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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Membro da família Kennedy é preso por defender amigo gay.


Neto de Robert Kennedy foi preso após confusão em boate


Conor Kennedy, que pertence ao clã da família Kennedy, foi preso na quinta-feira, 29, na cidade de Aspen, por tentar defender um amigo gay.

O incidente começou à 1h40 da manhã, segundo o site Aspen Times, quando a polícia foi chamada à boate Bootsy Bellows. Kennedy foi visto dando quatro ou cinco socos na cabeça de um homem.

O jovem de 22 anos, após ser preso, pediu desculpas à vítima e explicou: “Ele chamou meu amigo de ‘bicha’”.

Conor é filho de Robert Kennedy Jr., neto de Robert Kennedy e sobrinho-neto do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.

Garoto é expulso de grupo de escoteiros por ser transgênero.



Joe Maldonado, um garoto americano de 8 anos, tinha o sonho de se juntar aos colegas no grupo de escoteiros Pack 87 de Nova Jersey. Ele, assim como seus amigos, conseguiu entrar no clube, mas acabou sendo expulso após descobrirem que ele é transgênero. 

O caso foi relatado pela mãe de Joe, Kristie Maldonado, ao jornal The Guardian e mobilizou ajuda dos grupos de defesa dos direitos LGBTs. 

Segundo Kristie, Joe queria fazer parte do grupo porque todos seus amigos já tinham entrado. Um mês após ser admitido, no entanto, Joe foi expulso porque ele era transgênero. Para Justin Wilson, direitor executivo do Scouts for Equality ("Escoteiros pela igualdade", em tradução livre), o caso chama atenção pelo clube ter sido o primeiro a rejeitar publicamente um escoteiro por sua identidade de gênero. 

"Só porque ele não nasceu um menino, ele não pode voltar a fazer parte do grupo", desabafou Kristie ao The Guardian. Ela foi a primeira a ficar sabendo que seu filho seria expulso. Ela recebeu uma ligação de um dos oficiais do Boy Scouts perguntando se Joe tinha nascido menina. "No primeiro momento, não respondi ele. Eu apenas disse que eles não tinham pedido uma certidão de nascimento."

O oficial ainda disse que alguns pais se incomodaram com a participação de Joe no clube e que seria melhor pedir para ele ser excluído. A ligação foi uma surpresa para Kristie pois Joe nunca teve problemas na escola e com seus colegas.

"Se eles tivessem falado desde o começo, porque eu sei que isso é um assunto delicado e é uma organização privada, eu teria aceitado. Mas você não pode aceitar uma criança e um mês depois expulsa-la."

Já o Girl Scouts (grupo para meninas), que é afiliado ao Boy Scouts, aceita membros transgêneros há anos. 

Procurado pelo The Guardian, o Boy Scouts não responderam porque eles continuam não aceitando meninos que apenas nasceram meninas. 

Casal gay é expulso de festa em Campo Grande após tirar a camisa e trocar selinhos.




Deu na coluna Lado B (Sim, isso mesmo) do site Campo Grande News: “‘Por estar aparecendo demais’, casal gay é retirado de festa por seguranças”. O gerente comercial David Andrade, de 29 anos, e namorado Júlio Valcanaia, advogado, 43 anos, foram expulsos por seguranças da festa de Réveillon do Eco Hotel do Lago, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, depois de tirarem a camisa e se beijarem na festa. Júlio foi eleito Mister Gay Campo Grande em 2015 e já saiu nos jornais por se assumir para os dois filhos de seu primeiro casamento.

Segundo os rapazes, que são militantes gays, o local estava muito quente e que quando tiraram a camisa outras pessoas também o fizeram, inclusive ficaram por um bom tempo assim até que o dono da festa se incomodou. Para eles, o estopim foi quando trocaram selinhos. Segundo o casal, outras pessoas ainda estavam sem camisa quando eles foram retirados. Antes, 10 seguranças os rodearam e conversaram pacificamente depois que um deles mostrou que era advogado.

O casal acredita que foi discriminado e irá registrar boletim de ocorrência contra a organização do evento. Já o hotel nega que houve preconceito e que foi uma questão de falta de conduta, e demora de um dos rapazes para colocar as camisas, o que motivou a retirada dos clientes que pagaram cerca de R$160 por convite da festa.

CCBB demite funcionária que se envolveu em caso de lesbofobia dentro da instituição.




O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio demitiu a funcionária que se envolveu em um episódio de lesbofobia, que aconteceu nas dependências da instituição na última sexta-feira (30). Em uma publicação na página do CCBB no Facebook, o centro cultural informou ainda que fez o registro da ocorrência na delegacia.

Em um relato sobre o episódio, que viralizou na internet, uma mulher conta que a funcionária estava acompanhando um homem suspeito de escrever "fora lésbica!" em um quadro interativo de uma exposição. A ofensa teria sido feita contra duas mulheres que frequentavam o local. Na ocasião, a funcionária teria ficado rindo da situação.

A casa espera que o caso seja esclarecido e que o autor seja responsabilizado pelo crime. A publicação diz ainda que o CCBB “reforça o repúdio a qualquer tipo de preconceito”. (Veja a íntegra da nota no fim da matéria)


Namorado de funcionária do CCBB RJ escreveu 'Fora lésbica' em quadro.


Na mesma rede social, uma mulher relatou na página do Centro Cultural do Banco do Brasil que foi vítima de lesbofobia. Segundo ela, um homem escreveu "fora lésbica!" em um dos espaços interativos da exposição do artista Piet Mondrian, assim que ela e a namorada deixaram a sala. Até esta segunda-feira, mais de seis mil pessoas haviam compartilhado a publicação.

"O espaço da criança criado por conta da exposição Mondrian estava vazio, sentamos lá para assistir ao vídeo. No local tinha um quadro imantado para brincadeiras. Pouco tempo depois, uma funcionária do local e um homem chegaram. Ele escreveu 'meu pau' enquanto ela ria (ok, não foi ela que escreveu mas a atitude foi bem inadequada pra alguém que está trabalhando). Quando eles saíram removemos a frase e continuamos lá. Ficamos sem acreditar que funcionários fariam isso (nessa hora estávamos achando que ele também trabalhava lá). O cara que escreveu voltou outras vezes pra nos olhar. Resolvemos sair da sala. Fui ao banheiro e já ia embora. Passamos em frente à sala das crianças e ele estava saindo de lá. Agora o recado era 'FORA LÉSBICA!'", escreveu a autora do relato, que fotografou o quadro (veja na imagem acima).

Íntegra da nota
“Informamos que o #CCBBRJ fez registro de ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia Centro Rio, relatando discriminação sofrida por duas frequentadoras na sexta-feira, 30, para apuração e responsabilização do autor.

O CCBB pede desculpas à Éri Éri por esse fato lamentável ter ocorrido em nossos espaços e reforça o repúdio a qualquer tipo de preconceito.

Luiz Carlos Ruas: estação do metrô de SP é 'rebatizada' com nome de ambulante morto.




Quando você passar pela estação Dom Pedro II, nunca se esqueça: o verdadeiro nome deste metrô é Luiz Carlos Ruas, ambulante morto nesta semana tentando defender duas travestis. Em um ato nesta sexta-feira (30), em memória a Luiz, familiares, amigos e representantes da comunidade LGBTT estenderam uma faixa com o nome do vendedor mudando o nome do local simbolicamente.

Os manifestantes cobram a condenação dos primos Alípio Rogério dos Santos, de 26 anos, e Ricardo do Nascimento de 21, ambos presos nesta semana pela morte de Luiz.

Com cartazes em punho e palavras de ordem, o grupo lamentou a crueldade com que o ambulante morreu. Alípio e Ricardo espancaram até a morte. As câmeras de vigilância da estação do metrô mostram Luiz, já deitado no chão, alvo de chutes em sequência.

O ato desta sexta foi o segundo desde a sua morte e começou no lado de fora da estação. No saguão, os seguranças - que no dia do assassinato não estavam presentes - isolaram o local com grades. Houve um princípio de confusão quando o grupo tentou entrar na estação.

Mensagens e flores em memória ao ambulante morto foram reunidas diante da passarela em frente à estação Pedro II. Outra faixa como a que foi colocada na fachada da estação foi grudado sobrei o memorial improvisado.

A manifestação contou com a presença do padre Júlio Lancelotti, da Pastoral Povo da Rua, que participou das homenagens ao ambulante, além do vereador eleito Eduardo Suplicy (PT), ex-secretário de Direitos Humanos da gestão Fernando Haddad (PT).

Prisão.

Os primos Santos e Nascimento, foram transferidos na quinta-feira (29) da carceragem do 77º DP (Santa Cecília) para a penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo. A Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias da dupla; o prazo pode ser prorrogado e a Polícia Civil já informou que pedirá a prisão preventiva dos jovens.

Os investigadores disseram que 14 testemunhas confirmaram o envolvimento dos primos no ataque a Ruas.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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