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CONTOS DO LEITOR



Abelardo, o Dotado


 


Abelardo, desde de adolescência era fascinado por homens musculosos. Os bombados de academia o deixavam extremamente excitado, não conseguia evitar, e quase não conseguia disfarçar. Tentou muito ser como eles, mas cafuzo e de genética magra, por mais que se focasse na dieta e nos exercícios, só conseguia ficar mais magro, atlético, porém magro.

Achava que os bombados só queriam outros bombados. Entretanto descobriu que estava enganado, tinha algo que os veados bombadinhos gostava muito.

Descobriu, por acaso que praticamente nenhum gay resistia a uma rola grande e grossa, essa foi uma descoberta que lhe abriu várias pernas, Oops portas. Tudo bem, era magro, moreno, de lábios grosso, não se achava muito bonito, mas, sua rola tinha 23 cm e era grossa, ficava sempre tão dura, que parecia ter vida própria, nos lugares em que os anabolizados frequentavam. Era só esperar a manja rola no banheiro, uma balançadinha na piroca e o musculoso já caia de joelhos em sua frente.

Comeu todos os bombadinhos veados que passaram na sua frente, nenhum lhe disse não. Mesmo os mais resistentes tinham seus momentos de cio, recusavam na primeira, ou na segunda, mais uma foto da pica dura como tora, e em um pico de testosterona, o anabolizado vinha correndo feito uma cadelinha. Eles chupavam, babavam, lambiam. Abelardo batia com o pirocão na cara, lambia seus peitorais, apalpava seus bíceps, os colocava de 4 porque achava que essa era a posição mais bonita. Assim, os rabos musculosos ganhavam dimensões ainda maiores. Abelardo chupava o rabão gigante, e adorava ouvir os bombados gemendo.


 


Mas enfim, chegou o bombado que, para tristeza de todos os gays monstros da região, tirou o Pauzudo do mercado. Felipe atendia todas as suas necessidades, física e emocionalmente, era insaciável, assim como Abelardo, gostava de ser comido 3,4,5 vezes seguidas, chupava seu pauzão com a sucção de um aspirador, todo trabalhado na deca e durbolin. Fazia o Pauzudo endurecer assim que o via, e mais importante, o apoiava em todos os seus objetivos, era também amigo e companheiro. Casaram-se, a Abel então nem sequer olhou mais para outro mutante, gigante, monstro, bombadão, não conseguia nem pensar na ideia de trair alguém como Felipe.
Até que conheceu Eduardo...


Esse era o nome do seu vizinho que se mudou para o apartamento ao lado de onde ele e Felipe moravam. Em comum som o seu namorado, Eduardo tinha apenas a altura e os músculos. Ambos de braços poderosos, gominhos na barriga, coxas grossas, costas e ombros largos e peitorais suculentos. Fora isso, Felipe era moreno claro, enquanto Eduardo era branquinho com sardinhas no corpo quase todo; Felipe tinha cabelo castanhos e olhos esverdeados, e Eduardo ruivo e olhos verdes.

Eduardo era um tesão, mas Abelardo não pensava em trair o marido, apenas imaginava aquele gigante, meio viking de quatro, ou de frango, gemendo na sua vara. A primeira vez que o viu no elevador sem camisa, enlouqueceu, por pouco não passou a mão. Entrou em casa doido, Felipe estava fazendo o almoço, sem camisa, Abelardo o pegou ali mesmo, no chão da cozinha.
- Nossa, que delícia – disse Felipe.

- Gostoso – Disse Aberlado, e seguiu, lambendo o peito de namorado, pensando no outro bombado com o peitoral musculoso, cheio de sardinha, apalpando sua bunda, arrancando suspiros, gemidos e espasmos de Felipe, lambendo e mordendo, os gominhos do abdome, as coxas, poucos minutos assim e Felipe já estava pedindo.
- Me come amor

 

Abelardo ignorou e continuou se satisfazendo, no rabão de seu namorado, onde enfiou a cara, fazendo ele gemer, como uma menininha virgem, ali mesmo atendeu seu pedido, fodeu com ele de quatro, esfolando seus joelhos no chão. Enquanto ele gemia, Aberlado o chamava de gostoso, rabudo, safado. O almoço queimou, mas, um lanche rápido e a foda continuou no quarto. No dia seguinte, Felipe exibia em seu trabalho hematomas e um sorriso de orelha a orelha.

Era sempre assim, toda vez que Abelardo esbarrava com Eduardo, fazia Felipe muito feliz, assim estava bom para o roludo que não tinha intenção de trair o namorido, mas não pôde resistir ao velho vício de sedução.

O fato de Eduardo não manifestar interesse, deixava Abelardo motivado. Não queria foder com ele, na verdade queria, mas estava satisfeito em olhá-lo e arregaçar Felipe depois, mas queria que ele o desejasse. No dia em que o viu seguindo para academia do prédio, o seguiu, aproveitando que Felipe estava trabalhando, apenas queria que ele notasse o gigante, para saber se continuaria ignorando.

Vestiu uma bermuda de moletom, mole, confortável, sem cueca. Ao chegar na academia, Eduardo estava sozinho treinando, perguntou se poderia revezar.
- Claro. – Respondeu.

Só de olhar para ele de camisa regata, aquelas bem cavadas, com o peito toda para fora, seu pau já ficou duro, duro de pulsar por baixo do short. Eduardo arregalou os olhos, mas não comentou nada, algumas vezes se esquecia do treino, ou gaguejava olhando para o pauzão. O Pauzudo, dava suas pegadinhas safadas.

Ao fim do treino, foi ao banheiro, só para deixar Eduardo com gostinho de água na boca, e ele estava babando, balançou um pouquinho, passou a mão bem devagar e vestiu o short de novo. Estava satisfeito, de noite fez Felipe gemer mordendo a fronha e se afundando nos lençóis, quase ao desespero de tanto ser comido. Seus gemidos ganharam a madrugada, uma, duas, três, quatro da manhã. Socou com força, quanto mais Felipe gemia, mais forte ele socava. Abelardo estava feliz assim, mas bem diz o ditado, não mexe com quem está quieto...

O assédio de Eduardo se tornou constante, ele batia na porta todas as vezes que Felipe estava fora, vinha de short, entregar a correspondência, de toalha pedir açúcar, perguntar se estava sentindo cheiro de gás, enfim, todas as desculpas com menos roupa possível, e assim como Eduardo não conseguia desviar os olhos do pau de Abelardo, Abelardo não conseguia parar de olhar para aquele corpão suculento.

Quanto mais Abelardo resistia, mais Eduardo ficava abusado, se encostando nele no corredor ou no elevador.
- Quer ir treinar comigo? – Perguntava Eduardo, molhando a língua com os lábios.
- Hoje não dá. – Respondia, louco para deitar o bombadão na mesa flexora, e enfiar a vara entre suas coxas grossas. Eduardo progrediu do assédio discreto para o escancarado.
- Pauzudo, gostoso

Abelardo apenas dava uma risadinha. Eduardo ia ficando mais ousado, quando o encontrava só no corredor, apalpava o pirocão.
- Gostoso demais mano, vem me foder vem?
- Não dá lindo, sou casado.
- Ele não vai saber
- Mas eu vou.

Abelardo se esquivava, e só aumentava o tesão de ambos. Quem realmente estava se satisfazendo era Felipe, estava sendo fodido todos os dias, ao menos duas vezes. Se alguma vez seu casamento teve monotonia, já não se lembrava mais, seus gemidos estavam sempre ecoando pela casa, seu rabão musculoso estava sempre melado de porra de Abelardo. Se acostumou a ouvir:
- Pede rola, grandão pede.
E a responder:
- Me dá esse pauzão safado, vai.

Por fim, Eduardo conseguiu o que queria.
Abelardo chegou da academia, e não encontrou suas chaves, estava morrendo de sede, não queria voltar a academia, foi quando Eduardo abril a porta, tinha acabado de sair do banho, gotas d’agua desciam pelos músculos do peito, e seguiam deslizando pelo abdome, a garganta de Abelardo ficou seca.
- Oi Pauzudo. – Disse Eduardo tirando a toalha, os pelinhos ruivos em volta do pau, pequeno para um homem grande daquele, estavam molhados.
- Oi, esqueci a chave na academia – responde com a garganta seca, sem parar de olhar para o peitoral saliente, o peito musculoso se contraiu como fazendo um convite à lambida – vou ter que voltar.
- É? Quer uma água antes? – Disse Eduardo.
- Você traz aqui?
- Claro

Eduardo se virou, e seguiu para cozinha, sua bunda grande e tonificada tinha várias gotas de água espalhadas. Abelardo engoliu um seco, o pauzão pulsou dentro do short, estava tão duro, que parecia que ia explodir. Acompanhou os glúteos se movendo direito, esquerdo, direito, esquerdo. Eduardo voltou segurando uma garrafinha de água, entregou a Abelardo que bebeu de uma só vez, e devolveu. Eduardo colocou a garrafa de água na mesa perto da porta.

- Valeu cara – disse Abelardo estendendo a mão. Eduardo a segurou e o puxou para si. Abelardo tentou afastá-lo, mas ele o prensou na parede, com o peitão musculoso na sua cara.
- Para Cara – disse Abelardo
- Me fode beijando – as palavras saíram da boca de Eduardo derramando tesão.
- Meu namorado...
- Ele nem vai saber – interrompeu Eduardo, e então colocou sua mão dentro do short de Abelardo, que soltou um “tsssss”. Eduardo pegou sua mão e colocou em sua bunda que era tão dura quanto seu pau. Abelardo gemeu.


 

Beijos, gemidos, e Abelardo perdeu o controle das mãos e da boca, se esfregava em Eduardo com agressividade. Encoxava sua bunda, lambia suas costas.

- Entra – disse Eduardo – senão eu vou dar aqui mesmo, hoje você vai me foder. - Eduardo pegou sua mão e o puxou para dentro do apartamento. Abelardo o seguiu. Ao entrar pensou em voltar, mas logo Eduardo estava esfregando o corpão nele de novo, seu pau pulsava na mão do bombado.

- Delicia – Disse Eduardo segurando seu pau com as duas mãos, ainda impressionado com o gigante, como num ataque de fúria, Aberlado se lançou ao corpão dele, beijando mordendo e lambendo na nuca, nas orelhas, no pescoço, nas costas e finalmente no rabo. Assim que encostou ali, o bombado já se empinou, esperando a ligada. Se abril todo. Abelardo línguou com vontade enquanto o grandão gemia.
- Ai, ai, delicia
E ia se abrindo mais
- Ai, ai, ai

 

Abelardo foi linguando e os gemidos de Eduardo iam crescendo na sala. Ele ia se abrindo cada vez mais, quando parou, Eduardo disse.
- Que delícia, além de ter esse rolão, você faz o melhor cunete que eu já vi
- PRATIQUEI MUITO.
- Com certeza, o que não faltou foi rabo querendo essa rola gostosa pra você praticar, um rolão desse é imã de veado.

- Né, essas bichinhas podres não podem ver um pau grande que já querem cair de boca. – Disse com tom bem irônico. – Agora cala boca e me chupa.
Então levou a cabeça de Eduardo até o gigante, e encheu sua boca com a rola, meteu ali, com a mesma força que metia no rabo de Felipe. Eduardo salivava e engasgava na saliva, fazendo um barulho molhado. Abelardo continuou metendo, até que finalmente Eduardo se engasgou.
- Não queria rola veadinho? Acho que você só tem tamanho. – Disse.


 


Eduardo então engoliu o gigante inteiro, despertando uma expressão de surpresa em Aberlado, e continuou chupando.
- Cadê a camisinha? Vai buscar antes que eu mude de ideia. – Disse Aberlado.
Eduardo saiu correndo e voltou voando, e quando Abelardo olhou, já estava com o rolão encapado. Virou o grandão de quatro em cima da cabeceira do sofá.

- Poe com cal AAH – Eduardo foi interrompido pela rola que rasgava suas pregas pra entrar, Abelardo colocou tudo, numa única estocada.
- Com calma por quê? Você não queria rola?
Outra estocada, e mais um urro gemido de Eduardo
- Quer? - estocando ainda mais forte, mais um gemido estrondoso
- Ai por quê – estocada, gemido – fala pra mim quer?
Estocada, urro, gemido
- Hein? – Estocada, urro e um gemido estrondoso.
- Pode me arrombar cara – disse Eduardo.

Então Aberlado começou e estocar com força, sem parar, por um momento pareceu que Eduardo se arrependeu de pedir para ser arrombado, mas, só por um momento, o gemido que pareceu transmitir uma forte e agonizante dor, se desmanchou em um sorriso debochado e feliz. No braço do sofá, o rabo e as coxas do grandão se dividiam para lados diferentes da cabeceira, deixando bem aberto. Ele gemia, mordia as almofadas, e em uma atitude desafiadora, empinava a bunda para ir de encontro ao cacete que parecia querer lhe partir no meio. Seus gemidos e suspiros se misturavam, sentia o cacete batendo no fundo, lhe causando espasmos e cólicas deliciosas. No rosto, tinha uma impressão de quem não acreditava que aquilo estava tão bom.


 


- Ta gostoso safado? – Perguntou Abelardo
- Delícia – Ele conseguiu responde entre os espasmos das estocadas
- Vem cá então – Abelardo o puxou da cabeceira para o assento do sofá, ele caiu rolando o corpão já de frango, Aberlado ficou olhando aquela coisa deliciosa, os gominhos do abdômen, o pau pequeno, mas tão duro que pulsava, o peitoral estufado e definido com os mamilos durinhos, o bíceps em muc, tudo enfeitados com sardinhas, meteu o pauzão mais uma vez de uma estocada só, provocando o urro de Eduardo e olhou para ele com cara de macho bravo, e ele disse.
- Pode arregaçar mano, eu quero sair daqui arrombado.

Então recomeçou as estocadas, parecendo disposto a fazer Eduardo se arrepender, mas ao contrário, seus gemidos desesperados viravam risadas de estrema satisfação, e ele se abria para que o pauzão fosse ainda mais fundo. Aberlado metia, beijava e lambia todo o corpão sarado do ruivo.
- Nossa, nossa, que gostoso, nossa que pau delicioso – disse Eduardo em um dos poucos momentos que conseguiu falar sem ser interrompido por espasmos e seus próprios gemidos. Sem perceber gozou, sem sequer tocar no pau. Abelardo continuou fodendo, depois mudou de frango para ladinho, entre estocadas e gemidos, beijos na nuca, falava na orelha do grandão.
- Gosta de levar de macho casado né sua puta.



Com o pauzão todo encaixado em seu cú, apenas parado, enquanto Abelardo lambia e beijava, sua nuca e sua boca, com estocadas mais lentas porém concentradas e potentes, Eduardo conseguiu dizer:
- É que você tem um pauzão muito gostoso pra ser de um gay só.

Abelardo gravou aquela frase, continuou a estocada veloz e potente voltando a provocar urros, gemidos e espasmos de Eduardo, que mordia e abraçava as almofadas, e chupava os dedos de Abelardo, aumentando a sua fúria e a força. Abelardo gozou, falou alguns palavrões e xingando Eduardo.
- Aí filho da puta, olha só.

Disse tirando a camisinha. Eduardo abocanhou seu pau na mesma hora, e começou a chupar com se tivesse tentando limpá-lo com a boca, ao mesmo tempo que se masturbava gozando também.

Abelardo se afastou, vestiu sua roupa e seguiu para a saída, só então percebeu a chave no bolso da bermuda. Eduardo dizia enquanto ele se afastava:
- Valeu Picudo, gostoso
- Tchau
- Eu vou querer de novo, Pauzudo

Abelardo nem deu atenção
- Comedor do caralho, macho fudedor.

Abelardo entrou em casa e foi direto ao banho. Pouco depois Felipe chegou, e deu um oi da porta do banheiro.
- Fê, vem aqui, que é isso no seu ombro.
Felipe se aproximou confuso
- O quê?

Abelardo o puxou para baixo do chuveiro e começou a beija-lo, com intensidade e urgência,
- Amor – disse Felipe em uma falsa tentativa de censura, atrapalhada pelo tom excessivo de felicidade em sua voz – ta molhando minha roupa.
- Vou te foder no chuveiro.


 


Instintivamente Felipe já empinava a rabo enquanto o marido arrancava sua roupa toda molhada, e se abria conforme ele o encoxava só para comparar seu musculoso com o outro. Aberlado o fodeu no chuveiro, comparando os tamanhos das bundas, e depois de frango no sofá, concluiu que Felipe era mais bonito.

Todos foram felizes. Eduardo, porque era esporadicamente fodido por Abelardo; Felipe, porque o marido sentia necessidade de compará-lo em segredo com todo bombado gay que comia; e os gays bombados do bairro, porque Aberlado, o dotado, estava de novo em atividade, levando seu rolão que não podia pertencer a um gay só, para a alegria dos gays bombados de cús gulosos.


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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Aí eu quero chupa esse cacete meu watzap e (022)997678862

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