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CONTOS DO LEITOR


A VIAGEM DO PRAZER
(Parte Final)





Ficamos por vários, vários minutos só naquelas carícias totalmente silenciosas, na escuridão do ônibus, com beijos e chupadas no pescoço. Foi então que ele veio metendo aquela língua quente e molhada na minha boca, nossa senhora! Aqueles beijos estavam cada vez mais calorosos e eu já estava ficando com o pau bem duro. Pois não é que de repente o rapaz enquanto me beijava veio e começou a passar a mão na minha coxa? Começou também a me abraçar, a me apertar, me apalpar...
Meu pau endureceu totalmente, eu já estava ficando com o maior tesão por causa daqueles amassos. Eu também retribuía as carícias dele, passava a mão naquelas coxas grossas, abraçava ele, chupava o pescoço dele, olha, ficamos quase uma meia-hora só naqueles amassos quentes, e eu já ficando louco de tesão.
 

Pois pra completar o tesão, o safado de repente pega a minha mão e coloca sobre o pau dele por cima da calça, me induzindo a apertar aquela rola que eu senti já estava muito, mas muito dura. Na hora eu fiquei apreensivo, pois eu imaginei que estávamos sendo observados, então dei uma olhada em volta e percebi que todos estavam dormindo, tinha gente até roncando! Estávamos praticamente invisíveis naquela escuridão. O melhor de tudo é que os que estavam sentados do outro lado do ônibus era um casal de velhos usando óculos e dormindo pesadamente, ou seja, eles nunca iriam notar o nosso movimento na poltrona, contanto que não fizéssemos barulho.

Ali estava eu, apalpando a rola do safado por cima da calça e ele continuava me beijando e passando a mão nas minhas coxas. Então ele resolveu abrir o zíper da calça dele e tirar a piroca pra fora. Peguei firme naquela manjureba. Nossa, que pauzão gostoso, eu não conseguia enxergar mas comecei a apalpar o membro e a sentir a dureza dele, a textura dele, o tamanho, a grossura, o calor dele... Aquele pau tava bem empinado, e eu fiquei só o acariciando e tocando uma leve punheta pra ele. Então coloquei a mão mais dentro da calça dele e peguei nas bolas do Fabão. Acariciei aquele saco cabeludo enquanto ele ofegava e acariciava o meu rosto.

De tanto apalpar aquela rola, fiquei louco para saboreá-la. Então, abaixei a minha cabeça no colo dele, colocando carinhosamente aquele pau empinado na boca. Chupei bem devagar, saboreando bem, sentindo bem o gostinho da piroca. Que rola mais saborosa! Lambi também aquele sacão, chupei e saboreei bem as bolas do rapaz. Hmm... Que delícia! Chegava a sair água da minha boca de tão gostoso que era o sabor daquele pênis grande e daqueles bagos fartos.


 

Nossa, depois de chupar aquele pau bem chupado, eu fiquei louco de tesão, senti que o meu cuzinho estava pegando fogo, louco pra experimentar aquele pênis desconhecido. Mas como? Como eu ia fuder aquele pauzão dentro do ônibus naquela poltrona, sem fazer barulho, sem ninguém perceber? Seria muito arriscado. Mas eu estava com tanto tesão que eu arriscaria tudo só pra sentir aquela vara me penetrar bem gostoso.


Pois então, eu fui baixando a minha calça bem devagar, mas bem devagar, sem fazer barulho, enquanto o Fábio ficava me observando e mexendo na própria rola. Então finalmente eu consegui, eu estava sentado com as calças arriadas até os pés, mas ainda de cueca. Ele quando percebeu que eu tinha baixado a calça, veio com aquela mão pesada nas minhas coxas peladas. Ui, que tesão aquele rapaz maduro me acariciando na maior cara de pau dentro de um ônibus lotado de gente dormindo!

Foi daí que, para me deixar com mais tesão ainda, o safado começou a puxar e colocar a mão dentro da minha cueca, como se quisesse tocar no meu ânus. Meu rabinho estava em chamas naquele momento. Então eu discretamente me curvei pro lado da janela, tipo fiquei sentado meio de ladinho na poltrona, para ele poder passar a mão na minha bunda e mexer no meu cu. Então abaixei a minha cueca só um pouco, expondo o meu rabinho quente na direção dele. Pronto, liberei minha bunda e meu cuzinho para o Fábio, e ele podia fazer o que quisesse.

 


Logicamente, o safado não perdeu tempo. Veio com a mão grande acariciar minha bunda. Passou bem a mão no meu rego, apertou minha bunda, tocou o dedo no meu cuzinho, nossa que loucura eu estava delirando com aquelas carícias, com aquela safadeza toda! Ui, o rapaz ali tocando sem parar no meu rabinho, me apalpando sem parar, e eu só sentado de ladinho aproveitando a sacanagem. Vocês acreditam nisso? Pois acreditem, quase morri de tanto tesão!

O Fábio então lambeu o dedo e veio enfiando no meu cuzinho. Que filho da puta! O cara queria me matar de tesão, eu tava me contorcendo, me encolhendo todo pra não fazer barulho, pra não gemer, mas o putão ficava enfiando sem parar os dedos no meu cu molhadinho, que ele molhou com a própria saliva no dedo. Enfiava um dedo todinho, depois tirava, daí enfiava outro dedo, depois tirava, depois metia de novo o outro dedo, depois tirava, o cara ficou uns 20 minutos só me dedando, só sentindo o calor do meu cuzinho, sentindo como era apertadinho e quente. Enquanto isso ele brincava com a própria rola, massageando a cabecinha do pau, tocando uma punheta bem de leve. Às vezes ele molhava o dedo no pau, naquele líquido que sai do pênis quando você está com muito tesão, e passava os dedos melados no meu cu. E eu continuava delirando sem parar, me contorcendo, louco pra gemer. Mas eu não podia, eu tinha que ficar em total silêncio, pra ninguém notar a nossa movimentação nem a nossa sacanagem. Então ali ficamos, ele me dedando sem parar e eu delirando sem parar curtindo aquela deliciosa estimulação anal.

Foi então que o sem-vergonha tomou uma decisão. Uma decisão deliciosa. O Fábio decidiu que iria arriscar, e enfiar o pau no meu cu. Ele levantou aquele braço da poltrona que fica bem entre as poltronas, deixando aquele espaço totalmente livre entre nós. Foi então que eu percebi que ele queria me comer. Pois bem, eu me curvei mais ainda pro lado, pro meu cu ficar mais exposto pra ele poder alcançar.

Eu estava quase deitado de lado na poltrona, com a cabeça encostada contra a janela do ônibus. Então ele veio chegando mais perto de mim, e sentou bem de lado na poltrona também, tipo do jeito como eu estava, de forma que ele pudesse se movimentar melhor na minha direção. Ele me segurou pela cintura com as duas mãos. Então, em alguns instantes, senti o cabeção da piroca atravessando a entradinha do meu cu e penetrando devagar, bem devagar, profundamente no meu reto. O marmanjo veio empurrando, empurrando, empurrando, bem devagar, e a rola foi penetrando, penetrando, até que preencheu o meu cu todinho, até o talo. Meu deus, que delícia! Eu queria tanto gemer, queria gritar de tesão ao sentir aquele macho maduro enfiando o pênis empinado no meu cu de ladinho!


O puto sem-vergonha estava ali, enfiando o pau sem parar na minha bundinha, bem fundo, bem devagar, bem gostoso, e eu acariciando as bolas dele, só aproveitando, olhando pela janela enquanto curtia aquela sensação deliciosa do pênis duro ralando sem parar dentro no meu cu, queimando a minha rosquinha bem devagar pra não fazer barulho. Nossa, eu ia morrer de tesão dali a pouco!

Peguei no meu pau e comecei a tocar uma punheta de leve enquanto o Fábio saboreava com muito prazer o meu ânus apertadinho e fogoso. Continuávamos naquela putaria, naquela sacanagem, naquela safadeza sem igual, naquele vai e vem, naquele puxa e empurra, naquele mete e tira, dentro do ônibus escuro enquanto todos dormiam e roncavam sem parar. Cara, eu estava me sentindo muito puto, nossa, tem que ser muito puto pra ter coragem de fuder dentro de um ônibus lotado. E eu sou mesmo, sou um putão quando estou com vontade de trepar com outro homem, ainda mais um homem maduro, safado e viril como o Fábio, aquele gostosão desconhecido que agora era o meu amante silencioso, o meu comedor secreto.

Estávamos trepando, trepando, trepando sem parar durante a viagem, não pudemos mudar de posição porque só tinha aquele jeito de fuder bem gostoso sem chamar atenção nem fazer barulho. Apesar do cansaço, eu estava adorando ser penetrado assim sentado de ladinho. A foda estava demorando bastante pois ele estava fazendo bem devagar. Mas de repente, senti as mãos dele apertando a minha cintura bem firme, e ele começou a fazer uns movimentos mais vigorosos, metendo com mais força, ainda assim sem fazer barulho, ele socava, socava a manjureba bem no fundo do meu cu, cada vez mais forte, cada vez com mais tesão.

E eu me controlando pra não gemer, aquilo tudo tava muito gostoso, eu não agüentava mais ficar de boca fechada, eu tava delirando de prazer. Então senti que a minha punheta estava quase me levando ao orgasmo, e como se tivesse ouvido os meus pensamentos, senti o pau do Fábio pulsando dentro do meu cu, senti que o marmanjo estava ali, ejaculando bem gostoso sem parar, mil jatos de sêmen no interior do meu reto. Nesse momento, quando eu senti ele gozando, no auge do prazer, o meu pau explodiu também, esporrei toda a parede do ônibus e a minha mão também ficou toda melada de esperma quente. Tive que me controlar pra não gritar de tanto prazer.

Então ele foi sossegando, devagar, até parar de meter no meu cu. O rapaz gozou muito, mas muito mesmo dentro de mim. E eu também, gozei muito levemente tocando aquela punheta. Ele retirou o pênis comprido do meu cu assado, guardou na cueca e fechou o zíper da calça. Eu depois de juntar as minhas forças, com dificuldade eu levantei a cueca e depois a calça, com o cu todo dolorido. Nossa, eu fiquei todo assado depois que o Fábio passou quase 1 hora direto ralando aquele caralho inchado no meu cu apertadinho.

Me ajeitei na poltrona, sentei direito, agora aliviado depois daquela gozada sensacional e daquela foda inesquecível. O Fábio também recostou a cabeça na poltrona dele, fechou os olhos e ficou descansando. Depois da foda nós passamos a viagem toda cochilando. Quando estávamos quase chegando em Porto Alegre, já era meia-noite, e ele veio me dar um beijo molhado de despedida. Me abraçou e sussurrou bem gostoso no meu ouvido com aquela voz rouca e grossa:

- "Valeu, guri..."

Eu não consegui responder. Fiquei em silêncio. Mas ele sabia, o quanto eu tinha gostado daqueles nossos momentos tão íntimos. Chegando finalmente na rodoviária, cada um pegou sua mala, suas coisas, e desceu do ônibus. Ele foi pra um lado, e eu fui pra outro lado. Olhei pra trás e vi ele caminhando e me olhando com um olhar de paixão, de agradecimento, por aqueles momentos silenciosos de prazer intenso que eu proporcionei a ele. E eu da mesma forma olhei pra ele tentando expressar o quanto aqueles momentos tinham sido especiais, o quanto eu havia desfrutado daqueles amassos e daquela foda, e que eu jamais esqueceria dele.


Essa foi uma viagem inesquecível. Jamais esquecerei daquele homem desconhecido chamado Fábio.


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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