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MINHA VIDA GAY

Jovem faz campanha para comprar cadeira de rodas para o namorado.


Edu Alves à esquerda, abraçado com seu namorado, Sued.

Edu Alves e Sued Henrique compartilharam sua história com o Menino Gay.

Como andar em uma cidade deficiente? Pois bem, esse é um grande desafio para milhares de cadeirantes e outras pessoas com deficiência. Seja nos grandes centros urbanos ou nas cidades do interior, o direito a acessibilidade que é assegurado por lei, ainda é uma realidade distante.

E no mundo LGBT essas dificuldades também persistem. Apesar de pouco falado, existem pessoas com deficiência que são lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e homens trans, que continuam resistindo ao preconceito e a invisibilidade.

Charge: Uma cidade deficiente.

or isso, para o jovem Sued, de Araguaína - Tocantins, nem todas essas dificuldades foram capazes de diminuir ou inferiorizar o amor que ele sente pelo seu namorado, Edu Alves, que é cadeirante e luta pelos direitos LGBT’s e pela inclusão de pessoas com deficiência. Foi graças ao Edu, e outros amigos como o Rafa Fillth e o Thiago Pellizaro que há alguns meses, resolvemos criar um grupo para acolher LGBT’s com deficiência, que atualmente, conta com mais de 3 mil membros. Link do grupo no Facebook: 

https://www.facebook.com/groups/lgbtscomdeficiencia/?ref=ts&fref=ts

E agora, da mesma forma que o Edu luta para ajudar outras pessoas, seu namorado Sued teve a iniciativa de criar uma campanha virtual, para ajuda-lo a arrecadar dinheiro e poder comprar uma nova cadeira de rodas que irá facilitar em seus estudos e tarefas diárias.


Conheçam a história do casal, que foi compartilhada no Menino Gay:

#EuTambémSouUmMeninoGay

“Olá, meu nome é Edu, tenho 26 anos de idade sou do Ceará, sou GAY E CADEIRANTE. Este do meu lado na foto é meu namorado, Sued. Ele é de Araguaína no Tocantins. ELE É O MELHOR NAMORADO DO MUNDO! Eu digo que ele é o melhor namorado do mundo porque ele poderia estar com qualquer um, ele poderia pegar/namorar quem ele quisesse, mas escolheu ficar comigo. Ele escolheu namorar um cadeirante, sabendo a dificuldade que seria, sabendo que nunca poderíamos andar de mãos dadas (já que nem andar eu posso). Esse cara me namorou por 8 meses a distância. Esperou, cultivou e confiou no nosso amor. Nos conhecemos pelo Facebook no ano passado, começamos a namorar em 3 de Dezembro. Poderia ser só mais um desses rolinhos virtuais que não dão em nada mas logo no início sentíamos que era algo diferente. Era mais forte, intenso! Passamos por muitas dificuldades mas superamos tudo com cumplicidade. Ainda estamos passando por dificuldades, depois de 8 meses namorando a distância eu vim encontra-lo. Viajei sozinho cerca de 1.161km, peguei dois ônibus, dois vôos e uma Van. Tudo isso sozinho e apenas com 300 reais no bolso. Fiz isso porque sabia que valeria a pena, sabia que era com ele que estava a minha felicidade.”

“Oi eu sou Sued Henrique, tenho 18 anos, moro em Araguaína no Tocantins, sou universitário, estudo sistemas de informação. O Edu pra mim é tudo que tenho, é meu porto seguro, me apaixonei desde o primeiro emoji “:3” que ele me mandou. Daí pra frente fomos criando um relacionamento forte e duradouro, que como qualquer outro tem seus altos e baixos. Não sou muito bom com palavras, mas posso afirmar com toda certeza que esse menino mudou a minha vida e é com ele que quero passar o resto dos meus dias. Porque resolvemos vir contar nossa história aqui? Porque é preciso acreditar mais no amor. É preciso acreditar mais em contos de fadas, eles existem e nós estamos vivendo o nosso. S2”


Foto: Arquivo Pessoal

Edu à esquerda, abraçado com Sued Henqique. Então, caso você possa ajudar, seja com R$ 1,00... R$5,00... R$10,00... Qualquer valor, participe e faça sua contribuição!

Campanha de Financiamento Coletivo: https://www.catarse.me/pt/me_ajuda

Escrito por: Matheus Emílio (Administrador e redator do Menino Gay) com apoio de Sued Henrique. 


Com quase 60 anos, mãe empresta útero para gerar gêmeos do filho gay.




A gente sempre fala de famílias homoafetivas. É porque nós realmente acreditamos que, em breve, quebraremos de vez essa barreira cruel, imposta por uma sociedade extremamente conservadora, que ainda acha que só existem famílias formadas por um homem e uma mulher.

Na contramão desse pensamento extremamente antiquado, nós temos a sempre divina ciência, que já provou por a+b que nós veremos inúmeras famílias formadas por dois homens ou por duas mulheres no futuro. Aliás, já existe um caso de um casal gay que teve trigêmeos biológicos, com material genético de dois pais.

Mas enquanto isso, existem outras formas para conceber filhos biológicos. E nós fomos até o interior de São Paulo, para contar a história de uma mãe, a Dona Ana Maria Aranha, que emprestou seu útero para seu filho e o marido. Desse lindo gesto de amor, nasceu a família do Luis e do Gustavo. Confira no vídeo abaixo!

Como os filhos mudam a vida de um casal gay.




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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

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