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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Filme contra a homofobia e bullying faz professora ser afastada nos EUA.



Love is All You Need” é um curta de 2012, produzido por Kim Rocco Shields. Em 2013, o filme viralizou nas redes sociais brasileiras por conta da mensagem contra a homofobia e o bullying embutida em sua história. Perfeito para o ambiente escolar, foi o que pensou a professora Kimberly Fernetti da North Lincoln High School, no estado da Carolina do Norte. Por conta de reclamações de pais de alunos, a diretoria da escola afastou a profissional durante o período de investigação.
 
O estado da Carolina do Norte tem sido um grande inimigo da comunidade LGBT nos Estados Unidos, aprovando leis que permitem a discriminação contra pessoas trans que buscam banheiros públicos compatíveis com suas identidades de gênero. 
 
Apesar do afastamento, diversos alunos e pais se mostraram favoráveis a iniciativa da professora em apresentar o vídeo em sala de aula. “Eu acredito que é uma mensagem muito importante para se passar na escola. Eu, pessoalmente, já sofri bullying. É importante mostrar que ‘hey, não é legal pegar no pé de alguém’”, opinou uma estudante ao canal WSOC-TV.
 
Assista o filme completo, de 20 minutos, legendado em português (se nencessário, ative a legenda em Configurações):


“Não me arrependo”, diz prefeito que tirou páginas com união gay de livros didáticos.



Não sei se você está acompanhando o caso do prefeito Thiago Flores (PMDB), que determinou a retirada de páginas de livros didáticos com casamento entre homossexuais das escolas municipais de Ariquemes (RO).

O caso foi denunciado pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) no Facebook, onde postou um texto de repúdio contra a escolha dos vereadores da cidade. No texto, o parlamentar pergunta se a sociedade está “voltando para época de inquisição” e relata que está estudando, junto com a assessoria, a melhor maneira de impedir  tal “arbitrariedade”.

Horas depois da postagem, já na noite de terça-feira (24), o prefeito Thiago Flores (PMDB) rebateu a crítica do deputado Jean.  “E ai pessoal!! Tô pensando aqui se respondo ao Jean Wyllys ou lavo a louça da minha pia… Ah! Decidi: vou lavar a louça”, postou o gestor.

Mais tarde, em entrevista ao G1, o prefeito afirmou que tomou a decisão de retirar páginas dos livros através de pedidos feitos pela população.

“Na minha gestão, a prefeitura adotou a medida de distribuir o material didático, após a supressão das páginas com ideologia de gênero e evitar mais prejuízo no aprendizado dos alunos. Não me arrependo dessa atitude. Fui pautado pela vontade dos ariquemenses. O assunto foi discutido amplamente pela população, que pediu a retirada do conteúdo sobre diversidade familiar, como casamento e adoção de crianças por homossexuais, dos livros escolares do ensino fundamental. Minha decisão foi participada com todos e não tomada dentro do meu gabinete”, disse à reportagem.

O comunicado da retirada das páginas com conteúdos envolvendo diversidade familiar, causou repercussão nacional e dividiu opinião, algumas pessoas apoiaram a medida tomada pelo prefeito ou julgaram alegando se tratar de homofobia.

O Ministério Público de Rondônia convocou o prefeito de Ariquemes para firmar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para o que o prefeito não retirasse páginas dos livros didáticos que contenham ideologia de gênero e diversidade familiar.

O prefeito Thiago Flores se encontrou com a promotoria na tarde de sexta-feira (27). O prefeito não quis assinar o documento do MP e afirmou que “Na qualidade de representante legítimo, eleito pelo povo, pela voz da maioria, nossa resposta será no âmbito da administração pública, por isso não assinei o TAC”

O MP-RO afirmou que mesmo sem assinar o TAC, o prefeito garantiu que a entrega do material didático será feita dentro da legalidade. Sobre a retirada dos livros das escolas no ano passado, os envolvidos nesse ato serão alvo de uma investigação do MP.

Santos tem beijaço gay contra hamburgueria que atacou casal.



Um beijaço gay em frente ao Blend Burger Bar, em Santos, foi a reação da comunidade LGBT local contra um dos donos do estabelecimento que chamou um casal gay de "viados afetados".

O casal, formado pelo empresário Kadu Rodrigues e pelo bancário Christiann Fonseca, reclamou nas redes sociais sobre a qualidade do lanche do restaurante. Irritado, um dos donos, Rafael Ranciaro, fez um "desabafo".

É um desabafo por acordar e ver um bando de viado p... no c..., metido a 'Master Chef', que quer aparecer (quem for viado ou defensor dessa raça pode me excluir, por favor). O problema não é ser viado. É ser afetado. Bicha afetada é osso. Será que Santos não consegue melhorar seu nível?
Depois da publicação de Ranciaro, o casal decidiu levar o caso à Justiça. Já a comunidade local respondeu com um beijaço "arco-íris.



No último dia 8, o Blend pediu desculpas no Facebook, fez um convite para o beijaço e ofereceu música e batata grátis.

´´Blend Burger Bar
última terça
Aos clientes, amigos e todos que acompanharam a repercussão em nossas redes:
Agradecemos por todas as mensagens em nossa página e garantimos que lemos todas as manifestações e opiniões sobre o ocorrido. Entendemos que para nós esse momento é principalmente de aprendizado. Pedimos desculpas em nome do Blend Burger Bar a todos que foram ofendidos pela publicação de um de nossos sócios em seu perfil pessoal.
Reiteramos que essa postura não faz e nunca fez parte da filosofia de n..´´

´´Vivian Araujo Batatinha não compra respeito de ninguém! O dono faz cagada e a assessoria de imprensa faz outra e se falar que não foi da assessoria esse texto e "solução mágica das batatinhas e música, uma dica: por favor procurem uma assessoria que seja inteligente.
5 · no domingo · editado´´

As vítimas que estão em lua de mel agradeceram o apoio.

´´Obrigado todos pelas manifestações de afeto e carinho. Não queria estar passando por isso em plena lua de mel, mas tudo irá se resolver. Fica apenas minha indignação as pessoas que diante de toda essa situação ainda acham que estamos errados, que deveria ficar quieto.

Kadu Rodrigues, no Facebook.´´

“A gente pediu para o nosso advogado tomar as providências e ele já está cuidando disso, dando entrada no processo. Foi bem constrangedor e tomou uma proporção enorme. Até durante o nosso casamento, várias pessoas vieram falar sobre isso, e não era o momento. Foi bem complicado. Se isso acontecesse há alguns anos, provavelmente nós seríamos os errados. Só que hoje, o que nós vemos é que não há mais espaço para pessoas como ele, que tem esse tipo de preconceito, homofobia. Ele é dono de um estabelecimento, recebe todo tipo de pessoa, deveria se preocupar em melhorar o atendimento, não em ofender os clientes. Foi triste, totalmente revoltante”, desabafou o empresário.

Polícia conclui investigações sobre caso de mãe que matou adolescente gay em SP.




O assassinato de Itaberli Lozano Rosa, de 17 anos, no dia 29 de dezembro chocou não só a sua cidade, Cravinhos, SP, como o Brasil todo. Os principais suspeitos do crime são a mãe do garoto, o padrasto e outros dois jovens. A Polícia Civil da cidade concluiu o inquérito no último final de semana e, apesar de responsabilizar a mãe pela morte da criança, sugeriu a hipótese de que isso só aconteceu porque ela se sentia ameaçada por Itaberli. O Ministério Público de Cravinhos não concorda com a hipótese e denunciou na última quarta-feira, 9, os quatro pelo crime por motivação de homofobia.

Segundo a denúncia do MP, a mãe do garoto, Tatiana Ferreira Lozano, o padrasto, Alex Canteli Pereira, e os jovens Victor Roberto da Silva e Miller da Silva Barissa, que teriam sido contratados pelo casal para ajudar no homicídio, estavam envolvidos no plano para o assassinato de Itaberli. 

A tese do promotor de Justiça Wanderley Baptista da Trindade é de que a mãe não aceitava a orientação sexual do garoto. As provas são um desabafo de Itaberli no Facebook, onde ele alegava ter sido espancado pela mãe quatro dias antes de ser morto. Há, também, depoimentos de testemunhas que afirmam ter presenciado a mãe do garoto segurando um machado e um pedaço de pau, dizendo ‘Não vem aqui não, senão vou te matar’.

O depoimento da então namorada de Victor foi crucial para a polícia. Ela afirma que a dupla contratada bateu em Itaberli até que ele desmaiasse e, só então, a mãe do garoto pegou uma faca na cozinha e o matou com três facadas no pescoço. O padrasto não teria participado da ação, pois estava no quarto com o filho de quatro anos. Ainda segundo ela, os dois teria enrolado o garoto num edredon, levado para um canavial e incinerado o corpo. 

Se a denúncia do Ministério Público for aceita, os quatros serão julgados com a formação de um juri popular por formação de quadrilha, assassinato em primeiro grau, com agravante de motivo torpe e sem direito de defesa a vítima, além da ocultação do cadáver.  

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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