Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

LONDRES- Gay é vítima de homofobia por segurar a mão do namorado.


Polícia investiga caso de crime de ódio na capital inglesa

Um homossexual foi atacado com um copo no rosto porque segurava a mão do namorado em Londres.

Segundo uma testemunha contou ao jornal Evening Standard, o agressivo ficou violento quando viu que o casal estava de mãos dadas.

O ataque ocorreu no pub Kentish Drovers, na semana passada. A vítima foi levada para um hospital e o agressor fugiu. A polícia trata o caso como um crime de ódio.

'A sociedade está assimilando melhor a cidadania do homossexual'.


Marta tem história pela luta dos direitos de homossexuais desde a década de 1990 na Câmara dos Deputados

Autora do Projeto de Lei do Senado (PLS) 612 que pretende alterar o Código Civil para reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) disse acreditar que o Senado está mais maduro. O projeto foi aprovado por unanimidade na semana passada.

“Acredito que tenha sido uma demonstração da maturidade do Senado”, disse Marta à revista Veja. “O tempo muda convicções e deu para perceber pela votação que a sociedade está assimilando melhor a questão do respeito e da cidadania do homossexual.”

“Se fosse há dez anos, esse projeto não teria sido aprovado. Quando apresentei a proposta em 1995, não se podia nem usar a palavra ‘casamento’, usávamos ‘parceria civil entre pessoas do mesmo sexo”, disse Marta.

Sobre a aprovação do projeto na Câmara, para onde ele vai depois do Senado, Marta acredita que os parlamentares conservadores vão conseguir explicar ao seu eleitorado que esse direito dos homossexuais já foi conquistado pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2011 e que o projeto apenas torna lei uma decisão do STF.

BAHIA- Paciente acusa hospital na Bahia de transfobia.


Roberto Inácio prestou queixa formal na ouvidoria do HGE


Um paciente acusa um hospital da Bahia de transfobia. Segundo o site Varela Notícias, Roberto Inácio, de 23 anos, que está internado no Hospital Geral do Estado (HGE), diz que os servidores do hospital não respeitam seu nome social e o tratam com pronomes femininos.

“Mostrei meu cartão do SUS com nome social e pedi para ser registrado daquela maneira. A recepcionista nem olhou para a minha cara e colocou o nome feminino lá. Desde então, só fui tratado assim”, denuncia.

Roberto, que sofre de anemia falciforme, diz que enfermeiros e médicos são responsáveis por vários episódios constrangedores pelos quais tem passado. Uma queixa formal foi aberta na ouvidoria do hospital na semana passada.

Travesti é encontrada morta com sinais de agressão em Belo Horizonte.




Uma travesti foi encontrada morta dentro de um apartamento, na Rua Passos, no bairro Carlos Prates, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, neste domingo (19).

De acordo com a Polícia Militar (PM), a vítima apresentava sinais de agressão e tinha um pano amarrado no pescoço. O corpo estava em cima de uma cama.

A perícia da Polícia Civil e o carro do Instituto Médico Legal (IML) foram chamados.

Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso.

A ONG TransVest lamentou a morte da travesti e disse que ela estava matriculada na entidade para fazer aulas de inglês e pré-Enem.

Casal vítima de homofobia é espancado com pá após abraço: 'bichinhas',


Casal teve vários hematomas no corpo após agressão.



Um casal de Araraquara (SP) alega ter sido agredido com chutes, socos e golpes com uma pá por dois homens, na madrugada de domingo (12), após terem se abraçado em uma praça no bairro Melhado. Douglas Braga, de 22 anos, e Pablo Marton, de 23 anos, ficaram com vários hematomas no corpo e registraram boletim de ocorrência no 4º Distrito Policial na terça-feira (14). Eles acreditam que a violência foi motivada por homofobia.

Os jovens estavam em uma festa, próximo à casa de Marton, no mesmo bairro onde ocorreu a agressão. Quando foram embora, por volta das 3h, se abraçaram e foram abordados pelos agressores.

“Quando nos abraçamos eles disseram: ‘são duas bichinhas’. Um deles deu um chute na minha costela, o outro veio por trás e chutou a cabeça do Douglas. Depois bateu na cabeça dele com uma pá”, contou Marton.

O casal retornou ao local da festa em busca de ajuda. “Quando chegamos lá o Douglas desmaiou. Deu um tumulto na frente da festa e nossos amigos foram falar com os caras que nos agrediram. Eles disseram que estavam separando uma briga nossa, mas é mentira, eles viram a gente se abraçar e começaram a bater”.


4º DP de Araraquara vai investigar o caso de agressão.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e Braga foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Central, onde tomou pontos na cabeça e ficou em observação até às 12h.

Segundo Marton, no mesmo dia um dos agressores foi até a casa dele para fazer ameaças. “Eu moro no bairro desde sempre. Conheço os agressores de vista, mas nunca tinha tido problema com eles. Um foi na minha casa e disse para a minha mãe me dizer que era para eu botar um ponto final nessa história”.

O jovem contou ainda que a cunhada dele também ouviu ameaças dirigidas ao irmão. “Falaram para ela que iam ralar a cara do Douglas no chão”, disse.

Insegurança

O casal, que está junto há 1 ano e 9 meses, teme novas agressões. “Nunca imaginei que ia passar por isso, nem verbalmente a gente tinha sido agredido. Quero muito que a gente possa andar na rua com segurança. Só isso. Eu tenho que dar uma volta enorme para chegar na minha casa para não ter que passar perto da casa dele”, afirmou Marton.

Após o registro da violência, o jovem espera que alguma medida protetiva seja tomada. “A assessoria está nos apoiando, mas estamos com medo de sair de casa. A gente está expondo o caso para ver se não acontece de novo com ninguém mais. O maior preconceito que a gente sofre é nos órgãos públicos, que muitas vezes não dão atenção para o caso. Eu só quero segurança”, declarou.

Filipe Brunelli, assessora de políticas LGBT de Araraquara, acompanhou o casal até a delegacia para registrar o boletim de ocorrência, com base na Lei estadual 10.948/2001, que prevê penalidades à prática de discriminação em razão de orientação sexual ou de gênero.

“Vamos encaminhar para a defensoria pública que vai designar um advogado para acompanhar o caso junto à Polícia Civil. Depois que finalizar a investigação, segue para o Ministério Público. As pessoas tem a impressão que a nossa jurisprudência não dá em nada, mas tem que ir até o fim, tem que mostrar que existe sim uma Constituição que deve ser respeitada”, explicou.

A assessora ressaltou ainda a importância das denúncias. “Damos o encaminhamento necessário para não colocar a vítima em mais risco. Desde o ano passado, foi aprovado para incluir no boletim uma especificação quando é crime de ódio contra a população LGBT. Denunciem sim, as pessoas que cometem esses crimes precisam ser responsabilizadas”, declarou.

A assessoria LGBT também conta com o Disque-Denúncia pelo telefone (16) 99751-3567. O atendimento é 24 horas e a identidade do denunciante é mantida sob sigilo. Também há um formulário online para denúncias.

Tentamos contato com o 4º Distrito Policial de Araraquara, onde foi registrada a ocorrência, mas até esta publicação ninguém foi encontrado para comentar o caso.

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...