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CONTOS DO LEITOR



Caminhando numa estrada deserta

Por Henrique Gostoso


 


Luis e eu estávamos caminhando numa estrada do interior, daquelas que tem vários trechos de mato na beira.

Luis era um amigo que satisfazia todas as minhas vontades em termos de sexo. Era mais velho e cheio de experiência, uma vez que diziam que ele dava conta de vários machos naquela redondeza. Mas não era afeminado e era um amigo muito legal e simpático.

Eu havia presenciado até aquele momento, somente um flagra que dei sem querer nele quando entrei sem bater no quarto do meu irmão, no momento que meu irmão estava deitado por cima do rapaz, fodendo sua boca.

E numa outra situação, que percebi meu amigo sendo conduzido pelo braço por um tio de outro amigo, em direção à um galpão. Com cuidado, fui atrás e quando cheguei perto, sem ser percebido, o tio do meu amigo já estava comendo Luis, em pé.

De boca em boca, essa fama foi se espalhando, até porque meu amigo nunca se preocupou em ter muito cuidado, trepava com vários, chupava outros, e quando era flagrado continuava, parecendo ficar mais excitado ainda.


 

Dessa forma, quando estávamos caminhando naquela estrada, indo em direção à casa de outro amigo, numa localidade vizinha, depois de uma curva, vimos um cara vindo em nossa direção. Em linha reta era mais longe e não o reconhecemos logo. Somente vimos que era um adulto. Eu deveria ter uns 16 anos e Luis, 18. Chegando mais perto, vimos que era um cara que morava na nossa localidade, porém mais perto do rio, retirado da vila: o Pedro. Ele tinha fama de brigador e mulherengo e deveria ter em torno de 30 anos. Tinha uma estatura mediana, porém físico bem desenvolvido porque trabalhava em serviços mais pesados. Era bem comunicativo, mas naquele dia estava com cara de poucos amigos.

Chegando perto ele começou logo a encher nosso saco:
- Aí Henrique, passeando com um viado no meio do mato? Vai comer ou já comeu o cu desse putão?
Respondi:
- Não fala bobagem, cara. O Luis é gente fina.
Olhando para o Luis, ele lascou:
- Tu prefere chupar meu pau ou dar o cú?
- Nem um, nem outro, respondeu Luis, o encarando.

- Mas é um boiola folgado, respondeu Pedro. Nisso Pedro veio em direção de Luis, o agarrou pelo braço com força, carregando ele em direção do mato. E eu, meio apavorado do lado, tentando dissuadir Pedro dessa ideia, enquanto que Luis tentava se livrar daquele mala.

De nada adiantou. O cara era muito forte, carregou Luis prensando ele contra o caule de uma árvore, dizendo para mim não encher o saco, senão ele seria obrigado a me comer também, me dando um empurrão.

Nisso ele baixou o calção de Luis, com uma mão baixou sua bermuda. Passou saliva no seu pau, que era menor que o meu (eu sempre imaginava ver um cacete descomunal naquele cara forte e troncudo), com sua ferramenta ele besuntava a bunda de Luis, que protestava, mas sem muita convicção.


 

- Vai esperneando viadinho que já vou te acalmar, assim ó...
E começou a meter olhando pra mim com cara de prazer:
- Olha bem como se faz, dizia pra mim o abobado.
- Toma meu pauzão viado fdp, e metia tudo novamente.
Não demorou muito para ver nitidamente que Luis estava mexendo e rebolando no pau daquele abobado, igual fazia comigo.
- Isso, mexe putão, isso disse que eu iria te acalmar com meu pauzão, e metia sem dó novamente.

Claro que eu estava de pau duro olhando aquela cena, apalpando e apertando meu ferro por cima do calção. Mais ainda agora vendo meu amigo relaxado e aproveitando o momento.

Pedro me observando enquanto comia meu amigo, disse:
- Fica á vontade Henrique, pode bater punheta sem ter vergonha, eu to vendo que tu tá em ponto de bala (dando risada).
Não esperei. Baixei meu calção e comecei a me masturbar olhando os dois.
Em seguida Pedro ficou surpreso:
- Olha só o Henrique. Olha guri, nunca imaginei que tu guardava tudo isso aí no teu calção. Por isso que o Luis não te larga...
Pedro continuou:- Olha bem agora, bate mais, goza comigo.

 

Pedro tirava, metia a cabecinha e tirava, e depois metia tudo, fazendo Luis gemer alto. Repetiu aqueles movimentos até que vi Luis gozando em jatos. Imediatamente meu leitinho começou a jorrar fartamente também. Pedro continuava com os mesmos movimentos, mas cada vez mais rápido, até que agarrou Luis com os dois braços, parecia que ele queria entrar todo naquele cuzinho, quando começou a urrar, socar ritmado e anunciar o gozo.

 

Tirou, se vestiu e disse:
- Para vcs sugiro não contar pra ninguém o que aconteceu aqui. De mim ninguém saberá nada jamais.

E realmente nesta parte Pedro era muito sério, nunca se ouvia ele falar de suas trepadas, apenas os outros alardeavam.
E ainda falou:

- Luis, se tu gostou, sabe onde eu moro. É só chegar que eu já sei o que tu quer.
- Henrique, não sei ainda se tu também gosta. Mas eu iria fazer gozar esse teu pauzão com gosto, metendo o meu no teu cú. Se tiver afim, é só chegar lá em casa.
E saiu.


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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Muito bom esses contos. Fiquei de pau duro aqui. E agora? Rsss. Vontade estar nessa estrada também. Adoro trepar no mato, represa, cachoeira, praia...

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