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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Finlândia aprova casamento gay.


Medida deve entrar em vigor em duas semanas no país nórdico

O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado pelo Congresso da Finlândia, na sexta-feira, 17.

A conquista arco-íris veio após os deputados se recusarem tentativa da oposição de criar obstáculos para que a união homossexual não fosse aprovada e entrasse em vigor a partir de 1º de março.

Segundo a Agência France-Presse, o grupo conservador, liderado pelo partido dos Verdadeiros Finlandeses, não conseguiu inserir na ordem do dia uma iniciativa popular para abolir a lei, aprovada em 2014 por 101 votos a favor e 90 contra.

O Parlamento não reconheceu o texto, e confirmou a primeira votação com uma maioria de 120 votos contra 48. A lei entrará em vigor, conforme previsto, em menos de duas semanas.

Vogue francesa tem sua primeira capa com uma modelo trans.




A Vogue Francesa quer derrubar todas as estruturas com a edição de Março. A segunda maior edição do ano vai trazer a modelo trans brasileira Valentina Sampaio, que se tornará a primeira modelo trans a ser capa de uma edição da importante revista. A edição inteira será focada nos desafios de encarar as mudanças nos padrões de beleza e de como eles devem ser celebrados e incluídos. A manchete é: “Beleza transgênera: como eles estão mudando o mundo”.

A editora-chefe da revista, Emmanuelle Alt, conheceu Sampaio em uma de suas passeadas por fotos no Instagram. Foi amor à primeira vista. Ela falou, também,  em uma entrevista coletiva na Vogue americana que o mundo moderno precisa se concentrar em ser mais inclusivo com a diversidade da beleza. “Ao invés de estarmos em constante evolução, respeitando os Direitos Humanos, não estão indo numa boa direção. Essa capa é sobre a importância desses direitos, e que nós ainda precisamos progredir em inúmeras questões”, posicionou-se.

O editorial foi realizado por Mert Alas e Marcus Piggot, e mistura glamour com uma temática neon, de cores vibrantes. Para Alt, ele celebra a luta de Valentina em ser reconhecida como alguém que ela realmente é, além de ser um tributo ao gênero, em si. 

INGLATERRA- Homofóbico é condenado a 28 meses de prisão por ataque a casal lésbico.


Ataque ocorreu em vagão na estação Manchester Picadilly Station

Um homem foi condenado a 28 meses de prisão após atacar um casal de lésbicas no metrô de Manchester, na Inglaterra.

Jamie Shaw, de 28 anos, interpelou o casal, na noite de 30 de janeiro de 2016, perguntando: “O que há com vocês, lésbicas?”.

Assim que o casal respondeu amigavelmente, segundo a promotoria, o homem começou a urinar nelas. Na sequência, ele deu um soco no nariz de uma das mulheres e no olho da outra moça.

A agressão causou transtornos psicológicos para uma delas, que precisou tirar dias de folga do trabalho e revelou no tribunal que, abalada, às vezes chora escondida no banheiro.

No tribunal, elas contaram que agora têm medo de dar as mãos na rua e serem agredidas novamente. O advogado de defesa disse que Shaw não é homofóbico e que ele estava bêbado no momento do acidente.

Blocos evitam músicas e marchinhas de Carnaval homofóbicas e machistas em nome do respeito.




O Carnaval brasileiro é famoso por ser um tempo onde tudo é permitido, tudo é liberado. Como apresenta o antropólogo James Green em sua obra “Além do Carnaval”, esta é a única época do ano onde se é permitido ser, independente do que for. Entretanto, há uma recente e importante preocupação com o combate ao machismo e a homofobia nas marchinhas de Carnaval. Apesar dos discursos exaltados contrários à prática, em nome da tradição, alguns blocos de São Paulo e Rio de Janeiro já se pronunciaram contra as marchas.
 
Artistas como Djavan e Ney Matogrosso se pronunciaram contrários a prática, dizendo que é um exagero. Mas não é porque é uma brincadeira ou que é tradição que as coisas, neste caso as marchinhas, não precisam ser responsabilizadas pelo papel opressor que elas têm. “Estão querendo mostrar serviço no lugar errado. O racismo está ligado a falta de formação, desde sempre”, afirmou Djavan em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”.
 
Mas e a educação não vem das artes, também? A educação não é um patrimônio cultural, Djavan?
 
Algumas das marchinhas pontuadas como problemáticas são: Maria Sapatão, Cabeleira do Zezé, O Teu Cabelo Não Nega, Ai, Que Saudades da Amélia e Mulata Bossa Nova. Cabeleira do Zezé e Maria Sapatão são duas que falam diretamente com a comunidade LGBT. "Olha a cebeleira do Zezé, será que ele é? Será que ele é? ... Bicha!" e "Maria Sapatão, Sapatão, Sapatão, de dia é Maria, e de noite é João", dizem as músicas que inspiram o bullying no resto do ano.

Mensagens racistas e anti-gays de Lukas Marques circulam na web.



Mensagens antigas do youtuber Lukas Marques circularam nesta sexta-feira, 17. A razão do burburinho foi porque o mesmo youtuber que postou mensagens contra gays, negros e nordestinos um dia, recebeu dinheiro do governo para fazer propaganda da reforma do ensino médio.

Segundo a Folha de S.Paulo, o canal Você Sabia, que tem Lukas como um dos responsáveis, recebeu R$ 65 mil do Ministério da Educação para publicar um vídeo com elogios à reforma sancionada pelo Michel Temer, na quinta-feira, 16.

O site Sensacionalista resgatou mensagens publicadas por Lukas entre 2011 e 2014. No Twitter, o youtuber escreveu: “Nada contra gays, mas não me diga que isso é normal”, “Aparece cada viado escroto me seguindo no Instagram” e “Vey, como alguém vira viado? Na boa, deixar de comer xoxotinha quentinha gostosinha, pra dar o rabo? E chupar rola? Aff”.

Contra negros, ele escreveu: “Procurando quem me roubou numa multidão de pretos” e “malditos pretos macumbeiros”. Nordestinos também foram citados: “Nordeste, cu do mundo” e “Nordeste elegeu Dilma porque pensa com a barriga e não com a cabeça”.

Pelo Twitter, Lukas pediu desculpas pelas mensagens. “Não é como eu penso e me arrependo de ter postado. Nunca tive a intenção de ofender ninguém”. Imagina, se tivesse, não é?

Promoção de restaurante japonês exclui casais do mesmo sexo em Araraquara.



Post anunciava rodízio para casal, especificando ser para 'homem e mulher'. Dono negou preconceito e disse que caso se tratou de um mal entendido.

Uma postagem de restaurante de comida japonesa de Araraquara (SP) causou polêmica nas redes sociais, na sexta-feira (10). Ao anunciar uma promoção de rodízio para casal, é especificado ser para homem e mulher, o que excluía os casais formados por pessoas do mesmo sexo.

O dono do estabelecimento alegou um mal entendido e a promoção foi alterada. A Assessoria de Políticas LGBT de Araraquara informou que orientou o local sobre a discriminação.


Não' 

A polêmica surgiu após o post na página oficial do restaurante Keukenhof Sushi Bistrô no Facebook. Os internautas reagiram negativamente e começaram a questionar.

O estudante Matheus Minale, que frequenta o restaurante, perguntou se um casal não pode ser formado por dois homens e duas mulheres e a resposta da página foi 'não', o que revoltou os internautas LGBT e até heterossexuais.

Minale diz que a postagem foi homofóbica. “Não só amigos homossexuais como também heterossexuais ficaram ofendidos. Minha namorada, por exemplo, ficou muito abalada ontem com os comentários que se seguiram na publicação defendendo o restaurante”, afirmou o estudante, que é heterossexual.

O estudante de jornalismo Adolfo Queiroz, que é gay, considerou a postagem absurda. "Errar e persistir no erro deixando claro em uma rede social que um casal para ele é apenas um homem e uma mulher só mostra despreparo, homofobia e falta de educação. É lamentável ver uma situação dessa em pleno 2017. Não iria ao um local assim, onde clientes são vistos como 'macho e fêmea'. Prefiro ir a locais onde pessoas são tratadas e vistas como seres humanos", ressaltou.

Explicação e mudança na promoção
O dono do estabelecimento, o empresário Fernando Carvalho, disse que o ocorrido não passou de um mal entendido. Segundo ele, a oferta anunciada era para unir os valores cobrados de uma promoção individual para homens e mulheres, já que o valor para homens sempre foi maior.

"Mais da metade da clientela do restaurante é composta pelo público LGBT. Infelizmente a imagem do restaurante foi prejudicada diante da repercussão do post", disse.


Ele criou uma nova promoção e incluiu o termo “par”, mas o preço, que antes era R$ 109,90, agora passou a ser de R$ 119,90 para todos que levarem um acompanhante, independente do sexo. Uma nova postagem feita neste sábado informava que o restaurante não tem nenhum tipo de preconceito. Durante a tarde, a página foi retirada do ar.

'Beijaço' no restaurante.

Inconformados com o post, dois estudantes decidiram organizar um protesto em forma de "beijaço", em frente ao restaurante no dia 17 de fevereiro, às 20h. A página do evento no Facebook já conta com mais de 360 confirmações.

De acordo com os organizadores Fabricio Caiuan e Giovanna Gobatto, o intuito do evento é mostrar que qualquer forma de amor é válida. "Vamos mostrar pro dono desse restaurante que toda forma de amor é valida, e que existem outros casais sem ser apenas homem e mulher", disse Caiuan.



Denúncias e orientação.

A Assessoria de Políticas LGBT de Araraquara orientou o dono do restaurante sobre as penalidades pela prática de discriminação por orientação sexual, com base na Lei estadual 10.948/2001. De acordo com a lei, instituições e empresas podem ser responsabilizadas e receber multa, advertência ou perder a licença de funcionamento.

"Com diálogo, houve a compreensão por parte do proprietário e a retirada da postagem. Há diversas situações de violência por LGBTfobia e intolerância. No entanto, a Assessoria também compreende que outras situações ocorrem por falta de esclarecimentos. E por isso o diálogo aberto é tão importante", informou em nota.

A assessoria LGBT também conta com o Disque-Denúncia pelo telefone (16) 99751-3567. O atendimento é 24 horas e a identidade do denunciante é mantida sob sigilo. Também há um formulário online para denúncias.

Morre jovem que teve mangueira de ar enfiada no ânus por colegas de trabalho.


Internado desde o começo do mês na Santa Casa de Campo Grande, morreu na tarde desta terça-feira (14), o jovem de 17 anos que foi ferido depois de ter uma mangueira de ar introduzida no ânus, durante uma “brincadeira” em um lava jato da capital do estado de Mato Grosso do Sul.

O abuso havia sido denunciado pela família do garoto, que trabalhava no local. Um boletim de ocorrência foi registrado na sexta-feira (03), segundo informações da Polícia Civil.

A família da vítima disse para a polícia que recebeu uma ligação do dono do lava-jato falando que tinha acontecido “uns negócios” com os adolescentes e que ele precisava ser levado urgente ao hospital. Na unidade de saúde, os familiares foram informados que o adolescente brincava no trabalho com os suspeitos quando o funcionário o segurou e o dono do lava-jato inseriu a mangueira de compressão no ânus da vítima.

“Eu quero que eles paguem pelo que fizeram. Acabaram com a vida do meu filho. Quero justiça. Só vou sossegar quando ver eles atrás das grades”, afirmou a mãe do jovem em entrevista à TV Globo.

“A pressão do ar era tão forte que fincou [a mangueira] dentro dele. Esse ar vazou, estourou o intestino grosso e saiu pela pele, pelas laterais, comprimindo os pulmões dele e trancando as válvulas respiratórias”, afirmou o pai do jovem.

Morte
A confirmação da morte foi feita pelo tio do garoto. “Ele acabou de falecer. Agora, a gente quer justiça. Não vamos parar enquanto a gente não conseguir justiça”, disse em entrevista ao site Campo Grande News.

Ontem (13), a mãe do menino já havia dito que o estado de saúde dele era gravíssimo. “Ele piorou. Ontem à noite [domingo] teve febre, vomitou bastante, está com infecção nos dois drenos e com começo de pneumonia”, lamentou a mulher de 47 anos.

Nessas duas semanas, o adolescente passou por dois procedimentos cirúrgicos após perder metade do intestino grosso em decorrência da agressão. Os dois suspeitos de terem cometido o crime contra o adolescente são Thiago Giovanni Demarco Sena, 20 anos, dono do lava jato, e Willian Henrique Larrea, 30 anos.

Eles já foram ouvidos na DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), onde o caso é investigado como lesão corporal grave.

O caso foi denunciado pelo primo da vítima, de 28 anos, na sexta-feira (3), mesmo dia que ocorreu o crime. No relato à delegacia, o rapaz disse que o adolescente “brincava com os colegas de trabalho”, quando um dos homens o agarrou e o dono do estabelecimento inseriu a mangueira de ar comprimido no ânus do garoto.

Nas redes sociais, corre a informação não confirmada de que o jovem era vítima de assédio moral e bullying homofóbico no trabalho, já que ele era constantemente chamado de “viado” pelos colegas que o mataram.

JUAZEIRO- Homem é preso após estuprar homossexual na Bahia.


Vítima foi ameaçada com falsa arma e conseguiu fugir após ataque


Um homem de 23 anos foi preso após estuprar um homossexual de 31 anos em Juazeiro, no Norte da Bahia, na quarta-feira, 15.

Segundo o G1, o agressor também obrigou a vítima a fazer sexo oral e a ameaçou com um arma falsa. A vítima conseguiu fugir após desferir um soco nos testículos do homem.

O agressor perseguiu a vítima e chegou a cometer algumas agressões físicas, mas a vítima fugiu para um estabelecimento comercial. A polícia foi acionada, e durante rondas pela região conseguiu identificar e prender o autor do estupro.

Com o homem, a polícia apreendeu a arma falsa e um cartucho calibre 380, que estava intacto. Os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Juazeiro, onde o caso foi registrado.

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Nao eh a primeira vez q alguem morre com essa mesma "brincadeira" do ar comprimido. Aqui no Rio Grande do Sul, um homem foi vitima do mesmo modo dentro do local de trabalho (industria): seguraram ele e enfiaram a mangueira no ânus dele. Segundo os relatos, ele morreu na hora. Na minha empresa eles citam esse caso para q as pessoas percebam o risco q é usar o Ar Comprimido, q ele não foi feito pra "brincar", e pode causar serios danos a saude da pessoa se mal utilizado. Mas eh claro q esses "acidentes" nao sao apenas "brincadeira". Sempre acho q esses casos tem muito mais haver com homofobia.

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  2. Certas brincadeiras sao perigosas. A de agarrar, tipo gravata no pescoço sao perigosos, mas quando o individuo pede para parar por sentir estar sufocando, nao param e o resultado e´ mortal. O caso acima mostra, pelos antecedentes, de bullyng e homofobia. Aproveitam dessas situaçoes para humilhar covardemente. Justiça seja feita!

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