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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Rússia pode proibir jogo 'Fifa 2017' por 'propaganda gay'.


Jogo fere a lei da 'propaganda gay' do país, que proíbe expressão da homossexualidade em frente a menores de idade


A homofobia não cessa na Rússia. Autoridades do país pediram à agência estatal de supervisão de comunicações para tomar medidas contra o videogame “Fifa 17?.

A razão é que eles acreditam que o jogo viola a lei do país contra a propaganda gay do país, pois o jogo de futebol da EA Sports convida os usuários a apoiarem a ação do Rainbon Laces da liga de futebol inglesa em apoio a grupos LGBT.

A entidade arco-íris britânica começou a campanha do Rainbow Laces no mês passado para combater a homo e a transfobia no futebol, observando que 72% dos fãs tinham ouvido observações anti-LGBT em jogos nos últimos cinco anos.

Malta é 1º país europeu a banir terapias de 'cura gay'.


Parlamento aprovou diversas medidas pró-LGBT


O Parlamento de Malta aprovou, na segunda-feira 05, projeto de lei que proíbe terapias de “cura gay”, consideradas “enganosas” e “prejudiciais”. O país é o primeiro na Europa a tomar tal atitude.

Dentro do pacote da lei chamada Afirmação da Orientação Sexual e Identidade de Gênero também estão direitos, tais como o de garantir que não-malteses façam a transição de gênero e a redução da idade para solicitar mudança legal do gênero, que passa a ser 16 anos.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda não foi legalizado em Malta, mas por lá existe a união civil e o país é considerado um dos melhores em legislações pró-LGBT da Europa.

Leões arco-íris causam repúdio em conservadores de Hong Kong.


Leões são réplicas de estátuas que estão no mesmo local, na porta da sede do HSBC do país asiático


Duas grandes estátuas de leões pintadas com as cores do arco-íris irritaram os conservadores de Hong Kong. A ação é em prol dos direitos LGBT.

Os leões coloridos foram são réplicas e foram de outras duas estátuas de bronze, também em formato de leões, que estão em frente ao banco HBSC do país desde 1930.

Uma petição, segundo a Agência France-Presse, foi aberta pedindo a remoção das estátuas, consideradas “asquerosas” e que “ferem muitos honcongueses e fazem os valores da família vacilarem”.

As estátuas arco-íris ficarão ali em frente ao banco até o fim de dezembro.

Deputados querem cassar Jean Wyllys por reação à provocação de Bolsonaro.




O deputado federal Jean Wyllys, do PSOL – e único parlamentar assumidamente LGBT abertamente defensor da causa – corre o risco de perder seu mandato. Ele está sendo acusado de falta de decoro parlamentar por ter reagido aos insultos e ofensas do deputado Jair Bolsonaro no dia da votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Na ocasião, Bolsonaro o provocava insistentemente enquanto Jean tentava discursar na votação do impeachment. Como num ímpeto impensado, uma reação imediata, Jean reagiu cuspindo em Bolsonaro.

Usando isso como desculpa para exercer seu ódio disfarçado, uma frente conservadora dos deputados do Congresso, estão usando este fato para mover uma possível casssação do mandato de Jean. Sim, o Conselho de “Ética” e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados — que já foi presidida pelo agora presidiário Eduardo Cunha e que conta com dezenas de representantes das nove empreiteiras da Lava Jato — instaurou um processo disciplinar contra Jean, um deputado contra o qual não pesa qualquer tipo de acusação por atos ilícitos ou contrários à ética.

O próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que nunca foi amigo e nem aliado do Jean e que está no lado oposto do seu pensamento político, quis arquivar o processo, porque reconheceu que era absurdo, mas os aliados de Cunha votaram e encaminharam as representações para o Conselho ainda que não se pese qualquer acusação contra Jean. Qual é a acusação contra o Jean? Ter cuspido em direção a um conhecido deputado fascista que há seis anos o provoca nas sessões, gritando para ele coisas como “cu ambulante”, “você usa papel higiênico para limpar a boca”, “queima rosca”, “bichinha”, etc?

Depois de seis anos de xingamentos, agressões, injúrias, ofensas, calúnias e desqualificações desse deputado, cujos seguidores deixam todos os dias insultos e ameaças de morte na página do Jean no Facebook, um dia, pela primeira vez, ele reagiu, indignado. E por essa reação querem puni-lo.

Se a Câmara dos Deputados do Brasil punir um ativista de direitos humanos por ter reagido às agressões de um parlamentar que declarou publicamente que não estupraria uma colega apenas “porque é feia” e que, em diversas oportunidades, usou contra o deputado Jean Wyllys palavras de calão no microfone da Casa, estará dizendo ao mundo que esse é o estado atual da democracia no Brasil.

Se a Câmara dos Deputados do Brasil punir um ativista de direitos humanos por ter reagido às agressões de um parlamentar que declarou publicamente que não estupraria uma colega apenas “porque é feia” e que, em diversas oportunidades, usou contra o deputado Jean Wyllys palavras de calão no microfone da Casa, estará dizendo ao mundo que esse é o estado atual da democracia no Brasil.

Devido a ameaça de ter seu mandato cassado, Jean e seus apoiadores criaram a campanha #QueremCalarUmDeNós. Conheça o blog da campanha, informe-se e ajude a divulgar a causa em defesa do mandato legítimo do deputado Jean Wyllys.

DOMINGO, 11/12 -  Ludmilla e Lexa serão atrações da Parada LGBT do Rio.




As cantoras Ludmila, Lexa, Isa e Vingadora serão atrações da 21ª Parada do Orgulho LGBT do Rio de Janeiro, no próximo domingo, 11.

A concentração está marcada para o meio-dia na Avenida Atlântica, em Copacabana, zona sul da cidade. Ao todo, nove trios elétricos circularão entre os postos 6 e 12.

Segundo o colunista Leo Dias, do jornal “O Dia”, um grupo de transexuais também fará performance no evento, que este ano tem o pedido pela Lei da Identidade de Gênero como tema.

Trans são brutalmente agredidas por seguranças no Shopping Estação.




Uma confusão na semana passada no Shopping Estação, em Curitiba, virou caso de polícia e foi parar na internet. Três transexuais foram contidas com agressividade por um grupo de seguranças do shopping depois de uma confusão na Praça de Alimentação. 

Segundo Rafaelly Wiest, do Transgrupo Marcela Prado, as mulheres estavam com um suposto cliente e houve um desentendimento, e o homem as agrediu primeiro. Para ela, houve excesso por parte dos seguranças e se não fosse a ONG acompanhar de perto o caso, elas acabariam culpadas da situação. Rafa contou ainda que as três moças ficaram muito machucadas e que foram as vítimas. Em uma transmissão na internet, Rafaelly disse que as pessoas julgam antes de saber os fatos e que a sociedade coloca culpa nos LGBTs e as pessoas naturalizam isso.

Nas imagens, é possível ver um homem, de camisa clara, agredindo as moças, e cinco seguranças fazendo o trabalho de mediação do conflito, porém claramente agindo contra as mulheres, levando-as do local, e deixando o homem livremente, inclusive ele consegue agredir diversas vezes as garotas trans. em uma das cenas do vídeo, é possível ver um dos seguranças dar um mata leão e levar uma das trans arrastada. Lembrando que as mulheres trans deveriam ser atendidas por outras mulheres seguranças, ao menos primeiramente. Aguardamos a assessoria de imprensa do Shopping para mais informações.

Confira as imagens:




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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Sobre a travesti no shopping, eu estava no momento, não vi homofobia alguma, os seguranças do shopping e o outro homem de camisa clara, que é segurança loja, não agrediram, seguravam as travas, porque elas estavam dando a elza em duas lojas. O vídeo só mostra o momento que os seguranças as "agridem". Ladrão é ladrão independentemente de ser homossexual ou não. Daqui a pouco gays de nosso país vão roubar, e quando forem "agredidos", mortos ou presos vão culpar a homofobia. Como homossexual nunca precisei disto porque sempre trabalhei honestamente e nunca tive esperança de depender do estado e suas esmolas que vem de nossos bolso.

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  2. Anonimo, eu penso que qualquer ato de ``agressao`` e´ desnecessário. Ora, basta o segurança acionar a policia e tudo se resolve de acordo com a lei na delegacia sem agressão física ou moral. Ja publicamos vários casos de omissão por parte da policia, quando procurados por vitimas de agressão a homossexuais e pior, descaso. Tiveram que procurar advogados ou o ministerio publico ou mesmo ongs porque nem BO, quizeram fazer. Muitas vezes, a policia , sem preparo, são coniventes com os agressores, deixando a vitima sem amparo legal, conforme o código penal.(Todos são iguais perante as leis e a constituição federal- TODOS PAGAMOS IMPOSTOS e seria o mínimo que o Estado deveria fazer.

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