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CONTOS DO LEITOR


Dando na praia


 


Fizemos uma excursão da escola para o litoral, no final do ano, os alunos da oitava série, onde eu estava incluído, e os alunos do 3º ano do Ensino Médio.
Para baratear as despesas ficamos numa casa ampla de dois pisos, de um pai de um aluno. Tivemos que nos dividir em grupos, nos quartos e salas.

Claro que os alunos do 3º ano tinham a primazia de escolher os espaços onde queriam ficar naquela semana, desde que escolhessem sempre a mesma quantidade de alunos, colegas do 8º ano.

Os 3 alunos do EM mais bagunceiros escolheram um quarto no segundo piso, dois amigos meus e a mim. Fomos os 6 tomar posse do quarto, onde tinham 2 beliches de 3 lugares cada. Eles decidiram que a cama de baixo seria ocupada por dois deles (os mandões), e que o colega deles, que os obedecia, e nós 3 deveríamos dormir nos colchões, mas no chão, um ao lado do outro. Como o quarto era amplo, não tinha problema nenhum.

Ouvíamos várias histórias dos dois colegas maiores, o Márcio e o Léo. Eram do tipo que se achavam, tiravam sarro dos outros, metidos a galanteadores e diziam também que eles já tinham comido várias colegas mais dadas. Corria o boato, que já tinham experiência no assunto. Ouvia-se dizer que o Fábio, amigo e colega deles, estava "se perdendo" com a amizade deles, pois levavam ele em todas, e ensinavam as manhas, muitas vezes mandando ele fazer o que eles decidiam.

Como eram os " caras", a princípio nós 3 estaríamos protegidos ao seu lado.
Márcio era fortão, mais musculoso, estatura média e tinha 17 anos. Léo era magro e alto, também com 17 anos. Enquanto Fábio era um cara muito bonito de rosto, de corpo, estatura média, 16 anos e geralmente agradável.


Meu colega Homero era mais alto, corpo esbelto, pardo, 14 anos e tinha um pau de fazer inveja nos amigos. Tomávamos banho de rio juntos e se via aquele instrumento na sunga que o demarcava.


Meu colega Júlio era mais gordinho e pouco mais baixo, também com 14 anos. E eu, com a mesma idade, magro e altura média.
De noite saímos todos juntos, mas como Márcio e Léo aprontavam bastante, combinamos de ficar mais afastados, depois de um tempo perdemos eles de vista. Ficamos um pouco no centro ainda e voltamos para casa. Ficamos um tempo com colegas e professores, conversando, e depois fomos pro quarto dormir. Como era quente, dormimos todos só de cueca e sem camisa, o que era normal naquela época.

Do meu lado, estava o colchão do Fábio, que logo em seguida entrou no quarto, ficando também só de cueca e deitou ao meu lado.

O quarto era bem escuro e não demorou, Fábio se virou e passou uma perna por cima da minha perna, na altura do joelho. Eu estava deitado de barriga. Aos poucos foi passando a perna por cima de mim até eu sentir seu pau me roçando. Tentei me desvencilhar sem acordar meus amigos ao lado, mas ele me segurou com sua perna e agora com um braço. Chegou perto de minha orelha e falou bem baixinho que eu ficasse bem quieto para não acordar ninguém, e que ele só queria brincar um pouco comigo.

 
 


Que eu deveria ficar quieto e imóvel para não despertar os outros. Nisso ele foi subindo até deitar sobre meu corpo encaixando sua ferramenta entre minhas nádegas, onde ele ficava se esfregando. Logo percebi que ele estava sem cueca e volta e meia pegava e metia o cacete no meio das minhas coxas, e várias vezes passava saliva no seu cabeção e metia nas minhas coxas, e gemia baixinho no meu ouvido, dizendo coisas, tipo: gostoso, que tesão, preciso te comer.... e insistia pedindo se podia meter a pica na minha boca. Eu respondia com a cabeça que não. Como ele estava cada vez mais ficando excitado, numa hora, de uma forma muito rápida, ele puxou minha cueca para o lado, e largou com a outra mão a cabeçona do pau bem na minha entrada, sem me dar possibilidade de reação.

Aos poucos foi soltando o peso de seu corpo sobre mim, na medida em que eu sentia aquele pau abrindo caminho e arrombando meu cuzinho. Ele se agarrou em mim, com todo seu peso e corpo sobre o meu e começou a meter. Falando baixinho e aquela respiração ritmada no meu ouvido dizendo: Alemão gostoso, eu preciso comer teu cú, 
mexe, adoro cuzinho apertado, e foi metendo, se descontrolando e gemendo mais alto, mesmo que eu pedisse para ele não alarmar.

Agora ele gemia mais alto e dizia: cara que cuzinho maneiro, eu precisava te comer, e metia cada vez mais ritmado e forte. Consegui olhar para o outro lado e consegui ver por um filete de claridade que entrava no quarto, o Homero com aquela jeba na mão, batendo uma punheta e assistindo ou, pelo menos ouvindo a trepada. Logo Fábio começou a gemer e avisar que estava gozando, em voz alta, para meus amigos escutar.

 
 

Deitou no seu colchão, vestiu a cueca e disse pros meus colegas, mesmo não vendo eles:
- E vcs dois ficam bem quietos, vcs não viram nada, senão vai sobrar pra vcs tb.
Ninguém falou nada.

Dormimos e de madrugada deu barulho, Márcio e Léo estavam chegando. Márcio falou pro Léo:
- Chaveia a porta porque eu vou dormir pelado.
Léo respondeu:
- Eu também. Prefiro deixar o bicho livre.
Percebi que se desvencilharam das cuecas e Márcio continuo falando:
- Cara, eu tô de pau duraço, aquela menina safada só agarrou meu cacete, mas não consegui comer aquela vadia. Ela não me deu, mas eu não tô afim de bater punheta.
Léo retrucou:
-Capaz que vou bater punheta com bundinha sobrando aqui no quarto.
Nisso escutei Márcio dizer baixinho:
-Vamos lá.
Nisso os dois se aproximaram dos colchões, e Léo falou:
- Tu que é mais fortão pega o Homero e deixa o Julinho pra mim.
Meus colegas protestaram e pediram para eles parar, senão eles chamariam o professor.

Márcio falou:
- Deixa explicar uma coisa. Nós escolhemos vcs três a dedo para ficar no nosso quarto, porque nós estamos a mais tempo de olho nessas bundinhas gostosas. E nós já combinamos tudo, vcs podem escolher, se não quiserem se virar e liberar o cuzinho pra nós, não tem problema, ficamos ajoelhados em cima de vcs, assim como estamos agora, batendo uma punheta e vamos segurar os braços de vcs e gozar na boca, e ai se resolverem nos machucar ou falar uma coisa, vocês vão se arrepender, e muito.

Aí Leo perguntou:
- Fábio, tu fez o que combinamos?
- Sim, respondeu Fábio.
- Tu comeu o Henrique ou ele te mamou?
- Comi ele.
- E ele ficou quietinho ou esperneou?
- Ficou quietinho.

Aí me deu raiva, Fábio me comeu porque foi tudo combinado antecipadamente. Mas já dava para imaginar porque sabíamos que ele fazia tudo o que os dois mandavam.

Léo continuou:
- Parabéns Fábio. É isso aí. Vcs viram como funciona seus viadinhos? Se o Fábio não tivesse feito o que mandamos ele fazer, antes de nós chegarmos, nós iríamos primeiro comer ele. Mas já que ele obedece, ele se deu bem.

Márcio continuou:
- Então vcs escutaram ou viram que o colega de vcs já virou viado nessa noite. E agora vcs vão liberar o cuzinho, e se falarem alguma coisa, vcs vão se ver com nós.

 


Os dois marmanjos estavam trepados na barriga dos meus colegas, esfregando seus cacetes no corpo e nos paus dos meus amigos.

Márcio logo fez menção à jeba do Homero:
- Léo, o que falaram é verdade. Tem que ver a jeba do Homero se esfregando aqui no meu cacete, Pega aqui Léo.
Nisso Léo apalpou e ficou tecendo elogios ao tamanho daquilo.

Márcio disse:
- Hoje vou fazer essa jeba gozar sem bater punheta, só metendo no teu rabinho, Homero. Essa tua bundinha é bem durinha, deve ser muito deliciosa.
Mandaram os dois ficar de quatro, mas não se viraram, até que Márcio e Léo agarraram os dois, baixaram as cuecas, virando-os e deitando sobre seus corpos.

 
 


Ficaram reclamando, mas já era tarde. Eu e meus colegas viramos as putinhas deles naquela semana e depois, sempre quando eles mandavam a gente visitar a casa de um de outro. Os 3 sempre estavam juntos, e quando nós íamos só em dois, um acabava levando no cú enquanto chupava o outro. Uma vez só Homero não foi junto, mas depois ele teve que dar conta dos 3 numa tarde. Mais tarde ele nos contou que nunca tomou tanto leitinho que nem naquele dia, e ainda levou no rabo.

De lá em diante, quando éramos convocados, íamos juntos.

Depois de alguns meses, descobrimos que aqueles machões também queriam pau e começamos a nos entender cada vez melhor, com troca-troca, surubas, 69, tudo o que era possível. Eles nos ensinaram coisas muito gostosas.

Hoje todos temos namoradas, dois já são casados, todos com mulheres. Mas quando dá vontade ainda um se encontra com o outro ou com mais de um, sempre que possível.

Texto: Henrique gostoso

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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