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CONTOS DO LEITOR


Na república, de madrugada


 


Quando iniciei a cursar a Universidade, fui morar numa República, com vários colegas. Os rapazes, que eram três no total, ficavam num quarto. As quatro moças ocupavam o outro quarto. Os demais espaços eram usados em comum, com alguns problemas pontuais, mas sempre resolvidos de comum acordo.

De vez em quando vinha o irmão de uma colega visitar a cidade e, quando isso acontecia, ele ficava no nosso quarto, dormindo no colchão, logo abaixo da minha cama.

Moramos numa casa antiga, com janelas sem frestas que deixavam o ambiente bem escuro.

O irmão da colega não era tão bonito de rosto, mas em compensação tinha um corpo muito bem desenhado e sexy. Também se vestia muito bem, o que aumentava o apetite. Normalmente usava jeans que demarcavam bem a bunda e a ferramenta, além do saco que preenchia boa parte daquele desenho.

Ele era pouco mais novo que nós rapazes, estava no último ano do Ensino Médio.

Quando ele vinha, desde o início, fiz amizade e fui correspondido. Conversávamos bastante, até saíamos para beber algo de vez em quando.

Um dia bebemos um pouco a mais e no caminho para casa, caminhávamos algumas quadras, cheguei a confidenciar a ele que muitas vezes eu já tinha vontade de mamar no seu pau, elogiei ele e disse que achava ele muito gostoso. Ele, como não esperava, ficou sem saber o que dizer, e logo mudou de assunto. Fizemos como que nada tivesse acontecido.


Chegamos em casa e todos já estavam dormindo. Como era sexta de noite, o colega ao lado da minha cama havia ido para casa, e o outro que dormia na cama no outro canto do quarto, já estava dormindo.

Fizendo o mínimo de barulho possível, fizemos a higiene pessoal. Fui para minha cama e ele deitou no seu colchão.

Tentei dormir por um longo tempo, mas não conseguia. Estava com meu pau em riste, pensando o tempo todo no que eu havia falado para o rapaz.
Meus dois companheiros de quarto dormiam profundamente, pelo que dava para perceber na sua respiração.

De madrugada, não conseguindo dormir ainda, e meu pau já doendo de tão duro, resolvi fazer um experimento arriscado. Mas arriscado sempre é mais excitante.

Levantei devagar, fui pé por pé até chegar no colchão do meu amigo. Me ajoelhei e devagar fui apalpando o corpo do tesudo. Coloquei minha mão na coxa esquerda e percebi que ele estava deitado de costas. Bem devagar fui subindo minha mão. Como era verão, ele estava só de cueca, assim como eu. Logo cheguei a sentir sua cueca e culhões com as costas da minha mão. Fui apalpando aquele sacão e as bolas e não me contive, em seguida passei a mão naquele pau que aparentava ser muito gostoso. Estava mole, mas era mais grosso. Ele continuava a dormir de fato.


 

Consegui baixar sua cueca, liberando o pau e as bolas, tudo muito devagar.
Fiquei apalpando aquele cacete que aos poucos começava a reagir, em seguida passava a mão no saco, enquanto me punhetava.

Quando aquele pauzão gostoso estava meia bomba, resolvi não esperar mais. Me abaixei e abocanhei aquela cabeçona, ainda coberta com a pele daquela pica com cheiro de macho. Chupei, lambi, e notei aquela vara crescendo na minha boca.
Logo segurei na base e puxei a pele para baixo, liberando aquele cabeção todo para o meu deleite. Foi quando ele despertou, mas eu não parei mais.

Ele só falou baixinho que eu era louco.

Coloquei meu dedo sobre sua boca, em sinal de silêncio. Agarrei a base daquele ferro, comecei a punhetar com toda a vontade, sem parar de mamar aquele cabeção que já babava uma gala muito gostosa.
Peguei sua mão e fiz ele segurar meu pau, ah, que sensação incrível!
Logo ele tirou sua mão do meu pau, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca.

 

Como ele metia até a entrada da garganta, para não engasgar e precisar tossir, acalmei-o. Tirei aquela picona da minha boca, segurei ela e comecei a lamber o saco, chupando cada bola até ele gemer baixinho.

Parava estrategicamente para escutar o outro colega, que continuava respirando em sinal de sono profundo.

Voltei a pegar sua mão e colocar no meu pau. Como ele estava quase no êxtase de seu tesão, ele não apenas segurou e apertou meu pau, como também começou a me punhetar. De imediato engoli aquela vara e chupava e engolia até onde eu conseguia.

Quanto mais ele me punhetava, mais guloso eu ficava e chupava.
Ficamos alguns poucos minutos naquela loucura de puro êxtase, quando percebi meus jatos sendo expelidos para longe, enquanto que aquela mão me apertava e continuava a carinhar meu pau, agora passando a mão toda esporrada em toda a base e saco.

 

Quase que na mesma hora, ele forçou minha cabeça contra o seu cacetão, com a mão livre, quando comecei a receber a recompensa daquela loucura que eu acabara de fazer. Engoli o que pude, mas deixei uma parte para babar aquela vara cabeçuda.

Peguei uma ponta de um pano que ele usava para se cobrir e recolhi parte da minha porra que eu percebia que estava no chão, passei no seu colchão, secando outra parte dos jatos que eu havia espalhado.

Chupei mais uma vez aquela picona gostosa, para lamber a última gotinha. Vesti sua cueca. Vesti a minha e voltei pé por pé para minha cama.

Meu colega do canto do quarto continuava em sono profundo.

Finalmente agora, feliz e realizado, assim como meu amigo que eu acabava de mamar, também dormimos um sono tranquilo e reparador.

Autor: Henrique gostoso ~ Masculino ~ 33 anos

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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