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CONTOS DO LEITOR



O Garoto de Programa
(CONTINUAÇÃO)

 


- Ai, ai, para, Bruno, agora tá doendo; para, por favor!..
- Relaxa e espera um pouco que a dor vai passar. O creme que eu passei em você é uma mistura de lubrificante, relaxante muscular e anestésico. Só fica parado e relaxa. Respira fundo e relaxa que a dor já vai passar.
Permaneci imóvel e tentei relaxar, mas os movimentos daqueles dedos enormes equivaliam a um ato sexual com um homem bem dotado; contudo, depois de algum tempo, eu já não sentia dor alguma, e meus gemidos denunciavam isso.
- Tá legal agora? Tá doendo ou tá gostoso?
- Agora tá bom... Não tá mais doendo não.
- Então acho que você já tá pronto pra perder o cabaço. Espera um pouco...


... E foi novamente ao criado mudo e voltou com um envelope de camisinhas, que foi abrindo enquanto me mandava por um travesseiro embaixo das costas. Aquela camisinha não deveria ser do tamanho normal; vê-lo encapando aquela anaconda e cobrindo-a de lubrificante era uma imagem me enchia a um só tempo de tesão e medo. A última coisa que eu queria era sair dali precisando de cuidados médicos, e dividi minhas preocupações com ele.
- Bruno, por favor, eu não sei se vou conseguir. Seja o mais cuidadoso que você puder, e se eu pedir pra parar, pare, pelo amor de Deus!...
- Pode ficar despreocupado. Eu vou ser bem cuidadoso, e você vai conseguir. Relaxa e aproveita.

Agora não tinha mais volta. Eu estava prestes a ser deflorado. Ele se abaixou ligeiramente, posicionou o trabuco no meu cu e começou a pincelar e empurrar de leve, ora aumentando, ora aliviando a pressão. Aqueles cutucões foram aos poucos, deixando meu ânus mais permeável às suas investidas, e, de repente, ele encostou a cabeça e não recuou mais; passou a exercer uma pressão constante e crescente, até que meu esfíncter começou a ceder, e, fazendo uma espécie de “ploft”, aquele cogumelo passou pelo meu anel, me fazendo sentir a maior dor da minha vida. Uma dor aguda, difícil de ser descrita para quem nunca deu o cu. Soltei um berro e dei um pinote, escapando daquele ferro em brasa.
- Aaaii, meu cu!... Aaii, que dor, puta que pariu, que dor....



 

Tapei a bunda com uma das mãos e a boca com a outra, morrendo de dor e de vontade de chorar. Eu só queria ficar parado e esperar a dor passar. Não tinha vontade de fazer mais nada. Por isso protestei quando ele quis continuar.
- Não, peraí, Bruno. Porra, tá doendo pra caralho... Acho que não vai dar não. Teu pau é muito grosso; eu não vou aguentar. Acho melhor a gente parar.
- De jeito nenhum!... Você vai conseguir sim, eu garanto. Vamos fazer o seguinte: a gente tenta de novo; quando eu enfiar, você faz força como se estivesse cagando. Vai doer um pouco, mas eu não vou empurrar mais até parar de doer. E vai parar, posso te garantir.
- Eu acho que não vou aguentar. Tô até com medo de gritar e o prédio todo ouvir.
- Toma aqui (pegou uma almofada e me deu); tampa a boca, se você tá com medo de gritar. Mas deixa eu comer esse cuzinho bem gostoso, deixa...

Com o quadril mais alto, tapei o rosto com a almofada e esperei. Quando a penetração (re)começou, fiz força como se fosse defecar. O resultado foi que entrou um pouco mais do que a cabeça, onde era mais grosso. Meu urro foi abafado pela almofada e tentei escapar novamente, mas ele havia me prendido de um jeito que seus braços passavam por minhas pernas, me prendendo pelos ombros com as mãos. Eu estava imobilizado como numa chave de jiu-jitsu, e não havia o que fazer a não ser tentar suportar aquele sofrimento. Depois de me segurar, ele permaneceu parado, sem empurrar nem tirar um milímetro sequer. Se ele espirrasse , eu morreria. Eu suava por todos os poros do corpo, bufava e tinha vontade de chorar, e ele só dizia:
- Calma, e relaxa, só isso. Já, já, a dor passa, você vai ver...

Por mais incrível que pudesse parecer, ele falava a verdade. Depois de um tempo que, para mim, pareceu interminável, a dor foi diminuindo a ponto de se tornar suportável. Eu tirei a almofada do rosto, e minha respiração ficou menos ofegante. Ele percebeu, e lentamente, começou um vaivém curto, que, aos poucos, foi sendo ampliado. À medida que suas investidas foram se tornando mais fortes, a dor voltou, e eu, mais uma vez, pedi para pararmos.
- Para, Bruno. Dá um tempo que eu não tô aguentando. Tá doendo muito...
- Vamos fazer o seguinte, então: eu vou me deitar e você senta em cima, de frente pra mim.


 

Aliviado, aceitei a sugestão. Nessa posição, seria mais fácil controlar a penetração, pensava eu. Fui, aos poucos, sentando naquela garrafa. Apesar do cu estar mais largo, ainda assim a penetração era sofrida, porque o pau engrossava muito no meio, e cada cutucada mais forte doía como se eu estivesse sendo rasgado. Eu apoiava as mãos no seu peito e ele me segurava pela cintura, socando cada vez mais rápido. Minhas pregas já deviam ter ido para o espaço, mas o prazer, agora, era maior do que a dor.

Com medo de gozar e interromper a foda em seu melhor momento, eu pedi para mudarmos de posição. Queria dar pra ele de quatro. Ele nem pestanejou. Foi logo se ajoelhando atrás de mim, encostou a cabeça da pica foi logo enfiando, sem muito carinho, o que me fez dar um salto para a frente.
- Ai, ai, Bruno. Porra, devagar, cara...
- Tá bom, desculpa. É que você é muito gostoso... E também dá o maior tesão saber que eu sou o primeiro a te comer. Eu vou tentar ir mais devagar, prometo.

 

E voltou a me enrabar, só que agora, de forma mais lenta e ritmada. Ele recuava até quase tirar o pau e empurrava, devagar, até onde era possível; com medo da dor e de sofrer algum dano maior, levei uma das mãos à sua barriga para tentar limitar seus ataques, enquanto a outra, sob meu ventre, tentava verificar o quanto estava entrando em mim. Percebi, então, que havia uma espécie de barreira física determinada pela capacidade de meu ânus de se dilatar e pela bitola daquele caralhão, mesmo ele tentando me penetrar mais. Isso, de certa maneira me tranquilizou, pois pensei: "daqui não tem como passar". Aos poucos, seus movimentos foram aumentando a velocidade, e eu passei a sentir um prazer inédito, diferente de tudo o que eu já experimentara antes, principalmente na intensidade.

Quando vi que podia ser enrabado sem sofrer, empinei a bunda, tirei a mão que estava apoiada na barriga dele e fiquei alisando seu pau: com a outra mão, passei a me masturbar; ele me segurava pela cintura e ia acelerando os movimentos, socando cada vez mais rápido. Apesar de não ter entrado nem a metade do pau, eu me sentia como uma menininha sendo arrombada, e meu cu estava sendo literalmente arregaçado, mas aquilo era o máximo de prazer que eu já havia experimentado na vida. Em poucos minutos naquela punheta, gozei, ejaculando tão intensa e fartamente que parecia que tinha ficado sem sexo por muitos meses.


 

Despreguei-me dele, ficando com uma sensação enorme de vazio na bunda, e desabei sobre a cama. Meu corpo todo tremia em espasmos. Se fosse possível, eu gostaria de eternizar aquela sensação. Virei-me para trás quando o ouvi tirar a camisinha. Seu pau parecia mais gigantesco que nunca, eu estava admirado comigo mesmo de ter conseguido levar aquilo tudo no rabo.
- E aí, gostou? Não falei que você conseguia?
- Adorei. Foi muito bom. Muito melhor do que eu podia imaginar. Mas, e você? Não vai gozar?
- Tô morrendo de vontade, mas eu queria gozar na sua boca, se você deixar.
- Deixo sim. Vem.

Ele, então, me recostou na cabeceira da cama, com vários travesseiros nas costas, e, ajoelhado com as pernas sob minhas axilas, começou a socar aquele mastro na minha boca. Eu estava quase deslocando o maxilar, mas mal conseguia engolir mais do que a cabeça; babava feito um cão raivoso, e a ânsia de vômito me fez interromper o ato, empurrando-o. Eu tossia e lacrimejava. Mesmo contra minha vontade, pedi arrego.

- Para, Bruno. Não vai dar não. Se você continuar eu vou acabar vomitando aqui.
- Poxa vida, mas logo agora? Deixa então eu te comer de novo.
- Tá bom. Pega outra camisinha.
- Não, não. Eu quero te comer sem camisinha. É verdade mesmo que você nunca deu pra ninguém antes?
- É, mas por que sem camisinha?..
- Na boa? Acredite se quiser, mas eu curti muito te comer. Teu cu é uma delícia, e eu tô com tanto tesão que se eu botar no teu cu sem camisinha, acho eu que gozo em menos de dois minutos. Ou em menos de um. Deixa, vai...Olha só como eu fiquei...

O que já era enorme, tinha, liberto da camisinha, adquirido proporções gigantescas. O receio de me arriscar num ato sem preservativo era menor que o desejo que começava, novamente, a tomar conta de mim. Contrariando todo o bom senso, consenti.
- Tá bom, mas, cuidado comigo. Eu já tô meio ardido. Como é que você quer?
- Deita de bruços com dois travesseiros debaixo da barriga e abre bem as pernas.

Obedeci, e afundei o rosto na almofada, aguardando enquanto ele passava mais lubrificante no pau. Com a piroca besuntada, ele encostou a cabeça no meu cu, e, depois de algumas pinceladas para se posicionar melhor, ele se deitou sobre mim, pegando as minhas mãos e me fazendo afastar as nádegas. Passou os braços sobre meus ombros, enquanto, entre lambidas e mordidas na minha orelha, disse:
- Posso te comer bem gostoso agora?
- Pode. Come e goza bem gostoso.
- Empina a bunda...

 

Apoiando a ponta rombuda no meu ânus, foi enfiando aquele tacape branco em mim. Quando chegou no meio, onde era mais grosso, imaginei que fosse empacar, mas ele continuou enfiando, até passar a parte mais grossa pelo esfíncter, estourando minhas últimas pregas. Por aquilo eu não esperava. Arregalei os olhos, e, durante instantes que pareceram uma eternidade, abri a boca procurando o ar que sumira dos meus pulmões. Quando pude, dei um urro que quase arrebentou minhas cordas vocais. A sensação era de que eu estava sendo rasgado por dentro.
- AAIII, BRUNO, TIRA, TIRA, PELO AMOR DE DEUS!!... TÁ DOENDO, PORRA!... AAAIIII!!!...

Sua única reação foi cobrir minha boca com uma das mãos, e, com a outra segurar meus cabelos. Indiferente às minhas súplicas desesperadas, ele começou uma verdadeira curra, sem dar a mínima para meu sofrimento, socando com força aquele monstro nas minhas entranhas. Tentei desesperadamente escapar, em vão. Esmagado por seu peso, eu esperneava desesperadamente, lacrimejava e berrava enquanto tentava gritar, mas não tinha como sair debaixo dele. Subjugado, eu era como uma boneca de pano à mercê do aríete que, a cada socada, dilacerava e arrebentava todas as minhas pregas, alargava as paredes do meu reto e esmagava minha próstata, feito um bate-estacas impiedoso. Ele socava rápido e com força. num golpe de misericórdia, atolou o pau até o saco.

Quando senti suas bolas pesadas batendo nas minhas, me apavorei e senti que o ar me faltava, fosse pelo peso daquele ogro ou por me sentir literalmente empalado. Esbugalhei os olhos e dei um urro abafado por sua mão, e comecei a chorar como uma criança. Chorando baixinho, eu só rezava para ele acabar logo com aquilo. Aquela tortura continuou até que, bufando como um animal, ele mordeu com força minha nuca enquanto gozava, pulsando e jorrando jatos e jatos de esperma dentro de mim, desabando depois. Eu lacrimejava e gemia baixinho, e quase não conseguia respirar. Era como se um rolo compressor estivesse passando por cima de mim. Tirei sua mão da minha boca, e, num fio de voz, pedi:
- Bruno, sai de cima de mim, por favor.

 

Ele fez o que eu pedi, me tirando o peso do mundo das costas. Quando ele sacou o pau, senti como se estivesse cagando um paralelepípedo. Gemi alto de dor. Tentei me levantar, mas me faltaram forças. Quando, com a ajuda dos braços, consegui ficar de pé, não conseguia juntar as coxas.

Cambaleando com as pernas abertas, me dirigi ao banheiro. Ao me lavar, era como se a água fosse álcool, tamanha era a ardência. O que antes era meu cu tinha se tornado uma cratera por onde eu enfiava quatro dedos sem dificuldade. Subitamente, percebi que algo escorria de dentro de mim. Eram um esperma grosso e sangue. Apavorado, tentei, sem sucesso, contrair o ânus, que, frouxo, parecia irremediavelmente arrombado. Bateu um arrependimento e tive vontade de chorar, enquanto me enxugava. Fui interrompido por ele, que, vendo meus olhos marejados, pareceu adivinhar minhas preocupações.

- Olha só, não fica grilado com esse negócio do cu ficar aberto porque depois de uns dias ele volta ao normal. E tem mais uma coisa: se você quiser dar esse cu de novo, me procura. Faço uma de graça pra você.
- Tá bom. Valeu, respondi encabulado.

Morrendo de vergonha e de remorso, terminei de me vestir, paguei o combinado e me despedi, prometendo considerar sua oferta. Só que esta é outra história. E um outro conto.

(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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