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MINHA VIDA GAY

Tom Daley e Dustin Lance Black comemoram 4 anos juntos.





O medalhista olímpico e britânico Tom Daley e o namorado, roteirista de obras LGBT aclamadas pela crítica como o filme “Milk” e a nova série “When we rise”, Dustin Lance Black estão comemorando 4 anos de relacionamento. Ambos comemoraram a data no Instagram.

Tom postou uma foto do amado ao sol com a data de quando se conheceram: 22 de março de 2013.

Já Dustin postou uma foto dos dois dizendo: “Feliz aniversário ao meu amor. 22 de março de 2013. #QuatroAnos”

Nem mesmo as notícias recentes de que Tom Daley teria mandado nudes a um contato no Snapchat, ou ainda, de que teria tido um caso extraconjugal com um modelo, parecem ter abalado o amor dos dois. Na época, ambos evitaram comentar o caso, que parece ter abalado muito mais à imprensa que a própria relação do casal.

E que seja assim, não é? E o amor sempre vença.

Adotado por casal gay, João diz que é a criança mais feliz do mundo,


João em foto com os seus pais, Fernando Luiz e Marcelo Pereira.


O que era pra ser lido apenas pela professora do João atingiu milhares de internautas no Facebook. Isto porque o texto escrito pela criança sobre amor à família adotiva emocionou os pais do menino. Fernando Luiz e Marcelo Pereira fizeram questão de compartilhar as palavras da criança nas redes sociais - e a gente agradece!



Atualmente o textão tem 9,7 mil compartilhamentos e 34 mil curtidas.

"A professora do meu filho pediu para as crianças escreverem um texto de como seria a vida do menino mais feliz do mundo. A professora ficou comovida, aliás todos em casa ficamos apesar dos erros de escrita, rs Segue o que meu filho escreveu (com os mesmos erros de português)", escreveu Fernando.

Texto do João:

“Uma vez eu morava só com meu pai, e um dia ele morreu e ninguém me quis, daí eu fui morar num orfanato. Passou muito tempo eu conheci dois pais homem que gostaram de mim eles me adotaram e partir desse dia eu me fiquei muito feliz.

Eu amo muito esse dia esse dia nesse dia que conheci eles estou vivendo muito bem, muito feliz com eles, eles me amam e eu amo eles.

Nós brincamos nos divertimos, sentimos dor e choramos juntos, e nós três somos felizes e amamos uns aos outros.

Eu ser adotado eu não tenho vergonha e amo muito eles e minha outra família que eu tinha não me amava e eu era triste, mas essa família eu sinto que me ama e eu vou dar muito valor a ela, porque eu amo muito ela.

O menino mais feliz do mundo chama João sou eu

De João para meus dois pais homem que eu amo muito."

Após matéria, casal gay que ficou desempregado é vítima de comentários homofóbicos em portal.




Geferson Ribeiro de Souza, de 21 anos, e Daniemerson Brito da Silva, de 27, trabalhavam como auxiliares de estoque na empresa WB Componentes até serem demitidos em novembro do ano passado, exatamente duas semanas depois de se casarem. Os jovens denunciaram o preconceito que sofriam dentro da empresa e, agora, por terem ganhado visibilidade, não conseguem encontrar um novo emprego. O casal também é alvo de homofobia em comentários dos sites de notícias, como G1.com. Comentários homofóbicos em matérias que envolvem homossexuais não é raro.

O caso aconteceu na cidade de Goiânia. Depois da denúncia, o casal relata que já entregou mais de 50 currículos e, mesmo tendo participado de dezenas de entrevistas, eram dispensados assim que eram reconhecidos. “Acredito que a gente está sofrendo uma represália por ter mostrado a realidade que a gente viveu, por a gente tentar alertar”, conta Daniemerson à redação do portal G1. 

O casal relata que precisou vender boa parte dos presentes de casamento, por conta do desemprego. Mas além disso, os dois precisam enfrentar uma enxurrada de comentário preconceituoso nos sites em que foram noticiados.  O casal está processando a empresa que os demitiu por homofobia por danos morais, uma vez que não conseguiram um acordo na audiência conciliatória. Agora, os dois aguardam por uma nova oportunidade. “Queremos qualquer vaga de emprego, desde limpar chão, de auxiliar de serviços gerais a auxiliar administrativo, qualquer coisa a gente está acatando porque a gente precisa trabalhar”, finalizou Geferson.

Comentários homofóbicos.

“Mas,realmente ninguém vai querer dar emprego a esses trastes, sem contar que devem ser ruins de de serviço. Só pensa naquilo”, escreveu uma pessoa com o nique de “surreal”, que reforça o estereótipo de promiscuidade.

“O salário do pecado é a morte. Estes anormais são ridículos, processam as empresas onde eles trabalham, aí ficam desempregados, e tem a cara de pa'u de pousar de vítimas. Meus filhos, vocês cavaram seus próprios túmulos. Não são casais porque são dois homens. Esta união de vocês é maldição aos olhos de Deus. Só tem uma solução pra seus problemas, desfazem desta bosta que vocês fizeram, coloca uma coisa em suas cabeças, vocês são homens”, escreveu Terraseca Jesusestávoltando.

A falta de moderação em comentários ofensivos e preconceituosos é um dos maiores problemas em portais de notícias. O segundo problema é a possibilidade de anonimato do usuário, o que não permite a identificação para que este seja penalizado de acordo com as normas de convívio digital. 

Por esta razão, muitos portais abandonaram plataformas próprias de moderação e exigem login em redes sociais para que os comentários sejam publicados.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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