Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Pais contratam capangas para estuprar e torturar filho gay.




Há poucos dias, a gente ficou completamente estarrecido com o caso de homofobia que aconteceu em Cravinhos, no interior de São Paulo, quando uma mãe matou o próprio filho gay a facadas. Segundo investigação policial, ela não aceitava a orientação sexual do garoto de 16 anos.

Agora, é o caso de um jovem de 20 anos, morador de Calcutá, na Índia, que foi submetido a sessões de tortura e estupro coletivo após assumir sua homossexualidade para os seus pais, que está ganhando as manchetes do mundo.

Segundo a imprensa internacional, Sanjoy (nome fictício) foi levado a um médico para ser “tratado” quando sua família soube de sua orientação sexual. Assim que o médico disse que o rapaz era absolutamente normal, os pais decidiram contratar alguns capangas para um “tratamento de estupro corretivo”, que incluiu espancamento e tortura mental.

Sanjoy sobreviveu aos ataques e conseguiu finalmente se livrar dos pais. Ele contratou um advogado e conseguiu uma medida restritiva contra os dois.

“A violência contra a comunidade LGBT é extremamente comum na Índia”, disse Koninika Roy, presidente do The Humsafar Trust, ONG que trabalha pelos direitos LGBTs no país. “A seção 377 do Código Penal indiano e o fato de que o comportamento do mesmo sexo é criminalizado no país significa que os LGBTs não podem viver livremente”.

Atualmente, o Sanjoy enfrenta uma batalha na Justiça contra as pessoas que lhe deram e quase tiraram sua vida. Ele mora com o namorado e família do companheiro, que sempre aceitou o relacionamento.

Cotado para assumir vaga de Teori no STF comparou LGBTs a animais.


O presidente Michel Temer com o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Filho.

Presidente do TST, Ives Gandra Filho, também criticou a suprema corte por ter reconhecido união entre pessoas do mesmo sexo em 2011.

ves Gandra Filho, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e um dos mais cotados, segundo a imprensa, para substituir Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF), comparou a união entre pessoas do mesmo sexo de humanos com animais em um texto. O jurista ainda atacou o STF, que reconheceu em 2011 a união homoafetiva.

O artigo faz parte de um livro com edição de 2012, que é organizado por seu pai, Ives Gandra da Silva Martins, o ministro do STF Gilmar Mendes e Carlos Valder do Nascimento.

"O princípio da autoridade na família está ordenado de tal forma que os filhos obedeçam aos pais e a mulher ao marido", escreveu Gandra Filho no artigo "Direitos Fundamentais", no livro "Tratado de Direito Constitucional", de edição de 2012. Os trechos mais polêmicos do presidente do TST estão no tópico "Direito da Família".

Gandra Filho ataca a união entre pessoas do mesmo sexo, alegando "simples impossibilidade natural" de "complementaridade dos contrários" observada em casais heterossexuais.

"Por simples impossibilidade natural, ante a ausência de bipolaridade sexual (feminino e masculino), não há que se falar, pois, em matrimônio entre dois homens ou duas mulheres, como não se pode falar em casamento de uma mulher com seu cachorro ou de um homem com seu cavalo (pode ser qualquer tipo de sociedade ou união, menos matrimonial)", argumentou Ives Gandra Filho.

Na edição de 2012 da obra, essa crítica leva Gandra Filho a alfinetar o STF, Corte para a qual é cotado agora. Em 2011, o Supremo reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo. O relator do caso foi o ex-ministro Carlos Ayres Britto. Ives Gandra Filho afirma que a decisão do tribunal parece "carecer de legitimidade".

"Parece-nos carecer de legitimidade a recente decisão proferida pelo STF na ADIN 4277 e na ADPF 132, de relatoria do Min. Ayres Britto (julgamento em 05/05/2011), por meio das quais aquela Corte reconheceu a união entre pessoas do mesmo sexo como sendo entidade familiar, colocando a união homossexual num plano jurídico análogo ao do casamento entre homem e mulher", declarou, completando que a união homossexual é "por lei natural, desigual".

Madureira: Escola de samba carioca terá  rainha de bateria drag queen.


Gaby investiu R$ 50 mil na fantasia que levará para a avenida


Gaby Rodin foi coroada a primeira rainha de bateria drag queen do carnaval carioca. Ela desfilará pela escola de samba Acadêmicos de Madureira.

“Minha referência no carnaval é a Luíza Brunet. Ela tem elegância, bom gosto erequinte nas fantasias. Um luxo”, disse Gaby ao colunista Leo Dias, do jornal “O Dia”.

Gaby é um personagem do ator Rodrigo Rodin, profissional do ramo de beleza, que a transformou em sucesso no programa “Tudo pela Audiência”, do Multishow, comandado por Tatá Werneck e Fábio Porchat.

Para desfilar o enredo “Se é feriado aqui, eu pulo pro lado de lá”, sobre a Região dos Lagos, a drag investiu cerca de R$ 50 mil na sua fantasia, que vem representando um anjo negro com centenas de penas de faisão. A escola desfila pela série E do carnaval carioca.

Prefeito vai tirar páginas de livros que falem de igualdade de gênero e diversidade .




Decisão veio após reunião entre prefeito e vereadores de Ariquemes, em Rondônia. Escolas só poderão entregar livros após páginas serem revisadas.

A prefeitura de Ariquemes, em Rondônia, cerca de 200 km de Porto Velho, decidiu nesta segunda-feira (23) que as páginas de livros didáticos que abordem temas como diversidade sexual e familiar e doenças sexualmente transmissíveis deverão ser retiradas do material que será entregue aos alunos da rede municipal de ensino. As obras fazem parte dos títulos recomendados pelo MEC (Ministério da Educação).

Após uma reunião com o prefeito Thiago Flores (PMDB) e outros 11 vereadores, ficou acordado que uma comissão trabalhará durante o mês de fevereiro identificando os conteúdos que ensinam igualdade de gênero e diversidade familiar.

Segundo a prefeitura, ainda será decidida como será feita a supressão das páginas na prática, mas a previsão é de que o material escolar seja entregue aos estudantes apenas em março, um mês após o início das aulas. A previsão é que elas comecem no dia 6 de fevereiro.

"Serão criadas comissões nas escolas que trabalharão em uma força tarefa durante todo o mês de fevereiro, sendo a entrega dos livros feitas aos alunos somente em março, sem o conteúdo, atendendo assim o desejo da maioria, tanto da população quanto do legislativo", informou a prefeitura em nota.

A decisão causou polêmica entre os habitantes de Ariquemes. "É interessante como as pessoas se acham graduadas para jugar aquilo sobre o que não conhecem. As pessoas são contra o que alguns indivíduos intitularam como 'ideologia de gênero'. Mas quantas vezes as pessoas tiveram acesso a esse material completo e avaliaram se ele é positivo ou não para a formação dos alunos? Qual o referencial utilizado para avaliar isso como negativo", escreveu um homem na página da prefeitura numa rede social.

Entenda o caso de homofobia
No início do ano, o prefeito da cidade, Thiago Flores, recebeu um ofício de vereadores que formam a bancada Evangélica propondo a suspensão e o recolhimento dos materiais que abordassem a ideologia de gênero.

O argumento utilizado foi que os livros estavam em desacordo com o PME (Plano Municipal de Educação), que foi aprovado sem a presença do tema, e por apresentarem "arranjos familiares de gays, lésbicas, com adoção de filhos [...] bigamia, poligamia, bissexualismo e doenças sexualmente transmissíveis" a crianças do ensino fundamental-- do 1º ao 5º ano.

Poucos dias depois, representantes do Sintero (Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia)- Regional Estanho, entregaram um outro ofício ao prefeito solicitando que a petição dos vereadores não fosse atendida.

De acordo com uma nota da prefeitura, o sindicato defendeu que a adoção de crianças por casais do mesmo sexo já está consumada no país. Além disso, consideram que a abordagem sobre doenças sexualmente transmissíveis e métodos contraceptivos são temas transversais contidos nos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Uma audiência pública estava prevista para ser realizada no dia 31 de janeiro, mas foi suspensa diante da decisão conjunta de ontem. 

RJ- Casal gay recebe recado homofóbico e racista em condomínio.




O casal Júnior Santos e Maycon Aguiar recebeu um recado homofóbico e racista na última sexta-feira, 20, na casa onde moram há um mês em um condomínio no Rio de Janeiro. Com duas páginas e repleta de erros de portugês, a carta cita valores religiosos deturpados e pede que os dois se mudem.

"Poupe-nós [sic] e nossos filhos de conviverem com gente da laia de vocês! Gente de cor e ainda por cima afeminada não está no nível dos moram [sic] aqui por favor se retirem!", diz um trecho do recado.

Leia a carta completa:



Rodrigo Oliveira, amigo do casal no Facebook, afirma que sua irmã mora no mesmo condomínio com a companheira e que elas já foram vítimas de difamação por uma vizinha. "A questão é: existem câmeras dentro do condomínio. Acredito que duas, especificamente. Estão sob o controle da vizinha processada em outrora e mais outras pessoas. São 10 casas", escreveu Rodrigo. Segundo ele, sua irmã move processo formal contra a vizinha na Justiça, mas Júnior e Maycon teriam sido informados na delegacia de que nada poderia ser feito no caso deles, já que não há assinatura ou nomes na carta.

Júnior agradeceu, também na rede social, o apoio e a solidariedade que ele e Maycon têm recebido, tanto de amigos quanto de desconhecidos e instituições que ofereceram suporte jurídico. O casal procura, agora, alguma forma de ter acesso às câmeras de segurança que podem ter registrado o momento em que a carta foi colocada em sua janela.

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...