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MINHA VIDA GAY

CODY ALAN: Apresentador de programa country assume-se gay.


Apresentador tem dois filhos com a ex-mulher e disse que nunca se sentiu tão feliz e saudável na vida como agora.

O cantor americano de música country Cody Alan, de 44 anos, usou suas redes sociais para revelar que é gay.

“2017. Já que começamos um novo ano, há algo que eu gostaria de compartilhar com vocês. Bom, eu sou gay. Isso não é uma escolha que fiz, mas algo que sei sobre mim mesmo a vida toda. Apesar das reviravoltas da vida, casamento, divórcio, paternidade, sucessos e fracassos, eu chego a este dia, um dia quando estou mais feliz e saudável do que jamais estive. E estou, finalmente, confortável o suficiente para que todos saibam a verdade sobre mim. Obrigado por me seguirem e me apoiarem todos esses anos”, postou Alan.

“Conforme continuamos nossa jornada, espero que essa notícia não mudem o jeito que vocês me veem. Ainda sou o mesmo Cody que sempre fui. Vocês apenas sabem um pouco mais sobre mim agora. Espero que o futuro me permita viver da forma mais honesta, autêntica, amorosa e aberto às possibilidades possível. Isso é sobre ser feliz consigo mesmo, não importa quem você, quem você ama, de onde se vem ou que cartas a vida lhe dá. Obrigado novamente. Com muito amor, Cody”, finalizou o cantor.

Cody Alan, apresentador do canal norte-americano Country Music Television e do iHeartRadio assumiu-se gay. O bonitão, que tem dois filhos com sua ex-esposa, explicou sua saída do armário.

“Veja bem, eu sou gay. Esta não é uma escolha que eu fiz, mas algo que descobri sobre mim mesmo durante a vida. Com as voltas da vida, casamento, divórcio, paternidade, sucessos, fracassos – desembarquei neste dia, dia em que estou mais feliz e mais saudável do que já estive. E estou finalmente confortável o suficiente para todos saberem essa verdade sobre mim”, escreveu nas redes sociais.

E continuou: “Minha esperança para o futuro é viver a vida mais honesta, autêntica, amorosa e aberta possível. Isto é ser feliz com você mesmo, não importa quem você é, quem você ama, de onde você vem, ou que cartas a vida lhe deu. Obrigado novamente.”


O cantor americano de música country Cody Alan, de 44 anos, usou suas redes sociais para revelar que é gay.

Em conversa com a revista People após a revelação, Alan disse que sempre sofreu em silêncio antes de “sair do armário”. “Eu sempre fui um homem feliz, mas havia uma dor subterrânea dentro de mim há anos. Ou eu fazia algo a respeito ou viveria com esta camada de infelicidade por baixo do meu sorriso”.

Ele, que foi casado por dez anos, explicou como foi o processo de contar tudo à ex-mulher. “Todos me diziam para casar e eu senti que aquilo poderia me tornar heterossexual. Obviamente, isso não funcionou. Mas eu sonhei em ter uma família e eu a tenho. Para a geração dos meus filhos, ser gay é como a cor dos olhos. Então, eles aceitaram melhor do que eu pensei”, explicou o cantor, que ainda afirmou que a ex-mulher foi uma das primeiras a saber e que o divórcio foi amigável.

Namorando o terapeuta ocupacional Michael Smith, Alan ainda falou sobre o atual amor. “É incrível agora, porque tenho um parceiro. Minha mulher também tem um namorado e, com nossos filhos, temos uma linda, amada e moderna família que funciona para todos. Minha ex e meus filhos são meus maiores apoiadores”, finalizou Alan.

Leonardo Vieira revela que contou aos pais que era gay após flagra do irmão.



Depois do terremoto em sua vida pessoal, Leonardo Vieira está falando mais sobre sua sexualidade e vida íntima. E em entrevista à revista “Contigo!”, o ator revelou que se assumiu gay aos pais aos 15 após ser flagrado pelo irmão beijando outro menino. “Tudo se transformou em um drama familiar gigantesco”, relatou.

“Meus pais têm formação católica e o meu pai é militar, então, imagina a minha situação em casa. Hoje, eles são a força que eu tenho, a base de tudo, porém, demorou muito até eles aceitarem a minha sexualidade. Afirmo, sem medo, que foi um processo longo e doloroso”, desabafou.

“Eu fico até emocionado em falar dessa força, principalmente do meu pai. Publiquei uma carta que ele me escreveu no meu Facebook. Chorava tanto quando li as palavras dele, era o apoio que eu mais precisava”, continuou.

Vieira contou que negava a própria sexualidade quando era criança. “Minha mãe até tentou me colocar na terapia para me ‘curar’, mas eu tive a atitude de enfrentar e dizer que não era uma doença, e sim algo natural. Escolhi não me expor por causa do meu trabalho, mas continuava com a minha vida normal”, lembrou.

Leonardo disse que, apesar de não se assumir publicamente, viveu plenamente a sexualidade durante a vida: “Namorei muito, saí e me diverti bastante. Eu me resguardei para proteger as pessoas que eu amo e o meu trabalho. Tenho certeza que perdi vários papéis e os convites diminuíram quando os primeiros rumores saíram”.

Casadinhas: Atleta medalhista no Rio 2016 se casa com namorada na África do Sul.


Semenya exibe medalha de ouro conquistada nas Olimpíadas Rio 2016


A atleta olímpica Caster Semenya casou-se em uma cerimônia tradicional com sua namorada de longa data e parceira de treinamento, Violet Raseboya. O casal, que já havia firmado compromisso no civil em 2015, celebrou matrimônio no dia do aniversário de Semenya, dia 7 de janeiro, na África do Sul.

Semanya compartilhou momentos do grande dia em seu perfil no Intagram. A atleta conta que o relacionamento com Raseboya se desenrolou por oito anos, entre idas e vindas, até decidirem casar.

Atleta sul-africana Caster Semenya e esposa Violet Raseboya em carimônia de matrimônio

A sul-africana é conhecida pelas suas medalhas de ouro e prata nas Olimpíadas de Rio 2016 e Londres 2012, respectivamente, na modalidade dos 800 m rasos no atletismo. Semenya também esteve envolvida em uma polêmica a respeito de sua feminilidade, quando foi forçada a fazer testes para comprovar que seria do sexo feminino, sob a pena de devolver as medalhas já conquistadas.

Polêmica sobre sexo

Semenya foi coagida a ser examinada por um grupo de médicos, incluindo endocrinologista, ginecologista e especialistas em questões de gênero, conforme ordem da Federação Internacional de Atletismo (IAAF). A postura da organização foi amplamente criticada, tendo a IAAF recebido acusações de racismo e sexismo por parte de atletas, celebridades e do próprio governo sul-africano. Caster afirmou que o exame foi "injustificado e invasivo dos detalhes mais íntimos e privados de seu ser".

A presumida interssexualidade da corredora foi motivo, então, de assédio e discriminação. Não apenas a imprensa e o público, mas também outras competidoras criticaram a participação de Semanya em competições femininas. Atletas alegavam que teriam uma desvantagem ao disputar o pódio contra alguém com aspectos masculinos e que a sul-africana deveria correr contra homens.

Após uma atleta interssexual indiana chamada Dutee Chand apresentar um recurso contra o regulamento da IAAF, o Tribunal de Arbitragem Esportivo (TAS) concluiu que a medida da Federação é discriminatória e que não havia comprovação que a testosterona, de fato, atuava na melhora do rendimento das mulheres no atletismo. A partir dessa conclusão, tanto Chand como Semenya puderam competir sem o uso de medicamentos para baixar o nível de testosterona no Rio 2016.

Em uma entrevista sobre o assunto, a atleta disse: "Eu não dou a mínima para o que as pessoas dizem sobre mim. Eu gosto do jeito que eu sou e quem se importa com o que os outros dizem?".

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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