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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Justiça peruana reconhece união gay realizada no México.


Decisão pode fazer com que outros matrimônios gays sejam reconhecidos


Os direitos gays venceram uma pequena batalha no Peru. A Justiça do país reconheceu um casamento homossexual realizado no México. Agora, essa decisão pode fazer com que outras uniões semelhantes celebradas em países estrangeiros consigam ser reconhecidas por lá.

O Registro Nacional de Identificação e Estado Civil (Reniec), no entanto, avisou que vai recorrer da decisão, que foi tomada em dezembro, mas divulgada somente esta semana.

O gerente do Reniec, Benito Portocarrero, argumentou que o código civil peruano define que o casamento é a “união voluntariamente arranjada entre um homem e uma mulher legalmente aptos”.

Segundo a Agência Reuters, o casamento foi entre o economista peruano Óscar Ugarteche com o mexicano Fidel Aroche.

Premier italiano deixa hospital e assina lei de união civil que beneficia homossexuais.




Após passar por uma cirurgia, o primeiro-ministro da Itália, Paolo Gentiloni, recebeu alta médica neste sábado (14) e presidiu uma reunião do Conselho de Ministros, em Roma, que oficializou o decreto da nova lei de união civil no país.

Gentiloni ficou hospitalizado no centro policlínico Agostino Gemelli desde a noite de quarta-feira (11), quando sentiu um mal-estar voltando de uma viagem à França. Ele precisou passar por uma angioplastia, procedimento cirúrgico para desobstruir as artérias.

O premier deixou o hospital por volta das 9h locais (6h de Brasília), acompanhado pelo diretor do centro médico, Giovanni Raimondi. Antes de sair, ele cumprimentou a equipe que o atendeu e agradeceu os funcionários. Logo após receber alta, o premier se dirigiu ao Palácio Chigi e conduziu uma reunião de ministros que teve na pauta a assinatura do decreto da união civil, de reforma escolar e nomeações políticas.

“Com os decretos legislativos de hoje, encerramos o tema da união civil. Era uma promessa, agora é uma lei”, comemorou a vice-secretária do Conselho de Ministros, Maria Elena Boschi, que no governo do ex-premier Matteo Renzi era a responsável pelos projetos de reforma e de mudanças na Constituição da Itália.

O projeto de lei de união civil foi proposto por Renzi e aprovado pelo Parlamento no ano passado, após uma longa batalha com a Igreja Católica e a bancada conservadora. A lei se tornou a primeira na Itália a versar sobre a adoção de enteados por casais gay, a equiparação de direitos civis e a autorização da união de pessoas do mesmo sexo. O país era o único membro da União Europeia a não possuir uma legislação específica sobre o tema.

Agora, Gentiloni começará a retomar sua agenda de compromissos internacionais. Possivelmente, ele confirmará sua presença no encontro da próxima quarta-feira (18), em Berlim, com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com representantes da indústria dos dois países.

Aumenta nº de pessoas que se identificam como LGBT.


Estima-se que existam 10 milhões de LGBT nos EUA

A porcentagem de adultos norte-americanos que se identificam como lésbica, gay, bissexual ou transgênero aumentou. Em 2012 era 3,5% e em 2016 subiu para 4,1%.

Segundo recente pesquisa realizada pelo instituto Gallup, são estimados 10 milhões de norte-americanos como sendo LGBT ou 1,75 milhão a mais que no estudo realizado há quatro anos. Antes eram estimados em 8,3 milhões

O número de homens subiu de 3,4% para 3,7%. Já o de mulheres aumentou de 3,5% para 4,4%. Dos grupos étnicos, os hispânicos aparecem na frente – 5,4% se declaram LGBT. São seguidos pelos asiáticos (4,9%), negros (4,6%) e brancos (3,6%).

Mulher do atirador da boate Pulse, de Orlando, é presa.


Noor Salman teria sido detida em São Francisco, para onde se mudou após o massacre

A mulher Omar Mateen, que matou 49 pessoas na boate LGBT Pulse, de Orlando, Estados Unidos, em 12 de junho passado, foi detida por conexão com o massacre.

“Certamente eu posso confirmar que uma prisão ocorreu, sim, nesse caso”, afirmou a secretária de Justiça dos EUA, Loretta Lynch, à MSNBC.

Segundo a CBS, Noor Salman foi presa em São Francisco, para onde se mudou depois do ataque. Ela enfrenta acusações de obstrução de justiça e de ajuda e cumplicidade com uma tentativa de fornecer apoio material a uma organização terrorista, disse o chefe de polícia de Orlando, John Mina, em um comunicado.

Após ser assaltado, gay pede ajuda a homem e é agredido por ele, em SP.




Esta semana começou com mais um ataque homofóbico acontecendo no Brasil. Dessa vez, foi na manhã deste domingo (15),  após Rodrigo Ambrogi, de 19 anos, ser assaltado no centro de São Paulo.

O jovem correu atrás de um dos ladrões, conseguiu imobilizá-lo e pediu ajuda a um homem que saía da garagem de um prédio na Bela Vista. Segundo conta, o rapaz, que aparenta ter 30 anos, desceu do carro e o espancou até ele desmaiar. “Não quero gay brigando na frente da minha casa”, teria dito o agressor à vítima.

Gerente de uma boate LGBT na Rua Peixoto Gomide, Ambrogi costuma ir comer um cachorro-quente por volta das 5h, pouco antes de fechar o estabelecimento. Fez o mesmo na manhã deste domingo, mas acabou abordado por um grupo que, segundo conta, roubou seu celular. “Quatro caras me assaltaram, esvaziaram meu bolso”, diz.

Cercado, Ambrogi chegou a ser agredido pelos assaltantes. Após perceber que a vítima apresentava feridas no rosto, um grupo de jovens que saía da boate cercou os suspeitos e ligou para a Polícia Militar. “Tentamos esperar lá, mas um dos rapazes saiu correndo e Rodrigo foi atrás dele”, relata uma testemunha, o estudante Kaique Santos, de 19 anos, que também saiu em disparada.

Ambrogi conseguiu deter o suspeito na esquina da Rua Herculano de Freitas com a São Miguel, próximo ao Shopping Frei Caneca. Eram 5h20. Nesse momento, um carro branco saía de um prédio da região, ocupado por um homem, uma mulher e um rapaz. O gerente afirma que tentou pedir ajuda. “O cara simplesmente colocou o carro mais para frente, saiu e começou a socar o meu rosto. Eu desmaiei e não lembro de mais de nada”, conta.

“Vocês estão fazendo muito barulho a essa hora”, teria dito o homem assim que desceu do veículo, segundo conta a testemunha Santos. “Ele deu uns tapas no assaltante e depois saiu batendo no rosto do Rodrigo”, relata. “Ele me ameaçou, mas como eu recuei, não fez nada comigo”. Em meio a confusão, o suspeito do roubo fugiu.

“O homem só parou quando o Rodrigo apagou. Pelo que disseram, a moça que estava no carro dizendo que ‘já estava bom’ e pedindo para ele parar”, diz a prima da vítima, Dayane Ambrogi Eguthi, de 28 anos. Desacordado, Ambrogi foi socorrido por um segurança da boate, que o levou ao Hospital Santa Casa, também no centro. A vítima sofreu fratura no nariz, ficou com hematomas pelo corpo e recebeu alta nesta tarde.


Familiares da vítima foram até o local e conseguiram levantar imagens de câmeras de segurança. Testemunhas reconheceram o agressor como sendo um homem forte e de barba, que usava uma camiseta e um boné. O caso foi apresentado no 2º Distrito Policial (Bom Retiro).

Militância

Ativistas LGBT marcaram uma manifestação para a tarde desta segunda-feira (16), na Estação Pedro II, onde o ambulante Luis Carlos Ruas, de 54 anos, foi assassinado após defender duas travestis. Marcado para as 13h, o ato também será em memória de Itaberlly Lozano, jovem gay de 17 anos, morto pela mãe em Cravinhos, no interior de São Paulo. Ele teve o corpo carbonizado pelo padrasto.

Em novembro do ano passado, o jornal O Estado de S. Paulo revelou que uma média de 98 crimes de homofobia são registrados a cada mês em São Paulo. Os dados foram reunidos pela SSP (Secretaria da Segurança Pública) a partir de novembro de 2015, quando passou a ser obrigatório notificar se a ocorrência envolvia algum tipo de intolerância.

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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. O rapaz foi valente pra caramba e conseguiu deter o bandido, apesar do risco que isso representa. No entanto, teve que enfrentar outro grande problema motivado por homofobia. O bandido detido por ele poderia posteriormente assaltar também o homofóbico. Mas, ao invés de sentir-se grato e ajudar, bateu até o moço corajoso desmaiar. Putz! Tomara que o agressor fique sabendo que aquilo não era uma "briga entre gays", mas um ato heróico que ele atrapalhou. Imbecil. Por isso que os gays têm que ser duplamente machos. Haja coragem pra enfrentar tanta merda.

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