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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Casal gay sofre ataque homofóbico  no interior da Inglaterra.


Foi o segundo ataque homofóbico na região em menos de uma semana

Um casal gay foi brutalmente atacado com garradas em Thornaby, em North Yorkshire, na Inglaterra.

Jayson Homer e seu namorado, que não quis ser identificado, estavam com um amigo, Marc Vasey, de 21 anos, e uma amiga, em um pub no domingo, 25.

O namorado de Jayson começou a ouvir insultos sobre sua religião – ele é judeu – por uma menina, ao microfone, que estava em meio a um grupo de homofóbicos.

Após tentarem insultá-lo a respeito de religião, começaram a chamá-lo de “viado”. Ele também foi queimado por cigarro quando tentava ir ao banheiro.

Todos os quatro resolveram deixar o pub, mas quando voltavam para casa, foram surpreendidos por um grupo de 15 pessoas.

Jayson levou uma garrafada na cabeça. Seu namorado sofreu contusões, um olho roxo, suspeitas de ter rachado costelas e um nariz quebrado. “Foi planejado. Eles nos seguiram com armas”, disse Jayson ao site Gazette Live.

O amigo deles, Marc, também ficou com um olho roxo e dano no nervo de uma das bochechas. Este foi o segundo ataque homofóbico em uma semana na cidade.

Na quarta-feira, 21, um homem que estava em um bicicleta ouviu insultos homofóbicos de dois homens que passavam em um carro. Não satisfeito, o passageiro do veículo desceu e agrediu o homem.

Um pastor é suspeito de ter dado tapas e socos contra uma moça homossexual, no domingo, 25, após discussão envolvendo uma vaga de garagem, no bairro de Sacramenta, em Belém.

Segundo o site Folha do Estado da Bahia, o homem iria depor nesta quinta-feira para prestar esclarecimentos a respeito das alegações de injúria homofóbica e lesão corporal.

A engenheira de computação Thayana Mamoré teria pedido para o homem tirar o carro, que estaria impedindo entrada e saída de outros veículos.

Ela afirma ter sido arrastada para dentro de uma igreja evangélica. A Delegacia de Combate a Crimes Discriminatórios (DCCD) da Polícia Civil investiga o caso. A engenheira diz que jamais imaginou ser alvo de um ataque homofóbico.

“Ele disse para eu tomar cuidado com a mão de Deus, e saiu atrás de mim. Fui arrastada para dentro da igreja, enquanto ele gritava que eu iria pro inferno porque eu era sapatão”, contou a engenheira à reportagem. A engenheira diz que sofreu uma série de tapas na cabeça, e foi atingida por um soco. “Fui vítima de crime de ódio”, 

“Em casos como este, não há inquérito, mas sim o Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) . Ocorre que a legislação brasileira é falha e ainda não prevê homofobia como um crime grave”, explicou a delegada Hildenê Moraes.

Suspeitos de matar ambulante em SP 'agiram em legítima defesa', diz advogado.



Os agressores do ambulante registrados pelas câmeras foram identificados como Alípio Rogério Belo dos Santos e Ricardo Martins do Nascimento


O advogado da dupla de suspeitos de espancar até a morte o vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas, 54 anos, na estação Pedro 2º do Metrô, em São Paulo, afirmou que os homens agiram em legítima defesa por uma tentativa de assalto fora da estação e não tiveram intenção de matar, segundo reportagem da Globo veiculada nesta quarta-feira (28). 

Em entrevista à reportagem, o advogado Marcolino Nunes Pinho diz:

"A intenção deles era se defender de um roubo que ele supostamente sofreu."

Pinho se refere ao cliente Ricardo Martins do Nascimento, 21 anos, preso na noite da última terça-feira (27), na cidade de Itupeva, na região de Campinas. 

A jornalistas, durante a prisão, Nascimento disse estar "arrependido" e que estava "alterado de cachaça". Ele foi levado ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) e depois deverá ser transferido a uma delegacia para ser reconhecido pelas testemunhas - entre elas, duas travestis defendidas por Ruas. 



O assassinato cruel chocou o País. 

Ruas, conhecido como "Índio", foi espancado e morto, segundo a polícia, às 22h25 de domingo, noite de Natal. Segundo testemunhas, o ambulante, que vendia salgados e refrigerantes do lado de fora da estação, foi defender duas travestis das agressões dos dois suspeitos, que então passaram a espancá-lo. 

O vendedor tentou correr até a bilheteria da estação na Estação Pedro II do metrô, mas foi atingido por vários golpes e caiu no local. Ele foi socorrido e levado a um hospital por agentes de segurança do Metrô, mas não resistiu aos ferimentos.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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