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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Parlamento do Chade aprova lei que torna homossexualidade ilegal.


País deve ser o 77º a criminalizar homossexualidade


O parlamento do Chade aprovou um novo código penal que criminaliza a homossexualidade masculina e a feminina. Se condenados, gays e lésbicas serão condenados a pagar multas.

Em 2014, outra lei tentou punir a homossexualidade, mas na ocasião a pena seria de prisão – e 10 a 15 anos. Segundo sites locais, homossexuais enfrentarão um tribunal policial ou um audiência correcional, em vez de um julgamento completo.

Para passar a valer, a lei precisa ser assinada pelo presidente Idriss Déby, o que deve ocorrer. Assim, passarão a ser 77 os países que criminalizam a homossexualidade no mundo.

Viúva do atirador da boate Pulse  quer mudar nome do filho.


Omar Mateen abriu fogo dentro da boate LGBT Pulse, em Orlando


A viúva do atirador que matou 49 pessoas na boate LGBT Pulse de Orlando, nos Estados Unidos, entrou com um pedido em um tribunal da Califórnia para alterar o nome de seu filho.

Segundo a rede de TV “NBC 6?, a esposa de Omar Mateen, Noor Salman, apresentou uma petição, na quarta-feira, 14, em nome do menino de quatro anos de idade, que tem o sobrenome do pai.

A audiência está marcada para fevereiro em Contra Costa County, na área metropolitana de São Francisco, na Califórnia. Noor Salman se mudou para lá depois que seu marido foi morto no tiroteio.

Na madrugada de 12 de junho, Omar abriu fogo matando 49 pessoas que estavam na boate e foi morto pela polícia.

Prefeitos franceses homofóbicos recorrerão à ONU.


Alguns prefeitos continuam querendo subverter a lei que permite casamento entre pessoas do mesmo sexo na França

Um grupo de prefeitos franceses se apresentariam na Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira, 16, para denunciar o que eles chamam de “violação da liberdade de consciência” ao serem obrigados a casar homossexuais.

Segundo a Agência France-Presse, um grupo chamado de “Prefeitos pela infância”, dos quais os 30 que iriam à ONU fazem parte, teve esgotados seus recursos nos tribunais franceses e resolveu apelar internacionalmente.

Os homofóbicos estão sujeitos na França a 75 mil euros de multa e pena de prisão de até cinco anos quando se recusam a casar um casal homossexual.

“Não queremos casar dois homens. Não queremos casar duas mulheres. Para nós, o matrimônio é um homem e uma mulher”, disse Franck Meyer, um dos integrantes do grupo intolerante, em coletiva de imprensa.

Desde maio de 2013, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado na França.

BUENOS AIRES - Jovens são expulsas da polícia por foto de beijo.


Casal reclamou que beijos entre héteros não são punidos dessa forma e vai recorrer da decisão

Duas cadetes da Polícia Metropolitana de Buenos Aires, na Argentina, foram expulsas após a foto de um beijo delas se espalhar pela internet.

Carolina Gutiérrez e Brenda del Hoyo beijaram-se para celebrar a formatura delas na força policial da capital argentina. Elas estavam fardadas e sentadas em uma cadeira no momento do clique, feito na semana passada.

Segundo o site “El Intransigente”, elas não sabem como a foto se tornou pública já que a enviaram apenas a um amigo. Elas foram proibidas de participar da cerimônia de graduação e reclamaram que beijos héteros são punidos de forma branda ou ficam impunes.

A polícia afirmou que a dispensa das aspirantes não se deveu a qualquer questão envolvendo orientação sexual, mas se relaciona à proibição de integrantes da força postarem fotos uniformizados em redes sociais da internet. As duas vão recorrer da decisão.

Conselho Federal de Medicinal reconhece nome social de médicos trans.



O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nesta semana entre os conselhos regionais orientação para que médicos transgêneros possam usar o nome social em documentos internos, como crachás, folhas de ponto e contracheques em seus locais de trabalho. 

O parecer da entidade, porém, não inclui a alteração da carteira profissional, que vale como documento de identificação civil e precisa de autorização judicial para ser modificada.

O entendimento foi expresso em parecer da Coordenadoria Jurídica do CFM e serve como orientação sobre como deve ser enfrentada a dificuldade relatada pelos médicos transgêneros para serem identificados em seus locais de trabalho. Advogados já contam com orientação semelhante desde julho.

O Decreto nº 8.727/2016, publicado em abril deste ano também dá esse direito a profissionais do serviço público federal. 

Pacientes do Sistema Único de Saúde e candidatos do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) também contam com esse direito expresso em normas.

'Estou sendo punido por ser homossexual'.


Wyllys é alvo de processo no Conselho de Ética por ter cuspido em Jair Bolsonaro

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) discutiu com o relator Ricardo Izar (PP-SP) na noite da quarta-feira, 14, no plenário da Câmara.

Wyllys é alvo de processo no Conselho de Ética da Casa após ser acusado de quebra de decoro por Jair Bolsonaro (PSC-RJ). O psolista cuspiu no deputado do PSC depois de ser provocado pelo militar no dia da votação da abertura do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em abril.

Izar, relator do processo, recomendou suspensão de quatro meses por causa do episódio. Em discussão no plenario, Wyllys afirmou que está sendo alvo de punição por ser homossexual.

“A única vez que um deputado (Carlos Alberto Lereia, do PSDB de Goiás) foi suspenso nesta Casa por 190 dias ocorreu porque ele estava envolvido num pesado esquema de corrupção, de Carlinhos Cachoeira. E Vossa Excelência está pedindo 190 dias para um deputado honesto, honrado, com mandato prestigiado internacionalmente, que nunca feriu decoro, nunca feriu a ética. Eu estou sendo punido pelo que eu sou, porque eu sou homossexual; pelo que eu defendo, pelas minhas maneiras. Essa é a razão”, disse Wyllys, de acordo com o jornal O Globo. Lereia foi suspenso por três meses.

O bate-boca começou porque Izar reclamou que sobre uma postagem no Facebook em que Wyllys teria apontado que o deputado do PP estaria envolvido na Operação Lava Jato e que é homofóbico.

“Hoje de manhã, acordei e olhei minhas redes sociais. Havia uma enxurrada de xingamentos de homofóbico, de envolvido na Lava-Jato. Tudo isso devido a uma postagem que o representado, o deputado Jean Wyllys, colocou, insinuando meu envolvimento com a Lava-Jato e com a homofobia”, reclamou Izar.

Jean rebateu dizendo que se referia ao partido de Izar. “O texto que eu publiquei é muito claro em dizer que o Partido Progressista. O PP tem 32 pessoas delatadas no processo investigado pela da Lava-Jato. Em nenhum momento eu afirmei que foi ele. Ou ele tem problemas de leitura, de interpretação de texto, ou está agindo de deliberada má-fé. Quero deixar claro que esse texto foi publicado não para que ele mude o voto dele. O voto dele já foi apresentado. Eu não espero que o Deputado Ricardo Izar mude o voto”, completou.

Silas Malafaia é alvo de operação contra esquema de corrupção da Polícia Federal.



Foi deflagrada nesta sexta-feira (16), a operação Timóteo da Polícia Federal (PF), batizada dessa forma em alusão a um dos versículos do livro bíblico de 1 Timóteo, do Novo Testamento.

“Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição”, afirma o texto bíblico, escrito no capítulo 6, versículo 9, da primeira carta do apóstolo Paulo a Timóteo, um de seus jovens discípulos. O trecho foi citado pela PF em nota sobre o caso.

A escolha do texto é uma clara referência ao pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Ele é um dos alvos de condução coercitiva na operação que investiga esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.

Segundo informações da Reuters, o pastor evangélico é suspeito de lavagem de dinheiro por supostamente emprestar contas de uma instituição religiosa para ocultar os desvios. A publicação diz ainda que ele teria recebido valores do escritório de advocacia supostamente responsável pelo esquema.

O texto bíblico completo do qual a PF tirou inspiração para as investigações de hoje traz uma série de conselhos para a maneira como cristãos deveriam lidar com o dinheiro.

“Nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar. Por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos”, afirma um trecho. “Pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos”, diz outro, segundo a tradução da Nova Versão Internacional.

O que diz Malafaia

No Twitter, Malafaia nega que tenha participado do esquema de corrupção. Ele afirma que teria recebido uma oferta de 100 mil reais de um membro da igreja Embaixada do Reino de Deus, do pastor Michael Aboud, mas que isso não faria dele um criminoso.

“Recebi um cheque de um advogado, como recebo inúmeras ofertas e as declaro no IR [Imposto de Renda]. Sou responsável pela bandidagem dos outros? Estou indignado”, afirmou.

Visivelmente irritado com a condução coercitiva pela qual teve que passar, Silas parece ter esquecido que, até pouco tempo, era favorável a esse tipo ação da Polícia Federal.

INTERIOR DE SP - Adolescente confessa que matou gay a pauladas por intolerância.


Adolescente atraía vítimas para programa e as matava por homofobia


Um adolescente de idade não informada confessou dois crimes por motivação homofóbica em Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo.

O assassino foi reconhecido por testemunhas após matar a pauladas Bruno Gustavo da Silva, de 22 anos, no fim de semana.

Segundo o site Piranot, na casa do assassino foram apreendidas roupas usadas no crime e o celular roubado de Bruno, que implorou pela sua vida.

Na delegacia, o adolescente confessou ter matado Bruno e também o carteiro Luiz Carlos da Cruz, de 48 anos. Ele disse que atraía as vítimas para fazer programa e depois as matava por serem homossexuais. O criminoso será levado à Fundação Casa.

Fotógrafo relata ter sido vítima de racismo por motorista do Uber.



Pelas redes sociais, um jovem fotógrafo de 22 anos denunciou um caso de racismo envolvendo um motorista da Uber em São Paulo. Segundo seu relato no Facebook, Vinícius Ferreira conta que estava saindo de uma festa na Rua da Consolação quando percebeu um comportamento diferente do motorista, que, assim como ele, também é negro.

“Chegando, sem parar o carro, reconheci o rosto e cumprimentei “opa, Daniel?”. Ele fazia uma cara estranha e parou o carro a uns 7 metros mais a frente. Ok, entrei no carro e ele tava com um semblante de estranheza. Eu estendi minha mão pra cumprimenta-lo “tudo bem?”. Daniel não me respondeu e perguntou onde eu ia. Falei o nome da rua, dizendo que era ali na Consolação”, descreveu no Facebook.




Cinquenta metros depois, o motorista teria parado atrás de uma viatura da Polícia Militar e dito que achou Vinícius ‘suspeito’. “Eu não sabia como reagir, perguntando se era sério em meio a uns palavrões. Um dos PM ordenou que eu descesse do carro e começou aquela revista escrota e as perguntas, do tipo, onde eu comprei meu celular. Depois de ver se eu tinha passagem, o motorista foi embora e eu fiquei lá com cara de bosta. Tentando entender o que tinha acabado de acontecer, apareceu um cara relatando uma atitude realmente suspeita, um cara tava armado próximo dali. O PM devolveu meu celular e disse pra eu descer a pé que chegava onde queria”, continuou.

Em nota, a empresa Uber afirmou que esse tipo de comportamento não é tolerado e disse que os motoristas são autônomos e utilizam a plataforma para obter benefícios individuais.

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