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MINHA VIDA GAY

Finalmente, cantor Sam Alves do The Voice sai do armário.




Antes tarde do que nunca, e cada um ao seu tempo. O vencedor da segunda temporada do The Voice Brasil, Sam Alves, assumiu sua homossexualidade no Twitter no último dia 06 de março. A declaração veio quando um fã de Paris perguntou se ele era hétero. A resposta foi: “Não, e hoje posso responder isso. Beijos Rafs e beijos Paris”. Depois de anos de especulação, o cantor sai do armário, para alegria de muitos fãs e o descontentamento de tantos outros, que se sentiram enganados.

“Oi Sam, você é hétero? Beijos, aqui em Paris amamos seu trabalho!”, foi a mensagem destinada ao cantor que fez sucesso com o single “Não Vou Parar”.

Em entrevista ao Purepeople, o cantor explicou que se arrepende de ter dado declarações em que negava ser gay. “No começo já fui questionado sobre esse assunto de sexualidade e neguei. Antes de uma pessoa se assumir para o público, ela precisa se assumir para si mesmo, se aceitar, se amar”, revela. Ele justifica a atitude afirmando que não havia resolvido o seu conflito interno.

De fato, antes de sair do armário para família, amigos e na grande mídia, é importante se aceitar antes. Sam Alves se desculpou, ainda, por ter agido por impulso e ter declarado que era hétero. Mas ele questiona o fato de sua orientação sexual ser mais importante do que a música e a arte que faz. “Como cantor, sempre tive o sonho de levar minha música e minha alegria para o público. Nunca pensei que este fator conseguisse ultrapassar o que mais amo fazer e se tornar o assunto mais importante a ser esclarecido”, esclarece.

Fato é que a polêmica colocou Sam Alves nos Trending Topics do Twitter por dois dias seguidos.

Assumido, prefeito paulista troca alianças e é o 1º prefeito gay casado do país.


A cidade de Lins, no interior de São Paulo, acaba de se tornar a primeira cidade brasileira a ter um prefeito gay e casado. No último sábado, 4 de março, o prefeito Edgar de Souza (PSDB) se casou com o empresário Alexsandro Luciano Trindade, com quem já tinha união estável há 13 anos.

Além dos noivos, a cerimônia contou com a presença dos familiares, pajens, daminhas de honra e integrantes da Diversidade Tucana. O governador Geraldo Alckmin esteve em Lins na véspera e fez questão de ir cumprimentar os noivos.

Pra quem não conhece, Edgard começou na política nos anos 2000, quando tinha 20 anos e foi eleito vereador. Antes de ser eleito prefeito em 2012, foi vereador mais duas vezes. Foi justamente na campanha para prefeito, em 2012, que ele decidiu se assumir gay publicamente: “Falei no palanque: eu não tenho que esconder com quem vivo e quem eu amo. Se esconder não mereço ser prefeito de vocês.”

Isso, é claro, foi um prato cheio para a oposição na época, que dizia que se ele fosse eleito, transformaria a prefeitura em uma boate gay, e coisas do tipo. Uma semana antes da eleição, os adversários distribuíram uma foto dele com Alex encostado em seu ombro e a frase: “Se votar no 45, essa família vai governar a sua.” Na campanha para reeleição em 2016, Edgard já não enfrentou o mesmo problema, afinal, toda cidade já sabia de sua orientação sexual e união estável.

Em sua atuação como prefeito, Edgar luta para criar na cidade um ambiente sem homofobia. “Eu me propus a ter uma vida aberta para que as pessoas pudessem ver que os homossexuais não são diferentes dos heterossexuais”.

Ideologias políticas a parte (isso é questão de cada um), vale parabenizar Edgard pela coragem. O meio político é extremamente homofóbico devido ao país de maioria conservadora e religiosa (evangélica e católica) em que vivemos. Ele é mais uma prova de que, quando não temos medo de ser quem somos, podemos sim conquistar o nosso espaço com dignidade.

Vale lembrar que este caso se trata do primeiro prefeito gay ASSUMIDO, mas obviamente já tivemos prefeitos e políticos enrustidos. Na prefeitura da maior cidade do país, São Paulo, inclusive, já tivemos.

A maioria esmagadora dos políticos LGBT ainda preferem viver no armário. Pessoas que adotam esta estratégia de defesa ao mundo homofóbico, e que também, para não perder votos, decidem manter sua sexualidade escondida de tudo e de todos.

'Não tenho obrigação de levantar bandeira gay'.

Atriz disse que carinho dos fãs não mudou, mas sente preconceito nos lugares

Leticia Lima, que assumiu seu relacionamento com Ana Carolina há pouco tempo, disse que nunca escondeu a relação e que também não tem obrigação de levantar a bandeira gay.

“Nosso namoro sempre foi em lugares públicos. Em aeroportos, restaurantes. Eu estou nesta relação há três anos. Não é porque eu não falei do assunto que todos não sabiam que estávamos juntas”, disse a atriz ao Ego, durante o carnaval em Salvador.

“Eu não vou militar. Sempre disse isso. Não tenho essa obrigação de levantar bandeira gay”. E sobre os fãs: “Sempre tive um carinho muito grande do público. Isso não aumentou ou diminuiu.”

A respeito do preconceito, Leticia disse que percebe. “Senti sim. Você percebe pelo olhar das pessoas. Eu sou muito sensível, e percebo quando as pessoas estão incomodadas. Eu expus a relação de uma forma bacana para ajudar as pessoas, mesmo não querendo levantar bandeira.”

Um comercial da Coca-Cola. A paixão pelo mesmo homem. E a busca pela diversidade.




Ainda que conceitos dominantes no passado continuem sendo gritados por gente que se recusa a aceitar que o mundo está evoluindo, grandes marcas têm, através da publicidade, contribuído para espalhar mensagens em favor da celebração da diversidade. É o caso do novo comercial da Coca-Cola.

No vídeo, chamado "Pool Boy", irmão e irmã são arrebatados pelo rapaz que está trabalhando na piscina da casa e começam uma disputa para agradá-lo. É uma forma interessante de inovar na comunicação mesmo utilizando um formato já antigo, e ainda rola uma surpresa no fim da peça.



Kate Hartman, porta-voz da Coca-Cola, contou que a estratégia da companhia é contar histórias humanas tendo a bebida como ponto central das narrativas. “Estamos tratando de mensagens culturalmente relevantes de forma orgânica, tendo elas não como assunto principal, mas como contexto”.

A declaração está alinhada à de Marcos de Quinto, líder global de marketing da Coca-Cola. Falando ao B9, Marcos apontou que faz parte da estratégia colaborar para transformar preconceitos antigos em “nova normalidade”, mas sem se posicionar como “salvadora do mundo”.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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