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CONTOS DO LEITOR



NOVIDADE NO AMAZONAS


 



Vou me apresentar como Osvaldo, sou divorciado tenho 38 anos de idade, 1,90 Alt. 85 Kilos, meu corpo é bem desenhado devido ao trabalho com o campo desde muito novo. Morava em Goiás, mais como me divorciei e nada mais me prendia aquela cidade, e não tenho filhos, decidi recomeçar. Então me mudei para Novo Airão- AM, comprei um pedaço de terra por aqui, e comecei uma lavoura de milho.

O tempo foi passando, contratei mão de obra, e sempre que possível ia a cidade, curtir a vida noturna, e descarregar as minhas energias, pois como estava solteiro, não tinha mais uma mulher a minha disposição pra saciar meu tesão sempre que eu precisasse... Então sempre ia em uma “casa da luz vermelha”. Pois bem, isso nem vem ao caso, o que eu quero mesmo contar, é como minha vida deu um guinada.

Numa terça-Feira pela manhã, me levantei, tomei banho, bati aquela bronha, depois café e trampo... Lá pelas 10:00 da manhã surge um pessoal na cede da fazenda, voltei para recepcioná-los avisado pelo caseiro, pensei que fosse aquele pessoal do senso do IBGE. Cumprimentei-os.

Então, naquele grupo de pessoas me surge um rapaz, um tanto quanto diferente dos demais que até então eu havia visto. Era um rapaz, moreno tipo chocolate, olhos castanhos não muito escuros, rosto com traços finos, mais não deixava de ser másculo, deveria ter em torno de 1,76 alt e pesar uns 75 kilos. Nos cumprimentamos, e me explicaram que estavam fazendo pesquisa de campo com pessoas de baixa renda, que foram pouco alfabetizadas ou que não foram alfabetizadas. Na minha fazenda moravam algumas famílias, então os indiquei o caminho e os deixei trabalhar.

Fui à cozinha pedir a minha ajudante que fizesse bastante comida, pois sabia que aquele pessoal não concluiria a tempo de ir embora almoçar. Voltei para armazém de secagem de milho e acabei me entretendo com o trabalho quando próximo a uma hora da tarde, o filho do Jeremias o caseiro veio me dizer que o pessoal me aguardava.

Por sorte não havia me sujado nem transpirado, ainda estava cheirosinho. Voltei, os convidei para almoçar, e notei que o rapaz me olhava vez ou outra, mas sempre que olhava pra ele, o mesmo desviava o olhar. Fomos almoçar, estávamos em oito pessoas, os quatro que vieram, fazer o estudo de campo eu, minha ajudante que sempre almoça comigo, o Jeremias e o menino dele. Por coincidência, fiquei sentado de frente ao rapaz.

Durante o almoço, sentia que seus pés por algumas vezes esbarravam com os meus, e por determinados momentos tinha a impressão que ele roçava as minhas pernas. Ele estava de bermuda, e eu de calça Brin. Fiquei um pouco desconfortável no começo, mais ele me deu um sorrisinho de canto de boca. Nossa. na hora eu fiquei aceso nem ligava que era homem, eu gosto muito é de safadeza.


Enquanto comia, o cara tirou o tênis e agora passava os pés na minha perna. Certo momento, fiz um gesto negativo com a cabeça como que espantando uma mosca, mais para ele parar, e assim ele fez. Terminamos de comer, tomamos um belo café conversamos e nos despedimos. Quando eles iam embora, o rapaz que aqui vou chamar de Lucio, me disse que tinha uma bela fazenda, e que deveria ser ótimo morar naquele recanto. Então respondi –Sim é muito bom morar aqui, apesar de solteiro, tem sempre o pessoal por aqui, nem tenho tempo para solidão. Falei isso dando risada, e convideo, por educação, que se eles quisessem poderiam vir ao final de semana para irmos a cachoeira que era na minha propriedade.

 Ok, a semana transcorreu de forma tranquila, mas sábado de manhã quem me surpreende no barracão: o Lucio! Chegou me cumprimentando, e perguntando se o convite ainda estava de pé – Disse que sim, que poderia ficar, e perguntei onde estavam as meninas que vieram com ele anteriormente, então ele me disse que veio sozinho, pois queria passar um final de semana de homens. Fingindo que não entendi começamos a conversar. Ele me disse que tinha 27 anos de idade, que sua profissão era dialectólogo, que estava fazendo sua tese de mestrado e que parte dela era a pesquisa de campo, que ele fez na minha propriedade.

Perguntou-me se eu era formado, disse que sim, que era economista por profissão. Ele então riu e perguntei o por quê. Então me disse que só poderia ser carma, pois a ultima pessoa que namorou também era economista. Na hora perguntei – pretende namorar comigo?! Ele não se fez de rogado e disse que sim, que não via problemas nisso.

Acho que na hora fiquei de todas as cores que existem de tanta vergonha que fiquei, e disse pra ele não me levar a mal, mas que meu negocio era mulher. Ele me responde: vai me dizer que quando era jovem você nunca teve um amigo, que as vezes tocavam uma juntos ? Brincavam em córregos, riacho de forma mais ousada? Disse-lhe que sim, mas que isso não era ser gay, e que tinha até um nome, era só uma questão de curiosidade que todo jovem, ou melhor, a maioria dos jovens passava por aquela situação. Ele retrucou me dizendo – Façamos de conta então que isso é uma brincadeira de amigos, e que ninguém precisa saber. Nossa, a ousadia dele estava me deixando irritado e excitado. Disse pra ele que sempre quis fuder uma bunda, mas que não iria rolar, pois naquele momento meu objetivo era outro.

Ficamos horas conversando, até que terminei meu trabalho e o convidei para irmos até a minha casa. Entramos, e fui para o meu quarto, tirei a roupa e fui para o chuveiro. Fechei os olhos para enxaguar o cabelo, e quando abro os olhos o cara esta na minha frente pelado e de pau duro. Aquele cara, estava me deixando doido, já passou a mão na minha ferramenta me olhando com uma cara safada e dizendo – Tá afim de brincar ?! Nossa, nunca vi meu pau ficar duro tão rápido. É incrível como nessas horas perdemos os nossos pudores, e vão-se embora os conceitos e preconceito que temos. Senti que seu rosto se aproximava do meu, me senti como no meu primeiro beijo, meu coração disparou me deu aquele friozinho na barriga. Meu pau latejava de tão duro e às vezes até doía. 


 

Ele me envolveu em um beijo quente e úmido na medida certa, meu corpo arrepiava a cada toque daquele homem, seu corpo menor que o meu, me envolvia, ele controlava a situação sua mão escorreu pelo corpo, descendo até meu pau e foi abaixando. Eu estava ansioso pelo toque de seus lábios no meu membro rijo, quando finalmente ocorreu! Quase explodi em um gozo, mas me controlei. Queria prolongar aquele momento. Ele chupava muito bem. Comecei a gemer, ele me olhava e perguntava se estava gostoso, eu respondia que sim que não queria que ele parasse. Ele chupava até que não aguentei mais e gozei. E como gozei, nos ombros dele, peito. Mal terminei de gozar, meu cacete ainda estava sensível e ele voltou a me chupar, meu pau foi ficando durão de novo. Ele mamava igual a um bezerro. Até que finalmente o segurei pelos cabelos e disse que a partir daquele momento eu controlaria a situação, que ele seria meu capacho. 


 


O levei para o quarto, ainda molhados deitamos, o virei de costas e finalmente lamberia um cú, coisa que sempre quis fazer. Quando vi aquele cú, nossa que delicia! Era limpinho! Meti a língua sem vergonha alguma, lambia, chupava mordia, e ele suspirava e rebolava na minha cara. Comecei a morder suas costas enquanto enfiava o dedo naquela bundinha, coloquei dois dedos, ele se comportava como uma puta. Seu olhar me desafiava, peguei uma camisinha no meu criado mudo, e falei para ele – Firma que eu vou bombar. Ele ficou de quatro e subi nas costas dele. Firmei, melei o pau com KY, e fui colocando a cabeça, pressionando aquele buraquinho. Até doía, quando finalmente entrei. Eu tinha feito tanta força que o pau deslizou até a metade, ele soltou um grito abafado e me senti motivado, e enfiei tudo. Comecei a bombar sem dar espaço para ele se acostumar com meu membro em suas carnes, eu estava finalmente comendo um cú, e como era gostoso!

 

Eu o segurei pelo pescoço e cabelos, e fudi, literalmente fudi. Bombava em ritmo frenético. Nenhuma mulher me deixava fuder assim, afinal meu pau, não é tão fácil de aguentar, tem 19 x 6,5 cm, modéstia a parte, eu tenho um cacetão! Pedi pra ele sentar na minha rola, ele obedeceu de pronto, me deitei e lá vem ele me engolindo com aquele cuzão gostoso.


 

O cara rebolava no meu pau, fazia movimento circulares, nossa eu estava delirando! Quando ia gemer ele me beijava, sufocando minha voz, com seus beijos o que me deixava ainda mais excitado. Em certo momento, ele começou um movimento ritmado e falei: cara eu vou gozar. O cara então: diz goza então, seu puto! Foi o tempo de ele fechar a boca e explodi em mais um gozo farto e excitante, pensei que até tinha estourado o preservativo, mas não foi só minha excitação que me fez pensar isso.

 

Ele ainda ficou com minha rola dentro do cú, não demorou muito enquanto ele se masturbava e me beijava. Senti meu pau sendo esmagado pela sua bunda, e minha barriga ser lavada por sua gala, ele gozava e gemia. Quando terminou, caiu por cima de mim, e ficamos abraçados por alguns minutos, embriagados por aquele cheiro de sexo.

Levantamos, tomamos um mega banho, e descemos para Cachoeira. Enquanto nadávamos e nos conhecíamos melhor. A cada palavra do Lucio meu corpo reagia com tesão, sempre que estou perto dele fico de pau duro, é quase impossível de controlar...


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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Bela historia de foda que deixa qualquer cheio de ciumes por momentos iguais.

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