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MINHA VIDA GAY

Comemorando 21 anos de união, casal publica declaração linda e quebra a internet.


Até o momento dessa matéria, a declaração já contava com mais de 5 mil compartilhamentos e 44 mil reações


Se 2016 acabou com as suas esperanças no amor com o fim de casais famosos como Angelina Jolie e Brad Pitt ou Fátima Bernardes e William Bonner, prepare-se para conquistá-las de volta. Antônio Vides Júnior, para comemorar os 21 anos de união ao lado de Marcos, publicou uma declaração apaixonada no Facebook. 

Qual é a importância de se assumir gay, lésbica ou bissexual publicamente?
A emocionante postagem viralizou e levou a internet às lágrimas. Todos os comentários na declaração eram sobre a doçura da mensagem e do casal, com muitos internautas ressaltando que aquele era o melhor casal da internet.

A declaração.

Antonio conta, na publicação, como eles se conheceram, em uma extinta boate de São Paulo. Ele, um conquistador, assíduo frequentador da boate, teve a atenção chamada para Marcos, então não-assumido e tímido jovem.

"Éramos dois meninos e nos apaixonamos um pelo outro, um porque era sacana em excesso, e outro porque era inocente demais", ele conta. As diferenças entre eles só fizeram com que a paixão fosse indomável.

Ele revela como esses 21 anos de união foram momentos de crescimento mútuo, em que eles viveram cada fase em conjunto. "Hoje, já ganhamos muitas rugas e cabelos brancos. Deixamos de ser dois moleques e viramos dois coroas. Criamos uma família (tudo bem que nossos filhos são gatos, mas e daí?). O melhor de tudo isso, no entanto, é que VIMOS acontecer. Estávamos um ao lado do outro para testemunhar o surgimento de cada ruga, de cada fio branco dos mil modelos de barba que estamparam nossos rostos", declara.

Ao final, Antonio fala: "21 anos é pouco... que venham mais, muitos mais". Sem sombra de dúvidas, outros tantos ainda virão pela frente, com direito a homenagem no Facebook e muito amor para o casal. Abaixo, a postagem na íntegra para curtir, compartilhar e mostrar para o seu parceiro ou parceira!


21 ANOS DE UNIÃO
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Eu era frequentador assíduo da boate "Sky", no Bexiga, em São Paulo. Tinha até mesa cativa e acesso livre aos bastidores dos shows, aos camarins. Tive minha cota de aventuras e parceiros e gostava de me vangloriar de ter um a cada fim de semana. Eu deveria sentir vergonha em admitir que metade dos frequentadores já conhecia o sabor da minha boca quando te conheci?
Eu não queria compromisso. MESMO!
E quando te vi, naquele dia 10 de janeiro de 1996, entrando pela primeira vez na boate, pensei a mesma coisa. "Oba, chegou o brinquedo da noite".
Caí de cara no chão.
Éramos dois meninos e nos apaixonamos um pelo outro, um porque era sacana em excesso, e outro porque era inocente demais. Cada um foi vítima do encantamento do outro. Alguns encantamentos são difíceis de quebrar. A magia perdura e se renova a cada dia.
Hoje, já ganhamos muitas rugas e cabelos brancos. Deixamos de ser dois moleques e viramos dois coroas. Criamos uma família (tudo bem que nossos filhos são gatos, mas e daí?).
O melhor de tudo isso, no entanto, é que VIMOS acontecer. Estávamos um ao lado do outro para testemunhar o surgimento de cada ruga, de cada fio branco, dos mil modelos de barba que estamparam nossos rostos.
E, nesse tempo decorrido, descobrimos que jamais teríamos trilhado este caminho juntos, se não houvesse esse amor tão grandioso que nos une.
Há 21 anos, eu olhava para você e podia vislumbrar o homem que você seria no futuro, ao meu lado. Hoje, eu olho para você e vejo o mesmo menino pelo qual eu caí vítima do amor. 
Então... mais do que comemorar, eu quero agradecer a você.
Agradecer por me amar de um modo que ninguém mais seria capaz.
Em troca, eu só posso amá-lo com a mesma intensidade.
21 anos é pouco... que venham mais, muitos mais!!!

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1243282859097510&set=pcb.1243285295763933&type=3

Conheça Manvendra, o primeiro príncipe gay (com muito orgulhoso) da Índia.




O príncipe Manvendra Singh Gohil, de 51 anos, além de ter tido a coragem de assumir a homossexualidade num país extremamente conservador (com a agravante de pertencer a uma família real), é um homem de causas.

Manvendra chegou a suspender preservativos em árvores para encorajar as relações sexuais seguras e chamar a atenção para o flagelo da AIDS.

Quando se assumiu publicamente em 2006, o descendente de um clã real guerreiro e único herdeiro do Marajá de Rajpipla teve de enfrentar a hostilidade e o repúdio da família. Hoje em dia, apesar dos seus 51 anos, o príncipe utiliza a sua identidade sexual como marca de orgulho.

Manvendra serve-se da fama e do seu estatuto real para educar a comunidade gay na Índia e dar a conhecer aos homossexuais os seus direitos, num país onde essa orientação sexual ainda pode originar uma pena de prisão.

Semana da visibilidade TRANS.


'Ser trans é apenas um rótulo', diz a executiva norte-americana Meghan Stabler.


'Vi grande diferença em ser mulher no trabalho', diz executiva transexual.

Ativista pelos direitos LGBT nos EUA, Meghan Stabler veio ao Brasil falar sobre a inclusão de pessoas trans no ambiente corporativo.

Todos os dias ela vestia camisa, terno e gravata para trabalhar. Quando chegou a vice-presidente da CA Technologies, na década de 1990, Meghan Stabler era uma mulher que lutava para se esconder por trás de um executivo bem-sucedido. Não reconhecia o homem que via no espelho, até o dia em que decidiu assumir sua identidade feminina.

O ano da transição foi 2004, quando ela passou por uma cirurgia de readequação sexual. Desde então, Meghan revelou a mulher que conhecia desde os cinco anos de idade. Subiu no salto e passou a usar maquiagem. Mas a volta ao mercado de trabalho logo mostrou que seu conhecimento em tecnologia não garantiria o tratamento de antes.

“Vejo uma grande diferença entre ser mulher no trabalho e ser homem no trabalho”, conta ela, que hoje é executiva de marketing global e membro do conselho de administração da CA Technologies, empresa americana fornecedora de software, em entrevista ao site G1 no escritório da empresa, em São Paulo.

Ela fez críticas ao espaço praticamente inexistente das pessoas transexuais nas empresas brasileiras, fazendo com que este público seja marginalizado para o trabalho informal, como na esfera sexual. Meghan veio ao Brasil participar do evento Diversity Empowered by Software, que discutiu na noite desta terça-feira (25) soluções para integrar minorias ao ambiente corporativo.

Como uma das poucas executivas transexuais no mundo e liderança de causas LGBT, Meghan abraçou uma militância mais ativa pela diversidade. Entrou para o Conselho de Administração da Human Rights Campaign (HRC), maior organização para direitos LGBTs nos EUA e passou a atuar pela igualdade nas empresas, além de ser conselheira de campanhas políticas voltadas para o público LGBT.

Participou das campanhas políticas de Barack Obama e ajudou a organizar almoços na Casa Branca com a primeira-dama, Michelle Obama, e o público LGBT. Também atuou ao lado de Hillary Clinton quando ela era secretária de Estado dos EUA.

Mãe solteira de uma menina gerada por sua ex-parceira, ela diz ter ficado surpresa ao ser a primeira mulher trans a receber o prêmio Working Mother of the Year (Mãe Trabalhadora do Ano, em tradução livre), em 2014. Meghan garante que sua vida é igual a de qualquer outra mulher. "Ser trans é apenas um rótulo", diz. 

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