Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Mulher trans é presa na Tunísia por usar roupas femininas.


Homo e transfobia são comuns do Norte da África

Uma mulher transexual foi está presa na Tunísia por usar roupas femininas. Relatos da mídia local afirmam que a moça tem 19 anos e é conhecida como Myriam.

A vítima foi presa em novembro passado enquanto estava em uma festa de Halloween. Segundo sua advogada, Mounir Baatour, Myriam disse ser uma pessoa trans durante um interrogatório à polícia. Depois disso, ela foi humilhada, torturada e ridicularizada.

Ela foi sentenciada a quatro meses de prisão. De acordo com a advogada, este não foi um caso único no país. Na Tunísia, todas as atividades homossexuais são ilegais e podem ser punidas com pena de prisão de até três anos. As pessoas trans podem legalmente mudar seu sexo atribuído ao nascimento para combinar com sua identidade.

Usar roupas que não estejam de acordo com o sexo atribuído ao nascimento não é, em teoria, ilegal. Mas as pessoas trans são frequentemente acusadas e processadas por violar o artigo 226 do Código Penal que proíbe os “ultraje contra a decência pública”.

Adolescentes são presos por ataque homofóbico.


Agressores homofóbicos foram presos

Dois adolescentes foram presos por um ataque homofóbico contra dois homossexuais em Brighton, no Reino Unido.

As vítimas, um homem de 22 anos e outro de 24, disseram que os acusados os seguiu no caminho à beira-mar gritando insultos homofóbicos.

Depois, os dois os atacaram. A vítima de 22 anos teve o nariz quebrado, maçãs do rosto fraturadas e lesões nos olhos.

“Este foi um ataque homofóbico violento e os dois homens foram escolhidos por causa de sua orientação sexual”, disse a detetive Sarah Townsend.

Protesto na Praia de Copacabana lembra a morte de 144 pessoas tran no pais.




No Dia da Visibilidade Trans, comemorado neste domingo (29), Cicarelli foi uma das pessoas trans lembradas em uma manifestação na Praia de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. Foram fincadas na areia 144 cruzes pretas, uma para cada transexual ou travesti mortas no ano passado por causa do preconceito em todo o país. O levantamento foi feito pela ONG (Organização Não Governamental) Rede Trans Brasil.

O número, de acordo com a presidente da ONG, Tathiane Araújo, faz do Brasil um dos campões de mortes de pessoas trans no mundo. Segundo ela, os assassinatos refletem a vulnerabilidade para onde essas pessoas são empurradas. A exclusão, explica, começa em casa, quando pais se recusam reconhecer a identidade de alguém que não se identifica com o sexo designado ao nascer.

“A família fecha a porta, a escola fecha a porta em uma época crucial da vida, que é a adolescência, aí a pessoa tem dificuldade de encontrar trabalho isso vira um problema social. Precisamos visibilizar que a exclusão é o nosso principal fator de risco”, afirmou Tathiane, que também apontou a falta de políticas públicas para inclusão desse grupo.

À margem, as pessoas trans convivem permanentemente com medo de morrer ou de ser vítima de “estupros corretivos”, muitos em banheiros, explica Adriana Rodriguez Souza, coordenadora da Rede Trans, no Rio. “O machismo não aceita o 'não' de um homem trans, de uma lésbica, que acabam estuprados e mortos”. Outra luta das pessoas trans, segundo Adriana, é pelo uso do banheiro compatível com o gênero e o nome social.

Prefeito veta livros do MEC que citam união entre pessoas do mesmo sexo.




A gestão política da cidade de Ariquemes, em Rondônia, liderada pelo prefeito Thiago Flores (PMDB) anunciou a retirada de todo o conteúdo que aborda sexualidade e gênero nos livros didáticos que serão distribuídos nas escolas de ensino fundamental. A decisão foi tomada com o apoio de oito, dos treze vereadores, em uma reunião no início de janeiro. Agora, a prefeitura rebate as acusações de ilegalidade do processo feitas pelo MEC, Ministério Público de Rondônia e pela comissão Especial da Diversidade Sexual e Gênero do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Os problemas com o material didático oferecido pelo MEC não são recentes. Em julho do ano passado, ainda na gestão antiga, a prefeitura retirou o material didático das escolas de ensino fundamental por conta dos conteúdos sobre diversidade humana. Desta vez, o prefeito afirma que pretende retirar apenas os conteúdos dos livros. Os livros contam com poucas fotos de casais homossexuais e filhos adotivos. Em um livro de história, tem-se a foto do primeiro casal homoafetivo a conseguir adotar uma criança no país, em 2006. Em outro, há fotos de diversas famílias, incentivando as crianças a completar com o número de pessoas que fazem parte da família, entre elas, há um casal formado por dois pais e uma criança.

Para o MEC, a decisão é ilegal, uma vez que fere a integridade do material produzido e distribuído através das normas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação. O Ministério Público de Rondônia também tomou o mesmo posicionamento e convidou Thiago Flores para uma reunião na promotoria, onde convidou o gestor a assinar um Termo de Ajuste de Conduta, comprometendo-se a não ferir os Direitos Humanos em suas decisões. Flores não aceitou: "Na qualidade de representante legítimo, eleito pelo povo, pela voz da maioria, nossa resposta será no âmbito da administração pública, por isso não assinei o TAC".

A promotora Joice Gushy Mota do MP-RO explicou que em caso de efetivação da retirada das páginas ou do conteúdo, o ato irá se constituir “um verdadeiro ato de improbidade administrativa e prejuízo ao erário público”. Ela afirma que a ação também poderá ser considerada abuso de poder.

A gestão da prefeitura de Ariquemes ainda estuda como fará a retirada, mas promete não prejudicar o período letivo dos alunos e nem a integridade do material didático. Por hora, nada foi feito e, dessa forma, nenhuma ação contrária foi tomada.

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...