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SEXO

DICAS: Cunete sem segredos.



O cunete não é praticado por tímidos, pois é, homens inibidos não se permitem fazer ou receber um cunete. Quem não quer passar por essa excitante experiência talvez esteja acostumado e satisfeito com as outras práticas sexuais gays mais comuns, tal como as mais feitas: a masturbação, o sexo oral e o sexo anal.



Talvez não seja uma questão de recato ou moralidade mas de gosto, e gosto não se discute. Ou não faz cunete porque não encontrou o cara certo, já que o cunete não é o tipo de coisa que se pede. O cara tem que ser daquele tipo que vai pro cunete direto e reto, sem pedir, nem mesmo sugerir. É questão de partir pro ato, com naturalidade. Ficar numa posição com bunda bem exposta indique bem a intenção. Não é dito que a imagem vale por mil palavras? 




Pode até o ativo, ou o passivo, pedir pra fazer cunete mas o bom é quando o cunete vem porque rolou vontade e basta ficar na posição pra poder acontecer. Entre dois homens sacanas o cunete é sinal de que o sexo chegou a um nível superior de tesão. É um tipo de sexo que só se faz com alguém que tem química suficiente e isso permitir que os dois caras se entreguem. 





Comparo o cunete com o fio terra. Já imaginou o cara na transa fala "Faz fio terra!"? Pra mim isso é o tipo de pergunta desfocada, puxa, se a sacanagem é das boas porque alguém tem que pedir algo? Tá na chuva é pra se molhar. Portanto, o cara tem que começar a fazer o fio terra e pronto, se o outro não gostar, simplesmente parte-se pra outro ato. Se alguém estiver incomodado, faz outra coisa. 




Eu terminei o Curso de Administração e me lembro que quando eu frequentava a academia de musculação. A vida sedentária que levava me pedia um pouco mais de cuidados. Depois de malhar, no mínimo por duas horas (só de spinning eu ficava quase uma hora), eu tomava um banho, pra ir pra aula ou se não tivesse mais aula, tomava o banho antes de vir pra casa. E você sabe como é, banheiro masculino a gente acaba vendo homem pelado.




Havia quatro chuveiros e o banco pra deixar as roupas ficava bem em frente, só que não era grande de modo que as roupas e tênis ficavam meio amontoados. Eu ao me aproximar da área dos chuveiros cumprimentava quem estivesse já tomando banho e dizia que ia deixar minhas coisas perto das dele, era costume os usuários fazerem isso. Numa dessas vezes eu estava tomando banho quando um cara gato chegou, disse e aí beleza par amim, ficou peladão e entrou no chuveiro ao lado do meu.




Eu comecei a ficar meia-bomba e meu cú ficou latejando, o melhor então é eu ficar de bunda pro lado dos bancos para ninguém reparar. Depois de um tempo ele parou o banho e foi pro banco e me viu, então ele disse você gosta de banho eihn? e eu virei só o rosto e disse sim. Nessa virada eu não consegui deixar de olhar o pau dele, ele percebeu e deixou o short que estava na mão dele no banco e veio até a mim. 




Quanto tempo você está malhando, perguntou ele e eu estava a menos de meio metro dele e disse que faz um ano. Ele disse eu queria ficar com uma bunda assim. De que jeito, eu falei. Ele disse, gostosa. E eu disse você não precisa ter, eu dou a minha pra você. Fechei a torneira e me virei e fiquei na frente dele pra ir pro banco mas ele chegou junto e me disse tô a fim de comer essa bunda.


 


Só agora é que eu saquei que a gente se conhecia, de vista, a gente devia ter se visto no diretório acadêmico, onde a gente usava os computadores pra pesquisa. Nos vestimos e fomos pro estacionamento, ele dirigiu até o motel Le Baron e ele comeu a minha bunda sim, só que antes teve uma preliminar caprichada com direito a cunete. Eu não sei dizer não prum bom ativo, deixo ele tomar as iniciativas e ir me guiando na foda, e assim aconteceu.




Ficamos pelados na cama e o bicho começou a pegar, abraços e beijos. Depois eu chupei a rola gostosíssima dele, mais pra grossa que comprida, cheirei os fartos pentelhos, lambi o saco, enfio um testículo na boca, ele gostou de tudo. Depois ele chupou minha pica e num momento fez fio terra enquanto me chupava. Depois na posição frango assado ele fez cunete em mim. Vou descrever o que senti.




A língua dele roçava delicadamente o meu botão, e como eu depilo com gilete e deixo meu cú totalmente sem pelo, a língua dele tinha um excelente contato. Eu sentia a saliva me lambuzando, cada passada da língua eu percebia perfeitamente. Ele fazia com carinho, se não era carinho então eu diria que era cuidado ou era atenção. Algo bem feito, demorado. Eu batia umazinha enquanto ele lambia, roçava, pressionava sua língua no meu botão rosado.



Já dei o cú muitas vezes mas meu cú não está uma bagaça, só não é mais apertadinho. Por não ser apertadinho ele conseguia enfiar a ponta da língua na portinha, hum, o prazer é demais. Imagina que você já está querendo gozar, que não aguenta mais segurar, o cunete faz isso com a gente. Eu babei um pouco no pau e resolvi parar a minha bronha e ficar só sentindo o serviço nota 10 dele.



Ele interrompeu pra que eu ficasse de quatro e recomeçou o cunete, cara, se ele trabalhasse num martelinho de ouro ninguém diria que o carro um dia tinha batido. Ele era perfeccionista e agora eu dava nota 100 pra ele. Meu cú ficou mais frouxo e a língua dele já entrava mais profundamente, eu mordia o travesseiro de prazer. Ele revezava o cunete enfiando o dedo no meu rabo e movia o dedo pra frente e pra trás e também dobrava o dedo, acariciando minha próstata.



O prazer externo dado pelo cunete junto com o prazer interno que eu sentia dado pelo fio terra me levavam à loucura. E ainda ele falava está gostando? e eu dizia adoooo-ro e depois voltava pro cunete e pro fio terra. Um cunete onde eu fico todo passivo e o ativo é que resolve o que quer fazer é o tipo de sexo que me satisfaz. Não gosto de cara indeciso, estou na cama confiante de que quem gosta de cú é rola.



Estou na cama pra ser fodido, precisa explicar mais? Força na língua véio e continua o cunete que está bom pra caralho. Como a gente já estava quase duas horas sarrando a gente resolveu não trepar hoje, resolvemos isso numa parada que fizermos pra tomar um banho. Na ducha fiz um boquete no capricho e ele gemeu muito, quase gosou. Me deitou de bunda pra cima e bateu uma punheta na minha bunda. Depois que gosou ele esfregou a porra no meu cú e ainda de pau duro, enfiou a vara e disse bate uma em você agora.



Dei menos de 10 punhetadas e gozei feito louco, minha vontade era de gritar e ele percebeu e me lascou um beijo na boca. Depois ele se ergueu um pouco pra tirar o pau de dentro de mim e se levantou, eu também, e fomos pra tomar a última ducha e nos vestir pra ir embora. No outro dia, de manhã, nos encontramos na faculdade e combinamos foder de novo. Com menu completo, inclusive cunete. E ele me disse que iria experimentar comigo pela primeira vez. Demorô!!!



Está tudo bem dois caras numa transa batendo punheta ou anal, estas são as atividades mais usuais entre gays, mas há outras possibilidades de prazer. Por exemplo, os mamilos masculinos são muito sensíveis e geram muito prazer. Os testículos são outra área do corpo masculino muito prazerosa. Teve um cara que transei que gemia demais quando eu lambia e beijava as coxas dele na região próxima ao saco



Fio terra, considerado tabu, é uma boa pedida entre homens desencanados, liberais. E o cunete entra nesta lista, todas podem ser apenas preliminares ou podem ser o prato principal, à vontade do freguês. Um bom mix de safadezas na cama, consensuais, é que faz a vida ser (bem)vivida. Que adianta um gay ser gostoso, culto, rico e viajado se não pode ser comido, ou se ele não come?



Cú leva rola, e não é pra todo mundo mas cú também leva dedo, língua e até objetos, tipo um pinto de borracha. Entre quatro paredes, dizem, vale tudo. Clichê, sim, mas verdadeiro. Alguns gays podem dizer que eu sou safado, mas eu não acho ser safado ter experiências de cunete agradáveis e gratificantes com outro homem. Eu gostei, ele gostou, pra mim basta saber isso e so !


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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

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