de R$1 milhão por danos morais e materiais para a Igreja Mundial do Poder de Deus, onde alegou que sofreu espancamento e foi vítima de preconceito. O ex-pastor da instituição alega que em dezembro de 2009 foi agredido e desligado do quadro de pastores da instituição sem direito a defesa, onde era pastor auxiliar desde março.

Segundo os autos, ele afirmou que dormia nas dependências da instituição quando foi acordado com socos e pontapés pelo pastor Jademir e levado para a casa do Bispo Sidney Furlan. O motivo da agressão seria homofobia e a Igreja prometeu resolver internamente a situação mas semanas depois o rapaz foi desligado de suas funções e expulso da instituição. Ferreira alega que o motivo disso tudo foi por ele ser um ex gay. A igreja negou a acusação e alegou improcedência da ação e pediu a condenação do autor por litigância de má-fé.

Depois que saiu da Igreja, Rafael Ferreira, responsável pela Geração Jovem Mundial, denunciou o esquema de arrecadação e teatro promovidos pela igreja na capital do Mato Grosso que gera mais de R$1 milhão de doações por mês. Segundo ele, o pastor Judemir o caluniou ao afirmar que ele manteve relações sexuais com outro homem após a sua conversão, o que gerou um B.O. e a agressão posterior que causou sua expulsão. 

Vídeo de Bolsonaro contra Jean Wyllys é falso, diz perícia.




Após uma perícia da Polícia Civil do Distrito Federal, foi constatado que o vídeo divulgado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), sobre o cuspe de Jean Wyllys (Psol-RJ) em seu pai, Jair Bolsonaro, no dia da abertura do processo de impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), é falso.

O vídeo foi divulgado no dia seguinte ao impeachment da petista, em uma das redes sociais de Eduardo. Enquanto defensores de Bolsonaro defendem que o ato de Jean Wyllys foi premeditado, Wyllys justifica que apenas reagiu aos insultos do parlamentar, que o teria chamado de “queima rosca”, “bichinha” e “veadinho”, entre outros insultos homofóbicos.

Na gravação publicada, legendas mostravam que, em uma fala inaudível de Wyllys com Chico Alencar (Psol-RJ), Wyllys dizia “eu vou cuspir na cara do Bolsonaro, Chico”. Com isso, o vídeo passou a ser visto como foi apresentado no conselho como prova de acusação pelo deputado Alberto Fraga (DEM-DF) de que o ato havia sido premeditado.

No entanto, de acordo com a Polícia Civil, a fala de Wyllys aconteceu depois do episódio do cuspe, e Wyllys também falou outra coisa: “Eu cuspi na cara do Bolsonaro, Chico. Eu cuspi na cara do Bolsonaro. Eu cuspi!”.

Com isso, o vídeo publicado por Bolsonaro será descartado como prova contra Jean Wyllys, que responde no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados por quebra de decoro parlamentar.

A equipe do deputado do Psol acredita que o resultado dessa perícia será suficiente para determinar o arquivamento do processo. O deputado ainda deve avaliar se representará no conselho contra os deputados Jair e Eduardo Bolsonaro, além do póprio Alberto Fraga, por quebra de decoro parlamentar.

Em abril, Wyllys chegou a confessar que realmente havia cuspido em Bolsonaro e disse que não temia um processo legislativo. “Na hora em que fui votar, esse canalha decidiu me insultar na saída e tentar agarrar meu braço. Ou foi alguém que estava perto dele. Quando ouvi o insulto, devolvi com um cuspe na cara dele, que é o que ele merece”, destacou o deputado do Psol.

Jean Wyllys reafirmou que cuspiria em Bolsonaro novamente. “Não temo enfrentar processo. Processo tem de enfrentar quem é machista, quem é racista, quem promove a violência, quem defende a memória de Brilhante Ustra – um torturador –, quem defende a tortura nesse país. Isso deveria escandalizar vocês, não o cuspe na cara de um canalha”, afirmou.

Apuração: MP de Rondônia investiga se houve omissão  da polícia em caso de homofobia.


Vítima foi agredida no meio da rua e não teria sido atendida pela polícia


O Ministério Público Federal em Rondônia (MPF/RO) está investigando se houve omissão da polícia no atendimento a um caso de homofobia ocorrido na Zona Leste de Porto Velho, em outubro.

Willian Santos Silva, de 25 anos, conhecido como Natasha, relatou que esperou pela polícia por uma hora e meia e ela não apareceu após um caso de agressão homofóbica sofrida no meio da rua.

Natasha estava indo, em uma manhã, para o salão de beleza onde trabalha, ao lado de um amigo, quando um carro parou e os ocupantes começaram a xingá-los com insultos homofóbicos. Não satisfeito, o motorista do veículo e outro homem desceram e passaram a agredi-lo fisicamente.

Segundo o site O Combatente, o MPF/RO encaminhou cópia da notícia, veiculada pelo portal Rondônia Agora, à Secretaria de Segurança Pública (Sesdec) e deu prazo de 15 dias para que o órgão apresente cópia do Registro de Ocorrência e também informe se houve instauração de inquérito policial e diligência para identificação dos agressores, considerando a informação sobre a placa do veículo utilizado por eles.

SANTALUZ - Suspeitos de assassinar professores gays na Bahia são encontrados.


Amigos e familiares dos professores fizeram caminhada pela cidade
DJ é vítima de garrafada em Balneário Camboriú por homofobia.


A Justiça decretou a prisão preventiva de Gleice da Costa Anjos, 19 anos, e a internação de um adolescente encontrados pela Polícia Militar na manhã de quinta-feira, 08, em Santaluz, a 260 km de Salvador. A dupla é suspeita de assassinar os professores Edivaldo Silva de Oliveira, de 32 anos, e Jeovan Bandeira.

O crime aconteceu em 10 de junho. Segundo o Aratu Online, equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal foram acionadas no dia por causa de um suposto acidente envolvendo o carro. Quando as chamas foram controladas, os agentes encontraram dois corpos no porta-malas do veículo que estava com as rodas viradas para cima.

Gleice e seu comparsa foram localizados após uma operação envolvendo policiais do 16º Batalhão (BPM/Serrinha) e da delegacia da cidade. Um dos militares disse à reportagem que, após a ação, a população local ficou na porta da cadeia e tentou linchar a dupla. A principal suspeita é que o crime tenha sido roubou seguido de morte.

Três dias depois do crime, familiares e amigos dos homens fizeram uma passeata pela cidade para cobrar celeridade nas investigações. Moradores do município disseram à polícia que os dois professores eram homossexuais, mas a polícia praticamente descartou a possibilidade de homofobia após as prisões desta quinta-feira.

DJ é vítima de garrafada em Balneário Camboriú por homofobia.




O DJ Rafael Weingartner, 32, de Floripa, estava na praia em Balneário Camboriú por volta das 23h na quarta-feira quando começou a levantar seu companheiro, também chamado Rafael, pelas pernas, em uma brincadeira. Eles, que ainda não estão namorando oficialmente, estavam na faixa de areia em frente à Praça Central quando, de repente, notou que sua perna estava inchada e quente. “Acho que esses maloqueiros jogaram uma garrafa na gente”, disse o jovem que mora em Balneário. 

“Daí, eu: será? Porque pensei que tinha sido aleatório. Nunca passei por isso. A gente acha que é só na TV e na casa do vizinho q acontece né”, contou o DJ para a Lado A que afirmou que não estava nem beijando o parceiro. “Acabo de levar uma garrafada apenas por estar abraçando a pessoa que eu gosto em público. Lamentável! O que falta no mundo é amor. Se a gente tivesse mais pessoas generosas, com compaixão, ao redor do mundo, a gente não estaria vivendo tanta crueldade e violência”, publicou ele no Facebook no dia seguinte. 

Segundo Rafael eles iam saindo do local quando um dos rapazes do grupo chegou perto e pediu desculpas pelo amigo “preconceituoso” por conta da agressão. No calçadão eles passaram gelo no local da garrafada que estava inchado e que por sorte da garrafa não ter quebrado não teve corte.

O DJ, especializado em Funk, vai tocar no réveillon no Uruguai e é também modelo e fotógrafo. Rafa diz que teve sorte pela garrafada não ter sido no rosto, pois trabalha com sua imagem. “Na hora eu nem pensei nada só queria sair dali. Nem lembrei que tinha polícia perto. Fui ver meu amor e voltei para casa na bad. Quando deitei que comecei a pensar no tamanho da situação. O horror, gratuito”, desabafou ele. Rafael não registrou a ocorrência ainda pois voltou para Floripa em seguida. “Eu não me sinto seguro em voltar lá. Amo BC mas a Atlântica.. não sei mais” afirmou. 

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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